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Psicologia em Pauta

por Pâmela Souza Lima

casamento

Não apenas o amor, mas nossos medos também nos mantêm em alguns relacionamentos, ou longe deles.

Por Pâmela Lima em Relacionamentos

23 de outubro de 2017

Quantas vezes recebo no consultório pessoas que trazem suas angústias refentes aos relacionamentos amorosos. As demandas são diversas, por vezes em virtude de um rompimento, traições afetivas, relacionamentos abusivos, dificuldades em se firmar em algumas relações que poderiam ser bacanas, ou o oposto, dificuldades de sair de relações que já não são nutritivas, os motivos são muitos.

Quando vamos nos aprofundando no processo terapêutico, e caminhando nas reflexões e no andamento do autoconhecimento, muitas vezes encontramos nas raízes dessas angústias não apenas as dores referentes aos processos de perdas afetivas, mas uma série de medos e inseguranças que trazem situações de sofrimento.

Quando nos permitimos esse mergulho em nossa própria estória de vida, é possível encontrar, reconhecer e transformar as limitações que permeiam os insucessos afetivos, tais como o medo de ficar sozinho, medo de ser abandonado, medo de ser traído, medo de não ser aceito, medo de errar, além das crenças que vamos alimentando socialmente ao longo da vida.

Quando entramos em uma relação com toda a nossa carga de medos e inseguranças, já chegamos pesados. Quando depositamos no parceiro a esperança de não ficar sozinho, por exemplo, já estamos iniciando uma relação com propósitos distorcidos. E isso tudo pode caminhar para situações de insucesso, solidão ou relações abusivas.

Então, se você percebe que alguns ciclos afetivos estão se repetindo em sua vida, e isso não está te fazendo feliz, talvez a solução não esteja na mudança do parceiro amoroso, e sim na sua transformação pessoal!


Pâmela Lima Psicóloga – CRP 11/04056.
Contato: (85) 9.8784 8736
Insta: https://www.instagram.com/pamelalimapsicologa/
Facebookhttp://www.facebook.com/pamelalimapsicologa
Avenida Dom Luís, 500, Aldeota.

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Lidando com a dor do ROMPIMENTO.

Por Pâmela Lima em Comportamento, Família, Psicologia, Relacionamentos

02 de Maio de 2017

Muitos são os sentimentos envolvidos durante o rompimento de uma relação. Mesmo quando um relacionamento a dois já não vai bem, o fim daquela união representa sempre um processo de quebra de um projeto de vida, representa um luto pela perda do objeto de amor, e enquanto tal, normalmente vem acompanhado de dores emocionais, e por vezes até físicas, impactando em alguns casos no apetite e no sono.

As emoções que emergem nesse momento normalmente são de tristeza, raiva, solidão, desamparo e culpa, dentre outras, e viver essa etapa do sofrimento faz parte do processo, no entanto há uma grande diferença entre lidar com o sofrimento no sentido de encontrar caminhos para a superação, e criar rituais para cultivar essa dor. Não é um caminho saudável ficar remoendo o passado, ou mesmo adiar questões práticas como a separação dos objetos e rotinas comuns ao casal, assim como não é interessante assumir atitudes drásticas e imediatas, como a busca de um novo amor para substituir o laço que se foi. Pelo contrário, esse tipo de atitude muito mais se assemelha a um processo de fuga, que adiará ainda mais a reconstrução dessa perda afetiva.

Para auxiliar nesse momento delicado da separação, o primeiro passo é exatamente a aceitação dessa circunstância. Aceitar, em parte significa também usar essa situação como oportunidade de se reavaliar, não com sentimento de culpa, mas como sujeito responsável pela construção e manutenção dos seus laços afetivos. A superação do rompimento também está bastante ligada às demais fontes de afeto e de alegria que cada sujeito possui ao seu redor. Poder dispor do carinho dos amigos e da família, bem como poder alimentar as demais áreas da sua vida que lhe dão sentido (social, cultural, profissional…) também são fundamentais nesse momento. Porém, se você percebe que, mesmo com todo o apoio, está sendo mais doloroso do que consegue dar conta, talvez seja o momento de buscar ajuda de um profissional.

Pâmela Lima PsicólogaCRP 11/04056.
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Insta: https://www.instagram.com/pamelalimapsicologa/
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Avenida Dom Luís, 500, sala 1005, Aldeota.

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Lidando com a dor do ROMPIMENTO.

Por Pâmela Lima em Comportamento, Família, Psicologia, Relacionamentos

02 de Maio de 2017

Muitos são os sentimentos envolvidos durante o rompimento de uma relação. Mesmo quando um relacionamento a dois já não vai bem, o fim daquela união representa sempre um processo de quebra de um projeto de vida, representa um luto pela perda do objeto de amor, e enquanto tal, normalmente vem acompanhado de dores emocionais, e por vezes até físicas, impactando em alguns casos no apetite e no sono.

As emoções que emergem nesse momento normalmente são de tristeza, raiva, solidão, desamparo e culpa, dentre outras, e viver essa etapa do sofrimento faz parte do processo, no entanto há uma grande diferença entre lidar com o sofrimento no sentido de encontrar caminhos para a superação, e criar rituais para cultivar essa dor. Não é um caminho saudável ficar remoendo o passado, ou mesmo adiar questões práticas como a separação dos objetos e rotinas comuns ao casal, assim como não é interessante assumir atitudes drásticas e imediatas, como a busca de um novo amor para substituir o laço que se foi. Pelo contrário, esse tipo de atitude muito mais se assemelha a um processo de fuga, que adiará ainda mais a reconstrução dessa perda afetiva.

Para auxiliar nesse momento delicado da separação, o primeiro passo é exatamente a aceitação dessa circunstância. Aceitar, em parte significa também usar essa situação como oportunidade de se reavaliar, não com sentimento de culpa, mas como sujeito responsável pela construção e manutenção dos seus laços afetivos. A superação do rompimento também está bastante ligada às demais fontes de afeto e de alegria que cada sujeito possui ao seu redor. Poder dispor do carinho dos amigos e da família, bem como poder alimentar as demais áreas da sua vida que lhe dão sentido (social, cultural, profissional…) também são fundamentais nesse momento. Porém, se você percebe que, mesmo com todo o apoio, está sendo mais doloroso do que consegue dar conta, talvez seja o momento de buscar ajuda de um profissional.

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