Publicidade

Rede Social CE

por Raquel Souza

espetáculo

“Divertida Mente” é o primeiro espetáculo do curso de teatro ENCENNA

Por raquelsouza em Teatro

02 de dezembro de 2017

 

Acontece no dia 10 de dezembro, no Teatro do Via Sul Shopping, a partir das 17 h o espetáculo Divertida Mente, o primeiro espetáculo do curso de teatro Encenna.

Uma adaptação do Filme da Disney/Pixar (2015),  a montagem é fruto de um processo de estudo e vivência teatral, apresentando algumas reflexões ao público acerca da importância de compreender as transições e ciclos que se fecham para que outros possam surgir, bem como a percepção de  momentos  que nos fazem crescer e produzir experiência.

O Curso de teatro ENCENNA surge em 2017 na cidade de Fortaleza, com o objetivo de realizar um trabalho sério e comprometido com a preparação de atores. Para além de um produto artístico, entendemos o teatro como um elemento de transformação pessoal e até mesmo profissional.

A metodologia busca desenvolver desde a espontaneidade até uma preparação sólida para o ofício do ator, para que assim os alunos estejam preparados para a arte da interpretação, em testes de elenco bem como ingressar em trabalhe novos projetos. É o que afirma o diretor do curso, Aurélio Barros.

SOBRE O ESPETÁCULO

Riley é uma garota divertida de 11 anos de idade, que deve enfrentar mudanças importantes em sua vida quando seus pais decidem deixar a sua cidade natal, no estado de Minnesota, para viver em San Francisco. Dentro do cérebro de Riley, convivem várias emoções diferentes, como a Alegria, o Medo, a Raiva, o Nojinho e a Tristeza. A líder deles é Alegria, que se esforça bastante para fazer com que a vida de Riley seja sempre feliz. Entretanto, uma confusão na sala de controle faz com que ela e Tristeza sejam expelidas para fora do local. Agora, elas precisam percorrer as várias ilhas existentes nos pensamentos de Riley para que possam retornar à sala de controle – e, enquanto isto não acontece, a vida da garota muda radicalmente.

AURÉLIO BARROS

Ator, diretor e professor de teatro. É diretor e fundador do ENCENNA Curso de Teatro, sendo também um dos fundadores da Introspectus Cia de Teatro. Iniciou sua carreira em 1997 no curso Preparação do Ator na Fundação Cultural de Fortaleza e não parou mais de buscar conhecimento na área, participando de diversos cursos em Fortaleza e Rio de Janeiro. Aurélio Barros é Licenciado na primeira turma de teatro da UFC (Universidade Federal do Ceará). Participou como ator de diversos espetáculos, no cinema atuou em filmes como “Cine Holliúdy” e protagonizou alguns curtas. Na televisão, apresentou algumas campanhas publicitárias. Desde 1998 atua como professor de Teatro, passando por diversos projetos sociais e Escolas de Atores. Já dirigiu mais de 15 espetáculos, dentre eles alguns musicais. Atualmente ministra cursos, oficinas e workshops de práticas da interpretação teatral com foco na formação de atores.

SERVIÇO

Divertida Mente

Data: 10 de dezembro – 17 h

Teatro Via Sul Shopping

 

 

Publicidade

Edisca leva o espetáculo Religare para a Caixa Cultural Fortaleza

Por raquelsouza em Eventos

06 de setembro de 2017

O público terá a chance de refletir sobre temas como espiritualidade, (re)conexões e transformações pessoais e sociais

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, de 14 a 17 e 20 a 24 de setembro de 2017, o espetáculo Religare, do grupo Edisca. No palco, 39 bailarinos e bailarinas abordam temas sociais, que transitam entre espiritualidade e transitoriedade, além da capacidade que cada um carrega em si para se reinventar. Tudo isso por meio da dança, entre imagens icônicas de peso e leveza, ora na pele de anjos humanizados e divindades estilizadas, ora na condição-limite de inferioridade e apagamento de presidiários aniquilados em rebeliões ou índios massacrados pelas leis do capital.

 

A palavra religare nos remete a uma reconexão com o divino, à reativação dos estados de elevação e purificação do espírito, à recomposição de uma unidade perdida entre matéria e símbolo, razão e sensibilidade, superfície e essência. A partir dessa essência, os coreógrafos Dora e Gilano Andrade reativam a memória ancestral para pensar sob holofotes a depreciação da vida no presente.

