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Rede Social CE

por Raquel Souza

teatro

Encenna apresenta o espetáculo musical O Concunda de Notre Dame

Por raquelsouza em Teatro

12 de setembro de 2018

A escola de Teatro Encenna apresenta  “O Corcunda de Notre Dame – O Musical”,  dia  15 de setembro no Teatro Via Sul com adaptação e direção geral de Aurélio Barros. O Espetáculo é inspirado em uma das obras mais famosas de Victor Hugo, seu romance, Notre Dame de Paris, lançado em 1831, considerado o maior romance histórico do autor.

Narra a história do amor altruísta de Quasimodo, deficiente sineiro da catedral de Notre Dame, pela cigana Esmeralda. Quasímodo sonha em sair da Catedral para participar do “Festival dos Tolos”, e finalmente é instigado pelos amigos a fugir, aproveitando-se da ausência do poderoso Claude Frollo, homem que o criou desde a infância.

A trama se fortalece com os planos cruéis do arquidiácono Frollo e de seus subordinados para deter os ciganos que vivem no pátio dos milagres. Uma reviravolta faz brotar o amor entre o Capitão Phoebus, militar convocado da guerra para perseguir e prender os ciganos e a jovem Esmeralda.

Uma história arrebatadora, em que, medo e coragem, fé e justiça se misturam, levando o expectador a perceber a superação sobre as limitações acerca das deficiências múltiplas, a repensar sua compreensão estética entre o feio e o belo, bem como enaltecer o amor como meio de superação das deficiências humanas.

O Musical conta ainda com a participação especial do Coral “Soul Cantor” do Conservatório de Música Alberto Nepomuceno sob a direção musical de Domízia Almeida e arranjos de Alvany Silva.

 

Serviço: O Corcunda de Notre Dame – O Musical

Data:  15 de setembro

Local: Teatro Via Sul

 

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26ª edição do FETAC terá apresentações musicais e espetáculos teatrais

Por raquelsouza em Teatro

18 de agosto de 2018

A região Centro Sul do Ceará será palco do mais tradicional movimento teatral do Estado, o Festival de Teatro de Acopiara – FETAC, que chega a 26ª edição neste sábado (18), se estendendo até o próximo dia 25 de agosto. Serão 20 espetáculos e shows musicais nas principais ruas, equipamentos culturais e escolas públicas do município.

A solenidade de abertura está marcada para às 19h30, logo após a apresentação da Banda Municipal Eduardo Gurgel Valente. Em seguida, às 20h, o público poderá assistir o Imaginário Criador, da Trupe Motim de Teatro. O grupo foi criado em 2012, na cidade de Quixeré, um dos menores municípios do Vale do Jaguaribe. O espetáculo Imaginário Criador é o novo trabalho da trupe, resultado do laboratório de pesquisa teatral do Porto Iracema das Artes. Para encerrar a primeira noite do festival, tem o FETAC em Festa com a Trupe na Estrada.

Os espetáculos e o show da primeira noite serão no Polo de Lazer de Acopiara. A classificação indicação é livre para todos os públicos. Toda a programação é gratuita, com retirada de ingresso sempre às 17 horas, na bilheteria do Centro Social do município. Só será entregue um ingresso por pessoa.

FETAC é um projeto que contribui diretamente com o fortalecimento do fazer teatral do Ceará, valorizando as produções de artistas de vários municípios do estado, sendo o único do gênero que é voltado 100% para a produção artística cearense.

Assinatura do projeto
Realizado pela Cia Cordel de Teatro, o 26º Fetac tem o apoio cultural da ENEL, da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará – Lei Estadual de Incentivo à Cultura, Lojas Moveletro e Prefeitura Municipal de Acopiara. Produção da Cinco Elementos Produções, produção executiva da Marco Zero e consultoria executiva da Quitanda das Artes. O FETAC conta ainda com a parceria e apoio técnico da Gaspar Bandeira Advogados. Assessoria de Imprensa de responsabilidade da empresa Dégagé.

SERVIÇO
26º FETAC – FESTIVAL DE TEATRO DE ACOPIARA: De 18 a 25 de agosto de 2018 em Acopiara, Ceará. Facebook (festivaldeteatrodeacopiara) e instagram (@ftacopiara).  GRATUITO.

PROGRAMAÇÃO
Sábado – 18/08
19h – Banda Municipal Eduardo Gurgel Valente
19h30 – Cerimônia de Abertura
20h – Espetáculo “Imaginário Criador”, da Trupe Motim de Teatro
21h – FETAC em Festa – Trupe na Estrada
Classificação indicativa: Livre para todos os públicos
Local: Polo de Lazer de Acopiara

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Pianista Ilka Aráujo se apresenta no Teatro Celina Queiroz no próximo dia 4 de agosto

Por raquelsouza em Eventos

01 de agosto de 2018

A pianista Ilka Araújo se apresentará no dia 4 de agosto no projeto Recitais de Piano no Teatro Celina Queiroz, Unifor. A cearense, radicada nos Estados Unidos apresentará recital em homenagem ao violonista José Mário de Araújo, falecido em 2015.

O repertório para esta noite inclui peças selecionadas de Alberto Nepomuceno, Bach, Alexander Scriabin, Prokofiev, além de uma versão do Hino Nacional Brasileiro, composta pelo pianista e compositor norte-americano Gottschalk.

Trajetória

Ilka é doutora em Musicologia e Performance pela Universidade da Flórida, além de Mestre em Performance e Pedagogia do piano pela mesma universidade. Atualmente é professora na Texas Wesleyan University Faculty, Forth Worth|Texas. A pianista foi Bacharel em Música-Instrumento pela Universidade Estadual do Ceará junto ao curso técnico de aperfeiçoamento pelo Conservatório de Música Alberto Nepomuceno.

A pianista é vencedora do primeiro lugar do prêmio Alec Courtelis de 2004. O prêmio é concedido ao melhor aluno estrangeiro da Universidade da Florida e Ilka foi a primeira recipiente da área das artes a recebê-lo. Em sua trajetória, antes de ingressar no Bacharelado de piano, foi atleta de vôlei feminino do BNB clube de Fortaleza e da seleção Cearense de vôlei conquistando muitos títulos, incluindo uma convocação para a seleção brasileira infanto juvenil em 1989 juntamente com a campeã Shelda Bedê.

Vencedora de vários concursos de piano regionais e nacionais, a pianista Ilka Araújo, possui um curriculo de Performaces e Masterclasses no Brasil, França, Alemanha, Taiwan, República Tcheca e Estados Unidos. Ela tem apresentado artigos e recitais-palestras em conferências internacionais de organizações como College Music Society, International Hawaii Conference in Arts and Humanities, American Musicological Society, Nineteenth-Century Studies Association, e Musicology Lecture Series. A mesma tem julgado competições e festivais de piano no Brasil, em Taiwan e nos Estados Unidos.  A doutora professora também trabalha como diretora, regente da orquestra de piano da Fort Worth Music Teachers Association.

