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Psicologia em Pauta

por Pâmela Souza Lima

Saúde

Setembro Amarelo – Precisamos falar sobre SUICÍDIO!

Por Pâmela Lima em Saúde

13 de setembro de 2017

Hoje quero desmistificar algumas coisas acerca do suicídio e conto com você para COMPARTILHAR esse vídeo e juntos quebrarmos o tabu sobre esse assunto ainda tão pouco conversado e que tem índices cada vez maiores no Brasil. #Compartilhe

Pâmela Lima Psicóloga – CRP 11/04056.
Contato: (85) 9.8784 8736
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“Meu filho só com feijão preto, se for outro ele rejeita!” Entenda o Transtorno Alimentar Evitativo que atinge muitas crianças.

Por Pâmela Lima em Saúde

26 de junho de 2017

No atendimento infantil muitas vezes recebemos pais angustiados com a seletividade alimentar dos seus filhos. Há situações que são normais, é natural que a criança tenha suas preferências, que seja influenciada pelo ambiente social, familiar e escolar, e que isso vá direcionando suas escolhas.

No entanto, essa seletividade pode se agravar e caracterizar o que chamamos de Transtorno Alimentar Restritivo Evitativo – TARE, que tem como sintoma um comportamento de esquiva ou restrição na ingestão alimentar. As crianças portadoras desse transtorno normalmente elegem em torno de 10 alimentos para seu consumo, e podem vir a rejeitar famílias inteiras como frutas ou verduras, selecionando e/ou rejeitando por cor, textura e cheiro, e evitando fortemente conhecer novos alimentos.

Normalmente o TARE aparece em idade pré-escolar, com maior prevalência em meninos. Para firmar o diagnóstico é necessário que os sintomas sejam observados por pelo menos 2 anos (seletividade, desinteresse e recusa alimentar, pouco apetite), acompanhado de claro prejuízo nutricional, embora na maioria das vezes a criança mantenha peso e altura adequados.

Além do prejuízo funcional, normalmente há grande prejuízo social e emocional, e por isso o tratamento deve ser multiprofissional, incluindo médico, nutricionista e psicólogo.


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Assédio Moral: uma violência psicológica no trabalho.

Por Pâmela Lima em Saúde

13 de junho de 2017

O Assédio Moral no trabalho é caracterizado pela exposição repetitiva e prolongada de um profissional, durante sua jornada de trabalho, a situações humilhantes e/ou constrangedoras.

Em sua grande maioria as situações de assédio acontecem em relações hierárquicas de forma descendente, ou seja, de uma chefia para com seu subordinado, mas também há incidências de casos entre profissionais do mesmo nível hierárquico, ou mesmo de subordinados para com suas chefias, em especial na esfera pública onde há o caráter de estabilidade.

Essa violência psicológica causada por situações de assédio moral tem de fato a intenção de desestabilizar emocionalmente a vítima e, em parte dos casos, fazer com que ela peça demissão ou desista de um determinado cargo ou condição de trabalho. As pessoas que sofrem esse tipo de agressão normalmente têm dificuldade de falar no assunto, por vergonha, medo ou insegurança, e por vezes não encontram em seu local de trabalho um espaço para tratar o assunto, o que agrava ainda mais o problema.

Quando a situação de assédio se prolonga e nenhuma providência é tomada, as consequências podem ser bastante graves, desde impactos no sono, alimentação, sistema imunológico e dores generalizadas, até quadros de depressão, transtorno do pânico, Síndrome de Burnout e tentativas de suicídio.

É importante que, ao se perceber em situação de assédio moral a vítima possa buscar ajuda tanto na esfera institucional e/ou jurídica, mas especialmente que busque apoio psicológico.

A psicoterapia entra nesse contexto auxiliando no resgate da autoestima, no fortalecimento das estratégias de enfretamento e auto suporte, e na busca de ressignificação do trabalho na vida daquela pessoa.


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Depressão Pós-Parto não é “fraqueza de mãe”, é uma doença séria e precisamos cuidar!

Por Pâmela Lima em Comportamento, Família, Filhos, Infância, Psicologia, Saúde

23 de Maio de 2017

É muito comum que, logo após o parto, a grande maioria das mulheres sinta uma sensação de tristeza, vontade de chorar e outras alterações emocionais em virtude da brusca queda hormonal e do próprio contexto, envolto de cansaço e privação de sono. Essa condição de tristeza após o parto é normal e tende a passar naturalmente em alguns dias, não havendo motivo para preocupação.

