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Psicologia em Pauta

por Pâmela Souza Lima

Será que é só birra?

Por Pâmela Lima em Sem categoria

18 de abril de 2017

Mamães e papais, vocês já ouviram falar no Transtorno Desafiador de Oposição?

Pois bem, ele acontece durante a infância e adolescência e se caracteriza por um padrão global de desobediência, desafio e comportamento hostil. As crianças e jovens com esse perfil normalmente se envolvem em discussões frequentes com os adultos, se opõem a seguir regras, são agressivos, apresentam comportamento vingativo, perdem o controle facilmente diante de frustrações e não aceitam as responsabilidades pelo seu mal comportamento.

Normalmente as causas para o TDO passam por aspectos hormonais, genéticos e neurofuncionais, e podem ser reforçadas pelo ambiente familiar no qual a criança ou adolescente está inserido. É importante deixar claro que nessa fase as birras e crises de mau humor são comuns e naturais, no entanto é importante ficar atento ao momento em que esses comportamentos ganham contornos mais severos, pois essa é a hora de buscar ajuda.

Pâmela Lima PsicólogaCRP 11/04056.
Contato: (85) 9.8784 8736
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Avenida Dom Luís, 500, sala 1005, Aldeota.

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Como lidar com o Luto

Por Pâmela Lima em Comportamento, Família, Luto, Psicologia, Relacionamentos, Saúde

11 de abril de 2017

Embora nem sempre percebamos, a vida é um processo contínuo de perdas e ganhos. Perdemos a condição de segurança e conforto do útero materno logo ao nascer, perdemos nossa identidade infantil quando nos tornamos adolescentes, perdemos o corpo no qual habitávamos quando nos tornamos adultos, perdemos funções sociais, papéis profissionais, pessoas queridas, dentre tantas outras situações. Todas essas perdas, esses processos de luto reais ou simbólicos fazem parte da nossa vida cotidiana, e ao negá-los criamos um grande obstáculo para o enfrentamento da realidade. Quando nos engessamos e evitamos confrontar essa realidade, temos a sensação de que o tempo parou ali, e não nos oportunizamos a possibilidade de viver essa dor e se atualizar diante desse novo cenário, fortalecendo nossas estratégias de enfretamento.

Em se falando especificamente da morte, da perda de alguém que amamos, o luto é um processo que se inicia após o rompimento desse vínculo importante. E é fundamental que percebamos que o luto está envolvido em uma esfera complexa, pois há impactos físicos, sociais, emocionais e espirituais; é um outro indivíduo que surge após essa experiência.

Normalmente, se fala do processo de luto (para quem vive a perda e para que está diante da perda iminente de algo) destacando 5 fases, que são as seguintes:

1 – Negação: Nessa fase a pessoa normalmente se esquiva de aceitar o que aconteceu, numa atitude de negar a realidade, como já citado um pouco anteriormente. Os comportamentos normalmente são de fuga, enchendo a rotina de atividades que a façam “fazer de conta” que nada aconteceu, no entanto há um sentimento profundo de isolamento. A negação costuma ser uma defesa temporária e tem até certa funcionalidade por alguns momentos, afinal, não é possível lidar com a dor o tempo todo.

2 – Raiva: A fase da negação costuma ser substituída por sentimentos de raiva, revolta e ressentimento, e vem acompanhada da pergunta “por que comigo?”. Nessa etapa a pessoa enlutada busca culpados, sente-se traída pelo destino e pela vida que há colocou naquela situação. Essa culpa por vezes também se volta sobre ela, gerando reflexões como “por que não fiz algo para evitar?”, e desencadeando em uma dor autodirigida.

3 – Barganha: Ainda em uma postura de querer controlar os acontecimentos e as situações da vida, na etapa da barganha as pessoas buscam uma tentativa de negociar com o destino, como se tivesse sob seu controle fazer algo para evitar essa perda, como quem espera uma recompensa por “bom comportamento”.

4 – Depressão: Esta fase se apresenta quando torna-se impossível negar os fatos. É o momento em que a pessoa abre mão das tentativas frustradas de controle e é abraçada pelos sentimentos de tristeza, dor e desesperança. A revolta e a raiva dão lugar ao sentimento profundo de perda, e esse é o momento em que essas pessoas, mais precisam de ajuda e apoio, pois sentem-se impactadas pelo reconhecimento da realidade da perda, e não sentem-se capazes de lidar com isso.