 

SERVIÇO:

Recital de Piano Ilka Araujo

4 de agosto, às 20hs

Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia)

Teatro Celina Queiroz – UNIFOR

 

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V Gincana Ceará Cultural se firma no calendário cultural de São Gonçalo do Amarante no mês de janeiro

Por raquelsouza em Cultura

18 de Janeiro de 2018

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A Gincana já está em sua quinta edição e promete reunir a juventude do entorno de São Gonçalo num grande evento entre os dias 26 e 28 de janeiro de 2018. A programação conta com shows, performances, além de provas de competição, que premiará os vencedores com 5 mil reais.

Mais uma vez o município de São Gonçalo do Amarante, Região Metropolitana de Fortaleza, será o palco da Gincana Ceará Cultural. O evento que acontece entre os dias 26 e 28 de janeiro de 2018 será realizado na praça da matriz da cidade e já encontra-se em sua quinta edição. A iniciativa consiste numa competição que mescla cultura, lazer e cidadania, bem como apresentações artísticas (dança, teatro e performances) para sacodir o final das férias no município. As inscrições para a Gincana são gratuitas e livres para todos os públicos.

Com programação diversificada, este ano a Gincana conta com duas novidades. A tarefa 23, o tradicional baile cultural, que mescla dança, música e teatro, traz o tema “Tropicália – Eu vou, por que não?”. As equipes deverão apresentar um musical de no mínimo 10 minutos e no máximo de 25 minutos, e ter dois integrantes que representem Caetano Veloso e Gilberto Gil, os dois maiores ícones do movimento. Para escolha do melhor musical serão avaliados: criatividade, figurino, fidelidade ao tema, harmonia e organização.

A outra novidade é a tarefa 43 – Programa Ecoenel. Esta prova consiste em dois momentos: no primeiro deve ser feito um trabalho de conscientização sobre sustentabilidade e reciclagem, além de apresentação do Programa Ecoenel em São Gonçalo do Amarante – CE e/ou seus distritos. A prova deve ser comprovada por vídeo e fotos em 20 residências diferentes em que as equipes estarão conscientizando a população e recolhendo os resíduos recicláveis; no segundo momento, as equipes devem coletar, no mínimo, 150kg de resíduos recicláveis e entregá-los separados por tipo (papel, plástico, metal e vidro).

Além das tarefas mencionadas, será realizada uma maratona de 24 horas de tarefas/provas envolvendo arte, cultura, patrimônio, história local e geral, música, literatura, artesanato e audiovisual. A ideia é gerar conhecimento de forma lúdica e movimentar a cidade estimulando também valores de cooperação, solidariedade, consciência social e ambiental, trabalho em equipe e responsabilidade cultural. O encerramento do evento conta com a apresentação da Cia Cordapes, shows de bandas locais e com o resultado da campeã da V Gincana.

Repetindo o sucesso das edições anteriores, o evento deve reunir diretamente cerca de 900 participantes (crianças e jovens de escolas públicas), além de educadores, grupos artísticos locais e organizações não governamentais (ONGs) e um público espectador de 5.000 pessoas.

A Gincana demanda R$ 5.000,00 como premiação total aos vencedores, sendo R$ 3.000,00 (primeiro colocado); R$ 1.000,00 (segundo colocado); R$ 500,00 (terceiro colocado); R$ 300,00 (quarto colocado) e R$ 200,00 (quinto colocado).

V Gincana Ceará Cultural é uma realização da  Associação CORDAPES, MABQ Entretenimento e WM Cultural. O projeto conta com a parceria da ENEL Geração Fortaleza, do Governo do Estado do Ceará, através da Secretaria de Cultura e com o apoio da Prefeitura de São Gonçalo do Amarante.

Sitehttp://gincanace.com.br

FacebookGincana Ceará Cultural

Serviço:

V Gincana Ceará Cultural

Local: São Gonçalo do Amarante-CE

Endereço: Praça da Matriz.

Datas e horários: 26 a 28 de janeiro de 2018; sexta-feira, às 19h, sábado a partir das 08h30min e domingo, às 19h Show Artístico e resultado da Gincana.

Classificação indicativa: Livre.

Outras informações: (85) 99618.6417 | 98907.7576
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“Divertida Mente” é o primeiro espetáculo do curso de teatro ENCENNA

Por raquelsouza em Teatro

02 de dezembro de 2017

 

Acontece no dia 10 de dezembro, no Teatro do Via Sul Shopping, a partir das 17 h o espetáculo Divertida Mente, o primeiro espetáculo do curso de teatro Encenna.

Uma adaptação do Filme da Disney/Pixar (2015),  a montagem é fruto de um processo de estudo e vivência teatral, apresentando algumas reflexões ao público acerca da importância de compreender as transições e ciclos que se fecham para que outros possam surgir, bem como a percepção de  momentos  que nos fazem crescer e produzir experiência.

O Curso de teatro ENCENNA surge em 2017 na cidade de Fortaleza, com o objetivo de realizar um trabalho sério e comprometido com a preparação de atores. Para além de um produto artístico, entendemos o teatro como um elemento de transformação pessoal e até mesmo profissional.

A metodologia busca desenvolver desde a espontaneidade até uma preparação sólida para o ofício do ator, para que assim os alunos estejam preparados para a arte da interpretação, em testes de elenco bem como ingressar em trabalhe novos projetos. É o que afirma o diretor do curso, Aurélio Barros.

SOBRE O ESPETÁCULO

Riley é uma garota divertida de 11 anos de idade, que deve enfrentar mudanças importantes em sua vida quando seus pais decidem deixar a sua cidade natal, no estado de Minnesota, para viver em San Francisco. Dentro do cérebro de Riley, convivem várias emoções diferentes, como a Alegria, o Medo, a Raiva, o Nojinho e a Tristeza. A líder deles é Alegria, que se esforça bastante para fazer com que a vida de Riley seja sempre feliz. Entretanto, uma confusão na sala de controle faz com que ela e Tristeza sejam expelidas para fora do local. Agora, elas precisam percorrer as várias ilhas existentes nos pensamentos de Riley para que possam retornar à sala de controle – e, enquanto isto não acontece, a vida da garota muda radicalmente.

AURÉLIO BARROS

Ator, diretor e professor de teatro. É diretor e fundador do ENCENNA Curso de Teatro, sendo também um dos fundadores da Introspectus Cia de Teatro. Iniciou sua carreira em 1997 no curso Preparação do Ator na Fundação Cultural de Fortaleza e não parou mais de buscar conhecimento na área, participando de diversos cursos em Fortaleza e Rio de Janeiro. Aurélio Barros é Licenciado na primeira turma de teatro da UFC (Universidade Federal do Ceará). Participou como ator de diversos espetáculos, no cinema atuou em filmes como “Cine Holliúdy” e protagonizou alguns curtas. Na televisão, apresentou algumas campanhas publicitárias. Desde 1998 atua como professor de Teatro, passando por diversos projetos sociais e Escolas de Atores. Já dirigiu mais de 15 espetáculos, dentre eles alguns musicais. Atualmente ministra cursos, oficinas e workshops de práticas da interpretação teatral com foco na formação de atores.

