Publicidade

Psicologia em Pauta

por Pâmela Souza Lima

Sem categoria

Será que é só birra?

Por Pâmela Lima em Sem categoria

18 de Abril de 2017

Mamães e papais, vocês já ouviram falar no Transtorno Desafiador de Oposição?

Pois bem, ele acontece durante a infância e adolescência e se caracteriza por um padrão global de desobediência, desafio e comportamento hostil. As crianças e jovens com esse perfil normalmente se envolvem em discussões frequentes com os adultos, se opõem a seguir regras, são agressivos, apresentam comportamento vingativo, perdem o controle facilmente diante de frustrações e não aceitam as responsabilidades pelo seu mal comportamento.

Normalmente as causas para o TDO passam por aspectos hormonais, genéticos e neurofuncionais, e podem ser reforçadas pelo ambiente familiar no qual a criança ou adolescente está inserido. É importante deixar claro que nessa fase as birras e crises de mau humor são comuns e naturais, no entanto é importante ficar atento ao momento em que esses comportamentos ganham contornos mais severos, pois essa é a hora de buscar ajuda.

Pâmela Lima PsicólogaCRP 11/04056.
Contato: (85) 9.8784 8736
Insta: https://www.instagram.com/pamelalimapsicologa/
Facebook: http://www.facebook.com/pamelalimapsicologa
Avenida Dom Luís, 500, sala 1005, Aldeota.

Publicidade

Crises de Ansiedade!

Por Pâmela Lima em Sem categoria

14 de Março de 2017

Como lidar com as crises de ansiedade:
É importante, em um primeiro momento, que saibamos que existem diferenças entre a ansiedade que é saudável, e que faz parte da nossa condição humana, e daquela ultrapassa os limites passando a ser algo adoecedor e gerando prejuízos para a rotina e para a saúde emocional de quem a vive.
Para quem sofre de algum transtorno de ansiedade, as crises podem acontecer sem aviso prévio, diante de algum impacto emocional ou fator estressante. A sensação de alguém que está em crise é claramente de que algo grave está acontecendo em seu organismo, e de que ela vai ter algum mal súbito. Essa sensação de aceleração cardíaca, aumento da pressão sanguínea, suor excessivo, dificuldade de respirar e elevada adrenalina é o movimento do nosso cérebro interpretando que há um grande risco iminente do qual precisamos nos defender, e somado a isso vem os pensamentos negativos e catastróficos. Se, além disso, ainda há alguém do lado que não sabe como lidar com a situação e lhe diz “isso não é nada” ou “deixe de besteira”, a situação se torna ainda mais delicada.

Então, se você está ao lado de alguém que está sofrendo uma crise de ansiedade e quer ajudar, esteja atento a estes pontos:
1. Para quem sofre um ataque de ansiedade, todos os sintomas são reais e intensos, e o que ela precisa é de acolhimento e compreensão, então não insinue que essa pessoa está alterada ou trate com desdém o seu sofrimento;
2. Descarte a possibilidade real de não estar diante de um ataque cardíaco (se os batimentos estiverem acelerados demais), buscando algum atendimento médico ou verificando se há antecedentes de cardiopatias ou outras enfermidades associadas – ISSO É MUITO IMPORTANTE;
3. Se coloque disponível para ajudar, repetindo de forma calma que ela não está sofrendo um ataque cardíaco e que está tudo bem;
4. Ajude esta pessoa a se acalmar, colocando-a em um lugar ventilado e auxiliando no retorno ao equilíbrio da respiração e dos batimentos cardíacos (isso pode ser feito solicitando que ela respire com os lábios unidos, como se estivesse apagando uma vela, ou dentro de um saco).
Todos somos dotados de dificuldades e fragilidades, e receber um bom acolhimento no momento em que estamos vivenciando nossas fraquezas faz toda a diferença.

Pâmela Lima Psicóloga – CRP 11/04056.
Contatos: (85) 9.8784 8736 (WhatsApp)
Insta: Pamelalimapsicologa | Snap: Pamelapsico
Avenida Dom Luís, 500, sala 1005, Aldeota

leia tudo sobre

Publicidade

“Mas a mamãe deixou!” A importância do alinhamento dos pais no processo educativo.

