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O Psicólogo

por André Flávio Nepomuceno Barbosa

por que eu não me sinto feliz?

E essa tristeza sem motivo aparente?

Por andreflavionb em tristeza

31 de Maio de 2018

Quando sentimos uma tristeza, desânimo, sensação de vazio… sem motivos aparente.

E essa tristeza sem motivo aparente?

Hoje vamos conversar sobre um sentimento cada vez mais presente na vida das pessoas nessa correria do dia-a-dia: uma tristeza, desânimo, sensação de vazio… sem motivos aparente.

Para entender o caso, vamos analisar a vida de Beatriz, uma estudante universitária, 22 anos.

Beatriz mora com os pais, diz que a relação familiar é boa, namora, está no curso que sempre quis fazer; medicina. Porém, anda sentindo uma tristeza, uma angústia cada vez mais forte, cada vez mais presente em seu dia-a-dia.

Nada está ruim na vida dela, ela sabe disso, tem consciência disso, e isso piora a situação: “Como eu posso estar me sentindo assim se tenho tudo?”.

Pensamentos como: “Por que eu não me sinto feliz? / Quando eu vou ter paz?/ Quando essa dor vai passar?/ Até quando vou aguentar isso?”, estão cada vez mais presentes no dia-a-dia de Beatriz e isso tem tornado sua vida mais cinza, sem graça, sem boas perspectivas futuras.

Tudo isso tem tirado o estímulo de Beatriz para estudar, querer sair, tem se achado uma péssima namorada “Ele não merece isso”, e isso está colocando até sua relação em risco. Se fosse fazer só o que tinha vontade, passaria o dia dormindo, isolada em seu quarto, sem precisar sair, sempre precisar ir ver namorado ou amigos.

Muitas vezes tem vontade de sumir. Que os outros a esqueçam.

Sente-se como se fosse uma espectadora da própria vida, sem o poder de alterar nada, apenas vai vivendo conforme a vida vai “mandando”.

Diferentemente da tristeza, que é uma emoção normal, consequência de alguma frustração, luto, rompimento de relacionamento, perda, dor (e que tem uma causa claramente notada), essa sensação de “vazio, angústia, tristeza sem motivos” deve ser levada a sério, pois são sintomas (sinalizações) de algo mais complicado como, por exemplo; uma depressão.

Existe um conjunto de coisas (o que chamamos de “fatores sistêmicos”) que podem estar provocando isso: desregulação do sono, ansiedade/estresse crônico, alimentação desregulada, pensamentos distorcidos sobre si e sobre o mundo, comportamentos automáticos, falta de exposição a luz solar saudável, baixo consumo de água, falta de atividades prazerosas, sedentarismo… Enfim, existe um vasto conjunto de coisas que podem estar contribuindo para vir esse tipo de sensação que acaba tirando o brilho da vida, prejudicando todos os campos da vida: pessoal, profissional, familiar, afetivo…

A boa notícia, dito isso, é que essa sensação tem sim motivos, portanto, tem cura/controle. Porém, o primeiro passo é querer e agir para melhorar. Existem pessoas que estão nessa situação, querem até melhorar, mas não fazem nada a respeito.

Procurar ajuda de um profissional da saúde mental: psicólogo/psiquiatra é um importante passo.

Psicólogo/psiquiatra com um bom entendimento cognitivo-comportamental deverá analisar sua vida de forma ampla, entendendo que nem tudo é psicológico, que somos resultado de vários fatores: ambientais, fisiológicos, genéticos e sociais. E tudo isso impacta diretamente em nossa saúde mental.

Iai? Vamos sair dessa?

 

André Barbosa

Psicoterapeuta Cognitivo-Comportamental

Contato: 85 98813-9593

 

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E essa tristeza sem motivo aparente?

Por andreflavionb em tristeza

31 de Maio de 2018

Quando sentimos uma tristeza, desânimo, sensação de vazio… sem motivos aparente.

E essa tristeza sem motivo aparente?

Hoje vamos conversar sobre um sentimento cada vez mais presente na vida das pessoas nessa correria do dia-a-dia: uma tristeza, desânimo, sensação de vazio… sem motivos aparente.

Para entender o caso, vamos analisar a vida de Beatriz, uma estudante universitária, 22 anos.

Beatriz mora com os pais, diz que a relação familiar é boa, namora, está no curso que sempre quis fazer; medicina. Porém, anda sentindo uma tristeza, uma angústia cada vez mais forte, cada vez mais presente em seu dia-a-dia.

Nada está ruim na vida dela, ela sabe disso, tem consciência disso, e isso piora a situação: “Como eu posso estar me sentindo assim se tenho tudo?”.

Pensamentos como: “Por que eu não me sinto feliz? / Quando eu vou ter paz?/ Quando essa dor vai passar?/ Até quando vou aguentar isso?”, estão cada vez mais presentes no dia-a-dia de Beatriz e isso tem tornado sua vida mais cinza, sem graça, sem boas perspectivas futuras.

Tudo isso tem tirado o estímulo de Beatriz para estudar, querer sair, tem se achado uma péssima namorada “Ele não merece isso”, e isso está colocando até sua relação em risco. Se fosse fazer só o que tinha vontade, passaria o dia dormindo, isolada em seu quarto, sem precisar sair, sempre precisar ir ver namorado ou amigos.

Muitas vezes tem vontade de sumir. Que os outros a esqueçam.

Sente-se como se fosse uma espectadora da própria vida, sem o poder de alterar nada, apenas vai vivendo conforme a vida vai “mandando”.

Diferentemente da tristeza, que é uma emoção normal, consequência de alguma frustração, luto, rompimento de relacionamento, perda, dor (e que tem uma causa claramente notada), essa sensação de “vazio, angústia, tristeza sem motivos” deve ser levada a sério, pois são sintomas (sinalizações) de algo mais complicado como, por exemplo; uma depressão.

Existe um conjunto de coisas (o que chamamos de “fatores sistêmicos”) que podem estar provocando isso: desregulação do sono, ansiedade/estresse crônico, alimentação desregulada, pensamentos distorcidos sobre si e sobre o mundo, comportamentos automáticos, falta de exposição a luz solar saudável, baixo consumo de água, falta de atividades prazerosas, sedentarismo… Enfim, existe um vasto conjunto de coisas que podem estar contribuindo para vir esse tipo de sensação que acaba tirando o brilho da vida, prejudicando todos os campos da vida: pessoal, profissional, familiar, afetivo…

A boa notícia, dito isso, é que essa sensação tem sim motivos, portanto, tem cura/controle. Porém, o primeiro passo é querer e agir para melhorar. Existem pessoas que estão nessa situação, querem até melhorar, mas não fazem nada a respeito.

Procurar ajuda de um profissional da saúde mental: psicólogo/psiquiatra é um importante passo.

Psicólogo/psiquiatra com um bom entendimento cognitivo-comportamental deverá analisar sua vida de forma ampla, entendendo que nem tudo é psicológico, que somos resultado de vários fatores: ambientais, fisiológicos, genéticos e sociais. E tudo isso impacta diretamente em nossa saúde mental.

Iai? Vamos sair dessa?

 

André Barbosa

Psicoterapeuta Cognitivo-Comportamental

Contato: 85 98813-9593