SERVIÇO

Divertida Mente

Data: 10 de dezembro – 17 h

Teatro Via Sul Shopping

 

 

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O Cineasta Wallace Meireles realiza workshop de interpretação para Tv em Fortaleza

Por raquelsouza em Agenda

26 de novembro de 2017

Wallace Meireles curso 9 e 10 de dezembro em Fortaleza.

Nos dias 9 e 10 de dezembro, a acontece o I  Workshop de interpretação para Tv & Cinema com o cineasta Wallace Meireles com a  participação da atriz Raphaela de Castro a Gilda da novela Pega Pega. O evento acontecerá no Hotel Vila Galé, na Praia do Futuro e tem vagas limitadas.

A atriz Rhafaela Castro a Gilda da Novela Pega Pega paticipa do evento em Fortaleza. 

Durante o treinamento o diretor vai realizar leitura de cenas com os alunos do Workshop,bem como gravar cenas com todos,com 2 câmeras e avaliá-las. A idealizadora do evento é a sócia da Escola de Astros Gildo Lustosa, Silmara Turra e a Empresária Mônica Mendes.

De acordo com as organizadoras,  a ideia é buscar com o workshop que os cearenses também tenham a oportunidade de mostrar seu talento e com isso dar um passo importante em suas carreiras.

Para se inscrever no Workshop é necessário se dirigir a Escola de Astros Gildo Lustosa no endereço Rua Padre Valdevino 2012, bairro Dionísio Torres ou no telefone 85- (85) 99648-6563 . 

SOBRE WALLACE MEIRELLES

Wallace Meirelles é autor e diretor de teatro, cinema e televisão. Bacharel em Publicidade e pós Graduado em Cinema e Televisão pela FGV. Foi premiado com o OI Novos Brasis pelo projeto Cinema Comunitário, dirigiu o documentário Making Off apontado pelo renomado autor Antônio Calmon como uma obra prima. Dirigiu e roteirizou mais oito curtas premiados.

Dirigiu os espetáculos: “The Semens” , “Bonitinha, mas Ordinária” e “Além da Vida”. Criador da Oficina Cinema Brasil Afora, projeto importante de democratização de linguagem audiovisual. Idealizador do Projeto Grandes Mestres que congrega os grandes profissionais do mercado artístico.

SERVIÇO

WORKSHOP DE INTERPRETAÇÃO PARA TV E CINEMA – WALLACE MEIRELES ( 9 e 10 de dezembro) no Hotel Vila Galé – Praia do Futuro

Gravação em Full HD – avaliação individual.
Link de vídeo na internet e certificado
Garanta sua vaga !

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Domingo é dia de Festival Internacional de Teatro Infantil do Ceará – Tic

Por raquelsouza em Agenda

08 de outubro de 2017

Cinema, espetáculos para bebês e para todas as idades neste domingo (08) no 7º Festival Internacional de Teatro Infantil do Ceará. O acesso é gratuito.

 Dica para os papais e mamães de plantão com a criançada neste domingo, 8 de outubro: Tem espetáculos e cinema no TIC – Festival Internacional de Teatro Infantil do Ceará. Para quem tem filhotes de 6 meses a 4 anos de idade, no Sesc Iracema, às 17h, o grupo Zepelim conte outra vez reapresenta Borboletário, uma narrativa sobre o nascimento e a transformação, contada a partir do jogo entre o ator, os pais e a recepção poética dos bebês. Um lembrete! É necessário apresentar o documento de identificação da criança!

 

Para todas as idades

 No Teatro Dragão do Mar, o Gaia Teatro (Bósnia/ Peru) apresenta às 18 horas, O Mundo de Fingerman, recomendado para público de todas as idades. É um premiado espetáculo onde, por meio da mímica e do teatro de animação, os personagens são criados a partir dos corpos das próprias atrizes. A peça ganhou o prêmio MASQUE de melhor produção estrangeira outorgado pela Academia de Artes Cênica de Québec (Canadá).

 

Cinema para crianças

E no Cinema do Dragão, tem TIC na Tela, com exibição de curtas de animação produzidos na França. As sessões acontecem às 16h, para crianças com até 6 anos de idade, e às 17h, para crianças a partir de 6 anos. O cinema de animação, eixo fundamental da sétima arte na França, apresenta uma pluralidade de olhares sobre a diversidade da sociedade francesa e sobre a sua História. Olhares de crianças sobre o mundo, olhares de adultos sobre a infância. São muitas as janelas sobre a França e as suas conexões com os outros continentes. São contos universais ou pequenas poesias animadas para pensar e rir.

 

Sessão para crianças com até 6 anos:

  • O som das chamas (3 min. 2014. Coletivo LISAA / escola)
  • A migração das bretãs (2 min. 2004. Coletivo – Les Gobelins /escola)
  • Ao fim do mundo (8 min. 1999. Konstantin Bronzit)
  • O balé (4 min. 2012. Louis Thomas)
  • O fabricante de instrumentos (4 min. 2013. Vincent Debuire)
  • A luva (8 min. 2014. Clémentine Robach)
  • Oktapodi (3 min. 2017. Coletivo – Les Gobelins / escola)
  • O príncipe pequeno demais (7 min. 2001. Zoïa Trofimova)

 

Sessão para crianças a partir de 6 anos:

  • 5 metros 80 (5 min. 2013. Nicolas Deveaux)
  • Lwas (2 min. 2012. Mathilde Vachet)
  • 3 pequenos pontos (3 min. 2010. Coletivo – Les Gobelins / escola)
  • À francesa (7 min. 2012. Coletivo – Escola de Arles)
  • Primeiro domingo de agosto (12 min. 2000. Florence Miailhe)
  • Flutuando na minha mente (3 min. 2013. Hélène Leroux – Les Gobelins / escola)
  • O gato de apartamento (7 min. 1999. Sarah Roper)
  • Adiante, em marcha! (4 min. 2013. Coletivo – ESMA / escola)
  • Sob os seus dedos (12 min. 2014. Marie-Christine Courtès)

Com acesso totalmente gratuito, o 7º TIC acontece de 6 a 12 em Fortaleza e de 11 a 16 em Sobral. A programação pode ser consultada no www.festivaltic.com.br. O Festival é apresentado pelo Ministério da Cultura, CAIXA e Enel. Realização: Governo Federal, por meio do Ministério da Cultura (via Lei de Incentivo à Cultura). Tem o patrocínio da M Dias Branco e Caixa. Agradecimento: Naturágua e Enel. Apoio: Hapvida, Marisol e Governo do Ceará, através da sua Secretaria da Cultura. Parceria: Instituto Francês, Cinemateca da Embaixada da França, Consulado da França em Recife, Fecomércio, SESC, Theatro José de Alencar, Instituto Dragão do Mar, Prefeitura de Sobral e ECOA. Produção: Invento Produções Culturais. Promoção: Instituto Seara.