 

Lado a lado, criam-se coreografias entrelaçadas e complementares: se vem dele a dança cáustica e crítica frente ao esgotamento dos modelos civilizatórios que, em escala planetária, dão a ver paisagens de abandono, desolação, miséria e sofrimento, vem dela o sentido de redenção e o acento de esperança colados a cada giro, cada gesto, cada salto que se anunciam como promessas para a conquista individual e coletiva de planos existenciais mais intuitivos, fluidos, porosos, translúcidos, iluminados.

 

A Edisca foi buscar ainda no sujeito ancestral e primitivo a retomada desses valores e de uma lógica inteiramente distinta daquela que a subjetividade moderna nos propõe. Daí o foco nas matrizes e culturas étnicas, em suas simbologias, em seus códigos ritualísticos, nos fazeres e saberes que perpassam gerações e se propagam ao longo dos tempos. Índia, África, Oriente Médio. Anjos, santos, alegorias. A etnicidade e a diversidade cultural abrindo passagem para a percepção sensível do mundo, para o universo paralelo da imaginação. Imaginação que é política quando capaz de instituir novos sentidos para a vida à revelia do visível, da ordem estabelecida, do que parece imutável, natural, impossível de mudar.  também está

 

Com 45 minutos de duração, Religare concentra na musicalidade sua potência de revisão e reconexão com os estados de alma fundamentais. Coube a Manassés de Sousa o trecho autoral que casa o erudito à música oriental e enseja toda a montagem combinatória de timbres étnicos responsáveis pela atmosfera imemorial e o sabor arcaico do balé. Para a afinadora do espetáculo, Claudia Andrade, tempo, movimento, música, figurino, cenário, corpos, tudo isso junto e harmonizado, diz sobre a capacidade e a necessidade que cada um tem de eleger e reativar o seu ‘religare’, aquele dispositivo pessoal e intransferível de superação e aperfeiçoamento de si, que tanto pode estar na religião ou na filosofia, assim como no livre pensar e na invenção cotidiana e sem cálculo do porvir.

 

Oficina

 

No dia 16 de setembro, das 14h30 às 15h30, os bailarinos Paulo Wesley e Eliovaldo Ananias ministrarão uma oficina sobre Dança Contemporânea. O objetivo é abordar sistemas e métodos desenvolvidos a partir da dança moderna e pós-moderna, mostrando que é possível desenvolver a autonomia para construir experimentos coreográficos de forma mais livre e inovadora. Destinada para bailarinos com idade a partir de 14 anos, a oficina recebe as inscrições de 05 a 14 de setembro, pelo email gentearteira.ce@caixa.gov.br. Número de vagas: 20.

 

 

Serviço:

 

Dança: Religare – Edisca

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Data: 14 a 17 e 20 a 24 de setembro de 2017

Horários: Quinta a sábado, às 20h, e domingo, às 19h

Duração: 45 minutos

Ingresso: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)

Classificação indicativa: Livre

Vendas a partir do dia 13/09, para sessões de 14 a 17/09, e a partir do dia 19/09, para sessões de 20 a 24/09, das 10h às 20h, na bilheteria da CAIXA Cultural Fortaleza

Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais
Serviço de manobrista gratuito no local

Paraciclo disponível no pátio interno

 

Oficina: Dança Contemporânea

Local: Sala de Ensaio da CAIXA Cultural Fortaleza

Data: 16 de setembro de 2017
Horário: 14h30 às 15h30

Inscrições gratuitas: gentearteira.ce@caixa.gov.br de 05 a 14 de setembro

Número de vagas: 20

Destinada para bailarinos a partir de 14 anos

 

 

Informações gerais | CAIXA Cultural Fortaleza:

(85) 3453-2770

 

Publicidade

Grupo Galpão comemora 35 anos e faz curta temporada do espetáculo Nós na Caixa Cultural Fortaleza

Por raquelsouza em Lançamento

27 de agosto de 2017

Esta é a mais recente montagem do grupo mineiro, que leva ao palco questões do mundo contemporâneo, como intolerância, violência, diversidade e convivência com a diferença, em uma abordagem política.

CAIXA Cultural Fortaleza e a Petrobras apresentam, de 1 a 3 de setembro de 2017, o espetáculo Nós, do Grupo Galpão, uma das companhias mais importantes do cenário teatral brasileiro, que completa 35 anos de trajetória em 2017. Com direção de Marcio Abreu, esta é a 23ª e mais recente montagem do grupo sediado em Belo Horizonte (MG), que festeja a data em turnê por várias cidades do país e traz a peça pela primeira vez à capital cearense.

