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Rede Social CE

por Raquel Souza

Musical

Encenna apresenta o espetáculo musical O Concunda de Notre Dame

Por raquelsouza em Teatro

12 de setembro de 2018

A escola de Teatro Encenna apresenta  “O Corcunda de Notre Dame – O Musical”,  dia  15 de setembro no Teatro Via Sul com adaptação e direção geral de Aurélio Barros. O Espetáculo é inspirado em uma das obras mais famosas de Victor Hugo, seu romance, Notre Dame de Paris, lançado em 1831, considerado o maior romance histórico do autor.

Narra a história do amor altruísta de Quasimodo, deficiente sineiro da catedral de Notre Dame, pela cigana Esmeralda. Quasímodo sonha em sair da Catedral para participar do “Festival dos Tolos”, e finalmente é instigado pelos amigos a fugir, aproveitando-se da ausência do poderoso Claude Frollo, homem que o criou desde a infância.

A trama se fortalece com os planos cruéis do arquidiácono Frollo e de seus subordinados para deter os ciganos que vivem no pátio dos milagres. Uma reviravolta faz brotar o amor entre o Capitão Phoebus, militar convocado da guerra para perseguir e prender os ciganos e a jovem Esmeralda.

Uma história arrebatadora, em que, medo e coragem, fé e justiça se misturam, levando o expectador a perceber a superação sobre as limitações acerca das deficiências múltiplas, a repensar sua compreensão estética entre o feio e o belo, bem como enaltecer o amor como meio de superação das deficiências humanas.

O Musical conta ainda com a participação especial do Coral “Soul Cantor” do Conservatório de Música Alberto Nepomuceno sob a direção musical de Domízia Almeida e arranjos de Alvany Silva.

 

Serviço: O Corcunda de Notre Dame – O Musical

Data:  15 de setembro

Local: Teatro Via Sul

 

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Grupo espanhol aupaQUARTET abre sábado (3) temporada 2018 do projeto Encontro Mestre & Aprendiz da Tapera das Artes

Por raquelsouza em Agenda

27 de Fevereiro de 2018

 Os músicos participarão de uma série de oficinas e encontros a partir de terça-feira (26) e concerto no Teatro da Tapera das Artes, na cidade de Aquiraz, no sábado (3), às 19 horas, aberto ao público

Uma iniciativa que proporciona a formação e o aperfeiçoamento musical a níveis mais avançados. Um intercâmbio que ultrapassa as barreiras culturais de toda uma vida, ampliando o diálogo com outros países e instituições. Assim pode ser descrito o projeto “Encontro Mestre & Aprendiz – Contraponto Harmônico”, que durante o ano de 2017 possibilitou a circulação no Ceará de grandes artistas de renome nacional e internacional para a construção do aprendizado de centenas de crianças e adolescentes que fazem parte da Associação Tapera das Artes, localizada na cidade de Aquiraz, zona metropolitana de Fortaleza.

 

Abrindo a temporada de 2018 do projeto “Encontro Mestre & Aprendiz – Contraponto Harmônico”, o grupo espanhol aupaQUARTET participará de uma série de oficinas e encontros a partir de terça-feira (26) e fará um concerto gratuito no Teatro da Tapera das Artes, na cidade de Aquiraz, no sábado (03), às 19 horas. O grupo apresentará o espetáculo “StepUP”, trazendo um breve passeio pela história do quarteto ao propor a apresentação de músicas de alguns dos artistas que influenciaram e inspiraram suas carreiras, como Michael Jackson, Sting, John Coltrane e James Brown. Os músicos combinam as sonoridades de suas influências com suas próprias composições, proporcionando ao público um show cheio de improvisação e energia positiva. Para a apresentação será respeitada a capacidade máxima de 350 pessoas no teatro. Os ingressos serão distribuídos uma hora antes do evento.

Sobre aupaQUARTET

O aupaQUARTET é muito mais do que uma formação de cordas. O grupo vem apresentando concertos ao vivo ao longo de oito anos, incluindo festivais em vários países europeus (Itália, França, Alemanha), além do Brasil e China. O aspecto clássico de seus instrumentos contrasta com a música que produzem, cheia de estratagema, força e espontaneidade.  Suas composições seguem uma base de Funk e Rock e improvisações de Jazz. Devido às diferentes origens de seus membros, várias características culturais se juntam para criar um diálogo constante entre dois continentes: Europa e América. Desta forma, existe uma fusão particular de estilos alimentados pelo desafio que supõe ser ao mesmo tempo criadores e intérpretes.

 

Sobre o projeto “Encontro Mestre & Aprendiz” – Contraponto Harmônico

Desenhado para possibilitar a aproximação de jovens aprendizes com nomes consagrados da música instrumental, o projeto “Encontro Mestre & Aprendiz – Contraponto Harmônico” oferece ações educativas que resultam em concertos interativos.