 

PROGRAMAÇÃO – 08/10/2017 (domingo)

 

16h – Mostra TIC na Tela – Curtas Infantis Franceses

Recomendado para crianças com até 6 anos

Local: Cinema do Dragão do Mar

 

17h – Mostra TIC na Tela – Curtas Infantis Franceses

Recomendado para crianças a partir de 6 anos

Local: Cinema do Dragão do Mar

 

17h – Borboletário – Zepelim conte outra vez (Ceará)

Recomendado para crianças entre 6 meses e 4 anos

Local: Teatro Sesc Iracema

 

18h – O Mundo de Fingerman – Gaia Teatro (Bósnia/ Peru)

Recomendado para todas as idades

Local: Teatro Dragão do Mar

 

SERVIÇO

7º TIC – Festival Internacional de Teatro Infantil do Ceará. De 6 a 12 de outubro em Fortaleza e de 11 a 16 em Sobral. É necessário apresentar o documento de identificação da criança. Informações: (85)3048.6077. Email: fest.teatroinfantil@gmail.com. Site: www.festivaltic.com.br. Programação GRATUITA.

 

ENDEREÇOS:

TEATRO SESC IRACEMA (Rua Boris, 90 – Praia de Iracema), THEATRO JOSÉ DE ALENCAR (R. Liberato Barroso, 525 – Centro) e CENTRO DRAGÃO DO MAR DE ARTE E CULTURA – CDMAC (R. Dragão do Mar, 81 – Praia de Iracema).

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‘RIO MAIS BRASIL, O NOSSO MUSICAL’ chega a Fortaleza

Por raquelsouza em Lançamento

03 de outubro de 2017

O espetáculo fica em cartaz  de 06 a 08/10, no Teatro do Shopping  Rio Mar Fortaleza

 Com circulação por todo o Brasil, chega a Fortaleza, neste final de semana, o espetáculo “Rio mais Brasil, o nosso musical”. O musical fica em cartaz dias 06 (21h), 07 (21h) e 08/10 (19h), no teatro do Shopping Rio Mar Fortaleza. As vendas de ingressos já foram iniciadas através do site Ingresso Rápido e bilheteria do teatro. Os valores são:  Plateia Alta (R$ 50,00 – inteira e R$ 25,00 – meia), Plateia Baixa B (R$ 100,00 – inteira e R$ 50,00 – meia) e Plateia Baixa A (R$ 150,00 – inteira e R$ 75,00 – meia).

Dirigido por Ulisses Cruz e com texto de Renata Mizrahi, a montagem retrata a batalha da produção cultural no Brasil. No elenco, renomados atores como Cris Vianna, Leonardo Vieira, Cláudio Lins, Danilo de Moura e Danilo Mesquita, além de outros 17 atores, cantores, multi-instrumentistas, apresentam composições inéditas e clássicos da história musical do País. O elenco conduz o público a um passeio por cada região do País.

O país de Villa-Lobos, Ary Barroso, Caetano Veloso, Rita Lee, Almir Sater, Tom Zé, Gilberto Gil. Mas também da mulher que carrega a lata d´água na cabeça, do menino que faz samba ou funk no morro ou no asfalto, do índio que dança em sua aldeia, do sertanejo que produz poesia à espera da chuva, da cabocla de jeito mestiço, do guri tri legal. Idealizado por Gustavo Nunes, com direção de Ulysses Cruz e autoria de Renata Mizrahi, ‘Rio mais Brasil, o nosso musical’ mostra um país cheio de musicalidade e contrastes. O povo brasileiro é o protagonista, com sua pluralidade, sua complexidade, seu sincretismo, livre de estereótipos. Uma gente que enverga, mas não quebra. A produção é assinada pela mesma produtora de “Cássia Eller, o musical”,  a Turbilhão de ideias Entretenimento.

 

‘Rio mais Brasil, o nosso musical’ se passa nos bastidores da realização de um longa-metragem, livremente inspirado na obra ‘O Povo Brasileiro’, de Darcy Ribeiro. O produtor Martin recebe uma verba para criar uma superprodução, mostrando um Brasil jamais visto antes no cinema. Após muito procurar, ele vê suas ideias traduzidas pela cineasta Cris, que propõe mostrar a essência do povo brasileiro através do livro do Darcy Ribeiro, O Povo Brasileiro. E a escolha do elenco deve refletir essa proposta, com pessoas de todo o país, que mostrarão um pouco de suas vivências, ajudando a entender o Brasil através da sua gente. À medida que as filmagens avançam, os valores vão sendo reduzidos, até que o investimento na produção é completamente cancelado. Como seguir adiante? O que pode ser feito? Um novo fato reacende as esperanças e possibilita a continuação das filmagens.

 

Desde o início do processo, o idealizador do projeto, Gustavo Nunes, e o diretor Ulysses Cruz tinham uma certeza: queriam fugir do óbvio, evitar uma abordagem estereotipada. “Recusamos tudo que fosse clichê”, pontua o diretor. “Queremos um lugar mais real, de pessoas potentes, não os mesmos cartões postais, nem as mesmas frases feitas”, afirma a autora Renata Mizrahi. “Eu não quero retratar a Zona Sul do Rio, da forma como sempre é mostrada, quero também a arquibancada número 1 da Sapucaí. Aquelas pessoas que estão ali têm histórias maravilhosas para contar. Uma das primeiras visões que tive do Rio foi o baile charme de Madureira. Aquele é o Rio que me interessa, o Rio real”, acrescenta Ulysses.

 

Realidade e ficção dialogam em cena. Não apenas porque o espetáculo retrata uma rotina tão comum à cultura brasileira, mas porque foi livremente inspirado em um fato acontecido na própria produção do musical, que seria montado em 2016, porém teve o cancelamento de um patrocínio quando estava iniciando os ensaios, já com  todo o elenco escolhido. O produtor e idealizador Gustavo Nunes não desistiu e artistas como Ulysses Cruz e Cris Vianna seguiram à disposição do projeto, que pôde agora ser viabilizado com apresentação do Ourocap, em uma realização da Turbilhão de Ideias Entretenimento.

 

É a arte mais uma vez driblando os obstáculos e fazendo brotar a criação de onde antes havia apenas incerteza. “Essa primeira tentativa frustrada se transformou em história na peça. E o Martin é uma homenagem ao Gustavo, que nunca desistiu de fazer esse espetáculo nascer”, exalta Ulysses.

