Ben Mendelsohn Archives - Cena Cultural 
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Cena Cultural

por Thiago Sampaio

Ben Mendelsohn

Crítica: “Jogador Número Um” é o melhor Spielberg “moleque” homenageando a cultura pop

Por Thiago Sampaio em Crítica

01 de Abril de 2018

Foto: Divulgação

Nos dias atuais, os chamados crossovers entre personagens de franquias diferentes, ou mesmo referências a ícones da cultura pop, é motivo de vibração para os nerds de plantão. “Jogador Número Um” (Ready Player One, 2018) é, de longe, o longa que mais apresenta esses chamarizes, o que já garantiria a diversão.

Mas, existia o risco de se resumir a essa nostalgia direcionada a um público alvo caso a obra tivesse caído nas mãos de qualquer outro diretor. Steven Spielberg é a alma dessa eletrizante adaptação, fazendo homenagens a elementos clássicos dos anos 80 que ele próprio ajudou a criar, porém, anda com as próprias pernas e soa contemporâneo.

A trama se passa num futuro distópico, em 2044. Wade Watts (Tye Sheridan), como o resto da humanidade, prefere a realidade virtual do complexo Oasis ao mundo real. Quando o criador do game, o excêntrico James Halliday (Mark Rylance) morre, os jogadores devem encontrar três chaves a partir de segredos dentro do jogo para conquistar sua fortuna inestimável, que inclui todos os direitos sobre o Oasis.

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Crítica: “O Destino de Uma Nação” é ágil e traz performance primorosa de Gary Oldman

Por Thiago Sampaio em Crítica

26 de Janeiro de 2018

Foto: Divulgação

Certas produções têm qualidades confundidas por causa da performance marcante de seus protagonistas. Casos, por exemplo, de Jamie Foxx em “Ray” (idem, 2004), Daniel Day Lewis em “Lincoln” (idem, 2012); dentre muitos outros exemplos. “O Destino de Uma Nação” (Darkest Hour, 2017), indicado a seis Oscars em 2018 (incluindo Melhor Filme) é um bom longa com típicos extremos de uma obra biográfica, porém, a atuação irretocável de Gary Oldman como Winston Churchill deu a ela uma visibilidade ampliada nos principais circuitos. Atenção esta, bem merecida, diga-se de passagem.

A trama se passa quando Winston Churchill (Oldman) está prestes a encarar um de seus maiores desafios: tomar posse do cargo de Primeiro Ministro da Grã-Bretanha. À beira de perder a guerra para a Alemanha, ele sofre pressão para fazer um acordo com Hitler para estabelecer o estado como parte do território do Terceiro Reich, mas resiste à pressão.

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Crítica: “O Destino de Uma Nação” é ágil e traz performance primorosa de Gary Oldman

Por Thiago Sampaio em Crítica

26 de Janeiro de 2018

Foto: Divulgação

Certas produções têm qualidades confundidas por causa da performance marcante de seus protagonistas. Casos, por exemplo, de Jamie Foxx em “Ray” (idem, 2004), Daniel Day Lewis em “Lincoln” (idem, 2012); dentre muitos outros exemplos. “O Destino de Uma Nação” (Darkest Hour, 2017), indicado a seis Oscars em 2018 (incluindo Melhor Filme) é um bom longa com típicos extremos de uma obra biográfica, porém, a atuação irretocável de Gary Oldman como Winston Churchill deu a ela uma visibilidade ampliada nos principais circuitos. Atenção esta, bem merecida, diga-se de passagem.

A trama se passa quando Winston Churchill (Oldman) está prestes a encarar um de seus maiores desafios: tomar posse do cargo de Primeiro Ministro da Grã-Bretanha. À beira de perder a guerra para a Alemanha, ele sofre pressão para fazer um acordo com Hitler para estabelecer o estado como parte do território do Terceiro Reich, mas resiste à pressão.

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