No palco, os atores Antonio Edson, Beto Franco, Eduardo Moreira, Júlio Maciel, Lydia Del Picchia, Paulo André e Teuda Bara celebram a vida, enquanto preparam a última sopa e debatem, sob um prisma político, questões do mundo contemporâneo – a intolerância, a violência, a diversidade, a convivência com a diferença. “O espetáculo Nós somos nós, o Galpão, esse coletivo que comemora 35 anos de existência e nós, seres humanos e artistas de teatro para lá dos 50, com suas perplexidades, questões, angústias, algumas esperanças e muitos nós”, explica o ator Eduardo Moreira, que assina a dramaturgia com o diretor Marcio Abreu.

 

Processo criativo

Para chegar nesse resultado, tudo começou em 2014, quando Marcio Abreu foi convidado para a direção de Nós. Na época, os atores se entregavam a exercícios solo, com o objetivo de contemplar desejos individuais e criar alternativas para um projeto coletivo. O diálogo e o confronto entre o coletivo e os anseios de cada artista se manifestavam de maneira urgente, num grupo de atores com mais de três décadas de convivência artística diária.

Assim que começaram os ensaios, em agosto de 2015, o diretor foi indagado sobre que tipo de espetáculo vislumbrava construir em parceria com o Galpão. A resposta foi direta e precisa: “um trabalho político”. Segundo o artista carioca, responsável pela direção de produções recentes como “Krum” e “projeto brasil”, ambos realizados em 2015 com a companhia brasileira de teatro, “o Galpão é um dos primeiros grupos de trabalho continuado, com patrocínio em longo prazo, planejamento, turnês internacionais e circulação por todo país”, e acrescenta: “em tanto tempo de estrada, o Grupo criou um centro cultural, o Galpão Cine Horto, onde muita gente se forma e se recicla, onde festivais acontecem, espetáculos de toda parte se apresentam, artistas se encontram, ideias são fomentadas e reverberam na cidade de Belo Horizonte e pelo Brasil afora. Por tudo isso, assumiu uma dimensão política e hoje  pertence ao imaginário teatral brasileiro como uma referência”.

Esse desejo essencial norteou a elaboração de uma dramaturgia própria, criada a partir de improvisos, tomando como tema a reação do coletivo de atores diante das pressões exercidas pelo mundo sobre cada um deles. Durante o processo, foi experimentado o significado de estar dentro e ser colocado para fora e vice-versa. Situações intimamente conectadas à utopia de se conviver com as diferenças, sem que fossem emitidos juízos de valor.

Os atores mergulharam ainda em diversas leituras de textos contemporâneos, como “Programa de Televisão” de Michel Vinaver e “Ódio à Democracia” de Jacques Rancière, entre outros. Marcio provocou questões que foram fundamentais para definir qual caminho seguir na estruturação do texto e da encenação: “o que podemos fazer juntos?” e “de que maneira respondemos ou reagimos ao mundo como ele nos chega hoje?”, perguntas às quais sempre recorria no decorrer dos ensaios.  Para o diretor, “buscar uma abordagem política num trabalho de criação é pensar não só no que dizer, mas como dizer, e nesse sentido, a forma dos textos é tão fundamental quanto o conteúdo. Assim podemos encontrar uma zona de diálogo mais intenso entre nós e entre nós e o mundo lá fora”.

Nesse contexto, a criação teatral seria um ato de pura incompletude, em que se faz necessário recomeçar sempre, mesmo que não se saiba nem como, nem por quê. “Obstinado como o próprio “fazer teatral”, ofício de que não desistimos nunca e continuamos em frente, mesmo que os tempos pareçam demasiado sombrios. Ato pelo qual esperamos sempre reafirmar que seguimos vivos, ato de reinvenção”, completa, Eduardo Moreira.

Diretor Marcio Abreu

Dramaturgo, diretor e ator. Fundador e integrante da Companhia Brasileira de Teatro, sediada em Curitiba. Desenvolve projetos de pesquisa e criação de dramaturgia própria, releitura de clássicos e encenação de autores contemporâneos inéditos no país. Realiza ações de intercâmbio com artistas do Brasil e da França. Escreveu uma versão de Os três porquinhos para a Commedie Française, dirigida por Thomas Quillardet, com temporada de estreia em 2012, em Paris. É autor de A história do rock por Raphaelle Bouchard, que estreou em Limoges, na França, também em 2012, com a Compagnie Jakart Mugiscué. Recebeu inúmeros prêmios e indicações. Entre eles o prêmio Bravo!, o prêmio Shell, o APCA, o prêmio Governador do Estado, no Paraná, o APTR e o Questão de Crítica. Foi escolhido pelo jornal Folha de São Paulo como personalidade teatral do ano, em 2012.

