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Psicologia em Pauta

por Pâmela Souza Lima

alimentação

“Meu filho só com feijão preto, se for outro ele rejeita!” Entenda o Transtorno Alimentar Evitativo que atinge muitas crianças.

Por Pâmela Lima em Saúde

26 de junho de 2017

No atendimento infantil muitas vezes recebemos pais angustiados com a seletividade alimentar dos seus filhos. Há situações que são normais, é natural que a criança tenha suas preferências, que seja influenciada pelo ambiente social, familiar e escolar, e que isso vá direcionando suas escolhas.

No entanto, essa seletividade pode se agravar e caracterizar o que chamamos de Transtorno Alimentar Restritivo Evitativo – TARE, que tem como sintoma um comportamento de esquiva ou restrição na ingestão alimentar. As crianças portadoras desse transtorno normalmente elegem em torno de 10 alimentos para seu consumo, e podem vir a rejeitar famílias inteiras como frutas ou verduras, selecionando e/ou rejeitando por cor, textura e cheiro, e evitando fortemente conhecer novos alimentos.

Normalmente o TARE aparece em idade pré-escolar, com maior prevalência em meninos. Para firmar o diagnóstico é necessário que os sintomas sejam observados por pelo menos 2 anos (seletividade, desinteresse e recusa alimentar, pouco apetite), acompanhado de claro prejuízo nutricional, embora na maioria das vezes a criança mantenha peso e altura adequados.

Além do prejuízo funcional, normalmente há grande prejuízo social e emocional, e por isso o tratamento deve ser multiprofissional, incluindo médico, nutricionista e psicólogo.


Pâmela Lima PsicólogaCRP 11/04056.
Contato: (85) 9.8784 8736
Insta: https://www.instagram.com/pamelalimapsicologa/
Facebook: http://www.facebook.com/pamelalimapsicologa
Avenida Dom Luís, 500, Aldeota.

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Obesidade Infantil e os Aspectos Emocionais

Por Pâmela Lima em Família, Filhos, Infância, Saúde

16 de Maio de 2017

Atualmente a obesidade infantil atinge índices de epidemia no Brasil e, segundo o IBGE, 15% das crianças entre 5 e 9 anos de idade estão obesas. As causas para a obesidade infantil são diversas e complexas, passando por aspectos genéticos, metabólicos, comportamentais, culturais e sociais, e daí a necessidade de o tratamento precisar de uma equipe multidisciplinar e do elevado envolvimento da família.

 
As questões emocionais entram neste cenário podendo tanto aparecer como fator desencadeador da obesidade, e também como consequência da dificuldade da manutenção do peso. As crianças que sofrem de algum transtorno alimentar, possuem uma relação emocional com a comida, e a utilizam normalmente como ferramenta de enfrentamento de suas angústias e tristezas. Daí cria-se um ciclo: a criança está obesa – tem sua autoestima fragilizada – sente-se triste por isso – busca refúgio na comida – tem mais dificuldade de controlar o peso – e por aí vai.

Sabemos que o papel da família é de fundamental importância nesse processo, pois o processo de educação alimentar começa em casa, mas é interessante que os pais fiquem atentos ao momento de buscar ajuda profissional.


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Obesidade Infantil e os Aspectos Emocionais

Por Pâmela Lima em Família, Filhos, Infância, Saúde

16 de Maio de 2017

Atualmente a obesidade infantil atinge índices de epidemia no Brasil e, segundo o IBGE, 15% das crianças entre 5 e 9 anos de idade estão obesas. As causas para a obesidade infantil são diversas e complexas, passando por aspectos genéticos, metabólicos, comportamentais, culturais e sociais, e daí a necessidade de o tratamento precisar de uma equipe multidisciplinar e do elevado envolvimento da família.

 
As questões emocionais entram neste cenário podendo tanto aparecer como fator desencadeador da obesidade, e também como consequência da dificuldade da manutenção do peso. As crianças que sofrem de algum transtorno alimentar, possuem uma relação emocional com a comida, e a utilizam normalmente como ferramenta de enfrentamento de suas angústias e tristezas. Daí cria-se um ciclo: a criança está obesa – tem sua autoestima fragilizada – sente-se triste por isso – busca refúgio na comida – tem mais dificuldade de controlar o peso – e por aí vai.

Sabemos que o papel da família é de fundamental importância nesse processo, pois o processo de educação alimentar começa em casa, mas é interessante que os pais fiquem atentos ao momento de buscar ajuda profissional.


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