Chris Terrio Archives - Cinema Sinergia 
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Cinema Sinergia

por Thiago Sampaio

Chris Terrio

Crítica: “Liga da Justiça” acerta na leveza, porém, é esquecível

Por Thiago Sampaio em Crítica

20 de novembro de 2017

Foram décadas de espera por parte de fãs para ver a Liga da Justiça materializada com atores reais no cinema. Acontece que, como a Marvel partiu na frente nessa tarefa de apresentar os seus heróis e juntá-los num mesmo projeto, coube à DC Comics correr atrás do tempo perdido.

Foto: Divulgação

Foram décadas de espera por parte de fãs para ver a Liga da Justiça materializada com atores reais no cinema. Acontece que, como a Marvel partiu na frente nessa tarefa de apresentar os seus heróis e juntá-los num mesmo projeto, coube à DC Comics correr atrás do tempo perdido.

O tom pesado e irregular de “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” (Batman v Superman: Dawn of Justice, 2016) e, principalmente, a bagunça generalizada que foi “Esquadrão Suicida” (Suicide Squad, 2016) não foram nada animadores. Mas para o alívio geral, “Liga da Justiça” (Justice League, e 2017) busca reparar os próprios erros. Não decepciona justamente por apostar no caminho sem risco. Garante aquela diversão momentânea sem tentar disfarçar que estamos diante de uma aventura genérica.

Na trama, impulsionado pela restauração de sua fé na humanidade após a morte do Superman (Henry Cavill), Bruce Wayne (Ben Affleck) convoca sua nova aliada Diana Prince (Gal Gadot) para o combate contra um inimigo ainda maior, recém-despertado. Juntos, Batman e Mulher-Maravilha recrutam um time de meta-humanos, que inclui Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e Flash (Ezra Miller), que terão a missão de proteger as caixas maternas que, se caírem nas mãos da nova ameaça, pode culminar no apocalipse.

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Crítica: “Liga da Justiça” acerta na leveza, porém, é esquecível

Por Thiago Sampaio em Crítica

20 de novembro de 2017

Foram décadas de espera por parte de fãs para ver a Liga da Justiça materializada com atores reais no cinema. Acontece que, como a Marvel partiu na frente nessa tarefa de apresentar os seus heróis e juntá-los num mesmo projeto, coube à DC Comics correr atrás do tempo perdido.

Foto: Divulgação

Foram décadas de espera por parte de fãs para ver a Liga da Justiça materializada com atores reais no cinema. Acontece que, como a Marvel partiu na frente nessa tarefa de apresentar os seus heróis e juntá-los num mesmo projeto, coube à DC Comics correr atrás do tempo perdido.

O tom pesado e irregular de “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” (Batman v Superman: Dawn of Justice, 2016) e, principalmente, a bagunça generalizada que foi “Esquadrão Suicida” (Suicide Squad, 2016) não foram nada animadores. Mas para o alívio geral, “Liga da Justiça” (Justice League, e 2017) busca reparar os próprios erros. Não decepciona justamente por apostar no caminho sem risco. Garante aquela diversão momentânea sem tentar disfarçar que estamos diante de uma aventura genérica.

Na trama, impulsionado pela restauração de sua fé na humanidade após a morte do Superman (Henry Cavill), Bruce Wayne (Ben Affleck) convoca sua nova aliada Diana Prince (Gal Gadot) para o combate contra um inimigo ainda maior, recém-despertado. Juntos, Batman e Mulher-Maravilha recrutam um time de meta-humanos, que inclui Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e Flash (Ezra Miller), que terão a missão de proteger as caixas maternas que, se caírem nas mãos da nova ameaça, pode culminar no apocalipse.

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