Chris Morgan Archives - Cinema Sinergia 
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Cinema Sinergia

por Thiago Sampaio

Chris Morgan

Crítica: “Velozes e Furiosos 8” é exagerado e repetitivo

Por Thiago Sampaio em Crítica

17 de Abril de 2017

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Já citei aqui em resenhas de episódios anteriores de “Velozes & Furiosos” que não importa o que aconteça, a franquia já conquistou o seu público alvo e, por isso, é garantia de dinheiro no caixa. Não interessa se não tem história a ser contada, ela é a menina dos olhos da Universal Studios e, tendo carros tunados garantindo cenas de ação grandiosas, teremos quantos filmes derem na telha. Mantendo a “ideologia” de entregar situações cada vez mais exageradas, “Velozes & Furiosos 8” (The Fate of the Furious, 2017) cumpre o dever e garante a diversão aos que vão às salas de cinema já sabendo o que está por vir.

Na trama, Dom (Vin Diesel) e Letty (Michelle Rodriguez) estão curtindo a lua de mel em Havana, mas a súbita aparição de Cipher (Charlize Theron) atrapalha os planos do casal. Ela logo arma um plano para chantagear Dom, de forma que ele traia seus amigos e passe a ajudá-la a obter ogivas nucleares. Tal situação faz com Letty reúna os velhos amigos, que agora precisam enfrentar o antigo companheiro.

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Crítica: “47 Ronins” é mais um fraco enlatado americano

Por Thiago Sampaio em Crítica

12 de Fevereiro de 2014

Pôster de "47 Ronins"

Foto: Divulgação

Diversos filmes já buscaram retratar o espírito da cultura samurai, alguns de maneira primorosa, como “Os Sete Samurais” (1954), “Harakiri” (1962), “Kagemusha, a Sombra do Samurai” (1980) e “Trono Manchado de Sangue (1957)”. Outros, de cunho de superprodução, mas que funcionavam dentro dos seus propósitos, como “O Último Samurai” (2003), estrelado por Tom Cruise. Já esse novo “47 Ronins” (47 Ronin, 2013) em nada lembra a tradição oriental e sequer funciona como entretenimento passageiro, se saindo apenas como mais um esquecível produto comercial estadunidense.

A história

A trama apresenta Kai (Keanu Reeves), um mestiço que vive em Ako desde quando era garoto e nutre uma paixão por Mika (Ko Shibasaki), filha do lorde Asano (Min Tanaka). Asano morre após um plano do shogun Tsunayoshi (Cary-Hiroyuki Tagawa) e, com isso, Oishi (Hiroyuki Sanada), o líder de um grupo de samurais renegados,  recorre a Kai e o grupo parte em busca de vingança para restaurar a honra de sua terra natal.

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Crítica: “47 Ronins” é mais um fraco enlatado americano

Por Thiago Sampaio em Crítica

12 de Fevereiro de 2014

Pôster de "47 Ronins"

Foto: Divulgação

Diversos filmes já buscaram retratar o espírito da cultura samurai, alguns de maneira primorosa, como “Os Sete Samurais” (1954), “Harakiri” (1962), “Kagemusha, a Sombra do Samurai” (1980) e “Trono Manchado de Sangue (1957)”. Outros, de cunho de superprodução, mas que funcionavam dentro dos seus propósitos, como “O Último Samurai” (2003), estrelado por Tom Cruise. Já esse novo “47 Ronins” (47 Ronin, 2013) em nada lembra a tradição oriental e sequer funciona como entretenimento passageiro, se saindo apenas como mais um esquecível produto comercial estadunidense.

A história

A trama apresenta Kai (Keanu Reeves), um mestiço que vive em Ako desde quando era garoto e nutre uma paixão por Mika (Ko Shibasaki), filha do lorde Asano (Min Tanaka). Asano morre após um plano do shogun Tsunayoshi (Cary-Hiroyuki Tagawa) e, com isso, Oishi (Hiroyuki Sanada), o líder de um grupo de samurais renegados,  recorre a Kai e o grupo parte em busca de vingança para restaurar a honra de sua terra natal.

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