Sem categoria Archives - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

Sem categoria

Guia para os dias de violência

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO, Sem categoria

13 de junho de 2018

Os dias são de violência, muito embora não tenhamos afastado a esperança de que esse quadro desolador de tantos homicídios em Fortaleza, possa mudar. Mas para se chegar a isso é necessário a colaboração de cada um.

Quando eu me irrito com alguém no trânsito e perco a paciência a ponto de ir tomar satisfação, eu colaboro com a violência. Quando qualquer um entra no mesmo nível de negatividade de outrem, eu estimulo a violência. Quando sou intolerante com quem quer que seja, porque não pensa igual a mim, estou dando asas a que o clima de violência se estabeleça. Se eu saio para me divertir e encho a cara a ponto de me alterar com os outros ou de sair dirigindo pondo em risco a vida de qualquer um, eu sou violento e ajudo a ampliar a insegurança.

Se cobramos da autoridade, a aplicação das normas de segurança, é preciso que se dê o exemplo individual a fim de que, em termos de coletividade, prevaleça a convivência pacífica entre todos.

Os dias são de violência, sim; mas vamos perder a esperança de que somos parte importante na mudança desse jogo.
Pense nisso e dê a sua contribuição para mudarmos esse quadro.

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As cruzes do cirineu

Por Nonato Albuquerque em Sem categoria

30 de Março de 2018

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Ele fazia cruzes.
E as vendia aos invasores.
Com elas, condenados purgavam suas faltas
e o povo, a tudo assistia constrangido.

Um dia,
ao cruzar o caminho de casa para o mercado,
deu de cara com uma multidão
achacando um homem dos seus 30 e poucos anos,
a caminho do calvário.

Extenuado pelo cansaço, banhado em sangue,
o “criminoso” carregava ao patíbulo uma de suas criações.

A soldadesca pretoriana exibindo sua descortesia,
obrigou-o a carregar a trave que ele moldara
para servir de peça de justiça a condenados.
E ele o fez, por algumas ruas,
enquanto o condenado era insultado
de forma pelo povo para quem ele pregara amor

Soube depois, que esse condenado
era o filho de José, um carpinteiro de quem,
muitas vezes, comprara madeira para os seus serviços.

Muitas vezes, o pequeno Jesus, ele próprio,
lhe fizera a entrega do material para que ele,
desse conta de seu ofício.

Simão, o cirineu de quem falamos,
e de quem os evangelhos celebram
a obsequiedade de ajuda, jamais se contentaria
com seu feito. Afinal, das suas mãos
saíra o patíbulo que levara à morte
o filho do carpinteiro e de Maria de Nazaré.

Que cruzes são as que, hoje em dia,
construímos com nossos atos deploráveis
e que desafortunam outros cristos
pelo mundo afora?

Que sejamos os cirineus desses desamparados
pela Justiça, mas no sentido de auxílio,,
e que não saiam de nossas mãos
a tormentosa ferramenta do martírio.

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O homem do madeiro

Por Nonato Albuquerque em Sem categoria

30 de Março de 2018

O homem do madeiro
Nonato Albuquerque

O homem do madeiro, de quem se dizia
ser o profeta que o povo aguardara tanto,
Era um homem bom, um homem santo.
O homem do madeiro, o aguardado Messias

O homem do madeiro andou por essas vias.
Deixou rastro de luz. Sua voz era um canto
De amor, que a todos denotava encanto.
O homem do madeiro, ele era o bom Messias

Ele curou feridas, fez cegos enxergarem;

Andou sobre as águas, como santo milagreiro;

Ressuscitou alguém, já morto há vários dias.

Ouvi dizer que doentes com ele se curaram
Ao falar de um reino a nós alvissareiro.
O homem do madeiro era sim, nosso Messias

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Filme velho: o ataque dos vândalos do futebol

Por Nonato Albuquerque em Sem categoria

05 de Março de 2018

Um jogo de futebol, convencionalmente, tem 90 minutos, caso não haja algum prorrogação. Mas em alguns estádios como o nosso, o futebol e suas discussões, acabam saindo do controle nas ruas, antes ou depois das partidas.
Ontem, os vândalos – me permitam não chamar essa corja de torcedores (e vou mais além, os perturbadores da ordem, por isso nivelados a qualquer desordeiro) – protagonizaram, uma vez mais, um degradante espetáculo de violência.

Já está na hora de algum setor competente da área de Segurança Pública começar um trabalho mais completo de identificação desses marginais e afastá-los dos estádios em dias de jogos para que a população da cidade não tenha que assistir a essa selvageria.

Quando os ingleses impuseram iniciativas de investigação sobre os ”hooligans” – desordeiros que viviam prejudicando a imagem do esporte bretão -, aos poucos, eles foram identificados; levados às barras da Justiça e impedidos de ingressarem nos estádios em dias de jogos. Nessas ocasiões, eles são recolhidos a hospitais ou postos de serviços públicos onde prestam serviços como voluntários, onde possam ser úteis, ao invés de transformar as ruas em praças de guerra.