 

“O Ulysses foi a primeira pessoa que convidei para integrar o projeto. A ousadia que ele apresenta em suas encenações seria fundamental para poder realizar um projeto como este”, afirma Gustavo, que complementa: “sentia falta de ver nos palcos um espetáculo que refletisse o Brasil de hoje. Ainda consumimos tantas histórias que não têm absolutamente nada a ver com a nossa realidade. Nossa cultura e nossas questões precisam tomar maior proporção, ainda mais num momento como o que estamos vivendo”.

 

Assim como no filme retratado no espetáculo, a escolha do elenco traduz a diversidade brasileira: foram mais de 500 candidatos de todo o país e a lista inclui nomes do Amazonas, Mato Grosso, Bahia, São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Anna Bello, André Muato, Bárbara Sut, Camila Matoso, Clayson Charles, Edmundo Vitor, Janaína Moreno, Kesia Estácio, Leandro Melo, Luciana Balby, Nando Motta, Marcel Octavio, Paulo Ney, Priscilla Azevedo e Teka Balluthy foram escolhidos pela banca formada por Ulysses Cruz, os diretores musicais Carlos Bauzys e Daniel Rocha, o diretor assistente, Thiago de Los Reyes, a produtora de elenco, Vanessa Veiga, e Gustavo Nunes. O elenco se complementa ainda com o multi-instrumentista Fernando Thomaz, que também atua nesta encenação.

 

Carlos Bauzys não esconde a satisfação com os atores escolhidos: “foi uma das seleções mais difíceis que já fiz, fiquei entusiasmado com o alto nível dos multi-artistas”, celebra. “Queríamos um elenco que espelhasse o Brasil, mas um elenco real, não pessoas que parecessem, mas que fossem. Nossa vontade é realmente colocar em cena o povo brasileiro”, explica Ulysses.

 

Renata conta que recebeu o pedido do texto com a ideia de trabalhar em cima do Rio e do Brasil, mas sem um argumento definido. “Tive várias conversas com o Ulysses e o Gustavo. Bati muita bola com eles e, aos poucos, fomos construindo essa história. A gente troca ideia, debate muito. E agora temos também os atores, que chegaram, cada um com uma bagagem e histórias que só nos enriquecem. Esse trabalho é a arte de ouvir, filtrar e escrever”, explica Renata.“O texto foi sendo finalizado com a minha ida aos ensaios. Os atores nos trouxeram informações, vivências, além de demandas naturais da encenação”, complementa Ulysses.

 

 

Participação popular e trilha musical

O espetáculo inovou ainda ao possibilitar a participação do público na criação do roteiro final. As pessoas puderam enviar histórias verídicas e letras inéditas de músicas, através do site http://riomaisbrasil.com.br/. Uma dessas histórias e uma canção inédita foram selecionadas e incorporadas ao enredo final, que tem uma linha narrativa não-cronológica e não-linear.  Em dado momento, podem ser mostrados, simultaneamente, o teste dos candidatos junto às cenas de suas vidas reais; cenas dos investidores podem se alternar com as filmagens ou com cenas dos bastidores. “Primeiro, eles entram como atores e vão virando personagens. Nas cenas dos testes, são os próprios atores, com um pouco de suas experiências” explica Ulysses.

 

A trilha é um dos pontos altos do musical: congrega letras originais de Renata Mizrahi, com uma releitura de músicas consagradas e também canções representativas das 05 regiões brasileiras. O espetáculo reúne canções inéditas, além de composições de Milton Nascimento, Chico Buarque, Caetano Veloso, Luiz Gonzaga, Rita Lee, Gonzaguinha, Almir Sater, Gilberto Gil, Ary Barroso, Cazuza, Tom Zé, Aldir Blanc, Arlindo Cruz, Waldemar Henrique, Kleiton e Kledir, Dani Black, Dona Onete, A Banda mais bonita da Cidade, entre outros, que ressurgem em arranjos originais de Carlos Bauzys e Daniel Rocha. “A nossa busca é refletir nos arranjos, na escolha das músicas, um pouco de tudo do Brasil, essa mistura imensa. Então, estamos trazendo várias referências. É uma mistura de múltiplas influências brasileiras adicionadas aos elementos do teatro musical”, esclarece Bauzys, que não esconde o entusiasmo com a grandeza musical desse país. “Essa riqueza parte de uma espontaneidade sublime. Em cada canto do Brasil que você vai, encontra tradições populares que existem há muito tempo e são extremamente ricas e únicas. O que mais me atrai é essa beleza que parte da espontaneidade e da simplicidade”, finaliza.

Um dos exemplos da busca por essa originalidade é a canção ‘Aquarela do Brasil’ (Ary Barroso), que ressurge completamente renovada, não só pelo arranjo inédito, mas pelo rap escrito pelo próprio Bauzys, incorporado à letra. “Na hora que a música fala, Terra de Nosso senhor, ali já entra um rap que diz, entre outras coisas: Terra de Nosso Senhor, de Oxalá, de Iemanjá, de Jesus. Exaltamos o sincretismo no Brasil, que é algo tão lindo no nosso país, essa pátria de todos”, exalta.

Os atores tocarão uma gama de instrumentos (mais de 30), muitos deles inusitados, como: berimbau de boca, ganzá e timbal. A direção musical aposta na percussão corporal como um elemento primordial na construção do espetáculo. “Quero todos tocando muito, tirando sons do próprio corpo, isso mostra nossa precariedade, dói. Somos todos precários, isso é lindo porque é o que nos torna humanos”, vibra Ulysses. Carlos Bauzys tem vasta experiência com essa linguagem, já trabalhou com o Barbatuques, um dos maiores expoentes do mundo em percussão corporal. “Essas escolhas partiram da nossa vontade de fazermos coisas diferentes, explorarmos distintos recursos vocais. E tem tudo a ver com o espetáculo, porque o corpo é muito rico de sonoridades e traz essa precariedade que o Ulysses busca. E também é natural da cultura do Brasil: fazer música, arte com o que é disponível”, acrescenta Bauzys.

 

Os diretores musicais dialogam muito com os atores e alguns arranjos nascem dessa troca de vivências. “A ideia é justamente trazer um pouco do conhecimento e da cultura do elenco, esse processo de construção coletiva também acontece. Muitas vezes, levamos os arranjos fechados e ensaiamos, mas somos muito abertos a sugestões, porque entendemos que a colaboração das pessoas é muito importante para o resultado ficar mais rico ainda”, aponta Bauzys.

 

A potência da música que segue sendo produzida nos mais diferentes Brasis espalhados dentro de um mesmo país é uma das principais motivações de Carlos Bauzys ao realizar esse espetáculo. “Ainda na adolescência, quando eu conheci a nossa música de verdade, que eu me entendi como brasileiro e pela primeira vez tive orgulho do lugar onde eu nasci. Se eu puder passar um pouco disso para o público, minha missão estará cumprida”, celebra Bauzys.

