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Psicologia em Pauta

por Pâmela Souza Lima

julho 2017

Nunca é tarde para redescobrir seus talentos e buscar o que te faz feliz!

Por Pâmela Lima em Trabalho

25 de julho de 2017

Muitos são os fatores que influenciam nas escolhas ocupacionais: interesse da família, aptidões, possibilidade econômica, necessidades pessoais, oportunidades de estudo, conhecimento de profissões, valores morais e sociais, dentre outros. Assim, uma escolha realista seria aquela que utilizasse criticamente essa teia de influências, examinando todos os fatos que podem envolvê-la a fim de se obter maior satisfação profissional.

Quantos de nós, em algum momento do caminho profissional, não sentimos aquela necessidade de parar e reavaliar nossa trajetória? Por vezes porque fizemos uma escolha inicial que ainda não estava amadurecida, ouras vezes porque as situações de vida mudaram e exigem também mudanças na área profissional, em outros momentos porque descobrimos novos talentos e habilidades que queremos colocar em prática, há também situações em que não nos identificamos mais com o que fazemos…os motivos são os mais diversos!

A boa notícia é que sempre há tempo para repensar essas escolhas e recomeçar, e é para isso que existe o que chamamos de Reorientação Profissional. Nesse trabalho temos a oportunidade de entrar em um profundo processo de autoconhecimento, clarificando nossas habilidades, pontos fortes, pontos fracos, sonhos, dentre outras questões. Passamos também pela etapa de identificação das nossas influências sociais e familiares, ampliando nosso entendimento sobre os fatores que impactam em nossas escolhas. E por fim podemos fazer um alinhamento entre o que desejamos e estamos aptos a fazer, com o que o campo profissional nos oferece, refinando as possibilidades de escolha de forma assertiva.

Se você está passando por esse momento de dúvida e sente necessidade de um apoio para melhor conduzir esse momento, procure um psicólogo e busque informações sobre o processo de Reorientação Profissional!


Pâmela Lima Psicóloga – CRP 11/04056.
Contato: (85) 9.8784 8736
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Estabelecendo limites com os adolescentes.

Por Pâmela Lima em Filhos

20 de julho de 2017

A fase da adolescência costuma ser muito temida pelos pais por conta das dúvidas sobre como proceder com os jovens, até onde devem ir os limites, e outras questões semelhantes. De fato, esse momento requer nosso cuidado pois, ao passo que na infância as crianças são como “esponjinhas”, captando tudo ao seu redor, na adolescência precisamos que os jovens sejam “filtros”, e saibam conduzir algumas escolhas pautados na educação e nos valores que receberam até ali.

Essa etapa traz angústia aos pais porque é o momento em que, ao mesmo tempo, por um lado temos os adolescentes predispostos a testar seus limites e questionar as regras, e do outro lado os pais com um poder mais reduzido sobre os filhos, diferente do pque era na infância. O interessante nesse momento é que o diálogo seja a principal ferramenta, e que haja um canal de comunicação aberto para a construção e discussão das regras, no entanto, sem que os pais percam a sua autoridade na hora de dizer o NÃO, e que consigam ser firmes nessa decisão, evitando a banalização desse processo. É natural que hajam questionamentos e até algumas tentativas de burlar o que foi combinado, mas isso faz parte do processo de amadurecimento, e por isso é tão importante que os pais estejam seguros nessa condução.

O que permitir e o que não permitir é algo muito particular de cada núcleo familiar, mas um bom norteador é: dar autonomia para o adolescente apenas sobre aquilo que ele pode dar conta das consequências. Por exemplo: ele pode escolher que horas deseja dormir, desde que no dia seguinte honre com seus compromissos escolares. E se não conseguir, as consequências combinadas devem ser aplicadas. Por outro lado, ele não deve ter livre escolha sobre os lugares onde frequentar à noite, por exemplo, pois se forem lugares perigosos ou impróprios para a idade não são situações que ele tem condições de dar conta das consequências sozinho, como uma situação de violência ou problemas com a polícia.

O grande desafio dos pais nessa fase é equilibrar afeto com limites, e se fazerem presentes e participativos. Sabemos que não é uma tarefa fácil, mas é necessária, pois os adolescentes ainda precisam MUITO dos pais para trilhar seu caminho de amadurecimento para a vida adulta.


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Crianças têm amigos, e não namorados!

Por Pâmela Lima em Filhos

11 de julho de 2017

É natural que por volta dos 4 ou 5 anos o universo feminino e masculino na infância comecem a se misturar. Nesse momento, a criança que antes normalmente só brincava com alguém do mesmo sexo passar a diversificar o seus laços de amizade e nessa oportunidade podem surgir aquelas brincadeiras do tipo a “Clarinha está namorando o João”.

