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Psicologia em Pauta

por Pâmela Souza Lima

Crianças têm amigos, e não namorados!

Por Pâmela Lima em Filhos

11 de julho de 2017

É natural que por volta dos 4 ou 5 anos o universo feminino e masculino na infância comecem a se misturar. Nesse momento, a criança que antes normalmente só brincava com alguém do mesmo sexo passar a diversificar o seus laços de amizade e nessa oportunidade podem surgir aquelas brincadeiras do tipo a “Clarinha está namorando o João”.

É natural que os pais, por estarem sempre envolvidos nas novas descobertas dos filhos, levem essa brincadeira também com leveza e por vezes caiam na armadilha de incentivar essa relação de “namoro”. E aí nesse momento por vezes não apenas há um movimento de achar fofinho ou engraçado, mas as vezes os pais embalam nessa brincadeira e até compram um presente de namorados, ou prometem o filho ou a filha em namoro ou até em casamento futuro por algum coleguinha.

E nessa situação é importante que nós entendamos que, como adultos, nós temos clareza de que aquilo é apenas uma brincadeira, mas a criança nos tem como referencial, então qualquer coisa dita por nós tem um peso para os pequenos e por isso precisamos cuidar. Sendo assim, quando o filho ou filha chegar em casa trazendo essa brincadeira de namoro é muito importante que nós possamos esclarecer que o namoro é uma etapa que ele vai viver quando se tornar grande, que nesse momento o que ele tem são amigos, ou melhores amigos, mas que um namoro é uma relação para uma outra etapa da vida.

Por mais que pareça fofinho e até inofensivo, devemos cuidar para não antecipar essas etapas aos nossos pequenos. É o momento deles de brincar, de fazer amizades, de ampliar os vínculos e não e se envolver em uma relação afetiva dessa natureza.


Pâmela Lima Psicóloga – CRP 11/04056.
Contato: (85) 9.8784 8736
Insta: https://www.instagram.com/pamelalimapsicologa/
Facebookhttp://www.facebook.com/pamelalimapsicologa
Avenida Dom Luís, 500, Aldeota.

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Crianças têm amigos, e não namorados!

Por Pâmela Lima em Filhos

11 de julho de 2017

É natural que por volta dos 4 ou 5 anos o universo feminino e masculino na infância comecem a se misturar. Nesse momento, a criança que antes normalmente só brincava com alguém do mesmo sexo passar a diversificar o seus laços de amizade e nessa oportunidade podem surgir aquelas brincadeiras do tipo a “Clarinha está namorando o João”.

É natural que os pais, por estarem sempre envolvidos nas novas descobertas dos filhos, levem essa brincadeira também com leveza e por vezes caiam na armadilha de incentivar essa relação de “namoro”. E aí nesse momento por vezes não apenas há um movimento de achar fofinho ou engraçado, mas as vezes os pais embalam nessa brincadeira e até compram um presente de namorados, ou prometem o filho ou a filha em namoro ou até em casamento futuro por algum coleguinha.

E nessa situação é importante que nós entendamos que, como adultos, nós temos clareza de que aquilo é apenas uma brincadeira, mas a criança nos tem como referencial, então qualquer coisa dita por nós tem um peso para os pequenos e por isso precisamos cuidar. Sendo assim, quando o filho ou filha chegar em casa trazendo essa brincadeira de namoro é muito importante que nós possamos esclarecer que o namoro é uma etapa que ele vai viver quando se tornar grande, que nesse momento o que ele tem são amigos, ou melhores amigos, mas que um namoro é uma relação para uma outra etapa da vida.

Por mais que pareça fofinho e até inofensivo, devemos cuidar para não antecipar essas etapas aos nossos pequenos. É o momento deles de brincar, de fazer amizades, de ampliar os vínculos e não e se envolver em uma relação afetiva dessa natureza.


Pâmela Lima Psicóloga – CRP 11/04056.
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