 

O musical representa o hoje, com um olhar otimista. “Nosso povo se reinventa a cada momento. Queremos revelar a cara dessa gente, exaltar o quanto somos grandes e ricos de diversidade e quanta beleza pode haver!​”, celebra Renata.

 

Apresentado por

MINISTÉRIO DA CULTURA E OUROCAP

 

LEI DE INCENTIVO À CULTURA

 

Patrocínio Master

OUROCAP

 

Uma Produção

TURBILHÃO DE IDEIAS ENTRETENIMENTO

 

Realização

MINISTÉRIO DA CULTURA

BRASIL GOVERNO FEDERAL

 

Produção executiva – Fortaleza

Milca Luna

Verônica Sobreira

 

 

SERVIÇO:

“Rio Mais Brasil, o Nosso Musical”

Quando: 06 (21h), 07 (21h) e 08/10 (19h)

Onde: Teatro do Shopping Rio Mar Fortaleza (Rua Lauro Nogueira, 1500, Papicu)

Classificação etária: 12 anos

Duração: 105 minutos

Valores dos ingressos: Plateia Alta (R$ 50,00 – inteira e R$ 25,00 – meia), Plateia Baixa B (R$ 100,00 – inteira e R$ 50,00 – meia) e Plateia Baixa A (R$ 150,00 – inteira e R$ 75,00 – meia )

Vendas:

– BILHETERIA TEATRO RIOMAR (Rua Lauro Nogueira, 1500 loja 3001 – L3, Papicu)

Horários de Funcionamento:
De Terça a Sábado das 12h às 21h

Domingos e Feriados das 14h às 20h.

OUTROS PONTOS DE VENDA

Ingresso Rápido
Telefone: 4003-1212
https://www.ingressorapido.com.br/venda/?id=1207#!/tickets

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Edisca leva o espetáculo Religare para a Caixa Cultural Fortaleza

Por raquelsouza em Eventos

06 de setembro de 2017

O público terá a chance de refletir sobre temas como espiritualidade, (re)conexões e transformações pessoais e sociais

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, de 14 a 17 e 20 a 24 de setembro de 2017, o espetáculo Religare, do grupo Edisca. No palco, 39 bailarinos e bailarinas abordam temas sociais, que transitam entre espiritualidade e transitoriedade, além da capacidade que cada um carrega em si para se reinventar. Tudo isso por meio da dança, entre imagens icônicas de peso e leveza, ora na pele de anjos humanizados e divindades estilizadas, ora na condição-limite de inferioridade e apagamento de presidiários aniquilados em rebeliões ou índios massacrados pelas leis do capital.

 

A palavra religare nos remete a uma reconexão com o divino, à reativação dos estados de elevação e purificação do espírito, à recomposição de uma unidade perdida entre matéria e símbolo, razão e sensibilidade, superfície e essência. A partir dessa essência, os coreógrafos Dora e Gilano Andrade reativam a memória ancestral para pensar sob holofotes a depreciação da vida no presente.

 

Lado a lado, criam-se coreografias entrelaçadas e complementares: se vem dele a dança cáustica e crítica frente ao esgotamento dos modelos civilizatórios que, em escala planetária, dão a ver paisagens de abandono, desolação, miséria e sofrimento, vem dela o sentido de redenção e o acento de esperança colados a cada giro, cada gesto, cada salto que se anunciam como promessas para a conquista individual e coletiva de planos existenciais mais intuitivos, fluidos, porosos, translúcidos, iluminados.

 

A Edisca foi buscar ainda no sujeito ancestral e primitivo a retomada desses valores e de uma lógica inteiramente distinta daquela que a subjetividade moderna nos propõe. Daí o foco nas matrizes e culturas étnicas, em suas simbologias, em seus códigos ritualísticos, nos fazeres e saberes que perpassam gerações e se propagam ao longo dos tempos. Índia, África, Oriente Médio. Anjos, santos, alegorias. A etnicidade e a diversidade cultural abrindo passagem para a percepção sensível do mundo, para o universo paralelo da imaginação. Imaginação que é política quando capaz de instituir novos sentidos para a vida à revelia do visível, da ordem estabelecida, do que parece imutável, natural, impossível de mudar.  também está

 

Com 45 minutos de duração, Religare concentra na musicalidade sua potência de revisão e reconexão com os estados de alma fundamentais. Coube a Manassés de Sousa o trecho autoral que casa o erudito à música oriental e enseja toda a montagem combinatória de timbres étnicos responsáveis pela atmosfera imemorial e o sabor arcaico do balé. Para a afinadora do espetáculo, Claudia Andrade, tempo, movimento, música, figurino, cenário, corpos, tudo isso junto e harmonizado, diz sobre a capacidade e a necessidade que cada um tem de eleger e reativar o seu ‘religare’, aquele dispositivo pessoal e intransferível de superação e aperfeiçoamento de si, que tanto pode estar na religião ou na filosofia, assim como no livre pensar e na invenção cotidiana e sem cálculo do porvir.

 

Oficina

 

No dia 16 de setembro, das 14h30 às 15h30, os bailarinos Paulo Wesley e Eliovaldo Ananias ministrarão uma oficina sobre Dança Contemporânea. O objetivo é abordar sistemas e métodos desenvolvidos a partir da dança moderna e pós-moderna, mostrando que é possível desenvolver a autonomia para construir experimentos coreográficos de forma mais livre e inovadora. Destinada para bailarinos com idade a partir de 14 anos, a oficina recebe as inscrições de 05 a 14 de setembro, pelo email gentearteira.ce@caixa.gov.br. Número de vagas: 20.

 

 

Serviço:

 

Dança: Religare – Edisca

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Data: 14 a 17 e 20 a 24 de setembro de 2017

Horários: Quinta a sábado, às 20h, e domingo, às 19h

Duração: 45 minutos

Ingresso: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)

Classificação indicativa: Livre

Vendas a partir do dia 13/09, para sessões de 14 a 17/09, e a partir do dia 19/09, para sessões de 20 a 24/09, das 10h às 20h, na bilheteria da CAIXA Cultural Fortaleza

Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais
Serviço de manobrista gratuito no local

Paraciclo disponível no pátio interno

 

Oficina: Dança Contemporânea

Local: Sala de Ensaio da CAIXA Cultural Fortaleza

Data: 16 de setembro de 2017
Horário: 14h30 às 15h30

Inscrições gratuitas: gentearteira.ce@caixa.gov.br de 05 a 14 de setembro

Número de vagas: 20

Destinada para bailarinos a partir de 14 anos

 

 

Informações gerais | CAIXA Cultural Fortaleza:

(85) 3453-2770

 

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Grupo Galpão comemora 35 anos e faz curta temporada do espetáculo Nós na Caixa Cultural Fortaleza

Por raquelsouza em Lançamento

27 de agosto de 2017

Esta é a mais recente montagem do grupo mineiro, que leva ao palco questões do mundo contemporâneo, como intolerância, violência, diversidade e convivência com a diferença, em uma abordagem política.

