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Psicologia em Pauta

por Pâmela Souza Lima

Não apenas o amor, mas nossos medos também nos mantêm em alguns relacionamentos, ou longe deles.

Por Pâmela Lima em Relacionamentos

23 de outubro de 2017

Quantas vezes recebo no consultório pessoas que trazem suas angústias refentes aos relacionamentos amorosos. As demandas são diversas, por vezes em virtude de um rompimento, traições afetivas, relacionamentos abusivos, dificuldades em se firmar em algumas relações que poderiam ser bacanas, ou o oposto, dificuldades de sair de relações que já não são nutritivas, os motivos são muitos.

Quando vamos nos aprofundando no processo terapêutico, e caminhando nas reflexões e no andamento do autoconhecimento, muitas vezes encontramos nas raízes dessas angústias não apenas as dores referentes aos processos de perdas afetivas, mas uma série de medos e inseguranças que trazem situações de sofrimento.

Quando nos permitimos esse mergulho em nossa própria estória de vida, é possível encontrar, reconhecer e transformar as limitações que permeiam os insucessos afetivos, tais como o medo de ficar sozinho, medo de ser abandonado, medo de ser traído, medo de não ser aceito, medo de errar, além das crenças que vamos alimentando socialmente ao longo da vida.

Quando entramos em uma relação com toda a nossa carga de medos e inseguranças, já chegamos pesados. Quando depositamos no parceiro a esperança de não ficar sozinho, por exemplo, já estamos iniciando uma relação com propósitos distorcidos. E isso tudo pode caminhar para situações de insucesso, solidão ou relações abusivas.

Então, se você percebe que alguns ciclos afetivos estão se repetindo em sua vida, e isso não está te fazendo feliz, talvez a solução não esteja na mudança do parceiro amoroso, e sim na sua transformação pessoal!


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Você sabia que a proximidade com animais de estimação gera benefícios para as crianças?

Por Pâmela Lima em Família

16 de outubro de 2017

Todos já sabemos que os bichinhos de estimação trazem muitas vantagens terapêuticas para quem os tem! Eles ajudam a aliviar a solidão, o estresse, a ansiedade, e promovem a interação social. Quando falamos da relação deles com as crianças, os benefícios também são inúmeros, e vão além daqueles já ressaltados em pesquisas cientificas e que tanto motivam o uso de animais no tratamento de algumas doenças, tanto físicas quanto emocionais. Nos pequeninos de idades menores, esse convívio estimula tanto os aspectos da motricidade fina, quando precisam regular sua força e intensidade para lidar com os bichinhos, quanto podem provocar ainda mais os sentidos da visão, audição e olfato pela presença e movimentos do animal ao seu redor.

Ter um bichinho de estimação, quer seja um cachorro, gato, peixe, pássaro, coelho, ou qualquer outro, é sinônimo de RESPONSABILIDADE, e essa é uma experiência incrível para gerar esse senso de cuidado e comprometimento com as crianças, que devem participar da rotina do bichinho, ajudando nos processos de limpeza, alimentação e saúde. Além disso, se responsabilizar pelo cuidado de outro ser vivo, não apenas ajuda a desenvolver o vínculo afetivo em si, mas permite que a criança experimente uma série de sentimentos, desde o amor e a compaixão, até a frustração e a perda.

Então, para os papais e mamães que pensam em criar um animalzinho de estimação, saibam que os benefícios são muitos, mas as responsabilidades também, o que requer uma boa avaliação das possibilidades da família em abraçar mais esse membro, e de ver qual bichinho seria mais adequado para a sua rotina.

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Setembro Amarelo – Precisamos falar sobre SUICÍDIO!

Por Pâmela Lima em Saúde

13 de setembro de 2017

Hoje quero desmistificar algumas coisas acerca do suicídio e conto com você para COMPARTILHAR esse vídeo e juntos quebrarmos o tabu sobre esse assunto ainda tão pouco conversado e que tem índices cada vez maiores no Brasil. #Compartilhe

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Nunca é tarde para redescobrir seus talentos e buscar o que te faz feliz!

Por Pâmela Lima em Trabalho

25 de julho de 2017

Muitos são os fatores que influenciam nas escolhas ocupacionais: interesse da família, aptidões, possibilidade econômica, necessidades pessoais, oportunidades de estudo, conhecimento de profissões, valores morais e sociais, dentre outros. Assim, uma escolha realista seria aquela que utilizasse criticamente essa teia de influências, examinando todos os fatos que podem envolvê-la a fim de se obter maior satisfação profissional.