5 – Aceitação: Esta é a etapa na qual já foi possível colocar para fora toda a raiva, a tristeza  a revolta, e agora é chegado o momento de aquietar o coração. É a fase em que a dor toma outros contornos e a pessoa enlutada consegue lidar com a perda de forma mais saudável.

O período mais crítico para quem perde alguém amado é o primeiro ano, pois você vai passar pela primeira vez por todas as datas importantes sem aquela pessoa, então isso requer cuidado e acolhimento, e é importante ir conseguindo se deparar com essa dor, e não fugir dela. Aquelas pessoas que amamos continuam sendo referência para nós, embora não estejam mais lá, no entanto nós sentimos falta de sermos vistos e validados pelo olhar de quem amamos, pois esse é um pilar da nossa identidade, e é a falta desse olhar que por vezes gera o sen
timento de vazio.

Ter vontade de contar várias vezes a mesma estória do seu sofrimento, sentir necessidade de chorar e querer por vezes fugir para os inúmeros convites de distração fazem parte de todo esse processo, mas é importante que saibamos que o que será reparador e transformador na vivência e superação do período de luto é ir de encontro com essa dor, para que ao final do processo de luto seja possível desfrutar apenas da saudade.

 

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Síndrome do Pânico é coisa séria!

Por Pâmela Lima em Comportamento, Família, Psicologia, Saúde

04 de abril de 2017

A síndrome do pânico é um tipo de transtorno de ansiedade caracterizado pela ocorrência de episódios súbitos e de curta duração chamados de “ataques de pânico”, nos quais há a presença de medo intenso, acompanhada por sintomas físicos (suor, dormências, tremores, palpitações, dentre outros) e pela sensação da possibilidade de morte iminente, irrealidade ou perda de controle de si.

Um outro aspecto importante é que as crises de pânico são seguidas de intensa preocupação de que se repitam, ou seja, “o medo do medo”, e isso tende a ter impacto na rotina, pois gera uma necessidae constante de “vigiar” o seu entorno e as suas sensações , com o objetivo de tentar antecipar e evitar novas crises, o que gera ainda mais ansiedade.

Normalmente após uma crise as pessoas sentem medo de terem um ataque do coração, de perderem o controle em uma situação perigosa, como no trânsito por exemplo, ou de estarem enlouquecendo. Com a repetição, os episódios de ansiedade passam a acontecer podendo ser desencadeados de forma condicionada por fatores externos (lugares ou situações específicas), ou por pensamentos e sensações que lhe geram uma ansiedade antecipatório de algum risco iminente ou situação catastrófica.

Aos que estão próximos, como familiares, cônjuges e amigos, é importante que haja sensibilidade e manejo para lidar com essa situação. O ponto mais importante é reconhecer que para quem está tendo um ataque de pânico todas aquelas sensações são reais, intensas e geradoras de muito medo e angústia, e portanto, não devem ser menosprezadas. Se  você está tendo um ataque de pânico ou quer ajudar alguém nesta situação, auxiliar no controle da respiração é uma técnica bastante efetiva. A ideia é que a pessoa possa diminuir o seu ritmo de respiração, conseguindo inspirar e respirar de forma mais lenta, e em seguida buscar o relaxamento dos grupos musculares que estejam mais tensos nesse momento. Procurar um lugar ventilado e calmo também é importante, preferencialmente evitando lugares fechados. Enquanto os sintomas físicos acontecem, a pessoa em crise de pânico está sendo invadida pelo seu intenso medo, que é a raiz da questão, e embora já saiba racionalmente que o que está vivendo é “só” mais uma crise, ela não possui controle para mudar essa situação nesse momento.

Suas causas ainda não são precisas, mas sabe-se que há fatores predisponentes e desencadeantes, como o aspecto genético, o estresse, sensibilidade à ansiedade e temperamento. O importante é procurar a ajuda de um profissional que poderá avaliar a indicar a melhor linha de tratamento, que normalmente acontece com a associação de farmacologia e psicoterapia.

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“Não sei onde meu filho aprendeu isso!” – Formação do Caráter Infantil

Por Pâmela Lima em Comportamento, Família, Filhos, Infância, Psicologia, Relacionamentos

28 de março de 2017

A Formação do Caráter Infantil

Chamamos de Primeira Infância o período que compreende entre o nascimento de um bebê até os 6 anos de idade. É nesta fase onde são criados os alicerces para todo o desenvolvimento físico, afetivo e cognitivo, especialmente através do amadurecimento do cérebro infantil, que precisa colocar grande parte da sua energia nesse trabalho.

