Emilia Clarke Archives - Cena Cultural 
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Cena Cultural

por Thiago Sampaio

Emilia Clarke

Crítica: “Han Solo: Uma História Star Wars” é uma “Sessão da Tarde” sem alma

Por Thiago Sampaio em Crítica

08 de junho de 2018

Foto: Divulgação

Nenhuma produção da franquia “Star Wars” foi tão problemática como esse “Han Solo: Uma História Star Wars” (Solo: A Star Wars Story, 2018). Tudo começou com a demissão dos diretores Chris Miller e Phil Lord (responsáveis pelo ótimo “Uma Aventura Lego”, 2014). Boatos apontam que o tom cômico em demasia não agradou Kathleen Kennedy, presidente da Lucasfilm. No lugar deles, foi contratado o experiente Ron Howard.

Depois falava-se que a atuação do protagonista Alden Ehrenreich não estava convincente, necessitando contratar um professor de interpretação e passar por refilmagens. Tantas incertezas deram pouco tempo para a produção trabalhar o marketing, tanto que os trailers foram divulgados pouco antes da estreia, quando o corte final nem estava pronto. Conferindo o produto, vemos uma aventura protocolar, que não teme em sair da zona de segurança, talvez por medo de errar. Longe de ser um desastre mas, de tão sem alma própria, será facilmente esquecida pelos fãs da saga.

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Crítica: “Como Eu Era Antes de Você” funciona só para o público-alvo

Por Thiago Sampaio em Crítica

22 de junho de 2016

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Há alguns anos virou moda adaptar para o cinema obras literárias de romance “água com açúcar” para agradar, principalmente, o público feminino e adolescente. A culpa disso não é das estrelas (perdão pelo trocadilho infame!), mas de um cara chamado Nicolas Sparks. Com “Um Amor Para Recordar” (A Walk to Remember, 2002) e “Diário de Uma Paixão” (The Notebook, 2004), a fórmula estava criada, rendendo inúmeras tramas semelhantes, inclusive do próprio autor, como “Querido John” (Dear John, 2010), “Um Homem de Sorte” (The Lucky One, 2012), “A Escolha” (The Choice, 2016), entre muitos outros.

John Green é um dos seus seguidores, emplacando – agora sim – “A Culpa é das Estrelas” (The Fault In Our Stars, 2014) e “Cidades de Papel” (Paper Towns, 2015). Indo por esse caminho, “Como Eu Era Antes de Você” (Me Before You, 2016), adaptação do livro-sucesso de Jojo Moyes, chega para conquistar o mesmo público e impulsionar a autora inglesa nessa onda de transição de mídias.

A trama apresenta Will Traynor (Sam Claflin), jovem que leva uma vida repleta de conquistas, viagens e esportes radicais até ser atingido por uma moto, ao atravessar a rua em um dia chuvoso. O acidente o torna tetraplégico, obrigando-o a permanecer em uma cadeira de rodas. A situação o torna depressivo e extremamente cínico, para a preocupação de seus pais (Janet McTeer e Charles Dance). É neste contexto que Louisa Clark (Emilia Clarke) é contratada para cuidar de Will. De origem modesta, com dificuldades financeiras e sem grandes aspirações na vida, ela faz o possível para melhorar o estado de espírito de Will e, aos poucos, acaba se envolvendo com ele.

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Crítica: “Como Eu Era Antes de Você” funciona só para o público-alvo

Por Thiago Sampaio em Crítica

22 de junho de 2016

Foto: Divulgação

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Há alguns anos virou moda adaptar para o cinema obras literárias de romance “água com açúcar” para agradar, principalmente, o público feminino e adolescente. A culpa disso não é das estrelas (perdão pelo trocadilho infame!), mas de um cara chamado Nicolas Sparks. Com “Um Amor Para Recordar” (A Walk to Remember, 2002) e “Diário de Uma Paixão” (The Notebook, 2004), a fórmula estava criada, rendendo inúmeras tramas semelhantes, inclusive do próprio autor, como “Querido John” (Dear John, 2010), “Um Homem de Sorte” (The Lucky One, 2012), “A Escolha” (The Choice, 2016), entre muitos outros.

John Green é um dos seus seguidores, emplacando – agora sim – “A Culpa é das Estrelas” (The Fault In Our Stars, 2014) e “Cidades de Papel” (Paper Towns, 2015). Indo por esse caminho, “Como Eu Era Antes de Você” (Me Before You, 2016), adaptação do livro-sucesso de Jojo Moyes, chega para conquistar o mesmo público e impulsionar a autora inglesa nessa onda de transição de mídias.

A trama apresenta Will Traynor (Sam Claflin), jovem que leva uma vida repleta de conquistas, viagens e esportes radicais até ser atingido por uma moto, ao atravessar a rua em um dia chuvoso. O acidente o torna tetraplégico, obrigando-o a permanecer em uma cadeira de rodas. A situação o torna depressivo e extremamente cínico, para a preocupação de seus pais (Janet McTeer e Charles Dance). É neste contexto que Louisa Clark (Emilia Clarke) é contratada para cuidar de Will. De origem modesta, com dificuldades financeiras e sem grandes aspirações na vida, ela faz o possível para melhorar o estado de espírito de Will e, aos poucos, acaba se envolvendo com ele.

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