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Psicologia em Pauta

por Pâmela Souza Lima

pais

Automutilação na adolescência é um sinal de alerta!

Por Pâmela Lima em Psicologia

06 de junho de 2017

A automutilação é definida pelo ato de promover agressões ao próprio corpo sem intenção consciente de suicídio. Na verdade, o desejo é conseguir substituir por uma dor física, alguma forte dor emocional com a qual o jovem não consegue lidar. As principais formas de automutilação são através de cortes (com faca, canivete, lâmina de barbear ou até lâmina de apontador), queimaduras, mordidas, chutes e pancadas em si mesmo, e furos com agulhas.

As causas desses comportamentos autodestrutivos estão normalmente associadas a questões emocionais tais como depressão, ansiedade, ou transtornos como o de Personalidade Boderline ou Bipolar. Normalmente observamos esses comportamentos em jovens com dificuldades de se socializar e de se expressar, bem como com problemas de autoestima, o que o faz acreditar ser merecedor dessas punições.

É muito importante que os pais estejam atentos pois esse não é um movimento para chamar atenção, é o indicativo de uma situação grave e que requer intervenção. Os jovens costumam tentar esconder as marcas da automutilação justamente para que possam continuar a usar esse “analgésico”, e acabam por construir rituais de autoagressão. A conduta diante desse jovem deve ser de acolhimento da sua dor emocional e do encaminhamento imediato para profissionais que possam conduzir o tratamento, como psicólogo e psiquiatra.


Pâmela Lima PsicólogaCRP 11/04056.
Contato: (85) 9.8784 8736
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Divórcio dos pais: apesar das mudanças, ainda há uma família!

Por Pâmela Lima em Comportamento, Família, Filhos, Infância, Psicologia, Reflexão, Relacionamentos

30 de Maio de 2017

O divórcio de um casal é sempre uma situação dolorosa para a família, em especial para os filhos. Muitos são os sentimentos envolvidos nessa fase, e há a necessidade de mudanças e adaptações.

Diante desse novo cenário, é natural que as crianças busquem sua forma de mostrar como estão se sentindo, e essa maneira de reagir normalmente se apresenta com comportamentos pouco adequados e que impactam em sua rotina escolar, familiar, social e emocional, variando de acordo com cada faixa etária. São reações comuns o sentimento de culpa, a sensação de solidão e carência, quedas no rendimento escolar, agressividade, retraimento, dentre outras.

Aos pais:

– É importante que estejam atentos para evitar que as crianças presenciem momentos de hostilidade entre o casal, evitando envolvê-las no conflito dos adultos;
– Ter uma comunicação aberta e adequada a idade dos pequenos também é fundamental, pois isso esclarece o entendimento e evita que a criança se sinta culpada pelo que está acontecendo;
– Os pequenos precisam se sentir seguros e amados apesar dessa mudança na estrutura familiar, e isso requer entendimento do casal de que as funções materna e paterna vão continuar existindo;
– Busquem coerência nas decisões sobre a educação da criança, pois elas precisam de estabilidade para desenvolver sua identidade e autonomia;
– Sobre a existência de dois lares, é fundamental estabelecer uma rotina para facilitar a adaptação dos pequenos à nova configuração familiar.

O mais importante é que todos entendam que, apesar das mudanças, ainda há uma família!


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O Bullying pode levar ao suicídio!

Por Pâmela Lima em Comportamento, Família, Filhos, Infância, Psicologia, Relacionamentos

10 de Maio de 2017

 

Em virtude da série “13 Reasons Why” voltaram à tona com grande força os temas do bullying e do suicídio, e essa é uma excelente oportunidade para mais uma vez refletirmos sobre esses temas.

O Bullying é um tipo de agressão normalmente gratuita e intencional, ou seja, o agressor tem a intenção de ferir e humilhar o outro mesmo sem que haja uma provocação ou motivo aparente. Esse comportamento agressivo pode acontecer de diversas formas: física, verbal, social, virtual, dentre outras, sendo a agressão emocional a de maior impacto em crianças e adolescentes. São exemplos de bullying humilhar ou depreciar a criança na frente dos colegas, apontar ou olhar insistentemente para a criança rindo ou fazendo gestos obscenos, excluir, isolar ou marginalizar, fazer chantagem emocional, além de muitas outras situações. É importante esclarecer que os conflitos na juventude são normais, e até saudáveis, pois ensinam a lidar com as dificuldades do dia a dia. No entanto, numa situação de bullying nós temos uma pessoa totalmente no papel de vítima, e outra totalmente no papel de agressor, e não duas pessoas em condição de igualdade vivenciando e resolvendo seus conflitos, ou seja, há desequilíbrio de poder, intenção de ferir ou humilhar, e a ameaça de continuidade da agressão, que são os três sinais mais comuns de bullying. Os pais devem estar atentos aos sinais de mudança de comportamentos que podem indicar que a criança ou o adolescente estejam sofrendo bullying, são eles: isolamento, tristeza, vontade de não ir mais à escola, pedir para mudar de turma, queda no rendimento escolar, sintomas físicos, dentre outros. Após identificada a situação, além de levar o assunto à escola para buscar as soluções, o encaminhando para a psicoterapia também se faz importantíssimo, para que a criança ou o adolescente possam novamente se fortalecer emocionalmente, resgatar sua autoestima e retomar seu caminho. Quando uma situação de bullying não é identificada e tratada de maneira adequada pode sim desencadear na atitude extrema do suicídio.