A programação artística do Encontro contará ao longo do ano de 2018 com a participação de 10 mestres convidados, sendo sete nacionais e três internacionais, escolhidos mediante curadoria. O projeto terá a apresentação de 14 concertos de música instrumental em Aquiraz e em Fortaleza, de 10 diálogos -todos com entrada gratuita e abertos ao público – e 10 residências artísticas voltadas para estudantes de música da Tapera das Artes e de outras instituições convidadas.

 

Realizado mensalmente, de fevereiro a novembro de 2018, as ações ocuparão diferentes espaços, contemplando um público vasto. Atuando, assim, não apenas na formação dos aprendizes, mas também com foco no público geral interessado pela música em seus aspectos sonoros e teóricos. Para este ano, grandes nomes nacionais e internacionais estão confirmados:

 

  • Março – Renato Borghetti – músico instrumentista e acordeonista;
  • Abril Marlui Miranda – compositora, cantora e pesquisadora da cultura indígena brasileira;
  • Maio – Ensemble – trio de palhetas de São Paulo;
  • Junho – Barbatuques – grupo brasileiro de percussão corporal;
  • Julho – Maite Hontelé – trompetista especializada em ritmos caribenhos, da Colômbia;
  • Agosto – Ricardo Herz – o artista que reinventou o violino brasileiro;
  • Setembro – Ji Hae Park – da Coreia;
  • Outubro – Badi Assad – cantora violonista;
  • Novembro – Toquinho – cantor e compositor brasileiro.

 

“Nossa expectativa é de que essa edição de 2018 venha consolidar ainda mais o Teatro Escola da Tapera das Artes como um equipamento importante no cenário da música instrumental no Estado do Ceará. Um palco para o público amante de música de qualidade. Pátria de inesquecíveis espetáculos que acolhe grandes mestres brasileiros e internacionais, em diálogos múltiplos apaixonantes”, reforça a idealizadora da Tapera das Artes, Ritelza Cabral.

 

O Projeto Mestre & Aprendiz tem realização do Centro de Pesquisa e Difusão da Arte-Imaginário, Co-realização da Tapera das Artes, e parceria com a Plataforma Sinfonia do Amanhã, patrocínio da Usibras, Verdes Mares, Hipercor, Esmaltec, FAN, Dakota, Frezenius, M. Dias Branco, Acal. E conta com apoio institucional da Secretaria de Cultura do Estado do Ceará e consultoria executiva da Quitanda das Artes. Agradecimento especial à Enel Distribuição Ceará.

 

Plataforma Sinfonia do Amanhã

No intuito de ampliar sua atuação, ao mesmo tempo em que fortalece laços colaborativos, o Encontro Mestre & Aprendiz recebe estudantes de diversas instituições que trabalham educação musical em todo o estado do Ceará, vinculados ao projeto Plataforma Sinfonia do Amanhã. Trata-se de entidades que, assim como a Tapera, dispõem recursos artísticos e pedagógicos a crianças e jovens em situação de vulnerabilidade, numa perspectiva de ampliar as possibilidades de desenvolvimento social.  A Plataforma, em 2018, conta com 26 instituições, em – 22 delas no Ceará, uma na Bahia, uma em Goiás e duas no Rio Grande do Sul.

 

Associação Tapera das Artes

A Tapera das Artes dedica-se a atividades culturais voltadas para jovens e crianças oriundas de famílias de baixa renda no município de Aquiraz, onde vem se consolidando como um vetor fundamental de transformação artística e cultural local.

 

O trabalho iniciado com o ensino de pífano tomou novas proporções, possibilitando a expansão e inclusão de novas modalidades artísticas. Foram fundadas, assim, a banda de pífanos “Girassol”, o grupo “Sementes da Terra”, o grupo de chorinho “Feijão de Corda”, o Grupo de Forró “Natureza do Forró” e o Espetáculo “Sons e Sonhos”.

 

Em 2012, a Tapera das Artes iniciou a parceria com a Fundação Bachiana de São Paulo e, com o apoio do Maestro João Carlos Martins, protagonizou a viabilização da Orquestra Bachiana Jovem de Aquiraz, implementada em 2013, surgindo um novo programa atendendo a um público de 458 crianças, adolescentes e jovens do município de Aquiraz e adjacências.

 

Com mais de 30 anos de existência, a instituição vem aperfeiçoando seu referencial pedagógico, construído sob a orientação do maestro Ênio Antunes, autor da metodologia “A La Corda” adotada no projeto de musicalização da Fundação Bachiana.

 

Números gerais

7 shows nacionais

6 shows internacionais

10 residências

10 diálogos

230 horas de formação

400 artistas envolvidos

 

Encontro Mestre & Aprendiz – Contraponto Harmônico apresenta aupaQUARTET (Espanha), com:

Residência Artística

Quando: 26/02 a 03/03

Local: Centro Cultural da Tapera das Artes

 

Concerto “StepUP

Quando: 03/03 (sábado), às 19h

Local: Teatro Tapera das Artes (Rua Antônio Gomes dos Santos, S/N – Centro, Aquiraz / Ao lado do Parque Ecoeducativo Engenhoca)

Informações: (85) 3361-2704 / 987548496

ACESSO GRATUITO 

Será respeitada a capacidade máxima de 350 pessoas no teatro, onde serão distribuídos ingressos 1 hora antes do evento.