Enquanto não se tomar uma medidas dessas por aqui, iremos sempre reprisar esse indigesto filme com ingredientes de intolerância, ódio, ira, raiva, destempero e, principalmente, falta de educação. E é bom relacionar aí, também, o papel dos clubes. Eles têm uma parcela iportante de responsabilidade, quando se sabe que, por conta desses vândalos, os verdadeiros torcedores de futebol estão se afastando dos estádios, com medo do avanço dessa corja integrante das facções denominadas torcidas uniformizadas. Ou se faz isso ou se decreta já já, o fim da família nos estádios.

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Fortaleza x Rio: a insegurança que nos separa

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO, SEGURANÇA, Sem categoria

14 de Fevereiro de 2018

Ouvi um turista carioca dizer que veio à Fortaleza passar o carnaval, para fugir da intranquilidade do Rio de Janeiro. E aquilo me deu uma certeza de que, apesar de tudo o que a capital cearense tem vivido em termos de insegurança, ainda estamos bem distantes de sermos comparados aos caos institucionalizado pela bandidagem na cidade maravilhosa. O turista acentuou que buscou o Ceará porque aqui há tranquilidade e, por isso mesmo, resolveu buscar usufruir desse benefício.

Alguém poderá achar que esse visitante desconhece a nossa realidade; mas, apesar de sermos uma cidade violenta, não tem comparação com a loucura que chegou o Rio. Lá, bandidos controlam quem deve entrar e sair das comunidades dominadas por eles. Não há um só dia em que trocas de tiros constantes, façam com que balas perdidas encontrem sempre alguém para preencher os números do obituário. Bandidos armados circulando em plena luz do dia, desafiando o que ainda resta de ‘autoridade’, mesmo com as forças de Segurança Nacional auxiliando esse trabalho.

Por aqui, a gente se sente insegura, sim. Mas bem longe de qualquer comparação com o absurdo a que chegou o Rio de Janeiro, a ponto de o turismo internacional ter registrado queda no número de visitantes famosos que, habitualmente, acorriam ao carnaval carioca.

Queira Deus que a nossa violência seja controlada, evitando que esses números indesejáveis continuem a nos deixar intranquilos; torcendo para que jamais cheguemos ao patamar a que as autoridades deixaram se transformar a antiga cidade maravilhosa.

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Reflexões reflexivas

Por Nonato Albuquerque em Sem categoria

14 de dezembro de 2017

Apesar de tudo o que se vê de triste no mundo, o momento é de esperança e de renovação. Ainda que as dores do mundo possam te assoberbar e levar sua crença aos extremos da dúvida, é preciso crer na força que cerca cada um de nós. Mesmo com os agravos da vida; as injustiças, os dissabores que possam causa alguma inimizade; o desconforto que geram as carências, ainda assim é preciso ser forte. Se a crise estabelecer seus tentáculos em torno de sua mente, pare e pense melhor. A vida é o melhor refúgio de toda essa tempestade que se alastra no mundo, provocada evidentemente pelas ações de humanos que ainda não acrescentaram a si, um palmo de crescimento. Não se distancie dos amigos. Não se perca da família. Não busque fora, o que você tem de mais afortunado que são as riquezas do coração. A expectativa de que, apesar dos pesares, tudo melhora a todo instante. Se houver impulso do bem, o bem se fortalecerá. Se houver auxílio da bondade, ela movimentará todos os andaimes dessa construção maravilhosa que é a experiência de viver. Não se deixe levar pelas vozes da dúvida, nem da descrença. O bem sempre vence. O mal é como a tempestade que vem, revira tudo e vai embora. O que é bom, contudo, sempre vigora no balanço de nossas realizações. É preciso ser forte. E acreditar em si, porque afinal somos filhos do Altíssimo. E em nenhum momento fomos deserdados por Ele. Pense nisso.

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A epidemia da violência começa em cada um de nós

Por Nonato Albuquerque em Sem categoria

05 de dezembro de 2017

Vocês já notaram como é complicado o relacionamento entre as pessoas? Por nada, a gente vive criando atritos, batendo boca e brigando por questões tão tolas, que acabam por ampliar essa epidemia de violência que se assiste na cidade. Como entender alguém que, no trânsito, fecha cruzamento, não é solidário dando oportunidade a um pedestre fazer a travessia ou aquele tipo que, num congestionamento, utiliza a buzina insistentemente, como se fosse possível furar o bloqueio de veículos.

Nós somos os responsáveis pela quebra de harmonia da vida da cidade. Somos nós que nos infelicitamos com o nosso nervosismo, querendo passar na frente dos outros numa fila de banco ou da lotérica. Jogando lixo na via pública. Falando mal das pessoas, por conta da aparência, como se nós fossemos um padrão de beleza de outro mundo.

E os fanáticos que se partidarizam em discussões futebolísticas, políticas ou religiosas, que chegam as vias de fato e acabam se transformando em tragédias. Se, ao contrário, tivéssemos a humildade de sermos conciliadores, em qualquer situação; se respeitássemos as opiniões alheias, para que os outros respeitam as nossas, certamente, evitar-se-iam as querelas, os bate-bocas, os arranca-rabos que acabam por nos levar a perder nosso precioso tempo e, quem sabe, a nossa vida e a vida de outros.