Quantos de nós, em algum momento do caminho profissional, não sentimos aquela necessidade de parar e reavaliar nossa trajetória? Por vezes porque fizemos uma escolha inicial que ainda não estava amadurecida, ouras vezes porque as situações de vida mudaram e exigem também mudanças na área profissional, em outros momentos porque descobrimos novos talentos e habilidades que queremos colocar em prática, há também situações em que não nos identificamos mais com o que fazemos…os motivos são os mais diversos!

A boa notícia é que sempre há tempo para repensar essas escolhas e recomeçar, e é para isso que existe o que chamamos de Reorientação Profissional. Nesse trabalho temos a oportunidade de entrar em um profundo processo de autoconhecimento, clarificando nossas habilidades, pontos fortes, pontos fracos, sonhos, dentre outras questões. Passamos também pela etapa de identificação das nossas influências sociais e familiares, ampliando nosso entendimento sobre os fatores que impactam em nossas escolhas. E por fim podemos fazer um alinhamento entre o que desejamos e estamos aptos a fazer, com o que o campo profissional nos oferece, refinando as possibilidades de escolha de forma assertiva.

Se você está passando por esse momento de dúvida e sente necessidade de um apoio para melhor conduzir esse momento, procure um psicólogo e busque informações sobre o processo de Reorientação Profissional!


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Estabelecendo limites com os adolescentes.

Por Pâmela Lima em Filhos

20 de julho de 2017

A fase da adolescência costuma ser muito temida pelos pais por conta das dúvidas sobre como proceder com os jovens, até onde devem ir os limites, e outras questões semelhantes. De fato, esse momento requer nosso cuidado pois, ao passo que na infância as crianças são como “esponjinhas”, captando tudo ao seu redor, na adolescência precisamos que os jovens sejam “filtros”, e saibam conduzir algumas escolhas pautados na educação e nos valores que receberam até ali.

Essa etapa traz angústia aos pais porque é o momento em que, ao mesmo tempo, por um lado temos os adolescentes predispostos a testar seus limites e questionar as regras, e do outro lado os pais com um poder mais reduzido sobre os filhos, diferente do pque era na infância. O interessante nesse momento é que o diálogo seja a principal ferramenta, e que haja um canal de comunicação aberto para a construção e discussão das regras, no entanto, sem que os pais percam a sua autoridade na hora de dizer o NÃO, e que consigam ser firmes nessa decisão, evitando a banalização desse processo. É natural que hajam questionamentos e até algumas tentativas de burlar o que foi combinado, mas isso faz parte do processo de amadurecimento, e por isso é tão importante que os pais estejam seguros nessa condução.

O que permitir e o que não permitir é algo muito particular de cada núcleo familiar, mas um bom norteador é: dar autonomia para o adolescente apenas sobre aquilo que ele pode dar conta das consequências. Por exemplo: ele pode escolher que horas deseja dormir, desde que no dia seguinte honre com seus compromissos escolares. E se não conseguir, as consequências combinadas devem ser aplicadas. Por outro lado, ele não deve ter livre escolha sobre os lugares onde frequentar à noite, por exemplo, pois se forem lugares perigosos ou impróprios para a idade não são situações que ele tem condições de dar conta das consequências sozinho, como uma situação de violência ou problemas com a polícia.

O grande desafio dos pais nessa fase é equilibrar afeto com limites, e se fazerem presentes e participativos. Sabemos que não é uma tarefa fácil, mas é necessária, pois os adolescentes ainda precisam MUITO dos pais para trilhar seu caminho de amadurecimento para a vida adulta.


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Crianças têm amigos, e não namorados!

Por Pâmela Lima em Filhos

11 de julho de 2017

É natural que por volta dos 4 ou 5 anos o universo feminino e masculino na infância comecem a se misturar. Nesse momento, a criança que antes normalmente só brincava com alguém do mesmo sexo passar a diversificar o seus laços de amizade e nessa oportunidade podem surgir aquelas brincadeiras do tipo a “Clarinha está namorando o João”.

É natural que os pais, por estarem sempre envolvidos nas novas descobertas dos filhos, levem essa brincadeira também com leveza e por vezes caiam na armadilha de incentivar essa relação de “namoro”. E aí nesse momento por vezes não apenas há um movimento de achar fofinho ou engraçado, mas as vezes os pais embalam nessa brincadeira e até compram um presente de namorados, ou prometem o filho ou a filha em namoro ou até em casamento futuro por algum coleguinha.