 

Tapera das Artes

http://www.taperadasartes.org.br/

Facebook: Tapera das Artes

Instagram: @taperadasartes_

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Jorge Vercillo se apresenta no Ceará Natal de Luz na sexta-feira, dia 17

Por raquelsouza em Eventos

13 de novembro de 2017

O cantor e compositor Jorge Vercillo, que é parte da história da música popular brasileira, chega a Fortaleza para uma apresentação durante a abertura do Ceará Natal de Luz, que começa na sexta-feira, 17 de novembro, às 17h. Essa é a segunda vez que o cantor se apresenta na Praça do Ferreira, palco do evento natalino. O show promete trazer fortes emoções aos fãs, do início ao fim. “A música exerce uma magia tão especial nas nossas vidas e das pessoas, que eu desejo que todos desfrutem dessa experiência da forma mais intensa possível nesse novo show. Sabemos dos poderosos efeitos que uma música mais harmônica exerce nos seres humanos, e até nas plantas e animais, portanto vamos intensificar ainda mais essa sinergia com o meu público, já que a música vem se tornando um fenômeno de união e conscientizando a humanidade”, revela o artista.

A Turnê 2017 Jorge Vercillo – “A Experiência”, está rodando os quatro cantos do Brasil, o interior do país e o exterior também. “Busco nuances e diversidade entre as músicas. Talvez por sonhar refletir a pluralidade do povo brasileiro”, afirma o cantor. O repertório do show é diversificado, com os principais temas de novelas, sucessos radiofônicos e músicas inéditas.

Jorge Vercillo sobe ao palco acompanhado de experientes músicos, como André Neiva (contrabaixos e vocal), que também assina a direção musical do show; Misael da Hora (teclados e vocal); Claudio Infante (bateria) e Bernardo Bosisio (violão, guitarra e vocal).

Sobre Jorge Vercillo

Jorge Luiz Sant´anna Vercillo, ou simplesmente Jorge Vercillo, celebra 22 anos de carreira, 15 álbuns, prêmios, e sucessos que conquistaram milhões de brasileiros. O cantor, compositor, e músico carioca tem emplacado sucessivos hits nacionais nas rádios e nas trilhas sonoras de novela desde os anos 90. Sua identidade musical imprime uma sonoridade muito própria e versátil. Vercillo é hábil na feitura de variados gêneros: MPB, Bossa Nova, Jazz, Samba, Pop. Apaixonado por ficção cientifica, teosofia e ufologia, Jorge Vercillo dedica parte do seu tempo para a causa ambiental, e junto com amigos tem a iniciativa de recolher resíduos espalhados nas lagoas, rios e praias por onde passa. Depois da fase como apresentador do programa Compositores Unidos, gravado pelo Canal Brasil em sua casa, junto com Dudu Falcão, o músico pretende voltar a implementar saraus com vários cantores e compositores em sua casa, onde partes desses eventos sejam filmadas e transmitidas pela internet.

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‘RIO MAIS BRASIL, O NOSSO MUSICAL’ chega a Fortaleza

Por raquelsouza em Lançamento

03 de outubro de 2017

O espetáculo fica em cartaz  de 06 a 08/10, no Teatro do Shopping  Rio Mar Fortaleza

 Com circulação por todo o Brasil, chega a Fortaleza, neste final de semana, o espetáculo “Rio mais Brasil, o nosso musical”. O musical fica em cartaz dias 06 (21h), 07 (21h) e 08/10 (19h), no teatro do Shopping Rio Mar Fortaleza. As vendas de ingressos já foram iniciadas através do site Ingresso Rápido e bilheteria do teatro. Os valores são:  Plateia Alta (R$ 50,00 – inteira e R$ 25,00 – meia), Plateia Baixa B (R$ 100,00 – inteira e R$ 50,00 – meia) e Plateia Baixa A (R$ 150,00 – inteira e R$ 75,00 – meia).

Dirigido por Ulisses Cruz e com texto de Renata Mizrahi, a montagem retrata a batalha da produção cultural no Brasil. No elenco, renomados atores como Cris Vianna, Leonardo Vieira, Cláudio Lins, Danilo de Moura e Danilo Mesquita, além de outros 17 atores, cantores, multi-instrumentistas, apresentam composições inéditas e clássicos da história musical do País. O elenco conduz o público a um passeio por cada região do País.

O país de Villa-Lobos, Ary Barroso, Caetano Veloso, Rita Lee, Almir Sater, Tom Zé, Gilberto Gil. Mas também da mulher que carrega a lata d´água na cabeça, do menino que faz samba ou funk no morro ou no asfalto, do índio que dança em sua aldeia, do sertanejo que produz poesia à espera da chuva, da cabocla de jeito mestiço, do guri tri legal. Idealizado por Gustavo Nunes, com direção de Ulysses Cruz e autoria de Renata Mizrahi, ‘Rio mais Brasil, o nosso musical’ mostra um país cheio de musicalidade e contrastes. O povo brasileiro é o protagonista, com sua pluralidade, sua complexidade, seu sincretismo, livre de estereótipos. Uma gente que enverga, mas não quebra. A produção é assinada pela mesma produtora de “Cássia Eller, o musical”,  a Turbilhão de ideias Entretenimento.

