Ben Mendelsohn Archives - Cinema Sinergia 
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Cinema Sinergia

por Thiago Sampaio

Ben Mendelsohn

Crítica: Encontrando equilíbrio, “Capitã Marvel” é um filme de origem redondo e eficiente

Por Thiago Sampaio em Crítica

12 de Março de 2019

Foto: Divulgação

Mais de dez anos depois do início do tão bem sucedido universo Marvel nos cinemas, o estúdio finalmente ganha o seu primeiro longa estrelado por uma heroína do sexo feminino, rodeado de expectativas pelos fãs por ser o último filme antes do tão aguardado “Vingadores: Ultimato” (Avengers: Endgame, 2019), em que muitos aguardam ganchos sugestivos.

Além disso, vem sofrendo até ameaças de boicote após declarações da protagonista Brie Larson em que disse que os eventos para a imprensa deveriam ser mais inclusivos. Afinal, há motivo para tanto incômodo? Não! “Capitã Marvel” (Captain Marvel, 2019) está longe de ser um filme marcante, tem os seus defeitos, mas o resultado é um longa bem amarrado dentro do próprio arco, transmitindo suas ideias com sutileza.

Na trama, Carol Danvers (Brie Larson) é uma ex-agente da Força Aérea norte-americana, que, sem se lembrar de sua vida na Terra, é recrutada pelos Kree para fazer parte de seu exército de elite. Inimiga declarada dos Skrull, ela acaba voltando ao seu planeta de origem para impedir uma invasão dos metaformos e, assim, vai acabar descobrindo a verdade sobre si, com a ajuda do agente Nick Fury (Samuel L. Jackson).
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Crítica: “Jogador Número Um” é o melhor Spielberg “moleque” homenageando a cultura pop

Por Thiago Sampaio em Crítica

01 de Abril de 2018

Foto: Divulgação

Nos dias atuais, os chamados crossovers entre personagens de franquias diferentes, ou mesmo referências a ícones da cultura pop, é motivo de vibração para os nerds de plantão. “Jogador Número Um” (Ready Player One, 2018) é, de longe, o longa que mais apresenta esses chamarizes, o que já garantiria a diversão.

Mas, existia o risco de se resumir a essa nostalgia direcionada a um público alvo caso a obra tivesse caído nas mãos de qualquer outro diretor. Steven Spielberg é a alma dessa adaptação, fazendo homenagens a elementos clássicos dos anos 80 que ele próprio ajudou a criar, porém, anda com as próprias pernas e soa contemporâneo.

A trama se passa num futuro distópico, em 2044. Wade Watts (Tye Sheridan), como o resto da humanidade, prefere a realidade virtual do complexo Oasis ao mundo real. Quando o criador do game, o excêntrico James Halliday (Mark Rylance) morre, os jogadores devem encontrar três chaves a partir de segredos dentro do jogo para conquistar sua fortuna inestimável, que inclui todos os direitos sobre o Oasis.

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Crítica: “O Destino de Uma Nação” é ágil e traz performance primorosa de Gary Oldman

Por Thiago Sampaio em Crítica

26 de Janeiro de 2018

Foto: Divulgação

Certas produções têm qualidades confundidas por causa da performance marcante de seus protagonistas. Casos, por exemplo, de Jamie Foxx em “Ray” (idem, 2004), Daniel Day Lewis em “Lincoln” (idem, 2012); dentre muitos outros exemplos. “O Destino de Uma Nação” (Darkest Hour, 2017), indicado a seis Oscars em 2018 (incluindo Melhor Filme) é um bom longa com típicos extremos de uma obra biográfica, porém, a atuação irretocável de Gary Oldman como Winston Churchill deu a ela uma visibilidade ampliada nos principais circuitos. Atenção esta, bem merecida, diga-se de passagem.

A trama se passa quando Winston Churchill (Oldman) está prestes a encarar um de seus maiores desafios: tomar posse do cargo de Primeiro Ministro da Grã-Bretanha. À beira de perder a guerra para a Alemanha, ele sofre pressão para fazer um acordo com Hitler para estabelecer o estado como parte do território do Terceiro Reich, mas resiste à pressão.

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Crítica: “O Destino de Uma Nação” é ágil e traz performance primorosa de Gary Oldman

Por Thiago Sampaio em Crítica

26 de Janeiro de 2018

Foto: Divulgação

Certas produções têm qualidades confundidas por causa da performance marcante de seus protagonistas. Casos, por exemplo, de Jamie Foxx em “Ray” (idem, 2004), Daniel Day Lewis em “Lincoln” (idem, 2012); dentre muitos outros exemplos. “O Destino de Uma Nação” (Darkest Hour, 2017), indicado a seis Oscars em 2018 (incluindo Melhor Filme) é um bom longa com típicos extremos de uma obra biográfica, porém, a atuação irretocável de Gary Oldman como Winston Churchill deu a ela uma visibilidade ampliada nos principais circuitos. Atenção esta, bem merecida, diga-se de passagem.

A trama se passa quando Winston Churchill (Oldman) está prestes a encarar um de seus maiores desafios: tomar posse do cargo de Primeiro Ministro da Grã-Bretanha. À beira de perder a guerra para a Alemanha, ele sofre pressão para fazer um acordo com Hitler para estabelecer o estado como parte do território do Terceiro Reich, mas resiste à pressão.

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