No entanto algumas mulheres passam a sentir essa tristeza poucas semanas após o parto, que vem acompanhada de sentimentos de desespero, de incapacidade e de desinteresse e apatia frente as atividades de rotina. Antigamente as alterações emocionais não eram tão valorizadas e por vezes até vistas como parte dos aspectos da personalidade feminina, o que fazia com que quadros como esse se agravassem sem qualquer cuidado. Hoje sabe-se que essas características apontam para um quadro de Depressão Pós-parto e que, se não cuidado, pode trazer consequências sérias, como tentativas de suicídio e/ou vontade súbita de prejudicar o bebê. 

As alterações físicas e emocionais fazem parte de todo o processo de gravidez e do pós-parto, mas há uma diferença na intensidade e na persistência desses aspectos, e é aí onde devemos estar atentos para buscar ajuda. Atualmente existem medicamentos seguros que podem ser usados neste período, e a psicoterapia também é fundamental. Há fatores predisponentes como as questões neurobiológicas ou história de depressão no passado, mas muitos outros aspectos do pré parto podem contribuir para o quadro, tais como estresse, a relação ou não de apoio familiar, os sentimentos de medo e culpa, dentre outros.

 

É muito importante deixarmos claro que a depressão pós-parto não é uma fraqueza da mulher, uma tristeza passageira, ou uma incapacidade de ser mãe, ao contrário disso tudo, é uma doença séria que requer cuidado e tratamento, bem como do acolhimento familiar, que é sempre importantíssimo.


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Obesidade Infantil e os Aspectos Emocionais

Por Pâmela Lima em Família, Filhos, Infância, Saúde

16 de Maio de 2017

Atualmente a obesidade infantil atinge índices de epidemia no Brasil e, segundo o IBGE, 15% das crianças entre 5 e 9 anos de idade estão obesas. As causas para a obesidade infantil são diversas e complexas, passando por aspectos genéticos, metabólicos, comportamentais, culturais e sociais, e daí a necessidade de o tratamento precisar de uma equipe multidisciplinar e do elevado envolvimento da família.

 
As questões emocionais entram neste cenário podendo tanto aparecer como fator desencadeador da obesidade, e também como consequência da dificuldade da manutenção do peso. As crianças que sofrem de algum transtorno alimentar, possuem uma relação emocional com a comida, e a utilizam normalmente como ferramenta de enfrentamento de suas angústias e tristezas. Daí cria-se um ciclo: a criança está obesa – tem sua autoestima fragilizada – sente-se triste por isso – busca refúgio na comida – tem mais dificuldade de controlar o peso – e por aí vai.

Sabemos que o papel da família é de fundamental importância nesse processo, pois o processo de educação alimentar começa em casa, mas é interessante que os pais fiquem atentos ao momento de buscar ajuda profissional.


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Para além da Baleia Azul!

Por Pâmela Lima em Família, Filhos, Infância, Psicologia, Saúde

25 de Abril de 2017

Que reflexão podemos tirar sobre o Jogo Baleia Azul e do seriado “OS 13 PORQUÊS?
Confira no vídeo de hoje!

Jogo Baleia Azul e o seriado "Os 13 Porquês"

Que reflexão podemos tirar sobre o Jogo Baleia Azul e do seriado "OS 13 PORQUÊS?Confira no vídeo de hoje!

Posted by Pâmela Lima Psicóloga on Saturday, April 22, 2017

 

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Como lidar com o Luto

Por Pâmela Lima em Comportamento, Família, Luto, Psicologia, Relacionamentos, Saúde

11 de Abril de 2017

Embora nem sempre percebamos, a vida é um processo contínuo de perdas e ganhos. Perdemos a condição de segurança e conforto do útero materno logo ao nascer, perdemos nossa identidade infantil quando nos tornamos adolescentes, perdemos o corpo no qual habitávamos quando nos tornamos adultos, perdemos funções sociais, papéis profissionais, pessoas queridas, dentre tantas outras situações. Todas essas perdas, esses processos de luto reais ou simbólicos fazem parte da nossa vida cotidiana, e ao negá-los criamos um grande obstáculo para o enfrentamento da realidade. Quando nos engessamos e evitamos confrontar essa realidade, temos a sensação de que o tempo parou ali, e não nos oportunizamos a possibilidade de viver essa dor e se atualizar diante desse novo cenário, fortalecendo nossas estratégias de enfretamento.

Em se falando especificamente da morte, da perda de alguém que amamos, o luto é um processo que se inicia após o rompimento desse vínculo importante. E é fundamental que percebamos que o luto está envolvido em uma esfera complexa, pois há impactos físicos, sociais, emocionais e espirituais; é um outro indivíduo que surge após essa experiência.

Normalmente, se fala do processo de luto (para quem vive a perda e para que está diante da perda iminente de algo) destacando 5 fases, que são as seguintes:

1 – Negação: Nessa fase a pessoa normalmente se esquiva de aceitar o que aconteceu, numa atitude de negar a realidade, como já citado um pouco anteriormente. Os comportamentos normalmente são de fuga, enchendo a rotina de atividades que a façam “fazer de conta” que nada aconteceu, no entanto há um sentimento profundo de isolamento. A negação costuma ser uma defesa temporária e tem até certa funcionalidade por alguns momentos, afinal, não é possível lidar com a dor o tempo todo.