 

‘Rio mais Brasil, o nosso musical’ se passa nos bastidores da realização de um longa-metragem, livremente inspirado na obra ‘O Povo Brasileiro’, de Darcy Ribeiro. O produtor Martin recebe uma verba para criar uma superprodução, mostrando um Brasil jamais visto antes no cinema. Após muito procurar, ele vê suas ideias traduzidas pela cineasta Cris, que propõe mostrar a essência do povo brasileiro através do livro do Darcy Ribeiro, O Povo Brasileiro. E a escolha do elenco deve refletir essa proposta, com pessoas de todo o país, que mostrarão um pouco de suas vivências, ajudando a entender o Brasil através da sua gente. À medida que as filmagens avançam, os valores vão sendo reduzidos, até que o investimento na produção é completamente cancelado. Como seguir adiante? O que pode ser feito? Um novo fato reacende as esperanças e possibilita a continuação das filmagens.

 

Desde o início do processo, o idealizador do projeto, Gustavo Nunes, e o diretor Ulysses Cruz tinham uma certeza: queriam fugir do óbvio, evitar uma abordagem estereotipada. “Recusamos tudo que fosse clichê”, pontua o diretor. “Queremos um lugar mais real, de pessoas potentes, não os mesmos cartões postais, nem as mesmas frases feitas”, afirma a autora Renata Mizrahi. “Eu não quero retratar a Zona Sul do Rio, da forma como sempre é mostrada, quero também a arquibancada número 1 da Sapucaí. Aquelas pessoas que estão ali têm histórias maravilhosas para contar. Uma das primeiras visões que tive do Rio foi o baile charme de Madureira. Aquele é o Rio que me interessa, o Rio real”, acrescenta Ulysses.

 

Realidade e ficção dialogam em cena. Não apenas porque o espetáculo retrata uma rotina tão comum à cultura brasileira, mas porque foi livremente inspirado em um fato acontecido na própria produção do musical, que seria montado em 2016, porém teve o cancelamento de um patrocínio quando estava iniciando os ensaios, já com  todo o elenco escolhido. O produtor e idealizador Gustavo Nunes não desistiu e artistas como Ulysses Cruz e Cris Vianna seguiram à disposição do projeto, que pôde agora ser viabilizado com apresentação do Ourocap, em uma realização da Turbilhão de Ideias Entretenimento.

 

É a arte mais uma vez driblando os obstáculos e fazendo brotar a criação de onde antes havia apenas incerteza. “Essa primeira tentativa frustrada se transformou em história na peça. E o Martin é uma homenagem ao Gustavo, que nunca desistiu de fazer esse espetáculo nascer”, exalta Ulysses.

 

“O Ulysses foi a primeira pessoa que convidei para integrar o projeto. A ousadia que ele apresenta em suas encenações seria fundamental para poder realizar um projeto como este”, afirma Gustavo, que complementa: “sentia falta de ver nos palcos um espetáculo que refletisse o Brasil de hoje. Ainda consumimos tantas histórias que não têm absolutamente nada a ver com a nossa realidade. Nossa cultura e nossas questões precisam tomar maior proporção, ainda mais num momento como o que estamos vivendo”.

 

Assim como no filme retratado no espetáculo, a escolha do elenco traduz a diversidade brasileira: foram mais de 500 candidatos de todo o país e a lista inclui nomes do Amazonas, Mato Grosso, Bahia, São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Anna Bello, André Muato, Bárbara Sut, Camila Matoso, Clayson Charles, Edmundo Vitor, Janaína Moreno, Kesia Estácio, Leandro Melo, Luciana Balby, Nando Motta, Marcel Octavio, Paulo Ney, Priscilla Azevedo e Teka Balluthy foram escolhidos pela banca formada por Ulysses Cruz, os diretores musicais Carlos Bauzys e Daniel Rocha, o diretor assistente, Thiago de Los Reyes, a produtora de elenco, Vanessa Veiga, e Gustavo Nunes. O elenco se complementa ainda com o multi-instrumentista Fernando Thomaz, que também atua nesta encenação.

 

Carlos Bauzys não esconde a satisfação com os atores escolhidos: “foi uma das seleções mais difíceis que já fiz, fiquei entusiasmado com o alto nível dos multi-artistas”, celebra. “Queríamos um elenco que espelhasse o Brasil, mas um elenco real, não pessoas que parecessem, mas que fossem. Nossa vontade é realmente colocar em cena o povo brasileiro”, explica Ulysses.

 

Renata conta que recebeu o pedido do texto com a ideia de trabalhar em cima do Rio e do Brasil, mas sem um argumento definido. “Tive várias conversas com o Ulysses e o Gustavo. Bati muita bola com eles e, aos poucos, fomos construindo essa história. A gente troca ideia, debate muito. E agora temos também os atores, que chegaram, cada um com uma bagagem e histórias que só nos enriquecem. Esse trabalho é a arte de ouvir, filtrar e escrever”, explica Renata.“O texto foi sendo finalizado com a minha ida aos ensaios. Os atores nos trouxeram informações, vivências, além de demandas naturais da encenação”, complementa Ulysses.

