charlize theron Archives - Cinema Sinergia 
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Cinema Sinergia

por Thiago Sampaio

charlize theron

Crítica: “Velozes e Furiosos 8” é exagerado e repetitivo

Por Thiago Sampaio em Crítica

17 de Abril de 2017

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Já citei aqui em resenhas de episódios anteriores de “Velozes & Furiosos” que não importa o que aconteça, a franquia já conquistou o seu público alvo e, por isso, é garantia de dinheiro no caixa. Não interessa se não tem história a ser contada, ela é a menina dos olhos da Universal Studios e, tendo carros tunados garantindo cenas de ação grandiosas, teremos quantos filmes derem na telha. Mantendo a “ideologia” de entregar situações cada vez mais exageradas, “Velozes & Furiosos 8” (The Fate of the Furious, 2017) cumpre o dever e garante a diversão aos que vão às salas de cinema já sabendo o que está por vir.

Na trama, Dom (Vin Diesel) e Letty (Michelle Rodriguez) estão curtindo a lua de mel em Havana, mas a súbita aparição de Cipher (Charlize Theron) atrapalha os planos do casal. Ela logo arma um plano para chantagear Dom, de forma que ele traia seus amigos e passe a ajudá-la a obter ogivas nucleares. Tal situação faz com Letty reúna os velhos amigos, que agora precisam enfrentar o antigo companheiro.

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Crítica: “Mad Max: Estrada da Fúria” abre uma nova era para o gênero ação

Por Thiago Sampaio em Crítica

05 de junho de 2015

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Nada menos que 30 anos separam “Mad Max – Além da Cúpula do Trovão” (Mad Max Beyond Thunderdome, 1985), terceiro e irregular filme da franquia pós-apocalíptica estrelada por Mel Gibson, deste novo “Mad Max: Estrada da Fúria” (Mad Max: Fury Road, 2015). A missão do cineasta australiano George Miller não era das mais fáceis, afinal, reapresentar um personagem (agora com Tom Hardy no lugar de Gibson) não tão famoso para a nova geração, com um orçamento inflado de U$ 150 milhões, o risco de fracasso era iminente. Mas bastam cinco minutos para a desconfiança ir para o espaço. Com a nova produção, o septuagenário Miller não só dá uma aula para diretores mais jovens, como cria um novo patamar no gênero ação.

Sinopse

Após ser capturado por Immortan Joe (Hugh Keays-Byrne), o solitário guerreiro das estradas Max Rockatansky (Tom Hardy) se vê no meio de uma guerra mortal, iniciada pela Imperatriz Furiosa (Charlize Theron) na tentativa se salvar um grupo de garotas. Também tentando fugir, Max aceita ajudar Furiosa em sua luta contra Joe e se vê dividido entre mais uma vez seguir sozinho seu caminho ou ficar com o grupo.

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Muita ação e visual estiloso no novo trailer de “Mad Max: Estrada da Fúria”

Por Thiago Sampaio em Trailer

01 de Abril de 2015

Cena do trailer

Cena do trailer

“Mad Max: Estrada da Fúria”, quarto filme da franquia pós apocalíptica, teve o novo trailer divulgado nesta semana. Com mais ação do que os anteriores, a prévia começa com o protagonista sendo capturado, e mais adiante a frase de efeito: “É difícil saber quem é mais maluco. Se sou eu ou todas as outras pessoas”. Corridas com veículos estilosos e até uma guitarra que lança chamas fazem parte da prévia!

Tom Hardy (“Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge”) é o novo intérprete de Max Rockatansky, herói vivido por Mel Gibson na trilogia dos anos 70/80. O elenco também conta com Charlize Theron, Nicholas Hoult, Zoe Kravitz, Nathan Jones e Rosie Huntington-Whiteley. A direção é mais uma vez de George Miller (“Happy Feet”), que comandou todos os filmes da série.

A previsão de estreia no Brasil é dia 21 de maio, uma semana depois do lançamento nos EUA.