E nessa situação é importante que nós entendamos que, como adultos, nós temos clareza de que aquilo é apenas uma brincadeira, mas a criança nos tem como referencial, então qualquer coisa dita por nós tem um peso para os pequenos e por isso precisamos cuidar. Sendo assim, quando o filho ou filha chegar em casa trazendo essa brincadeira de namoro é muito importante que nós possamos esclarecer que o namoro é uma etapa que ele vai viver quando se tornar grande, que nesse momento o que ele tem são amigos, ou melhores amigos, mas que um namoro é uma relação para uma outra etapa da vida.

Por mais que pareça fofinho e até inofensivo, devemos cuidar para não antecipar essas etapas aos nossos pequenos. É o momento deles de brincar, de fazer amizades, de ampliar os vínculos e não e se envolver em uma relação afetiva dessa natureza.


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Como anda o seu amor próprio?

Por Pâmela Lima em Comportamento

03 de julho de 2017

Como anda o seu amor próprio? Depois de um mês que tanto se falou de amor…de relacionamentos…de afetos…eu te proponho uma reflexão: como anda o seu amor próprio?

Quando amamos alguém normalmente cuidamos, admiramos, nos preocupamos, protegemos, agradamos, dentre tantos outros movimentos. Quando falamos de amor próprio nos referimos a ter esses mesmos cuidados conosco. Buscar viver de modo a se nutrir de satisfação e felicidade. Você tem conseguido trazer isso para a sua vida?

Por vezes, ter esse autocuidado não é tão simples quanto parece, pois tendemos a nos olhar de forma crítica e sentimos com peso o olhar do outro sobre nós. E então, muitas vezes levados por um sentimento de menor valia, temos dificuldades em nos tratar de forma amorosa, com a segurança de que somos merecedores desse cuidado. E isso não diz respeito a ir ao salão de beleza ou comprar uma roupa nova, por exemplo, vai muito além. Diz da forma como nos relacionamos com quem somos, como nos aceitamos, reconhecemos nossas habilidades e nossos limites, nos protegemos de dores e nos priorizamos em busca de bem estar.

E é nesse olhar de amor, aceitação e respeito por nós mesmos que nos fortalecemos enquanto sujeitos, e nos empoderamos no enfrentamento das dificuldades, pois estamos inclinados a cuidar, resolver ou mesmo afastar de nós as circunstâncias que possam nos causar sofrimento.
Sendo assim, vamos usar o mês de junho não apenas para refletir sobre o nosso amor ao outro, mas especialmente nosso amor próprio!

 

 

 


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“Meu filho só com feijão preto, se for outro ele rejeita!” Entenda o Transtorno Alimentar Evitativo que atinge muitas crianças.

Por Pâmela Lima em Saúde

26 de junho de 2017

No atendimento infantil muitas vezes recebemos pais angustiados com a seletividade alimentar dos seus filhos. Há situações que são normais, é natural que a criança tenha suas preferências, que seja influenciada pelo ambiente social, familiar e escolar, e que isso vá direcionando suas escolhas.

No entanto, essa seletividade pode se agravar e caracterizar o que chamamos de Transtorno Alimentar Restritivo Evitativo – TARE, que tem como sintoma um comportamento de esquiva ou restrição na ingestão alimentar. As crianças portadoras desse transtorno normalmente elegem em torno de 10 alimentos para seu consumo, e podem vir a rejeitar famílias inteiras como frutas ou verduras, selecionando e/ou rejeitando por cor, textura e cheiro, e evitando fortemente conhecer novos alimentos.

Normalmente o TARE aparece em idade pré-escolar, com maior prevalência em meninos. Para firmar o diagnóstico é necessário que os sintomas sejam observados por pelo menos 2 anos (seletividade, desinteresse e recusa alimentar, pouco apetite), acompanhado de claro prejuízo nutricional, embora na maioria das vezes a criança mantenha peso e altura adequados.

Além do prejuízo funcional, normalmente há grande prejuízo social e emocional, e por isso o tratamento deve ser multiprofissional, incluindo médico, nutricionista e psicólogo.


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Assédio Moral: uma violência psicológica no trabalho.