 

 

Participação popular e trilha musical

O espetáculo inovou ainda ao possibilitar a participação do público na criação do roteiro final. As pessoas puderam enviar histórias verídicas e letras inéditas de músicas, através do site http://riomaisbrasil.com.br/. Uma dessas histórias e uma canção inédita foram selecionadas e incorporadas ao enredo final, que tem uma linha narrativa não-cronológica e não-linear.  Em dado momento, podem ser mostrados, simultaneamente, o teste dos candidatos junto às cenas de suas vidas reais; cenas dos investidores podem se alternar com as filmagens ou com cenas dos bastidores. “Primeiro, eles entram como atores e vão virando personagens. Nas cenas dos testes, são os próprios atores, com um pouco de suas experiências” explica Ulysses.

 

A trilha é um dos pontos altos do musical: congrega letras originais de Renata Mizrahi, com uma releitura de músicas consagradas e também canções representativas das 05 regiões brasileiras. O espetáculo reúne canções inéditas, além de composições de Milton Nascimento, Chico Buarque, Caetano Veloso, Luiz Gonzaga, Rita Lee, Gonzaguinha, Almir Sater, Gilberto Gil, Ary Barroso, Cazuza, Tom Zé, Aldir Blanc, Arlindo Cruz, Waldemar Henrique, Kleiton e Kledir, Dani Black, Dona Onete, A Banda mais bonita da Cidade, entre outros, que ressurgem em arranjos originais de Carlos Bauzys e Daniel Rocha. “A nossa busca é refletir nos arranjos, na escolha das músicas, um pouco de tudo do Brasil, essa mistura imensa. Então, estamos trazendo várias referências. É uma mistura de múltiplas influências brasileiras adicionadas aos elementos do teatro musical”, esclarece Bauzys, que não esconde o entusiasmo com a grandeza musical desse país. “Essa riqueza parte de uma espontaneidade sublime. Em cada canto do Brasil que você vai, encontra tradições populares que existem há muito tempo e são extremamente ricas e únicas. O que mais me atrai é essa beleza que parte da espontaneidade e da simplicidade”, finaliza.

Um dos exemplos da busca por essa originalidade é a canção ‘Aquarela do Brasil’ (Ary Barroso), que ressurge completamente renovada, não só pelo arranjo inédito, mas pelo rap escrito pelo próprio Bauzys, incorporado à letra. “Na hora que a música fala, Terra de Nosso senhor, ali já entra um rap que diz, entre outras coisas: Terra de Nosso Senhor, de Oxalá, de Iemanjá, de Jesus. Exaltamos o sincretismo no Brasil, que é algo tão lindo no nosso país, essa pátria de todos”, exalta.

Os atores tocarão uma gama de instrumentos (mais de 30), muitos deles inusitados, como: berimbau de boca, ganzá e timbal. A direção musical aposta na percussão corporal como um elemento primordial na construção do espetáculo. “Quero todos tocando muito, tirando sons do próprio corpo, isso mostra nossa precariedade, dói. Somos todos precários, isso é lindo porque é o que nos torna humanos”, vibra Ulysses. Carlos Bauzys tem vasta experiência com essa linguagem, já trabalhou com o Barbatuques, um dos maiores expoentes do mundo em percussão corporal. “Essas escolhas partiram da nossa vontade de fazermos coisas diferentes, explorarmos distintos recursos vocais. E tem tudo a ver com o espetáculo, porque o corpo é muito rico de sonoridades e traz essa precariedade que o Ulysses busca. E também é natural da cultura do Brasil: fazer música, arte com o que é disponível”, acrescenta Bauzys.

 

Os diretores musicais dialogam muito com os atores e alguns arranjos nascem dessa troca de vivências. “A ideia é justamente trazer um pouco do conhecimento e da cultura do elenco, esse processo de construção coletiva também acontece. Muitas vezes, levamos os arranjos fechados e ensaiamos, mas somos muito abertos a sugestões, porque entendemos que a colaboração das pessoas é muito importante para o resultado ficar mais rico ainda”, aponta Bauzys.

 

A potência da música que segue sendo produzida nos mais diferentes Brasis espalhados dentro de um mesmo país é uma das principais motivações de Carlos Bauzys ao realizar esse espetáculo. “Ainda na adolescência, quando eu conheci a nossa música de verdade, que eu me entendi como brasileiro e pela primeira vez tive orgulho do lugar onde eu nasci. Se eu puder passar um pouco disso para o público, minha missão estará cumprida”, celebra Bauzys.

 

O musical representa o hoje, com um olhar otimista. “Nosso povo se reinventa a cada momento. Queremos revelar a cara dessa gente, exaltar o quanto somos grandes e ricos de diversidade e quanta beleza pode haver!​”, celebra Renata.