É nessa etapa da vida que a criança funciona como uma “esponjinha”, absorvendo tudo ao seu redor, adotando comportamentos de repetição e criando seus hábitos e seus traços de caráter. No entanto, a crianças não possuem nesse momento o discernimento para separar o bom e o ruim, e daí entra a enorme responsabilidade dos pais e adultos envolvidos que servirão como filtro para orientar os pequenos no melhor caminho.

Especialmente até os 3 anos de idade, as crianças repetem o que vivenciam ao seu redor, e essas atitudes repetidas várias vezes (quer sejam boas ou ruins) tornam-se hábitos, e é o conjunto de hábitos adquiridos que vai formando seu caráter. Quando uma criança presencia um adulto machucando um animal de estimação, por exemplo, ela ainda não consegue compreender de forma plena que aquilo está errado e não deve ser repetido. E isso vale para tudo que está no seu entorno, sejam filmes, desenhos ou jogos violentos, programas de televisão, experiências sociais e familiares, tudo enfim é alvo da sua observação e possivelmente da sua repetição.


Muitos pais me perguntam porque o seu filho tão pequeno teve uma atitude preconceituosa ou foi cruel com um coleguinha, por exemplo. “Não sei onde ele aprendeu isso!” E para responder me lembro de uma frase de Ariano Suassuna que diz “as crianças são perversas porque são inocentes”. Os pequenos nessa fase estão repetindo o que aprendem com os estímulos ao seu redor, e buscando o seu próprio interesse a partir deste referencial. Então, se há algum traço de comportamento que a família não considera adequado, a pergunta deve ser: a que tenho exposto meu filho em seu ambiente familiar, escolar e social? O que ele tem visto e aprendido? Esse é o ponto de partida para esta reflexão e para a construção de novos caminhos para os pequenos e suas famílias.

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Depressão não é “mi mi mi”!

Por Pâmela Lima em Comportamento, Família, Psicologia, Saúde

21 de março de 2017

A depressão é uma doença séria que se não tratada pode levar ao suicídio. Mas como saber se não trata-se apenas de uma tristeza momentânea?

Uma pessoa quando está apenas vivendo um momento de tristeza normalmente sabe o motivo pelo qual se sente assim, e isso não necessariamente impacta de forma significativa em sua rotina, pois a intensidade desse sentimento não lhe afeta em uma medida tão profunda.

A pessoa com depressão tende a ter sua vida cotidiana comprometida, e sem que haja necessariamente um motivo externo aparente para sentir-se triste ou desanimada com a vida. A tristeza que se sente é algo de uma intensidade diferente, e normalmente vem associada a prejuízos em sua concentração, no sono, nos hábitos alimentares, na autoestima e no seu interesse em geral pelas coisas que fazem parte de sua rotina.

Normalmente quem sofre de depressão sente uma sensação de vazio existencial e desespero, falta-lhe ânimo e motivação, o que faz com que perca o prazer pela vida, pois ela tem a impressão de que aquela situação nunca vai melhorar.

É importante que entendamos que a tristeza é apenas um dos sintomas que uma pessoa com depressão pode apresentar. Infelizmente ainda há um elevado descuido com esta doença, e as pessoas que sofrem de depressão muitas vezes são mal compreendidas. Precisamos estar atentos e sensíveis para esse tema, pois a depressão não é apenas um “estado de espírito” ou “um tristeza passageira, e menos ainda “falta de vontade”, é uma doença séria e que requer tratamento e cuidados.

 

Se você convive com alguém que sofre de depressão e quer ajudar, o primeiro passo é reconhecer e entender a doença. Em segundo lugar, por mais que essa seja uma tentativa de dar conforto, saiba que frases do tipo “isso é uma fase”, “logo vai passar”, “tente se animar”, ou outras semelhantes não ajudam, pois dão a entender que a doença não está sendo levada à sério, ou que depende unicamente da pessoa com depressão reverter este quadro. O melhor a ser feito por alguém que sofre desta doença emocional é incentivá-lo a procurar ajuda profissional, que normalmente é feita com psiquiatra e psicólogo.

