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Cena Cultural

por Thiago Sampaio

cena cultura

Crítica: “A Maldição da Casa Winchester” é um desperdício de trama e talentos

Por Thiago Sampaio em Crítica

12 de Março de 2018

Foto: Divulgação

Casas mal-assombradas são alguns dos temas mais explorados dentro do terror/suspense. Levando em conta a quantidade de produções do gênero que são lançadas, muitas já chegam fadadas ao esquecimento. Por isso, ainda há de lamentar que a interessante história real da herdeira da empresa de rifles Winchester não tenha ganhado uma adaptação como merecia. “A Maldição da Casa Winchester” (Winchester, 2018) acaba por se perder nos clichês de sempre e não explora o potencial que tem por trás da personagem título.

Na trama, Sarah Winchester (Helen Mirren) é herdeira de uma empresa de armas de fogo e acredita ser assombrada por almas que foram mortas pelo rifle criado por sua família, os Winchester. Após as repentinas mortes do marido e filho, ela decide construir uma mansão para afastar os espíritos. Quando o psiquiatra Eric Price (Jason Clark) parte para avaliar o estado psicológico de Sarah, ele percebe que talvez a obsessão dela não seja tão insana assim.

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Crítica: ‘Wolverine: Imortal’ é brutal, eficiente e passageiro

Por Thiago Sampaio em Crítica

31 de julho de 2013

Pôster de 'Wolverine: Imortal'

Foto: Divulgação

Considerado o mutante mais popular dos X-Men, Wolverine tem em si o brilho nos olhos dos produtores para lucrarem alto com filmes paralelos. Apesar do relativo sucesso de bilheteria de X-Men Origens: Wolverine (2009), as críticas não foram positivas, forçando partirem para um novo rumo. Em Wolverine: Imortal (The Wolverine, 2013), os investidores foram menos ambiciosos, se mantiveram mais fiéis ao personagem e, com isso, garantiram uma aventura eficiente.

A trama acontece após os eventos de X-Men: O Confronto Final (2006), mostrando Logan (Hugh Jackman) deprimido após se ver obrigado a matar Jean Grey (Famke Janssen). Ele decide viver como um eremita, até que é encontrado pela jovem Yukio (Rila Fukushima). Ela foi enviada a mando de seu pai adotivo, Yashida (Hal Yamanouchi), que foi salvo por ele no passado. O ex-militar está doente e quer fazer uma proposta ao mutante: ir até o Japão e transferir seu fator de cura.

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Crítica: ‘Resident Evil 5’ agrada aos fãs de ação e games…mas só eles

Por Thiago Sampaio em Crítica

19 de setembro de 2012

Pôster de "Resident Evil 5: Retribuição"

Pôster de “Resident Evil 5: Retribuição” – Foto: Divulgação

“Resident Evil”, famosa série de games da Capcom, ganhou uma versão para o cinema em 2002, intitulada “Resident Evil: O Hóspede Maldito”. Dentro do que se propunha, conseguiu ser uma adaptação bem correta, fiel até certo ponto aos jogos (apesar da mudança da protagonista) e com boas cenas de ação. Mas a franquia nunca mostrou conteúdo suficiente para ter mais do que dois filmes. Imagina cinco! Se esticando até onde não pode mais, este novo “Resident Evil 5: Retribuição” se aproveita do que pode para agradar a um público seleto: os jovens fãs dos jogos eletrônicos.

A história agora traz Alice (Milla Jovovich) acordando misteriosamente em outra realidade, como se nada tivesse acontecido no planeta Terra. Mas as sequelas do vírus T logo aparecem na forma de zumbis famintos por carne humana e ela descobre, novamente, fazer parte de um novo experimento. Dentro das instalações da Umbrella Corporation, ela se junta a novos e antigos companheiros de batalha em busca de salvação, enquanto são perseguidos por pelo exército liderado por Jill Valentine (Sienna Gillory), sob ordens da poderosa Rainha Vermelha.

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Crítica: ‘Área Q’ cumpre seu papel de apresentar lendas do Ceará e levar ideias humanistas

Por Thiago Sampaio em Crítica

13 de Abril de 2012

Pôster oficial de “Área Q” – Foto: Divulgação

Depois de muita divulgação, “Área Q” chega aos cinemas com a promessa de estreitar os laços entre o interior cearense e o resto do mundo, trazendo no pacote uma abordagem espiritualista (principal marca da produtora Estação Luz). Alternando entre erros e acertos, o longa consegue cumprir a tarefa de apresentar as regiões de Quixadá e Quixeramobim, abordando também mensagens humanistas.

A história apresenta o americano Thomas Mathews (Isaiah Washington), um jornalista de Los Angeles que tem sua vida mudada quando seu filho desaparece. Após mais de um ano sem notícias do herdeiro, recebe a proposta de viajar a uma cidade do interior do Ceará para cobrir casos de contatos imediatos do primeiro grau. No Brasil, ele investiga histórias sobre os avistamentos de aliens, incluindo o misterioso caso de João Batista, (Murilo Rosa), um morador de Quixadá. Aos poucos, grandes descobertas passam a marcar sua viagem.

O roteiro de Julia Câmara, juntamente com o diretor Gerson Sanginitto (“The Morgue”), consegue manter um ar de curiosidade durante a maior parte da projeção. A quantidade de novos fatos e personagens que surgem o tempo todo e se cruzam de maneira misteriosa foi trabalhado com eficiência, de modo que o espectador em nenhum momento ache algo óbvio demais. No fim das contas, mesmo mensagens clichês como “vamos preservar o planeta” e “pratique o bem com o próximo” se encaixam sem parecer forçadas. O mesmo não se pode dizer das críticas direcionadas ao Governo dos Estados Unidos.

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Crítica: ‘Área Q’ cumpre seu papel de apresentar lendas do Ceará e levar ideias humanistas

Por Thiago Sampaio em Crítica

13 de Abril de 2012

Pôster oficial de “Área Q” – Foto: Divulgação

Depois de muita divulgação, “Área Q” chega aos cinemas com a promessa de estreitar os laços entre o interior cearense e o resto do mundo, trazendo no pacote uma abordagem espiritualista (principal marca da produtora Estação Luz). Alternando entre erros e acertos, o longa consegue cumprir a tarefa de apresentar as regiões de Quixadá e Quixeramobim, abordando também mensagens humanistas.

A história apresenta o americano Thomas Mathews (Isaiah Washington), um jornalista de Los Angeles que tem sua vida mudada quando seu filho desaparece. Após mais de um ano sem notícias do herdeiro, recebe a proposta de viajar a uma cidade do interior do Ceará para cobrir casos de contatos imediatos do primeiro grau. No Brasil, ele investiga histórias sobre os avistamentos de aliens, incluindo o misterioso caso de João Batista, (Murilo Rosa), um morador de Quixadá. Aos poucos, grandes descobertas passam a marcar sua viagem.

O roteiro de Julia Câmara, juntamente com o diretor Gerson Sanginitto (“The Morgue”), consegue manter um ar de curiosidade durante a maior parte da projeção. A quantidade de novos fatos e personagens que surgem o tempo todo e se cruzam de maneira misteriosa foi trabalhado com eficiência, de modo que o espectador em nenhum momento ache algo óbvio demais. No fim das contas, mesmo mensagens clichês como “vamos preservar o planeta” e “pratique o bem com o próximo” se encaixam sem parecer forçadas. O mesmo não se pode dizer das críticas direcionadas ao Governo dos Estados Unidos.

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