Confira o trailer

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Crítica: Ambientação estilosa salva “Branca de Neve e o Caçador” do fracasso

Por Thiago Sampaio em Crítica

05 de junho de 2012

Pôster de Branca de Neve e o Caçador – Foto: Divulgação

A nova moda da indústria cinematográfica é fazer releituras de clássicos infantis. Depois de Chapeuzinho Vermelho ganhar o fraquíssimo “A Garota da Capa Vermelho” em 2011, a história de Branca de Neve e Os Sete Anões recebeu não uma, mas duas versões em 2012. Depois da comédia quase pastelona “Espelho, Espelho Meu”, esse “Branca de Neve e o Caçador” chega com a proposta de trazer uma história mais sombria. A boa notícia é que, salvo a pretensão exagerada dos realizadores em agradar as novas gerações, o longa metragem tem aspectos positivos e escapa de ser um fracasso.

A trama não é muito diferente da original: Branca de Neve (Kristen Stewart) é a única pessoa na Terra mais bonita do que a Rainha Má (Charlize Theron), que está decidida a destruí-la. Para isso, a madrasta tirana contrata um Caçador (Chris Hemsworth) para matá-la. Acontece que o homem acaba fazendo uma aliança com a jovem e eles acabam enfrentando uma série de desafios que os colocará em rota de guerra com o reino.

Surpreendentemente, o roteiro escrito pelo estreante Evan Daugherty, John Lee Hancock (do dramalhão “Um Sonho Possível”) e Hossein Amini (do ótimo “Drive”) consegue usar aspectos da história clássica, mas deturpando-os completamente de uma maneira criativa. No caso, a madrasta agora é explicitamente uma feiticeira com poderes místicos, os motivos dela querer matar a Branca de Neve ganha uma explicação mais plausível do que puro ciúme e a maçã enfeitiçada é utilizada em um novo contexto. E a mudança mais importante: o fato de o Caçador (um coadjuvante quase sem importância no original) é alçado ao posto de protagonista, enquanto o “príncipe” (vivido por Sam Claflin) surge como aquele que não conta com a torcida do expectador. Sendo assim, não deixa de ser interessante ver que o galã principal, na verdade, é pobre, bêbado e abalado psicologicamente por perdas do passado.

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Crítica: Ambientação estilosa salva “Branca de Neve e o Caçador” do fracasso

Por Thiago Sampaio em Crítica

05 de junho de 2012

Pôster de Branca de Neve e o Caçador – Foto: Divulgação

A nova moda da indústria cinematográfica é fazer releituras de clássicos infantis. Depois de Chapeuzinho Vermelho ganhar o fraquíssimo “A Garota da Capa Vermelho” em 2011, a história de Branca de Neve e Os Sete Anões recebeu não uma, mas duas versões em 2012. Depois da comédia quase pastelona “Espelho, Espelho Meu”, esse “Branca de Neve e o Caçador” chega com a proposta de trazer uma história mais sombria. A boa notícia é que, salvo a pretensão exagerada dos realizadores em agradar as novas gerações, o longa metragem tem aspectos positivos e escapa de ser um fracasso.

A trama não é muito diferente da original: Branca de Neve (Kristen Stewart) é a única pessoa na Terra mais bonita do que a Rainha Má (Charlize Theron), que está decidida a destruí-la. Para isso, a madrasta tirana contrata um Caçador (Chris Hemsworth) para matá-la. Acontece que o homem acaba fazendo uma aliança com a jovem e eles acabam enfrentando uma série de desafios que os colocará em rota de guerra com o reino.

Surpreendentemente, o roteiro escrito pelo estreante Evan Daugherty, John Lee Hancock (do dramalhão “Um Sonho Possível”) e Hossein Amini (do ótimo “Drive”) consegue usar aspectos da história clássica, mas deturpando-os completamente de uma maneira criativa. No caso, a madrasta agora é explicitamente uma feiticeira com poderes místicos, os motivos dela querer matar a Branca de Neve ganha uma explicação mais plausível do que puro ciúme e a maçã enfeitiçada é utilizada em um novo contexto. E a mudança mais importante: o fato de o Caçador (um coadjuvante quase sem importância no original) é alçado ao posto de protagonista, enquanto o “príncipe” (vivido por Sam Claflin) surge como aquele que não conta com a torcida do expectador. Sendo assim, não deixa de ser interessante ver que o galã principal, na verdade, é pobre, bêbado e abalado psicologicamente por perdas do passado.

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