2 – Raiva: A fase da negação costuma ser substituída por sentimentos de raiva, revolta e ressentimento, e vem acompanhada da pergunta “por que comigo?”. Nessa etapa a pessoa enlutada busca culpados, sente-se traída pelo destino e pela vida que há colocou naquela situação. Essa culpa por vezes também se volta sobre ela, gerando reflexões como “por que não fiz algo para evitar?”, e desencadeando em uma dor autodirigida.

3 – Barganha: Ainda em uma postura de querer controlar os acontecimentos e as situações da vida, na etapa da barganha as pessoas buscam uma tentativa de negociar com o destino, como se tivesse sob seu controle fazer algo para evitar essa perda, como quem espera uma recompensa por “bom comportamento”.

4 – Depressão: Esta fase se apresenta quando torna-se impossível negar os fatos. É o momento em que a pessoa abre mão das tentativas frustradas de controle e é abraçada pelos sentimentos de tristeza, dor e desesperança. A revolta e a raiva dão lugar ao sentimento profundo de perda, e esse é o momento em que essas pessoas, mais precisam de ajuda e apoio, pois sentem-se impactadas pelo reconhecimento da realidade da perda, e não sentem-se capazes de lidar com isso.

5 – Aceitação: Esta é a etapa na qual já foi possível colocar para fora toda a raiva, a tristeza  a revolta, e agora é chegado o momento de aquietar o coração. É a fase em que a dor toma outros contornos e a pessoa enlutada consegue lidar com a perda de forma mais saudável.

O período mais crítico para quem perde alguém amado é o primeiro ano, pois você vai passar pela primeira vez por todas as datas importantes sem aquela pessoa, então isso requer cuidado e acolhimento, e é importante ir conseguindo se deparar com essa dor, e não fugir dela. Aquelas pessoas que amamos continuam sendo referência para nós, embora não estejam mais lá, no entanto nós sentimos falta de sermos vistos e validados pelo olhar de quem amamos, pois esse é um pilar da nossa identidade, e é a falta desse olhar que por vezes gera o sen
timento de vazio.

Ter vontade de contar várias vezes a mesma estória do seu sofrimento, sentir necessidade de chorar e querer por vezes fugir para os inúmeros convites de distração fazem parte de todo esse processo, mas é importante que saibamos que o que será reparador e transformador na vivência e superação do período de luto é ir de encontro com essa dor, para que ao final do processo de luto seja possível desfrutar apenas da saudade.

 

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Síndrome do Pânico é coisa séria!

Por Pâmela Lima em Comportamento, Família, Psicologia, Saúde

04 de Abril de 2017

A síndrome do pânico é um tipo de transtorno de ansiedade caracterizado pela ocorrência de episódios súbitos e de curta duração chamados de “ataques de pânico”, nos quais há a presença de medo intenso, acompanhada por sintomas físicos (suor, dormências, tremores, palpitações, dentre outros) e pela sensação da possibilidade de morte iminente, irrealidade ou perda de controle de si.

Um outro aspecto importante é que as crises de pânico são seguidas de intensa preocupação de que se repitam, ou seja, “o medo do medo”, e isso tende a ter impacto na rotina, pois gera uma necessidae constante de “vigiar” o seu entorno e as suas sensações , com o objetivo de tentar antecipar e evitar novas crises, o que gera ainda mais ansiedade.

Normalmente após uma crise as pessoas sentem medo de terem um ataque do coração, de perderem o controle em uma situação perigosa, como no trânsito por exemplo, ou de estarem enlouquecendo. Com a repetição, os episódios de ansiedade passam a acontecer podendo ser desencadeados de forma condicionada por fatores externos (lugares ou situações específicas), ou por pensamentos e sensações que lhe geram uma ansiedade antecipatório de algum risco iminente ou situação catastrófica.

Aos que estão próximos, como familiares, cônjuges e amigos, é importante que haja sensibilidade e manejo para lidar com essa situação. O ponto mais importante é reconhecer que para quem está tendo um ataque de pânico todas aquelas sensações são reais, intensas e geradoras de muito medo e angústia, e portanto, não devem ser menosprezadas. Se  você está tendo um ataque de pânico ou quer ajudar alguém nesta situação, auxiliar no controle da respiração é uma técnica bastante efetiva. A ideia é que a pessoa possa diminuir o seu ritmo de respiração, conseguindo inspirar e respirar de forma mais lenta, e em seguida buscar o relaxamento dos grupos musculares que estejam mais tensos nesse momento. Procurar um lugar ventilado e calmo também é importante, preferencialmente evitando lugares fechados. Enquanto os sintomas físicos acontecem, a pessoa em crise de pânico está sendo invadida pelo seu intenso medo, que é a raiz da questão, e embora já saiba racionalmente que o que está vivendo é “só” mais uma crise, ela não possui controle para mudar essa situação nesse momento.

