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Psicologia em Pauta

por Pâmela Souza Lima

adolescência

Estabelecendo limites com os adolescentes.

Por Pâmela Lima em Filhos

20 de julho de 2017

A fase da adolescência costuma ser muito temida pelos pais por conta das dúvidas sobre como proceder com os jovens, até onde devem ir os limites, e outras questões semelhantes. De fato, esse momento requer nosso cuidado pois, ao passo que na infância as crianças são como “esponjinhas”, captando tudo ao seu redor, na adolescência precisamos que os jovens sejam “filtros”, e saibam conduzir algumas escolhas pautados na educação e nos valores que receberam até ali.

Essa etapa traz angústia aos pais porque é o momento em que, ao mesmo tempo, por um lado temos os adolescentes predispostos a testar seus limites e questionar as regras, e do outro lado os pais com um poder mais reduzido sobre os filhos, diferente do pque era na infância. O interessante nesse momento é que o diálogo seja a principal ferramenta, e que haja um canal de comunicação aberto para a construção e discussão das regras, no entanto, sem que os pais percam a sua autoridade na hora de dizer o NÃO, e que consigam ser firmes nessa decisão, evitando a banalização desse processo. É natural que hajam questionamentos e até algumas tentativas de burlar o que foi combinado, mas isso faz parte do processo de amadurecimento, e por isso é tão importante que os pais estejam seguros nessa condução.

O que permitir e o que não permitir é algo muito particular de cada núcleo familiar, mas um bom norteador é: dar autonomia para o adolescente apenas sobre aquilo que ele pode dar conta das consequências. Por exemplo: ele pode escolher que horas deseja dormir, desde que no dia seguinte honre com seus compromissos escolares. E se não conseguir, as consequências combinadas devem ser aplicadas. Por outro lado, ele não deve ter livre escolha sobre os lugares onde frequentar à noite, por exemplo, pois se forem lugares perigosos ou impróprios para a idade não são situações que ele tem condições de dar conta das consequências sozinho, como uma situação de violência ou problemas com a polícia.

O grande desafio dos pais nessa fase é equilibrar afeto com limites, e se fazerem presentes e participativos. Sabemos que não é uma tarefa fácil, mas é necessária, pois os adolescentes ainda precisam MUITO dos pais para trilhar seu caminho de amadurecimento para a vida adulta.


Pâmela Lima Psicóloga – CRP 11/04056.
Contato: (85) 9.8784 8736
Insta: https://www.instagram.com/pamelalimapsicologa/
Facebookhttp://www.facebook.com/pamelalimapsicologa
Avenida Dom Luís, 500, Aldeota.

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Estabelecendo limites com os adolescentes.

Por Pâmela Lima em Filhos

20 de julho de 2017

A fase da adolescência costuma ser muito temida pelos pais por conta das dúvidas sobre como proceder com os jovens, até onde devem ir os limites, e outras questões semelhantes. De fato, esse momento requer nosso cuidado pois, ao passo que na infância as crianças são como “esponjinhas”, captando tudo ao seu redor, na adolescência precisamos que os jovens sejam “filtros”, e saibam conduzir algumas escolhas pautados na educação e nos valores que receberam até ali.

Essa etapa traz angústia aos pais porque é o momento em que, ao mesmo tempo, por um lado temos os adolescentes predispostos a testar seus limites e questionar as regras, e do outro lado os pais com um poder mais reduzido sobre os filhos, diferente do pque era na infância. O interessante nesse momento é que o diálogo seja a principal ferramenta, e que haja um canal de comunicação aberto para a construção e discussão das regras, no entanto, sem que os pais percam a sua autoridade na hora de dizer o NÃO, e que consigam ser firmes nessa decisão, evitando a banalização desse processo. É natural que hajam questionamentos e até algumas tentativas de burlar o que foi combinado, mas isso faz parte do processo de amadurecimento, e por isso é tão importante que os pais estejam seguros nessa condução.

O que permitir e o que não permitir é algo muito particular de cada núcleo familiar, mas um bom norteador é: dar autonomia para o adolescente apenas sobre aquilo que ele pode dar conta das consequências. Por exemplo: ele pode escolher que horas deseja dormir, desde que no dia seguinte honre com seus compromissos escolares. E se não conseguir, as consequências combinadas devem ser aplicadas. Por outro lado, ele não deve ter livre escolha sobre os lugares onde frequentar à noite, por exemplo, pois se forem lugares perigosos ou impróprios para a idade não são situações que ele tem condições de dar conta das consequências sozinho, como uma situação de violência ou problemas com a polícia.

O grande desafio dos pais nessa fase é equilibrar afeto com limites, e se fazerem presentes e participativos. Sabemos que não é uma tarefa fácil, mas é necessária, pois os adolescentes ainda precisam MUITO dos pais para trilhar seu caminho de amadurecimento para a vida adulta.


Pâmela Lima Psicóloga – CRP 11/04056.
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