É natural que os pais, por estarem sempre envolvidos nas novas descobertas dos filhos, levem essa brincadeira também com leveza e por vezes caiam na armadilha de incentivar essa relação de “namoro”. E aí nesse momento por vezes não apenas há um movimento de achar fofinho ou engraçado, mas as vezes os pais embalam nessa brincadeira e até compram um presente de namorados, ou prometem o filho ou a filha em namoro ou até em casamento futuro por algum coleguinha.

E nessa situação é importante que nós entendamos que, como adultos, nós temos clareza de que aquilo é apenas uma brincadeira, mas a criança nos tem como referencial, então qualquer coisa dita por nós tem um peso para os pequenos e por isso precisamos cuidar. Sendo assim, quando o filho ou filha chegar em casa trazendo essa brincadeira de namoro é muito importante que nós possamos esclarecer que o namoro é uma etapa que ele vai viver quando se tornar grande, que nesse momento o que ele tem são amigos, ou melhores amigos, mas que um namoro é uma relação para uma outra etapa da vida.

Por mais que pareça fofinho e até inofensivo, devemos cuidar para não antecipar essas etapas aos nossos pequenos. É o momento deles de brincar, de fazer amizades, de ampliar os vínculos e não e se envolver em uma relação afetiva dessa natureza.


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Como anda o seu amor próprio?

Por Pâmela Lima em Comportamento

03 de julho de 2017

Como anda o seu amor próprio? Depois de um mês que tanto se falou de amor…de relacionamentos…de afetos…eu te proponho uma reflexão: como anda o seu amor próprio?

Quando amamos alguém normalmente cuidamos, admiramos, nos preocupamos, protegemos, agradamos, dentre tantos outros movimentos. Quando falamos de amor próprio nos referimos a ter esses mesmos cuidados conosco. Buscar viver de modo a se nutrir de satisfação e felicidade. Você tem conseguido trazer isso para a sua vida?

Por vezes, ter esse autocuidado não é tão simples quanto parece, pois tendemos a nos olhar de forma crítica e sentimos com peso o olhar do outro sobre nós. E então, muitas vezes levados por um sentimento de menor valia, temos dificuldades em nos tratar de forma amorosa, com a segurança de que somos merecedores desse cuidado. E isso não diz respeito a ir ao salão de beleza ou comprar uma roupa nova, por exemplo, vai muito além. Diz da forma como nos relacionamos com quem somos, como nos aceitamos, reconhecemos nossas habilidades e nossos limites, nos protegemos de dores e nos priorizamos em busca de bem estar.

E é nesse olhar de amor, aceitação e respeito por nós mesmos que nos fortalecemos enquanto sujeitos, e nos empoderamos no enfrentamento das dificuldades, pois estamos inclinados a cuidar, resolver ou mesmo afastar de nós as circunstâncias que possam nos causar sofrimento.
Sendo assim, vamos usar o mês de junho não apenas para refletir sobre o nosso amor ao outro, mas especialmente nosso amor próprio!

 

 

 


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Como anda o seu amor próprio?

Por Pâmela Lima em Comportamento

03 de julho de 2017

Como anda o seu amor próprio? Depois de um mês que tanto se falou de amor…de relacionamentos…de afetos…eu te proponho uma reflexão: como anda o seu amor próprio?

Quando amamos alguém normalmente cuidamos, admiramos, nos preocupamos, protegemos, agradamos, dentre tantos outros movimentos. Quando falamos de amor próprio nos referimos a ter esses mesmos cuidados conosco. Buscar viver de modo a se nutrir de satisfação e felicidade. Você tem conseguido trazer isso para a sua vida?

Por vezes, ter esse autocuidado não é tão simples quanto parece, pois tendemos a nos olhar de forma crítica e sentimos com peso o olhar do outro sobre nós. E então, muitas vezes levados por um sentimento de menor valia, temos dificuldades em nos tratar de forma amorosa, com a segurança de que somos merecedores desse cuidado. E isso não diz respeito a ir ao salão de beleza ou comprar uma roupa nova, por exemplo, vai muito além. Diz da forma como nos relacionamos com quem somos, como nos aceitamos, reconhecemos nossas habilidades e nossos limites, nos protegemos de dores e nos priorizamos em busca de bem estar.

E é nesse olhar de amor, aceitação e respeito por nós mesmos que nos fortalecemos enquanto sujeitos, e nos empoderamos no enfrentamento das dificuldades, pois estamos inclinados a cuidar, resolver ou mesmo afastar de nós as circunstâncias que possam nos causar sofrimento.
Sendo assim, vamos usar o mês de junho não apenas para refletir sobre o nosso amor ao outro, mas especialmente nosso amor próprio!

 

 

 


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