 

Apresentado por

MINISTÉRIO DA CULTURA E OUROCAP

 

LEI DE INCENTIVO À CULTURA

 

Patrocínio Master

OUROCAP

 

Uma Produção

TURBILHÃO DE IDEIAS ENTRETENIMENTO

 

Realização

MINISTÉRIO DA CULTURA

BRASIL GOVERNO FEDERAL

 

Produção executiva – Fortaleza

Milca Luna

Verônica Sobreira

 

 

SERVIÇO:

“Rio Mais Brasil, o Nosso Musical”

Quando: 06 (21h), 07 (21h) e 08/10 (19h)

Onde: Teatro do Shopping Rio Mar Fortaleza (Rua Lauro Nogueira, 1500, Papicu)

Classificação etária: 12 anos

Duração: 105 minutos

Valores dos ingressos: Plateia Alta (R$ 50,00 – inteira e R$ 25,00 – meia), Plateia Baixa B (R$ 100,00 – inteira e R$ 50,00 – meia) e Plateia Baixa A (R$ 150,00 – inteira e R$ 75,00 – meia )

Vendas:

– BILHETERIA TEATRO RIOMAR (Rua Lauro Nogueira, 1500 loja 3001 – L3, Papicu)

Horários de Funcionamento:
De Terça a Sábado das 12h às 21h

Domingos e Feriados das 14h às 20h.

OUTROS PONTOS DE VENDA

Ingresso Rápido
Telefone: 4003-1212
https://www.ingressorapido.com.br/venda/?id=1207#!/tickets

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‘RIO MAIS BRASIL, O NOSSO MUSICAL’ chega a Fortaleza

Por raquelsouza em Lançamento

03 de outubro de 2017

O espetáculo fica em cartaz  de 06 a 08/10, no Teatro do Shopping  Rio Mar Fortaleza

 Com circulação por todo o Brasil, chega a Fortaleza, neste final de semana, o espetáculo “Rio mais Brasil, o nosso musical”. O musical fica em cartaz dias 06 (21h), 07 (21h) e 08/10 (19h), no teatro do Shopping Rio Mar Fortaleza. As vendas de ingressos já foram iniciadas através do site Ingresso Rápido e bilheteria do teatro. Os valores são:  Plateia Alta (R$ 50,00 – inteira e R$ 25,00 – meia), Plateia Baixa B (R$ 100,00 – inteira e R$ 50,00 – meia) e Plateia Baixa A (R$ 150,00 – inteira e R$ 75,00 – meia).

Dirigido por Ulisses Cruz e com texto de Renata Mizrahi, a montagem retrata a batalha da produção cultural no Brasil. No elenco, renomados atores como Cris Vianna, Leonardo Vieira, Cláudio Lins, Danilo de Moura e Danilo Mesquita, além de outros 17 atores, cantores, multi-instrumentistas, apresentam composições inéditas e clássicos da história musical do País. O elenco conduz o público a um passeio por cada região do País.

O país de Villa-Lobos, Ary Barroso, Caetano Veloso, Rita Lee, Almir Sater, Tom Zé, Gilberto Gil. Mas também da mulher que carrega a lata d´água na cabeça, do menino que faz samba ou funk no morro ou no asfalto, do índio que dança em sua aldeia, do sertanejo que produz poesia à espera da chuva, da cabocla de jeito mestiço, do guri tri legal. Idealizado por Gustavo Nunes, com direção de Ulysses Cruz e autoria de Renata Mizrahi, ‘Rio mais Brasil, o nosso musical’ mostra um país cheio de musicalidade e contrastes. O povo brasileiro é o protagonista, com sua pluralidade, sua complexidade, seu sincretismo, livre de estereótipos. Uma gente que enverga, mas não quebra. A produção é assinada pela mesma produtora de “Cássia Eller, o musical”,  a Turbilhão de ideias Entretenimento.

 

‘Rio mais Brasil, o nosso musical’ se passa nos bastidores da realização de um longa-metragem, livremente inspirado na obra ‘O Povo Brasileiro’, de Darcy Ribeiro. O produtor Martin recebe uma verba para criar uma superprodução, mostrando um Brasil jamais visto antes no cinema. Após muito procurar, ele vê suas ideias traduzidas pela cineasta Cris, que propõe mostrar a essência do povo brasileiro através do livro do Darcy Ribeiro, O Povo Brasileiro. E a escolha do elenco deve refletir essa proposta, com pessoas de todo o país, que mostrarão um pouco de suas vivências, ajudando a entender o Brasil através da sua gente. À medida que as filmagens avançam, os valores vão sendo reduzidos, até que o investimento na produção é completamente cancelado. Como seguir adiante? O que pode ser feito? Um novo fato reacende as esperanças e possibilita a continuação das filmagens.

