A Origem Archives - Cena Cultural 
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Cena Cultural

por Thiago Sampaio

A Origem

Crítica: “Tomb Raider: A Origem” traz Lara Croft mais humana e narrativa genérica

Por Thiago Sampaio em Crítica

27 de Março de 2018

Foto: Divulgação

Adaptar games para o cinema tem sido uma desgraça para os fãs dos jogos eletrônicos. Tá, vamos reconhecer que tiveram filmes bem piores do que os dois Tomb Raider (2001, 2003) estrelados por Angelina Jolie, mas eles também não agradaram em meio a tantos exageros e apelos sexuais. Seguindo a onda – já nem tão atual – de reboots, “Tomb Raider: A Origem” (Tomb Raider, 2018) chega com a oscarizada Alicia Vikander no papel principal e até acerta no tom mais realista, apesar do roteiro raso e o gosto final de mais um longa de ação genérico.

Na trama, aos 21 anos, Lara Croft (Vikander) leva a vida fazendo entregas de bicicleta pelas ruas de Londres, se recusando a assumir a companhia global do seu pai desaparecido (Dominic West) há sete anos, ideia que ela se recusa a aceitar. Tentando desvendar o sumiço do pai, ela decide largar tudo para ir até o último lugar onde ele esteve e inicia uma perigosa aventura numa ilha no Japão.

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Crítica: “Doutor Estranho” introduz o misticismo no Universo Marvel com estilo

Por Thiago Sampaio em Crítica

08 de novembro de 2016

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Há oito anos, “Homem de Ferro” (Iron Man, 2008) deu início ao Universo Cinematográfico Marvel, implantando uma fórmula de fazer filmes de heróis com ação, cores e humor, conseguindo sempre um retorno positivo nas bilheterias. Passados 13 longas-metragens, com personagens já estabelecidos e tal fórmula seguida à risca, sempre deixando claro que os filmes individuais se tratam de aquecimento para que eles se reúnam em uma produção futura, chega “Doutor Estranho” (Doctor Strange, 2016).

O longa mantém a receita que tem dado certo, garantindo também um padrão de diversão, mas que pode se mostrar um tanto cansativa para aqueles espectadores que buscam inovação. Ainda assim, o herói, nem tão popular entre o grande público, consegue ser um dos trabalhos mais eficientes da Marvel Studios.

Na trama, Stephen Strange (Benedict Cumberbatch) leva uma vida bem sucedida como neurocirurgião. Sua vida muda completamente quando sofre um acidente de carro e fica com as mãos debilitadas. Devido a falhas da medicina tradicional, ele parte para um lugar inesperado em busca de cura e esperança, um misterioso enclave chamado Kamar-Taj, localizado em Katmandu. Lá descobre que o local não é apenas um centro medicinal, mas também a linha de frente contra forças malignas místicas que desejam destruir nossa realidade. Ele passa a treinar e adquire poderes mágicos, mas precisa decidir se vai voltar para sua vida comum ou defender o mundo.

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Crítica: “Doutor Estranho” introduz o misticismo no Universo Marvel com estilo

Por Thiago Sampaio em Crítica

08 de novembro de 2016

Foto: Divulgação

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Há oito anos, “Homem de Ferro” (Iron Man, 2008) deu início ao Universo Cinematográfico Marvel, implantando uma fórmula de fazer filmes de heróis com ação, cores e humor, conseguindo sempre um retorno positivo nas bilheterias. Passados 13 longas-metragens, com personagens já estabelecidos e tal fórmula seguida à risca, sempre deixando claro que os filmes individuais se tratam de aquecimento para que eles se reúnam em uma produção futura, chega “Doutor Estranho” (Doctor Strange, 2016).

O longa mantém a receita que tem dado certo, garantindo também um padrão de diversão, mas que pode se mostrar um tanto cansativa para aqueles espectadores que buscam inovação. Ainda assim, o herói, nem tão popular entre o grande público, consegue ser um dos trabalhos mais eficientes da Marvel Studios.

Na trama, Stephen Strange (Benedict Cumberbatch) leva uma vida bem sucedida como neurocirurgião. Sua vida muda completamente quando sofre um acidente de carro e fica com as mãos debilitadas. Devido a falhas da medicina tradicional, ele parte para um lugar inesperado em busca de cura e esperança, um misterioso enclave chamado Kamar-Taj, localizado em Katmandu. Lá descobre que o local não é apenas um centro medicinal, mas também a linha de frente contra forças malignas místicas que desejam destruir nossa realidade. Ele passa a treinar e adquire poderes mágicos, mas precisa decidir se vai voltar para sua vida comum ou defender o mundo.

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