polícia Archives - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

polícia

Vencer a violência: responsabilidade de cada um

Por Nonato Albuquerque em Sem categoria

05 de Fevereiro de 2014

pareviolenciaTodo santo dia, falamos da violência que assola Fortaleza, a ponto de a cidade ser ranqueada como a sétima mais violenta do mundo. Bem que se poderia estar disputando lugar de melhor paraíso turístico do Nordeste; capital das praias mais limpas; cidade mais hospitaleira, mas não. Pegamos a má fama de segunda cidade do Nordeste a ter maior número de execuções de jovens e vamos ampliando ainda mais essa desgraça. Queixa-se da falta de segurança e esquecemos que todos temos responsabilidades.

O que é que se tem feito para melhorar esse perfil tão indigesto?

Na política, vemos uma disputa acirrada pela sucessão estadual. Nos bastidores, aliados um dia, de repente, viram inimigos ferrenhos. Tudo pelo poder.

No legislativo, a discussão de grandes problemas são deixados em segundo plano, porque há projetos que pouco (ou nada) dizem respeito ao bem estar da população – tipo esse de um deputado cearense que deseja criar o Dia do Colunista Social. Ora, me compre um bode! Em Brasília, um outro político quer legalizar a maconha.

Mesmo sem me aprofundar muito na discussão, a impressão que fica é que políticos não estão nem aí para o grande problema social que afeta a nossa juventude. Sem norte, sem futuro, sem nada. Despreocupada com o valor da Vida e, por isso mesmo, se lixando para as questões de matar ou morrer.

Você consegue ficar tranquilo com tudo isso?

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Polícia orienta cidadão a procurar ruas onde não haja bandidos

Por Nonato Albuquerque em Sem categoria

16 de Janeiro de 2014

Você deve estar sentindo dificuldade para transitar por algumas ruas de Fortaleza. Parte delas estão em obras que buscam o aprimoramento da questão da mobilidade. É o progresso, do qual não se pode fugir. Do outro, o aproveitamento dessa situação pelos bandidos. Eles andam fazendo da segurança gato e sapato. Ardilosos, usam até escopeta nas ruas. Isso amplia a preocupação dos guiadores que já andam de saco já cheio com os problemas de engarrafamentos.

As autoridades policiais, consultadas a respeito, orientam a que o cidadão procure andar com o vidro dos veículos levantados, que evitem os flanelinhas e desconhecidos e que se busque vias alternativas para evitar aquelas onde se sabe que o risco de assalto e iminente. Tem até morador botando placa de alerta nos postes para dizer onde é arriscado circular por causa dos assaltos.

Mas procurar outras ruas, não devia ser a tendência mais correta, de vez que se deixarmos de circular por onde os bandidos estão agindo, vamos estar patrocinando a ocupação dos espaços pela bandidagem. E ela hoje se espalha por vários pontos.

A lei é que deve imperar e não o medo. A segurança é que deve ser ágil e não o escapismo, tentando desviar-se de um problema que precisa ser solucionado e não empurrado de barriga. Fortaleza não é pra ser tomada pelos bandidos. Nós, que somos pagadores de impostos, não podemos nos transformar em meros pagadores de promessas, rezando para que os santos nos protejam. Proteção do alto, ninguém descarta; mas o que é do homem compete ao homem resolver. Vocês concordam?

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Um grande passo para solução do problema nos presídios

Por Nonato Albuquerque em Sem categoria

13 de Janeiro de 2014

O Brasil começa a discutir a questão dos encarcerados do País. Não se trata s[ó o caso do Maranhão, não. Em todos os lugares há problemas. Pelo visto, não se trata de um problema regional.

O crescimento da população carcerária impressiona, até porque os governantes estão mais ocupados em barrar os efeitos da criminalidade do que sustar suas causas.

Um dado muito importante foi fornecido pelo relator especial da ONU para assuntos de segurança, o argentino Juan Ernesto Méndes. Ao se referir à questão dos presídios superlotados e foco de motins e crimes, ele frisou que o Brasil abandonou a ideia de recuperar presos. Contenta-se em alojá-los como lixo humano, sem a preocupação de devolvê-los menos violentos à sociedade.

O consultor da ONU acha que tem saídas. A experiência demonstra que, quanto mais se cria presídios, mais se enche as prisões. É preciso criar medidas de regeneração, baixar as penas, melhorar o acesso à liberdade condicional, o que reconhecemos não são medidas simples mas têm que se atacadas, utilizando-se para isso o esforço e a inteligência de pessoas bem treinadas nas penitenciárias, com normas mais claras de disciplinas.

Enquanto não derem ouvidos a esse tipo de orientação não se resolve o problemas. O essencial do sistema parece apenas retirar os criminosos da rua mas sem dar-lhes as chances, pelo menos, de retornarem em situação que não voltem as delinquir. Esse já seria um grande passo.

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O CÉREBRO DA POLÍCIA E O CABEÇA DO CRIME

Por Nonato Albuquerque em Sem categoria

18 de Abril de 2012

A Polícia, mais uma vez, mostra eficiência em desvendar um sequestro. No caso, o  da empresária Vanessa Rabelo. Aliás, sempre que ocorre casos dessa natureza tem-se a impressão que o cérebro da nossa Polícia civil é todo ele disponibilizado para dar uma resposta firme e eficaz à sociedade por envolver pessoas de renome.

O mais incrível é saber que o cabeça desse sequestro, o Chico Peba, foi responsável há algum tempo atrás pelo mesmo tipo de crime em relação ao empresário Ricardo Rolim.

Perguntar não ofende: e esse homem não era para estar detrás das grades não? E quando foi mesmo que ele foi solto? E como foi solto? Alguém estar devendo respostas à sociedade.

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O CÉREBRO DA POLÍCIA E O CABEÇA DO CRIME

Por Nonato Albuquerque em Sem categoria

18 de Abril de 2012

A Polícia, mais uma vez, mostra eficiência em desvendar um sequestro. No caso, o  da empresária Vanessa Rabelo. Aliás, sempre que ocorre casos dessa natureza tem-se a impressão que o cérebro da nossa Polícia civil é todo ele disponibilizado para dar uma resposta firme e eficaz à sociedade por envolver pessoas de renome.

O mais incrível é saber que o cabeça desse sequestro, o Chico Peba, foi responsável há algum tempo atrás pelo mesmo tipo de crime em relação ao empresário Ricardo Rolim.

Perguntar não ofende: e esse homem não era para estar detrás das grades não? E quando foi mesmo que ele foi solto? E como foi solto? Alguém estar devendo respostas à sociedade.