 

Desde o início do processo, o idealizador do projeto, Gustavo Nunes, e o diretor Ulysses Cruz tinham uma certeza: queriam fugir do óbvio, evitar uma abordagem estereotipada. “Recusamos tudo que fosse clichê”, pontua o diretor. “Queremos um lugar mais real, de pessoas potentes, não os mesmos cartões postais, nem as mesmas frases feitas”, afirma a autora Renata Mizrahi. “Eu não quero retratar a Zona Sul do Rio, da forma como sempre é mostrada, quero também a arquibancada número 1 da Sapucaí. Aquelas pessoas que estão ali têm histórias maravilhosas para contar. Uma das primeiras visões que tive do Rio foi o baile charme de Madureira. Aquele é o Rio que me interessa, o Rio real”, acrescenta Ulysses.

 

Realidade e ficção dialogam em cena. Não apenas porque o espetáculo retrata uma rotina tão comum à cultura brasileira, mas porque foi livremente inspirado em um fato acontecido na própria produção do musical, que seria montado em 2016, porém teve o cancelamento de um patrocínio quando estava iniciando os ensaios, já com  todo o elenco escolhido. O produtor e idealizador Gustavo Nunes não desistiu e artistas como Ulysses Cruz e Cris Vianna seguiram à disposição do projeto, que pôde agora ser viabilizado com apresentação do Ourocap, em uma realização da Turbilhão de Ideias Entretenimento.

 

É a arte mais uma vez driblando os obstáculos e fazendo brotar a criação de onde antes havia apenas incerteza. “Essa primeira tentativa frustrada se transformou em história na peça. E o Martin é uma homenagem ao Gustavo, que nunca desistiu de fazer esse espetáculo nascer”, exalta Ulysses.

 

“O Ulysses foi a primeira pessoa que convidei para integrar o projeto. A ousadia que ele apresenta em suas encenações seria fundamental para poder realizar um projeto como este”, afirma Gustavo, que complementa: “sentia falta de ver nos palcos um espetáculo que refletisse o Brasil de hoje. Ainda consumimos tantas histórias que não têm absolutamente nada a ver com a nossa realidade. Nossa cultura e nossas questões precisam tomar maior proporção, ainda mais num momento como o que estamos vivendo”.

 

Assim como no filme retratado no espetáculo, a escolha do elenco traduz a diversidade brasileira: foram mais de 500 candidatos de todo o país e a lista inclui nomes do Amazonas, Mato Grosso, Bahia, São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Anna Bello, André Muato, Bárbara Sut, Camila Matoso, Clayson Charles, Edmundo Vitor, Janaína Moreno, Kesia Estácio, Leandro Melo, Luciana Balby, Nando Motta, Marcel Octavio, Paulo Ney, Priscilla Azevedo e Teka Balluthy foram escolhidos pela banca formada por Ulysses Cruz, os diretores musicais Carlos Bauzys e Daniel Rocha, o diretor assistente, Thiago de Los Reyes, a produtora de elenco, Vanessa Veiga, e Gustavo Nunes. O elenco se complementa ainda com o multi-instrumentista Fernando Thomaz, que também atua nesta encenação.

 

Carlos Bauzys não esconde a satisfação com os atores escolhidos: “foi uma das seleções mais difíceis que já fiz, fiquei entusiasmado com o alto nível dos multi-artistas”, celebra. “Queríamos um elenco que espelhasse o Brasil, mas um elenco real, não pessoas que parecessem, mas que fossem. Nossa vontade é realmente colocar em cena o povo brasileiro”, explica Ulysses.

 

Renata conta que recebeu o pedido do texto com a ideia de trabalhar em cima do Rio e do Brasil, mas sem um argumento definido. “Tive várias conversas com o Ulysses e o Gustavo. Bati muita bola com eles e, aos poucos, fomos construindo essa história. A gente troca ideia, debate muito. E agora temos também os atores, que chegaram, cada um com uma bagagem e histórias que só nos enriquecem. Esse trabalho é a arte de ouvir, filtrar e escrever”, explica Renata.“O texto foi sendo finalizado com a minha ida aos ensaios. Os atores nos trouxeram informações, vivências, além de demandas naturais da encenação”, complementa Ulysses.

 

 

Participação popular e trilha musical

O espetáculo inovou ainda ao possibilitar a participação do público na criação do roteiro final. As pessoas puderam enviar histórias verídicas e letras inéditas de músicas, através do site http://riomaisbrasil.com.br/. Uma dessas histórias e uma canção inédita foram selecionadas e incorporadas ao enredo final, que tem uma linha narrativa não-cronológica e não-linear.  Em dado momento, podem ser mostrados, simultaneamente, o teste dos candidatos junto às cenas de suas vidas reais; cenas dos investidores podem se alternar com as filmagens ou com cenas dos bastidores. “Primeiro, eles entram como atores e vão virando personagens. Nas cenas dos testes, são os próprios atores, com um pouco de suas experiências” explica Ulysses.