Suas causas ainda não são precisas, mas sabe-se que há fatores predisponentes e desencadeantes, como o aspecto genético, o estresse, sensibilidade à ansiedade e temperamento. O importante é procurar a ajuda de um profissional que poderá avaliar a indicar a melhor linha de tratamento, que normalmente acontece com a associação de farmacologia e psicoterapia.

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Depressão não é “mi mi mi”!

Por Pâmela Lima em Comportamento, Família, Psicologia, Saúde

21 de Março de 2017

A depressão é uma doença séria que se não tratada pode levar ao suicídio. Mas como saber se não trata-se apenas de uma tristeza momentânea?

Uma pessoa quando está apenas vivendo um momento de tristeza normalmente sabe o motivo pelo qual se sente assim, e isso não necessariamente impacta de forma significativa em sua rotina, pois a intensidade desse sentimento não lhe afeta em uma medida tão profunda.

A pessoa com depressão tende a ter sua vida cotidiana comprometida, e sem que haja necessariamente um motivo externo aparente para sentir-se triste ou desanimada com a vida. A tristeza que se sente é algo de uma intensidade diferente, e normalmente vem associada a prejuízos em sua concentração, no sono, nos hábitos alimentares, na autoestima e no seu interesse em geral pelas coisas que fazem parte de sua rotina.

Normalmente quem sofre de depressão sente uma sensação de vazio existencial e desespero, falta-lhe ânimo e motivação, o que faz com que perca o prazer pela vida, pois ela tem a impressão de que aquela situação nunca vai melhorar.

É importante que entendamos que a tristeza é apenas um dos sintomas que uma pessoa com depressão pode apresentar. Infelizmente ainda há um elevado descuido com esta doença, e as pessoas que sofrem de depressão muitas vezes são mal compreendidas. Precisamos estar atentos e sensíveis para esse tema, pois a depressão não é apenas um “estado de espírito” ou “um tristeza passageira, e menos ainda “falta de vontade”, é uma doença séria e que requer tratamento e cuidados.

 

Se você convive com alguém que sofre de depressão e quer ajudar, o primeiro passo é reconhecer e entender a doença. Em segundo lugar, por mais que essa seja uma tentativa de dar conforto, saiba que frases do tipo “isso é uma fase”, “logo vai passar”, “tente se animar”, ou outras semelhantes não ajudam, pois dão a entender que a doença não está sendo levada à sério, ou que depende unicamente da pessoa com depressão reverter este quadro. O melhor a ser feito por alguém que sofre desta doença emocional é incentivá-lo a procurar ajuda profissional, que normalmente é feita com psiquiatra e psicólogo.

Pâmela Lima Psicóloga – CRP 11/04056.
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Luto Infantil

Por Pâmela Lima em Comportamento, Família, Filhos, Psicologia, Reflexão, Saúde

27 de Fevereiro de 2017

Diante da perda de alguém querido, há um movimento natural dos adultos no sentido de proteger as crianças desse processo, e por vezes não as encorajam a falar de suas dores e de seus sentimentos. Na medida do que for possível para cada etapa do desenvolvimento, é muito importante que os pais consigam explicar o que houve para que os pequenos possam ir aprendendo a lidar com a realidade da morte, da perda e da saudade. 

As crianças precisam sentir acolhimento e espaço para falar de suas dúvidas e de suas dores. O perigo de não tratar o assunto é que os pequenos, quando não entendem, podem experimentar a morte de alguém querido com sentimentos de abandono e culpa.

Muitos pais perguntam se devem ou não levar os filhos para o velório, e na verdade essa é uma escolha muito particular da família. Como sugestão, entendemos que a criança deve ser esclarecida sobre o que irá acontecer, na medida do seu entendimento, e escolher se quer ou não participar, pois esse ritual tem sua importância no processo de lidar com o luto.

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As crianças precisam sentir acolhimento e espaço para falar de suas dúvidas e de suas dores. O perigo de não tratar o assunto é que os pequenos, quando não entendem, podem experimentar a morte de alguém querido com sentimentos de abandono e culpa.

Muitos pais perguntam se devem ou não levar os filhos para o velório, e na verdade essa é uma escolha muito particular da família. Como sugestão, entendemos que a criança deve ser esclarecida sobre o que irá acontecer, na medida do seu entendimento, e escolher se quer ou não participar, pois esse ritual tem sua importância no processo de lidar com o luto.

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