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Crises de Ansiedade!

Por Pâmela Lima em Sem categoria

14 de março de 2017

Como lidar com as crises de ansiedade:
É importante, em um primeiro momento, que saibamos que existem diferenças entre a ansiedade que é saudável, e que faz parte da nossa condição humana, e daquela ultrapassa os limites passando a ser algo adoecedor e gerando prejuízos para a rotina e para a saúde emocional de quem a vive.
Para quem sofre de algum transtorno de ansiedade, as crises podem acontecer sem aviso prévio, diante de algum impacto emocional ou fator estressante. A sensação de alguém que está em crise é claramente de que algo grave está acontecendo em seu organismo, e de que ela vai ter algum mal súbito. Essa sensação de aceleração cardíaca, aumento da pressão sanguínea, suor excessivo, dificuldade de respirar e elevada adrenalina é o movimento do nosso cérebro interpretando que há um grande risco iminente do qual precisamos nos defender, e somado a isso vem os pensamentos negativos e catastróficos. Se, além disso, ainda há alguém do lado que não sabe como lidar com a situação e lhe diz “isso não é nada” ou “deixe de besteira”, a situação se torna ainda mais delicada.

Então, se você está ao lado de alguém que está sofrendo uma crise de ansiedade e quer ajudar, esteja atento a estes pontos:
1. Para quem sofre um ataque de ansiedade, todos os sintomas são reais e intensos, e o que ela precisa é de acolhimento e compreensão, então não insinue que essa pessoa está alterada ou trate com desdém o seu sofrimento;
2. Descarte a possibilidade real de não estar diante de um ataque cardíaco (se os batimentos estiverem acelerados demais), buscando algum atendimento médico ou verificando se há antecedentes de cardiopatias ou outras enfermidades associadas – ISSO É MUITO IMPORTANTE;
3. Se coloque disponível para ajudar, repetindo de forma calma que ela não está sofrendo um ataque cardíaco e que está tudo bem;
4. Ajude esta pessoa a se acalmar, colocando-a em um lugar ventilado e auxiliando no retorno ao equilíbrio da respiração e dos batimentos cardíacos (isso pode ser feito solicitando que ela respire com os lábios unidos, como se estivesse apagando uma vela, ou dentro de um saco).
Todos somos dotados de dificuldades e fragilidades, e receber um bom acolhimento no momento em que estamos vivenciando nossas fraquezas faz toda a diferença.

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Luto Infantil

Por Pâmela Lima em Comportamento, Família, Filhos, Psicologia, Reflexão, Saúde

27 de fevereiro de 2017

Diante da perda de alguém querido, há um movimento natural dos adultos no sentido de proteger as crianças desse processo, e por vezes não as encorajam a falar de suas dores e de seus sentimentos. Na medida do que for possível para cada etapa do desenvolvimento, é muito importante que os pais consigam explicar o que houve para que os pequenos possam ir aprendendo a lidar com a realidade da morte, da perda e da saudade. 

As crianças precisam sentir acolhimento e espaço para falar de suas dúvidas e de suas dores. O perigo de não tratar o assunto é que os pequenos, quando não entendem, podem experimentar a morte de alguém querido com sentimentos de abandono e culpa.

Muitos pais perguntam se devem ou não levar os filhos para o velório, e na verdade essa é uma escolha muito particular da família. Como sugestão, entendemos que a criança deve ser esclarecida sobre o que irá acontecer, na medida do seu entendimento, e escolher se quer ou não participar, pois esse ritual tem sua importância no processo de lidar com o luto.

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“Mas a mamãe deixou!” A importância do alinhamento dos pais no processo educativo.

Por Pâmela Lima em Sem categoria

11 de janeiro de 2017

“Mas a mamãe deixou!”

As crianças percebem as formas de comportamento dos pais diante dos acontecimentos cotidianos da família, por exemplo, qual dos pais deixa alguma coisa que o outro não deixa ou quem vai “salvar” a criança quando ela está levando uma bronca mais severa. E diante disso podem encontrar uma brecha no casal para manipular os pais, e isso é ruim para os adultos, que perdem a força no processo educativo, e é ruim para as crianças que ficam inseguras diante desse incoerência de posturas.

