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O Psicólogo

por André Flávio Nepomuceno Barbosa

agosto 2017

Qual a importância da psicologia em nossas vidas?

Por andreflavionb em Dia do psicólogo, Psicologia

27 de agosto de 2017

*Imagem obtida https://www.psicologoeterapia.com.br/wp-content/uploads/psicologo-ou-psiquiatra.jpg

Qual a importância da psicologia em nossas vidas?

Hoje 27 de agosto, no dia do psicólogo, vamos falar de algo muitíssimo apropriado: qual a importância da psicologia em nossas vidas e porque devemos buscar essa ajuda?

Imagine alguém, digamos Emanuel, com uma dor dente terrível e que, ao invés de ir ao dentista, apenas fica tomando analgésico para passar a dor. A dor realmente passa, mas o problema continua lá e assim que a medicação passar o efeito, a dor vai voltar com tudo. Se Emanuel continuar sem ir ao dentista, a dor vai aumentar e ele terá que aumentar as doses da medicação. Pode até trocar a medicação por outra mais forte, e mais forte, e mais forte…

Isso, além de não resolver o real problema, ainda pode prejudicar gravemente a saúde de Emanuel, causar dependência, prejudicando a sua vida pessoal e a sua vida profissional. Emanuel entraria para estatística muito comum das pessoas que apenas querem tratar a dor, não a causa dela.

E o que isso tem a ver com a psicologia? Basta substituir os sintomas da dor de dente pelo que os filósofos gregos chamam de “a dor da alma” (estresse crônico, ansiedade, fobia, depressão, insônia…).

Assim como Emanuel, que deveria ter procurado um dentista logo no início de sua dor de dente, quem sofre com transtornos emocionais/psíquicos deve procurar um psicólogo para, em terapia, tratar da causa do problema.

É dever ético do psiquiatra informar ao paciente, por exemplo, que somente o antidepressivo/ansiolítico não resolverá a depressão/ansiedade do paciente. Ele sabe disso. Assim como é papel ético do psicólogo encaminhar ao psiquiatra o paciente que está em sofrimento agudo emocional ou em surto. A medicação vai ajudar a acalmar a dor (como um curativo), e a terapia vai ajudar a combater o problema. O real problema.

Esse não é um texto para condenar medicamentos psicoativos, mas para mostrar o quanto é absurdo achar que APENAS as medicações resolvem os problemas da saúde mental. Aliás, em muitos casos (assim como vimos com Emanuel), o tratamento apenas medicamentoso pode até piorar o problema.

Uma vez que muitos seguem a mesma linha de raciocínio de Emanuel, o uso de psicoativos, como os antidepressivos, só aumentam… E já estão entre os medicamentos mais usados no mundo. Estima-se que entre 1 e 3% de toda a população ocidental já os tenha consumido regularmente por mais de um ano (Baldessarini, 1995; Huf, Lopes, Rosenfeld, 2000).

Teoricamente, quanto mais antidepressivo é consumido no mundo, menos gente deveria sofrer com depressão, certo? Errado! De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), até 2020, a depressão será a doença mais incapacitante do mundo (Nascimento, 1999; Lafer & Amaral, 2000).

É importante informar que a associação entre suicídio e transtornos mentais é de mais de 90%. Entre os transtornos mentais associados ao suicídio, a “Depressão Maior” se destaca (McGirr, A. et al, 2007).  Vale ressaltar que hoje o suicídio está entre as cinco maiores causas de morte no mundo.

Isso ocorre porque, assim como Emanuel, estamos mais preocupados em tratar a dor do que a causa dela. “Para depressão, antidepressivos. Para ansiedade, ansiolíticos. Para insônia, soníferos…”.

Contra essa onda simplista, a Inglaterra investiu cerca de 600 milhões de dólares em programas para formar e capacitar psicólogos em terapia cognitiva-comportamental. Isso para que o povo britânico tivesse acesso à terapia (ao invés de simplesmente propor apenas medicações), uma vez que foram verificados seus resultados positivos na saúde pública mental. O governo da Austrália seguiu o mesmo modelo.

ilustração obtida http://www.psicologiaexplica.com.br/wp-content/uploads/2015/01/decisa%CC%83o.jpg

Além do mais, não deveríamos procurar terapia apenas quando estivermos no limite. Psicologia não possui efeitos colaterais. Podemos procurar um psicólogo para controlar nossa impulsividade, autoconhecimento, ciúmes patológico, insegurança, baixo autoestima, melhorar nossa relações interpessoais, comunicação, melhorar a liderança, melhorar o relacionamento, o foco, metas profissionais…

Portanto, não deixe o problema acumular, vá na causa. Melhore sua vida. Procure um psicólogo.