CAIXA Cultural Fortaleza e a Petrobras apresentam, de 1 a 3 de setembro de 2017, o espetáculo Nós, do Grupo Galpão, uma das companhias mais importantes do cenário teatral brasileiro, que completa 35 anos de trajetória em 2017. Com direção de Marcio Abreu, esta é a 23ª e mais recente montagem do grupo sediado em Belo Horizonte (MG), que festeja a data em turnê por várias cidades do país e traz a peça pela primeira vez à capital cearense.

No palco, os atores Antonio Edson, Beto Franco, Eduardo Moreira, Júlio Maciel, Lydia Del Picchia, Paulo André e Teuda Bara celebram a vida, enquanto preparam a última sopa e debatem, sob um prisma político, questões do mundo contemporâneo – a intolerância, a violência, a diversidade, a convivência com a diferença. “O espetáculo Nós somos nós, o Galpão, esse coletivo que comemora 35 anos de existência e nós, seres humanos e artistas de teatro para lá dos 50, com suas perplexidades, questões, angústias, algumas esperanças e muitos nós”, explica o ator Eduardo Moreira, que assina a dramaturgia com o diretor Marcio Abreu.

 

Processo criativo

Para chegar nesse resultado, tudo começou em 2014, quando Marcio Abreu foi convidado para a direção de Nós. Na época, os atores se entregavam a exercícios solo, com o objetivo de contemplar desejos individuais e criar alternativas para um projeto coletivo. O diálogo e o confronto entre o coletivo e os anseios de cada artista se manifestavam de maneira urgente, num grupo de atores com mais de três décadas de convivência artística diária.

Assim que começaram os ensaios, em agosto de 2015, o diretor foi indagado sobre que tipo de espetáculo vislumbrava construir em parceria com o Galpão. A resposta foi direta e precisa: “um trabalho político”. Segundo o artista carioca, responsável pela direção de produções recentes como “Krum” e “projeto brasil”, ambos realizados em 2015 com a companhia brasileira de teatro, “o Galpão é um dos primeiros grupos de trabalho continuado, com patrocínio em longo prazo, planejamento, turnês internacionais e circulação por todo país”, e acrescenta: “em tanto tempo de estrada, o Grupo criou um centro cultural, o Galpão Cine Horto, onde muita gente se forma e se recicla, onde festivais acontecem, espetáculos de toda parte se apresentam, artistas se encontram, ideias são fomentadas e reverberam na cidade de Belo Horizonte e pelo Brasil afora. Por tudo isso, assumiu uma dimensão política e hoje  pertence ao imaginário teatral brasileiro como uma referência”.

Esse desejo essencial norteou a elaboração de uma dramaturgia própria, criada a partir de improvisos, tomando como tema a reação do coletivo de atores diante das pressões exercidas pelo mundo sobre cada um deles. Durante o processo, foi experimentado o significado de estar dentro e ser colocado para fora e vice-versa. Situações intimamente conectadas à utopia de se conviver com as diferenças, sem que fossem emitidos juízos de valor.

Os atores mergulharam ainda em diversas leituras de textos contemporâneos, como “Programa de Televisão” de Michel Vinaver e “Ódio à Democracia” de Jacques Rancière, entre outros. Marcio provocou questões que foram fundamentais para definir qual caminho seguir na estruturação do texto e da encenação: “o que podemos fazer juntos?” e “de que maneira respondemos ou reagimos ao mundo como ele nos chega hoje?”, perguntas às quais sempre recorria no decorrer dos ensaios.  Para o diretor, “buscar uma abordagem política num trabalho de criação é pensar não só no que dizer, mas como dizer, e nesse sentido, a forma dos textos é tão fundamental quanto o conteúdo. Assim podemos encontrar uma zona de diálogo mais intenso entre nós e entre nós e o mundo lá fora”.

Nesse contexto, a criação teatral seria um ato de pura incompletude, em que se faz necessário recomeçar sempre, mesmo que não se saiba nem como, nem por quê. “Obstinado como o próprio “fazer teatral”, ofício de que não desistimos nunca e continuamos em frente, mesmo que os tempos pareçam demasiado sombrios. Ato pelo qual esperamos sempre reafirmar que seguimos vivos, ato de reinvenção”, completa, Eduardo Moreira.

Diretor Marcio Abreu

Dramaturgo, diretor e ator. Fundador e integrante da Companhia Brasileira de Teatro, sediada em Curitiba. Desenvolve projetos de pesquisa e criação de dramaturgia própria, releitura de clássicos e encenação de autores contemporâneos inéditos no país. Realiza ações de intercâmbio com artistas do Brasil e da França. Escreveu uma versão de Os três porquinhos para a Commedie Française, dirigida por Thomas Quillardet, com temporada de estreia em 2012, em Paris. É autor de A história do rock por Raphaelle Bouchard, que estreou em Limoges, na França, também em 2012, com a Compagnie Jakart Mugiscué. Recebeu inúmeros prêmios e indicações. Entre eles o prêmio Bravo!, o prêmio Shell, o APCA, o prêmio Governador do Estado, no Paraná, o APTR e o Questão de Crítica. Foi escolhido pelo jornal Folha de São Paulo como personalidade teatral do ano, em 2012.

A Petrobras é patrocinadora do Grupo Galpão.

Bate-papo

No dia 2 de setembro, sábado, das 13h às 15h, o Grupo Galpão vai realizar um bate-papo, como forma de possibilitar a aproximação entre o público e o elenco da companhia, incentivando o desenvolvimento artístico e a troca de experiências. O encontro, que acontece no teatro da CAIXA Cultural Fortaleza, é voltado para artistas, grupos e interessados em artes cênicas, que queiram desenvolver seus conhecimentos na área. Entrada livre, sujeita à lotação do espaço.

Serviço:

TeatroNós, com Grupo Galpão (MG)

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Data: 1 a 3 de setembro de 2017

Horários: sexta-feira e sábado às 20h | domingo, às 19h

Duração: 90 minutos

Ingresso: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)

Classificação indicativa: 16 anos

Vendas a partir de 31/08, das 10h às 20h, na bilheteria do local

Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais
Serviço de manobrista gratuito no local

Paraciclo disponível no pátio interno

 

Bate-papo com o elenco do Grupo Galpão

Local: Teatro da CAIXA Cultural Fortaleza
Data: 
2 de setembro ( sábado)
Horário:  
de 13h às 15h
Entrada gratuita

Entrada livre, sujeita à lotação do espaço

 

 

Informações gerais | CAIXA Cultural Fortaleza:

(85) 3453-2770

 

 

 

 

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Grupo Galpão comemora 35 anos e faz curta temporada do espetáculo Nós na Caixa Cultural Fortaleza

Por raquelsouza em Lançamento

27 de agosto de 2017

Esta é a mais recente montagem do grupo mineiro, que leva ao palco questões do mundo contemporâneo, como intolerância, violência, diversidade e convivência com a diferença, em uma abordagem política.