Por Pâmela Lima em Sem categoria

11 de Janeiro de 2017

“Mas a mamãe deixou!”

As crianças percebem as formas de comportamento dos pais diante dos acontecimentos cotidianos da família, por exemplo, qual dos pais deixa alguma coisa que o outro não deixa ou quem vai “salvar” a criança quando ela está levando uma bronca mais severa. E diante disso podem encontrar uma brecha no casal para manipular os pais, e isso é ruim para os adultos, que perdem a força no processo educativo, e é ruim para as crianças que ficam inseguras diante desse incoerência de posturas.

É interessante que os pais fiquem atentos a alguns pontos principais:

1. Quando um dos pais estiver conduzindo uma situação com o filho o outro deve se manter afastado, permitindo que aquele momento se desenrole sem a sua intervenção. Se sentir que é realmente necessário interferir, que o faça se dirigindo ao adulto para saber o que esta havendo, e não para criança que usará de toda sua sedução para ganhar sua proteção.

2. Se achar necessário fazer algum ajuste sobre a orientação dada pelo outro (pai ou mãe), essa conversa deve ser feita entre os adultos e longe da presença da criança. Após alinhados devem se reforçar mutuamente, pois isso dá a criança mais segurança sobre as regras da casa (por exemplo: filho seu pai já não falou que agora não é hora de brincar? Então por favor se levante e vá tomar banho agora.)

3. Evite desautorizar uma orientação já dada por um dos adultos, pois isso enfraquece a autoridade dos pais e dá a criança espaço para manipular as relações em prol do seu benefício ou da quebra de regras da casa (por exemplo: a criança passa pedir algo específico sempre ao pai pois sabe que ele permite e a mãe não).

Quando no casal um respeita a voz do outro, a criança também aprende a respeitar a voz desse adulto, e isso cria uma esfera favorável para o processo educativo dos pequenos.

leia tudo sobre

Publicidade

“Mas a mamãe deixou!” A importância do alinhamento dos pais no processo educativo.

Por Pâmela Lima em Sem categoria

11 de Janeiro de 2017

“Mas a mamãe deixou!”

As crianças percebem as formas de comportamento dos pais diante dos acontecimentos cotidianos da família, por exemplo, qual dos pais deixa alguma coisa que o outro não deixa ou quem vai “salvar” a criança quando ela está levando uma bronca mais severa. E diante disso podem encontrar uma brecha no casal para manipular os pais, e isso é ruim para os adultos, que perdem a força no processo educativo, e é ruim para as crianças que ficam inseguras diante desse incoerência de posturas.

É interessante que os pais fiquem atentos a alguns pontos principais:

1. Quando um dos pais estiver conduzindo uma situação com o filho o outro deve se manter afastado, permitindo que aquele momento se desenrole sem a sua intervenção. Se sentir que é realmente necessário interferir, que o faça se dirigindo ao adulto para saber o que esta havendo, e não para criança que usará de toda sua sedução para ganhar sua proteção.

2. Se achar necessário fazer algum ajuste sobre a orientação dada pelo outro (pai ou mãe), essa conversa deve ser feita entre os adultos e longe da presença da criança. Após alinhados devem se reforçar mutuamente, pois isso dá a criança mais segurança sobre as regras da casa (por exemplo: filho seu pai já não falou que agora não é hora de brincar? Então por favor se levante e vá tomar banho agora.)

3. Evite desautorizar uma orientação já dada por um dos adultos, pois isso enfraquece a autoridade dos pais e dá a criança espaço para manipular as relações em prol do seu benefício ou da quebra de regras da casa (por exemplo: a criança passa pedir algo específico sempre ao pai pois sabe que ele permite e a mãe não).

Quando no casal um respeita a voz do outro, a criança também aprende a respeitar a voz desse adulto, e isso cria uma esfera favorável para o processo educativo dos pequenos.