 

A trilha é um dos pontos altos do musical: congrega letras originais de Renata Mizrahi, com uma releitura de músicas consagradas e também canções representativas das 05 regiões brasileiras. O espetáculo reúne canções inéditas, além de composições de Milton Nascimento, Chico Buarque, Caetano Veloso, Luiz Gonzaga, Rita Lee, Gonzaguinha, Almir Sater, Gilberto Gil, Ary Barroso, Cazuza, Tom Zé, Aldir Blanc, Arlindo Cruz, Waldemar Henrique, Kleiton e Kledir, Dani Black, Dona Onete, A Banda mais bonita da Cidade, entre outros, que ressurgem em arranjos originais de Carlos Bauzys e Daniel Rocha. “A nossa busca é refletir nos arranjos, na escolha das músicas, um pouco de tudo do Brasil, essa mistura imensa. Então, estamos trazendo várias referências. É uma mistura de múltiplas influências brasileiras adicionadas aos elementos do teatro musical”, esclarece Bauzys, que não esconde o entusiasmo com a grandeza musical desse país. “Essa riqueza parte de uma espontaneidade sublime. Em cada canto do Brasil que você vai, encontra tradições populares que existem há muito tempo e são extremamente ricas e únicas. O que mais me atrai é essa beleza que parte da espontaneidade e da simplicidade”, finaliza.

Um dos exemplos da busca por essa originalidade é a canção ‘Aquarela do Brasil’ (Ary Barroso), que ressurge completamente renovada, não só pelo arranjo inédito, mas pelo rap escrito pelo próprio Bauzys, incorporado à letra. “Na hora que a música fala, Terra de Nosso senhor, ali já entra um rap que diz, entre outras coisas: Terra de Nosso Senhor, de Oxalá, de Iemanjá, de Jesus. Exaltamos o sincretismo no Brasil, que é algo tão lindo no nosso país, essa pátria de todos”, exalta.

Os atores tocarão uma gama de instrumentos (mais de 30), muitos deles inusitados, como: berimbau de boca, ganzá e timbal. A direção musical aposta na percussão corporal como um elemento primordial na construção do espetáculo. “Quero todos tocando muito, tirando sons do próprio corpo, isso mostra nossa precariedade, dói. Somos todos precários, isso é lindo porque é o que nos torna humanos”, vibra Ulysses. Carlos Bauzys tem vasta experiência com essa linguagem, já trabalhou com o Barbatuques, um dos maiores expoentes do mundo em percussão corporal. “Essas escolhas partiram da nossa vontade de fazermos coisas diferentes, explorarmos distintos recursos vocais. E tem tudo a ver com o espetáculo, porque o corpo é muito rico de sonoridades e traz essa precariedade que o Ulysses busca. E também é natural da cultura do Brasil: fazer música, arte com o que é disponível”, acrescenta Bauzys.

 

Os diretores musicais dialogam muito com os atores e alguns arranjos nascem dessa troca de vivências. “A ideia é justamente trazer um pouco do conhecimento e da cultura do elenco, esse processo de construção coletiva também acontece. Muitas vezes, levamos os arranjos fechados e ensaiamos, mas somos muito abertos a sugestões, porque entendemos que a colaboração das pessoas é muito importante para o resultado ficar mais rico ainda”, aponta Bauzys.

 

A potência da música que segue sendo produzida nos mais diferentes Brasis espalhados dentro de um mesmo país é uma das principais motivações de Carlos Bauzys ao realizar esse espetáculo. “Ainda na adolescência, quando eu conheci a nossa música de verdade, que eu me entendi como brasileiro e pela primeira vez tive orgulho do lugar onde eu nasci. Se eu puder passar um pouco disso para o público, minha missão estará cumprida”, celebra Bauzys.

 

O musical representa o hoje, com um olhar otimista. “Nosso povo se reinventa a cada momento. Queremos revelar a cara dessa gente, exaltar o quanto somos grandes e ricos de diversidade e quanta beleza pode haver!​”, celebra Renata.

 

Apresentado por

MINISTÉRIO DA CULTURA E OUROCAP

 

LEI DE INCENTIVO À CULTURA

 

Patrocínio Master

OUROCAP

 

Uma Produção

TURBILHÃO DE IDEIAS ENTRETENIMENTO

 

Realização

MINISTÉRIO DA CULTURA

BRASIL GOVERNO FEDERAL

 

Produção executiva – Fortaleza

Milca Luna

Verônica Sobreira

 

 

SERVIÇO:

“Rio Mais Brasil, o Nosso Musical”

Quando: 06 (21h), 07 (21h) e 08/10 (19h)

Onde: Teatro do Shopping Rio Mar Fortaleza (Rua Lauro Nogueira, 1500, Papicu)

Classificação etária: 12 anos

Duração: 105 minutos

Valores dos ingressos: Plateia Alta (R$ 50,00 – inteira e R$ 25,00 – meia), Plateia Baixa B (R$ 100,00 – inteira e R$ 50,00 – meia) e Plateia Baixa A (R$ 150,00 – inteira e R$ 75,00 – meia )

Vendas:

– BILHETERIA TEATRO RIOMAR (Rua Lauro Nogueira, 1500 loja 3001 – L3, Papicu)

Horários de Funcionamento:
De Terça a Sábado das 12h às 21h

Domingos e Feriados das 14h às 20h.

OUTROS PONTOS DE VENDA

Ingresso Rápido
Telefone: 4003-1212
https://www.ingressorapido.com.br/venda/?id=1207#!/tickets