O suicídio é um gesto de autodestruição, um desejo de acabar com a própria vida quando não se consegue visualizar saídas para o sofrimento. Essas pessoas normalmente estão envoltas em uma necessidade profunda de obter paz, de sair de uma situação ruim para a qual não estão encontrando solução. É muito importante destacar que o suicídio não está necessariamente ligado a uma doença mental, ele é resultado de uma situação de crise, e que pode ser superada. Essas pessoas podem sim receber ajuda e reverter o desejo de morte, fortalecendo suas intenções de lutar pela vida. Então o que podemos fazer diante disso?

– Falar sobre o assunto: O bullying e o suicídio infelizmente ainda são tabus. Trazer o tema para discussão em casa e nos contextos sociais gera informação, e ajuda na prevenção e no suporte às pessoas que sofrem com essa questão;

– Observar: É muito importante que os pais e os profissionais de educação estejam atentos às mudanças de comportamentos das crianças e dos jovens e que deem credibilidade ao que dizem e sentem. Eles dão os sinais, mais é preciso olhar atento, escuta e sensibilidade para perceber.

– Acolher: As pessoas que sofrem com bullying e possuem pensamentos suicidas normalmente se sentem sozinhas e sem abertura para falar sobre seus pensamentos e sentimentos, então busque uma atitude de empatia e acolhimento.

– Encaminhar para ajuda especializada: Acolher alguém que demonstra fragilidade em um momento crítico é o primeiro passo, mas daí é importante que a criança ou o adolescente seja encaminhado a um profissional especializado para que possa de fato falar sobre seus sentimentos e buscar a melhoria do seu estado interior.


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O Bullying pode levar ao suicídio!

Por Pâmela Lima em Comportamento, Família, Filhos, Infância, Psicologia, Relacionamentos

10 de Maio de 2017

 

Em virtude da série “13 Reasons Why” voltaram à tona com grande força os temas do bullying e do suicídio, e essa é uma excelente oportunidade para mais uma vez refletirmos sobre esses temas.

O Bullying é um tipo de agressão normalmente gratuita e intencional, ou seja, o agressor tem a intenção de ferir e humilhar o outro mesmo sem que haja uma provocação ou motivo aparente. Esse comportamento agressivo pode acontecer de diversas formas: física, verbal, social, virtual, dentre outras, sendo a agressão emocional a de maior impacto em crianças e adolescentes. São exemplos de bullying humilhar ou depreciar a criança na frente dos colegas, apontar ou olhar insistentemente para a criança rindo ou fazendo gestos obscenos, excluir, isolar ou marginalizar, fazer chantagem emocional, além de muitas outras situações. É importante esclarecer que os conflitos na juventude são normais, e até saudáveis, pois ensinam a lidar com as dificuldades do dia a dia. No entanto, numa situação de bullying nós temos uma pessoa totalmente no papel de vítima, e outra totalmente no papel de agressor, e não duas pessoas em condição de igualdade vivenciando e resolvendo seus conflitos, ou seja, há desequilíbrio de poder, intenção de ferir ou humilhar, e a ameaça de continuidade da agressão, que são os três sinais mais comuns de bullying. Os pais devem estar atentos aos sinais de mudança de comportamentos que podem indicar que a criança ou o adolescente estejam sofrendo bullying, são eles: isolamento, tristeza, vontade de não ir mais à escola, pedir para mudar de turma, queda no rendimento escolar, sintomas físicos, dentre outros. Após identificada a situação, além de levar o assunto à escola para buscar as soluções, o encaminhando para a psicoterapia também se faz importantíssimo, para que a criança ou o adolescente possam novamente se fortalecer emocionalmente, resgatar sua autoestima e retomar seu caminho. Quando uma situação de bullying não é identificada e tratada de maneira adequada pode sim desencadear na atitude extrema do suicídio.

O suicídio é um gesto de autodestruição, um desejo de acabar com a própria vida quando não se consegue visualizar saídas para o sofrimento. Essas pessoas normalmente estão envoltas em uma necessidade profunda de obter paz, de sair de uma situação ruim para a qual não estão encontrando solução. É muito importante destacar que o suicídio não está necessariamente ligado a uma doença mental, ele é resultado de uma situação de crise, e que pode ser superada. Essas pessoas podem sim receber ajuda e reverter o desejo de morte, fortalecendo suas intenções de lutar pela vida. Então o que podemos fazer diante disso?

– Falar sobre o assunto: O bullying e o suicídio infelizmente ainda são tabus. Trazer o tema para discussão em casa e nos contextos sociais gera informação, e ajuda na prevenção e no suporte às pessoas que sofrem com essa questão;

– Observar: É muito importante que os pais e os profissionais de educação estejam atentos às mudanças de comportamentos das crianças e dos jovens e que deem credibilidade ao que dizem e sentem. Eles dão os sinais, mais é preciso olhar atento, escuta e sensibilidade para perceber.

– Acolher: As pessoas que sofrem com bullying e possuem pensamentos suicidas normalmente se sentem sozinhas e sem abertura para falar sobre seus pensamentos e sentimentos, então busque uma atitude de empatia e acolhimento.

– Encaminhar para ajuda especializada: Acolher alguém que demonstra fragilidade em um momento crítico é o primeiro passo, mas daí é importante que a criança ou o adolescente seja encaminhado a um profissional especializado para que possa de fato falar sobre seus sentimentos e buscar a melhoria do seu estado interior.


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