É interessante que os pais fiquem atentos a alguns pontos principais:

1. Quando um dos pais estiver conduzindo uma situação com o filho o outro deve se manter afastado, permitindo que aquele momento se desenrole sem a sua intervenção. Se sentir que é realmente necessário interferir, que o faça se dirigindo ao adulto para saber o que esta havendo, e não para criança que usará de toda sua sedução para ganhar sua proteção.

2. Se achar necessário fazer algum ajuste sobre a orientação dada pelo outro (pai ou mãe), essa conversa deve ser feita entre os adultos e longe da presença da criança. Após alinhados devem se reforçar mutuamente, pois isso dá a criança mais segurança sobre as regras da casa (por exemplo: filho seu pai já não falou que agora não é hora de brincar? Então por favor se levante e vá tomar banho agora.)

3. Evite desautorizar uma orientação já dada por um dos adultos, pois isso enfraquece a autoridade dos pais e dá a criança espaço para manipular as relações em prol do seu benefício ou da quebra de regras da casa (por exemplo: a criança passa pedir algo específico sempre ao pai pois sabe que ele permite e a mãe não).

Quando no casal um respeita a voz do outro, a criança também aprende a respeitar a voz desse adulto, e isso cria uma esfera favorável para o processo educativo dos pequenos.

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O tempo de AMAR e VIVER é agora!

Por Pâmela Lima em Comportamento, Família, Psicologia, Reflexão, Relacionamentos, Saúde

04 de janeiro de 2017

Ah, os sentimentos…

 

 

Você sabia que um dos principais arrependimentos humanos ao final da vida é por não ter conseguido expressar seus sentimentos? A consciência da proximidade da finitude coloca as pessoas normalmente em condição muito especial, em que perdem a capacidade de fingir e começam a demonstrar tudo que possuem por dentro, especialmente seus afetos.

Ao longo da vida, mesmo sem se aperceber, muitas vezes deixamos passar as oportunidades de demonstrar os nossos sentimentos para aqueles que nos são importantes, quer seja por estarmos priorizando outras atividades, quer seja pelas nossas sensações de medo, culpa ou insegurança diante de como o outro vai receber o que temos a dar. De fato, não temos como prever como os outros irão reagir diante das nossas demonstrações de afeto, mas é certo que ter a coragem de expressar o que sentimos nos trará leveza ao coração, e a certeza de que fomos autênticos e leais às nossas emoções.

Então, aproveitando o clima de recomeço que nos toma no começo de cada ano, sugiro que possamos refletir sobre isso a deixar fluir tudo que temos de bom por dentro, expressando nosso afeto a quem amamos. O tempo de viver e amar é agora!

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Perdoar é começar uma nova vida.

Por Pâmela Lima em Comportamento, Psicologia, Reflexão, Saúde

28 de dezembro de 2016

Nesse período no ano, em que tanto se fala da importância da família e da união, penso que algo importante para nossa reflexão é o perdão.

Perdoar é uma decisão absolutamente individual, pessoal e independente. Quando escolhemos perdoar fazemos isso inclusive sem esperar um pedido de perdão do outro. Ao optar pelo ressentimento estamos dando ao outro que nos feriu o poder de continuar nos fazendo sofrer, ao passo que quando perdoamos, nos libertamos.

Então, entendo que não apenas pela importância da união e do sentindo de família, não apenas porque não sabemos o dia de amanhã e se haverá uma nova chance para a reconciliação, não apenas porque é final de ano, mas exercitar o perdão é importante para que possamos sair da condição cristalizada de sofrimento e encontrarmos um novo caminho, sem o peso das mágoas que foram carregadas até ali.

Perdoar não nos livra de sentir a dor das consequências dos acontecimentos, e menos ainda é uma garantia de que devemos voltar a depositar nossa confiança e afeto em que nos feriu, mas, sem dúvida, escolher reconciliar significa olhar para si e para o outro com a possibilidade de reconstruir laços e de atualizar sentimentos e estórias. Exercitar o perdão por vezes é algo difícil, mas certamente é o começo de uma nova vida. IMG_5321

 

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Normalmente as causas para o TDO passam por aspectos hormonais, genéticos e neurofuncionais, e podem ser reforçadas pelo ambiente familiar no qual a criança ou adolescente está inserido. É importante deixar claro que nessa fase as birras e crises de mau humor são comuns e naturais, no entanto é importante ficar atento ao momento em que esses comportamentos ganham contornos mais severos, pois essa é a hora de buscar ajuda.

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