Viver é algo tão fascinante que a gente devia agradecer por estarmos aqui. Hoje. Vivendo e aprendendo mais. Sobre tudo e todos.

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CURSO DE FERIAS NA UNIVERSIDADE SEM FRONTEIRAS

Por Nonato Albuquerque em Sem categoria

24 de junho de 2017

 

 Ian Gomes, que atua como assessora da Universidade Sem fronteira, informa a  programaçao do mês de julho, destinada  aos alunos e o público externo. Durante todo o período das férias a UNISF oferecera cursos em várias áreas que podem ser feitos por pessoas de todas as idades

As aulas começam a partir desta segunda-feira, 26,  com a aula inaugural gratuita do curso de Fotografia Digital, ministrado pelo Professor Ricardo Baptista. Formado em design gráfico, fotógrafo profissional e com trabalhos publicados em revistas e jornais de circulação nacional . A aula inaugural será às 9 horas.

Outro curso que estará disponível vai atender aos apaixonados pela sétima arte. “História e linguagem do cinema – Uma Introdução”,  ministrado pela Professora Larissa Bello, formada em Rádio e Tv. O curso  será  realizado   de  11  a 20 de julho,  com aulas as terças e quintas das 19 horas às 21 horas.

Os  admiradores da pintora mexicana Frida Kahlo, poderão  aprofundar seus conhecimentos sobre a artista por meio do curso “Leituras sobre Frida Kahlo – O sumo da flor”,  a partir do dia 19 de julho, ministrado pela jornalista Izabel Gurgel.  As aulas acontecerão as quartas e sábado,  com carga horária de 9 horas.

“Quem pode meditar”, no dia 18 de julho, a professora Fátima Uchôa vai tirar todas as dúvidas e fará um aulão gratuito com yoga e meditação a partir das 17h30.

 

SERVIÇO

 

CURSOS DA UNISF  –

Rua Nunes Valente, 919 – Aldeota.

Informações e inscrições: 32240909

Investimento – O preço dos cursos será de 250 a 360 reais.

Parcelado no cartão de crédito.

 

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O destino do homem, o destino das águas

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO, Sem categoria

14 de junho de 2017

Nem toda água corre pro rio, nem todo rio alcança o mar. Há as que auxiliam as plantações; assim como as que fucam à margem do caminho e viram pântano. Nada produzem, nas têm lá sua serventia.

As que se perdem pelo caminho, pelo fenômeno da evaporação e somem de vista – tal qual as criaturas que morrem cedo – essas águas se elevam. Ganham as alturas e voltam em nuvens ao entorno da fonte, para incorporar-se de novo à sagrada tarefa de ajudar nas sementeiras da terra.

Há, também, as que enfrentam os dissabores das barreiras e acabam sendo impedidas pela construção dos açudes. Nesses monentos, as águas de outras águas lhes auxiliam e, nessas horas elas se elevam, superam as barragens e sangram. Que bela imagem dizer-se que as águas sangram. Assim como nós sabgramos qyando sofremos quedas. Mas são as providenciais quedas, onde as águas formam cascatas, de onde formam energia para iluminar cidades inteiras atraves das usinas de força.

Toda água que sai da fonte em um simples filete, com a ajuda de muitas águas, busca sempre alcançar seu destino: o mar. Assim como essas águas, nós os humanos encaminhamo-nos para um oceano de Luz e, por mais que alguns demorem nessa jornada, todos – sem nenhuma exceção – alcançaremos a cada nova existência, a outra nargem do nosso destino.

Praga, junho de 2017

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O destino do homem, o destino das águas

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO, Sem categoria

14 de junho de 2017

Nem toda água corre pro rio, nem todo rio alcança o mar. Há as que auxiliam as plantações; assim como as que fucam à margem do caminho e viram pântano. Nada produzem, nas têm lá sua serventia.

As que se perdem pelo caminho, pelo fenômeno da evaporação e somem de vista – tal qual as criaturas que morrem cedo – essas águas se elevam. Ganham as alturas e voltam em nuvens ao entorno da fonte, para incorporar-se de novo à sagrada tarefa de ajudar nas sementeiras da terra.

Há, também, as que enfrentam os dissabores das barreiras e acabam sendo impedidas pela construção dos açudes. Nesses monentos, as águas de outras águas lhes auxiliam e, nessas horas elas se elevam, superam as barragens e sangram. Que bela imagem dizer-se que as águas sangram. Assim como nós sabgramos qyando sofremos quedas. Mas são as providenciais quedas, onde as águas formam cascatas, de onde formam energia para iluminar cidades inteiras atraves das usinas de força.

Toda água que sai da fonte em um simples filete, com a ajuda de muitas águas, busca sempre alcançar seu destino: o mar. Assim como essas águas, nós os humanos encaminhamo-nos para um oceano de Luz e, por mais que alguns demorem nessa jornada, todos – sem nenhuma exceção – alcançaremos a cada nova existência, a outra nargem do nosso destino.

Praga, junho de 2017