A Petrobras é patrocinadora do Grupo Galpão.

Bate-papo

No dia 2 de setembro, sábado, das 13h às 15h, o Grupo Galpão vai realizar um bate-papo, como forma de possibilitar a aproximação entre o público e o elenco da companhia, incentivando o desenvolvimento artístico e a troca de experiências. O encontro, que acontece no teatro da CAIXA Cultural Fortaleza, é voltado para artistas, grupos e interessados em artes cênicas, que queiram desenvolver seus conhecimentos na área. Entrada livre, sujeita à lotação do espaço.

Serviço:

TeatroNós, com Grupo Galpão (MG)

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Data: 1 a 3 de setembro de 2017

Horários: sexta-feira e sábado às 20h | domingo, às 19h

Duração: 90 minutos

Ingresso: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)

Classificação indicativa: 16 anos

Vendas a partir de 31/08, das 10h às 20h, na bilheteria do local

Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais
Serviço de manobrista gratuito no local

Paraciclo disponível no pátio interno

 

Bate-papo com o elenco do Grupo Galpão

Local: Teatro da CAIXA Cultural Fortaleza
Data: 
2 de setembro ( sábado)
Horário:  
de 13h às 15h
Entrada gratuita

Entrada livre, sujeita à lotação do espaço

 

 

Informações gerais | CAIXA Cultural Fortaleza:

(85) 3453-2770

 

 

 

 

Publicidade

Grupo Galpão comemora 35 anos e faz curta temporada do espetáculo Nós na Caixa Cultural Fortaleza

Por raquelsouza em Lançamento

27 de agosto de 2017

Esta é a mais recente montagem do grupo mineiro, que leva ao palco questões do mundo contemporâneo, como intolerância, violência, diversidade e convivência com a diferença, em uma abordagem política.

CAIXA Cultural Fortaleza e a Petrobras apresentam, de 1 a 3 de setembro de 2017, o espetáculo Nós, do Grupo Galpão, uma das companhias mais importantes do cenário teatral brasileiro, que completa 35 anos de trajetória em 2017. Com direção de Marcio Abreu, esta é a 23ª e mais recente montagem do grupo sediado em Belo Horizonte (MG), que festeja a data em turnê por várias cidades do país e traz a peça pela primeira vez à capital cearense.

No palco, os atores Antonio Edson, Beto Franco, Eduardo Moreira, Júlio Maciel, Lydia Del Picchia, Paulo André e Teuda Bara celebram a vida, enquanto preparam a última sopa e debatem, sob um prisma político, questões do mundo contemporâneo – a intolerância, a violência, a diversidade, a convivência com a diferença. “O espetáculo Nós somos nós, o Galpão, esse coletivo que comemora 35 anos de existência e nós, seres humanos e artistas de teatro para lá dos 50, com suas perplexidades, questões, angústias, algumas esperanças e muitos nós”, explica o ator Eduardo Moreira, que assina a dramaturgia com o diretor Marcio Abreu.

 

Processo criativo

Para chegar nesse resultado, tudo começou em 2014, quando Marcio Abreu foi convidado para a direção de Nós. Na época, os atores se entregavam a exercícios solo, com o objetivo de contemplar desejos individuais e criar alternativas para um projeto coletivo. O diálogo e o confronto entre o coletivo e os anseios de cada artista se manifestavam de maneira urgente, num grupo de atores com mais de três décadas de convivência artística diária.

Assim que começaram os ensaios, em agosto de 2015, o diretor foi indagado sobre que tipo de espetáculo vislumbrava construir em parceria com o Galpão. A resposta foi direta e precisa: “um trabalho político”. Segundo o artista carioca, responsável pela direção de produções recentes como “Krum” e “projeto brasil”, ambos realizados em 2015 com a companhia brasileira de teatro, “o Galpão é um dos primeiros grupos de trabalho continuado, com patrocínio em longo prazo, planejamento, turnês internacionais e circulação por todo país”, e acrescenta: “em tanto tempo de estrada, o Grupo criou um centro cultural, o Galpão Cine Horto, onde muita gente se forma e se recicla, onde festivais acontecem, espetáculos de toda parte se apresentam, artistas se encontram, ideias são fomentadas e reverberam na cidade de Belo Horizonte e pelo Brasil afora. Por tudo isso, assumiu uma dimensão política e hoje  pertence ao imaginário teatral brasileiro como uma referência”.