Por Pâmela Lima em Saúde

13 de junho de 2017

O Assédio Moral no trabalho é caracterizado pela exposição repetitiva e prolongada de um profissional, durante sua jornada de trabalho, a situações humilhantes e/ou constrangedoras.

Em sua grande maioria as situações de assédio acontecem em relações hierárquicas de forma descendente, ou seja, de uma chefia para com seu subordinado, mas também há incidências de casos entre profissionais do mesmo nível hierárquico, ou mesmo de subordinados para com suas chefias, em especial na esfera pública onde há o caráter de estabilidade.

Essa violência psicológica causada por situações de assédio moral tem de fato a intenção de desestabilizar emocionalmente a vítima e, em parte dos casos, fazer com que ela peça demissão ou desista de um determinado cargo ou condição de trabalho. As pessoas que sofrem esse tipo de agressão normalmente têm dificuldade de falar no assunto, por vergonha, medo ou insegurança, e por vezes não encontram em seu local de trabalho um espaço para tratar o assunto, o que agrava ainda mais o problema.

Quando a situação de assédio se prolonga e nenhuma providência é tomada, as consequências podem ser bastante graves, desde impactos no sono, alimentação, sistema imunológico e dores generalizadas, até quadros de depressão, transtorno do pânico, Síndrome de Burnout e tentativas de suicídio.

É importante que, ao se perceber em situação de assédio moral a vítima possa buscar ajuda tanto na esfera institucional e/ou jurídica, mas especialmente que busque apoio psicológico.

A psicoterapia entra nesse contexto auxiliando no resgate da autoestima, no fortalecimento das estratégias de enfretamento e auto suporte, e na busca de ressignificação do trabalho na vida daquela pessoa.


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Automutilação na adolescência é um sinal de alerta!

Por Pâmela Lima em Psicologia

06 de junho de 2017

A automutilação é definida pelo ato de promover agressões ao próprio corpo sem intenção consciente de suicídio. Na verdade, o desejo é conseguir substituir por uma dor física, alguma forte dor emocional com a qual o jovem não consegue lidar. As principais formas de automutilação são através de cortes (com faca, canivete, lâmina de barbear ou até lâmina de apontador), queimaduras, mordidas, chutes e pancadas em si mesmo, e furos com agulhas.

As causas desses comportamentos autodestrutivos estão normalmente associadas a questões emocionais tais como depressão, ansiedade, ou transtornos como o de Personalidade Boderline ou Bipolar. Normalmente observamos esses comportamentos em jovens com dificuldades de se socializar e de se expressar, bem como com problemas de autoestima, o que o faz acreditar ser merecedor dessas punições.

É muito importante que os pais estejam atentos pois esse não é um movimento para chamar atenção, é o indicativo de uma situação grave e que requer intervenção. Os jovens costumam tentar esconder as marcas da automutilação justamente para que possam continuar a usar esse “analgésico”, e acabam por construir rituais de autoagressão. A conduta diante desse jovem deve ser de acolhimento da sua dor emocional e do encaminhamento imediato para profissionais que possam conduzir o tratamento, como psicólogo e psiquiatra.


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Automutilação na adolescência é um sinal de alerta!

Por Pâmela Lima em Psicologia

06 de junho de 2017

A automutilação é definida pelo ato de promover agressões ao próprio corpo sem intenção consciente de suicídio. Na verdade, o desejo é conseguir substituir por uma dor física, alguma forte dor emocional com a qual o jovem não consegue lidar. As principais formas de automutilação são através de cortes (com faca, canivete, lâmina de barbear ou até lâmina de apontador), queimaduras, mordidas, chutes e pancadas em si mesmo, e furos com agulhas.

As causas desses comportamentos autodestrutivos estão normalmente associadas a questões emocionais tais como depressão, ansiedade, ou transtornos como o de Personalidade Boderline ou Bipolar. Normalmente observamos esses comportamentos em jovens com dificuldades de se socializar e de se expressar, bem como com problemas de autoestima, o que o faz acreditar ser merecedor dessas punições.

É muito importante que os pais estejam atentos pois esse não é um movimento para chamar atenção, é o indicativo de uma situação grave e que requer intervenção. Os jovens costumam tentar esconder as marcas da automutilação justamente para que possam continuar a usar esse “analgésico”, e acabam por construir rituais de autoagressão. A conduta diante desse jovem deve ser de acolhimento da sua dor emocional e do encaminhamento imediato para profissionais que possam conduzir o tratamento, como psicólogo e psiquiatra.


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