CAIXA Cultural Fortaleza e a Petrobras apresentam, de 1 a 3 de setembro de 2017, o espetáculo Nós, do Grupo Galpão, uma das companhias mais importantes do cenário teatral brasileiro, que completa 35 anos de trajetória em 2017. Com direção de Marcio Abreu, esta é a 23ª e mais recente montagem do grupo sediado em Belo Horizonte (MG), que festeja a data em turnê por várias cidades do país e traz a peça pela primeira vez à capital cearense.

No palco, os atores Antonio Edson, Beto Franco, Eduardo Moreira, Júlio Maciel, Lydia Del Picchia, Paulo André e Teuda Bara celebram a vida, enquanto preparam a última sopa e debatem, sob um prisma político, questões do mundo contemporâneo – a intolerância, a violência, a diversidade, a convivência com a diferença. “O espetáculo Nós somos nós, o Galpão, esse coletivo que comemora 35 anos de existência e nós, seres humanos e artistas de teatro para lá dos 50, com suas perplexidades, questões, angústias, algumas esperanças e muitos nós”, explica o ator Eduardo Moreira, que assina a dramaturgia com o diretor Marcio Abreu.

 

Processo criativo

Para chegar nesse resultado, tudo começou em 2014, quando Marcio Abreu foi convidado para a direção de Nós. Na época, os atores se entregavam a exercícios solo, com o objetivo de contemplar desejos individuais e criar alternativas para um projeto coletivo. O diálogo e o confronto entre o coletivo e os anseios de cada artista se manifestavam de maneira urgente, num grupo de atores com mais de três décadas de convivência artística diária.

Assim que começaram os ensaios, em agosto de 2015, o diretor foi indagado sobre que tipo de espetáculo vislumbrava construir em parceria com o Galpão. A resposta foi direta e precisa: “um trabalho político”. Segundo o artista carioca, responsável pela direção de produções recentes como “Krum” e “projeto brasil”, ambos realizados em 2015 com a companhia brasileira de teatro, “o Galpão é um dos primeiros grupos de trabalho continuado, com patrocínio em longo prazo, planejamento, turnês internacionais e circulação por todo país”, e acrescenta: “em tanto tempo de estrada, o Grupo criou um centro cultural, o Galpão Cine Horto, onde muita gente se forma e se recicla, onde festivais acontecem, espetáculos de toda parte se apresentam, artistas se encontram, ideias são fomentadas e reverberam na cidade de Belo Horizonte e pelo Brasil afora. Por tudo isso, assumiu uma dimensão política e hoje  pertence ao imaginário teatral brasileiro como uma referência”.

Esse desejo essencial norteou a elaboração de uma dramaturgia própria, criada a partir de improvisos, tomando como tema a reação do coletivo de atores diante das pressões exercidas pelo mundo sobre cada um deles. Durante o processo, foi experimentado o significado de estar dentro e ser colocado para fora e vice-versa. Situações intimamente conectadas à utopia de se conviver com as diferenças, sem que fossem emitidos juízos de valor.

Os atores mergulharam ainda em diversas leituras de textos contemporâneos, como “Programa de Televisão” de Michel Vinaver e “Ódio à Democracia” de Jacques Rancière, entre outros. Marcio provocou questões que foram fundamentais para definir qual caminho seguir na estruturação do texto e da encenação: “o que podemos fazer juntos?” e “de que maneira respondemos ou reagimos ao mundo como ele nos chega hoje?”, perguntas às quais sempre recorria no decorrer dos ensaios.  Para o diretor, “buscar uma abordagem política num trabalho de criação é pensar não só no que dizer, mas como dizer, e nesse sentido, a forma dos textos é tão fundamental quanto o conteúdo. Assim podemos encontrar uma zona de diálogo mais intenso entre nós e entre nós e o mundo lá fora”.

Nesse contexto, a criação teatral seria um ato de pura incompletude, em que se faz necessário recomeçar sempre, mesmo que não se saiba nem como, nem por quê. “Obstinado como o próprio “fazer teatral”, ofício de que não desistimos nunca e continuamos em frente, mesmo que os tempos pareçam demasiado sombrios. Ato pelo qual esperamos sempre reafirmar que seguimos vivos, ato de reinvenção”, completa, Eduardo Moreira.

Diretor Marcio Abreu

Dramaturgo, diretor e ator. Fundador e integrante da Companhia Brasileira de Teatro, sediada em Curitiba. Desenvolve projetos de pesquisa e criação de dramaturgia própria, releitura de clássicos e encenação de autores contemporâneos inéditos no país. Realiza ações de intercâmbio com artistas do Brasil e da França. Escreveu uma versão de Os três porquinhos para a Commedie Française, dirigida por Thomas Quillardet, com temporada de estreia em 2012, em Paris. É autor de A história do rock por Raphaelle Bouchard, que estreou em Limoges, na França, também em 2012, com a Compagnie Jakart Mugiscué. Recebeu inúmeros prêmios e indicações. Entre eles o prêmio Bravo!, o prêmio Shell, o APCA, o prêmio Governador do Estado, no Paraná, o APTR e o Questão de Crítica. Foi escolhido pelo jornal Folha de São Paulo como personalidade teatral do ano, em 2012.

A Petrobras é patrocinadora do Grupo Galpão.

Bate-papo

No dia 2 de setembro, sábado, das 13h às 15h, o Grupo Galpão vai realizar um bate-papo, como forma de possibilitar a aproximação entre o público e o elenco da companhia, incentivando o desenvolvimento artístico e a troca de experiências. O encontro, que acontece no teatro da CAIXA Cultural Fortaleza, é voltado para artistas, grupos e interessados em artes cênicas, que queiram desenvolver seus conhecimentos na área. Entrada livre, sujeita à lotação do espaço.

Serviço:

TeatroNós, com Grupo Galpão (MG)

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Data: 1 a 3 de setembro de 2017

Horários: sexta-feira e sábado às 20h | domingo, às 19h

Duração: 90 minutos

Ingresso: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)

Classificação indicativa: 16 anos

Vendas a partir de 31/08, das 10h às 20h, na bilheteria do local

Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais
Serviço de manobrista gratuito no local

Paraciclo disponível no pátio interno

 

Bate-papo com o elenco do Grupo Galpão

Local: Teatro da CAIXA Cultural Fortaleza
Data: 
2 de setembro ( sábado)
Horário:  
de 13h às 15h
Entrada gratuita

Entrada livre, sujeita à lotação do espaço

 

 

Informações gerais | CAIXA Cultural Fortaleza:

(85) 3453-2770