Esse desejo essencial norteou a elaboração de uma dramaturgia própria, criada a partir de improvisos, tomando como tema a reação do coletivo de atores diante das pressões exercidas pelo mundo sobre cada um deles. Durante o processo, foi experimentado o significado de estar dentro e ser colocado para fora e vice-versa. Situações intimamente conectadas à utopia de se conviver com as diferenças, sem que fossem emitidos juízos de valor.

Os atores mergulharam ainda em diversas leituras de textos contemporâneos, como “Programa de Televisão” de Michel Vinaver e “Ódio à Democracia” de Jacques Rancière, entre outros. Marcio provocou questões que foram fundamentais para definir qual caminho seguir na estruturação do texto e da encenação: “o que podemos fazer juntos?” e “de que maneira respondemos ou reagimos ao mundo como ele nos chega hoje?”, perguntas às quais sempre recorria no decorrer dos ensaios.  Para o diretor, “buscar uma abordagem política num trabalho de criação é pensar não só no que dizer, mas como dizer, e nesse sentido, a forma dos textos é tão fundamental quanto o conteúdo. Assim podemos encontrar uma zona de diálogo mais intenso entre nós e entre nós e o mundo lá fora”.

Nesse contexto, a criação teatral seria um ato de pura incompletude, em que se faz necessário recomeçar sempre, mesmo que não se saiba nem como, nem por quê. “Obstinado como o próprio “fazer teatral”, ofício de que não desistimos nunca e continuamos em frente, mesmo que os tempos pareçam demasiado sombrios. Ato pelo qual esperamos sempre reafirmar que seguimos vivos, ato de reinvenção”, completa, Eduardo Moreira.

Diretor Marcio Abreu

Dramaturgo, diretor e ator. Fundador e integrante da Companhia Brasileira de Teatro, sediada em Curitiba. Desenvolve projetos de pesquisa e criação de dramaturgia própria, releitura de clássicos e encenação de autores contemporâneos inéditos no país. Realiza ações de intercâmbio com artistas do Brasil e da França. Escreveu uma versão de Os três porquinhos para a Commedie Française, dirigida por Thomas Quillardet, com temporada de estreia em 2012, em Paris. É autor de A história do rock por Raphaelle Bouchard, que estreou em Limoges, na França, também em 2012, com a Compagnie Jakart Mugiscué. Recebeu inúmeros prêmios e indicações. Entre eles o prêmio Bravo!, o prêmio Shell, o APCA, o prêmio Governador do Estado, no Paraná, o APTR e o Questão de Crítica. Foi escolhido pelo jornal Folha de São Paulo como personalidade teatral do ano, em 2012.

A Petrobras é patrocinadora do Grupo Galpão.

Bate-papo

No dia 2 de setembro, sábado, das 13h às 15h, o Grupo Galpão vai realizar um bate-papo, como forma de possibilitar a aproximação entre o público e o elenco da companhia, incentivando o desenvolvimento artístico e a troca de experiências. O encontro, que acontece no teatro da CAIXA Cultural Fortaleza, é voltado para artistas, grupos e interessados em artes cênicas, que queiram desenvolver seus conhecimentos na área. Entrada livre, sujeita à lotação do espaço.

Serviço:

TeatroNós, com Grupo Galpão (MG)

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Data: 1 a 3 de setembro de 2017

Horários: sexta-feira e sábado às 20h | domingo, às 19h

Duração: 90 minutos

Ingresso: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)

Classificação indicativa: 16 anos

Vendas a partir de 31/08, das 10h às 20h, na bilheteria do local

Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais
Serviço de manobrista gratuito no local

Paraciclo disponível no pátio interno

 

Bate-papo com o elenco do Grupo Galpão

Local: Teatro da CAIXA Cultural Fortaleza
Data: 
2 de setembro ( sábado)
Horário:  
de 13h às 15h
Entrada gratuita

Entrada livre, sujeita à lotação do espaço

 

 

Informações gerais | CAIXA Cultural Fortaleza:

(85) 3453-2770