André Flávio N. Barbosa

(85) 99651-3394

Psicólogo Clínico – CRP 11/11089

 

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Qual a importância da psicologia em nossas vidas?

Por andreflavionb em Dia do psicólogo, Psicologia

27 de agosto de 2017

*Imagem obtida https://www.psicologoeterapia.com.br/wp-content/uploads/psicologo-ou-psiquiatra.jpg

Qual a importância da psicologia em nossas vidas?

Hoje 27 de agosto, no dia do psicólogo, vamos falar de algo muitíssimo apropriado: qual a importância da psicologia em nossas vidas e porque devemos buscar essa ajuda?

Imagine alguém, digamos Emanuel, com uma dor dente terrível e que, ao invés de ir ao dentista, apenas fica tomando analgésico para passar a dor. A dor realmente passa, mas o problema continua lá e assim que a medicação passar o efeito, a dor vai voltar com tudo. Se Emanuel continuar sem ir ao dentista, a dor vai aumentar e ele terá que aumentar as doses da medicação. Pode até trocar a medicação por outra mais forte, e mais forte, e mais forte…

Isso, além de não resolver o real problema, ainda pode prejudicar gravemente a saúde de Emanuel, causar dependência, prejudicando a sua vida pessoal e a sua vida profissional. Emanuel entraria para estatística muito comum das pessoas que apenas querem tratar a dor, não a causa dela.

E o que isso tem a ver com a psicologia? Basta substituir os sintomas da dor de dente pelo que os filósofos gregos chamam de “a dor da alma” (estresse crônico, ansiedade, fobia, depressão, insônia…).

Assim como Emanuel, que deveria ter procurado um dentista logo no início de sua dor de dente, quem sofre com transtornos emocionais/psíquicos deve procurar um psicólogo para, em terapia, tratar da causa do problema.

É dever ético do psiquiatra informar ao paciente, por exemplo, que somente o antidepressivo/ansiolítico não resolverá a depressão/ansiedade do paciente. Ele sabe disso. Assim como é papel ético do psicólogo encaminhar ao psiquiatra o paciente que está em sofrimento agudo emocional ou em surto. A medicação vai ajudar a acalmar a dor (como um curativo), e a terapia vai ajudar a combater o problema. O real problema.

Esse não é um texto para condenar medicamentos psicoativos, mas para mostrar o quanto é absurdo achar que APENAS as medicações resolvem os problemas da saúde mental. Aliás, em muitos casos (assim como vimos com Emanuel), o tratamento apenas medicamentoso pode até piorar o problema.

Uma vez que muitos seguem a mesma linha de raciocínio de Emanuel, o uso de psicoativos, como os antidepressivos, só aumentam… E já estão entre os medicamentos mais usados no mundo. Estima-se que entre 1 e 3% de toda a população ocidental já os tenha consumido regularmente por mais de um ano (Baldessarini, 1995; Huf, Lopes, Rosenfeld, 2000).

Teoricamente, quanto mais antidepressivo é consumido no mundo, menos gente deveria sofrer com depressão, certo? Errado! De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), até 2020, a depressão será a doença mais incapacitante do mundo (Nascimento, 1999; Lafer & Amaral, 2000).

É importante informar que a associação entre suicídio e transtornos mentais é de mais de 90%. Entre os transtornos mentais associados ao suicídio, a “Depressão Maior” se destaca (McGirr, A. et al, 2007).  Vale ressaltar que hoje o suicídio está entre as cinco maiores causas de morte no mundo.

Isso ocorre porque, assim como Emanuel, estamos mais preocupados em tratar a dor do que a causa dela. “Para depressão, antidepressivos. Para ansiedade, ansiolíticos. Para insônia, soníferos…”.

Contra essa onda simplista, a Inglaterra investiu cerca de 600 milhões de dólares em programas para formar e capacitar psicólogos em terapia cognitiva-comportamental. Isso para que o povo britânico tivesse acesso à terapia (ao invés de simplesmente propor apenas medicações), uma vez que foram verificados seus resultados positivos na saúde pública mental. O governo da Austrália seguiu o mesmo modelo.

ilustração obtida http://www.psicologiaexplica.com.br/wp-content/uploads/2015/01/decisa%CC%83o.jpg

Além do mais, não deveríamos procurar terapia apenas quando estivermos no limite. Psicologia não possui efeitos colaterais. Podemos procurar um psicólogo para controlar nossa impulsividade, autoconhecimento, ciúmes patológico, insegurança, baixo autoestima, melhorar nossa relações interpessoais, comunicação, melhorar a liderança, melhorar o relacionamento, o foco, metas profissionais…

Portanto, não deixe o problema acumular, vá na causa. Melhore sua vida. Procure um psicólogo.

André Flávio N. Barbosa

(85) 99651-3394

Psicólogo Clínico – CRP 11/11089