Sem categoria Archives - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

Sem categoria

Ano novo e você aí não fez nada para mudar

Por Nonato Albuquerque em Sem categoria

01 de Janeiro de 2019

O ano é novo, mas será que a gente vai continuar com as velhas práticas do passado? Errar os mesmos erros. Cometer as mesmas tolices. Trocar os pés, pelas mãos? Se não houver decisão de cada um assumir as mudanças, não é a passagem da folhinha do calendário que vai fazer melhorar a coisa não.

Quem leva um vida desordenada, quem vive a promover desordens – não tem esperança de mudança não. Pode entrar ano e sair ano, que as coisas não mudam.

Tem gente que passa a vida toda cometendo deslizes; provocando atritos; brigando com Deus e o mundo e, quando chega o final do ano, começa a fazer promessas de “ano novo, vida nova”… Mas se não mudar o comportamento, nada muda.

Muda sim, aqueles que se propõem a evitar cometer mesmos erros. Cair na esparrela de que a mudança de ano vai mudar a vida. Quem se viciou, quem buscou só fazer o mal e não deu um passo em favor da melhoria de vida – não tem ano novo que dê jeito; vai continuar atrelado ao seu passado de erros, guardando rancor, ódio, inveja, ciúme e todo esse lixo que a gente teima em guardar na mente e no coração.

O ano é novo, sim. Mas se as suas promessas ficarem apenas no terreno das promessas, as melhorias só acontecem se houver disponibilidade de colocá-las em prática. Quem vive a prometer melhorar e não age em favor disso, parece com aquele agricultor que reza para chover, vem a chuva e ele fica de braços cruzados só olhando e dizendo: ô chuva boa! Vamos ter um bom inverno”. Mas como não planta, não vai colher nada.

Ajuda-te que o céu te ajudará – é a máxima cristã, querendo dizer que Deus ajuda a quem faz a sua parte. Do contrário, não há ano novo para quem envelhece com os meus erros e com as mesmas tolices de anos que já se foram. Só é feliz, quem busca fazer por onde sê-lo.

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Por Nonato Albuquerque em Sem categoria

31 de dezembro de 2018

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O presente do menininho no dia que é dele

Por Nonato Albuquerque em Sem categoria

12 de outubro de 2018

Quando o sinal fecha no vermelho, o menininho de uns seis ou sete anos, se dirige ao veículo da frente e com um paninho esfarrapado faz gesto de limpar o para-brisa. O vidro do guiador é baixado e uma mão mandando ele afastar-se que não queria o serviço. A criança sai com olhar de quem tem medo e se dirige a outro carro. Mal faz o gesto de passar o pano no vidro e uma voz berra: “sai daí, seu peste! Vai sujar meu carro”.  Assombrado, ele deixa de lado e faz tentativa de pegar o veículo detrás e, com certa reserva e receio, vê que o motorista não se importa de que ele limpe o vidro.

De tão pequeno, ele mal consegue atingir o vidro completo; mas o faz com uma precisão e um ar de contentamento por ter recebido a permissão para dar conta do serviço, nesse 12 de outubro. Corre para trás do carro; faz a limpeza e ao retornar ao guiador na espera de um gesto de gratidão, o homem grita que não vai dar nada não. Que ele não tinha pedido a limpeza.

O garotinho não perde a ocasião e lhe diz: “o senhor não precisa pagar nada. É meu presente ao senhor pelo meu dia”

 

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No novo governo Camilo, para onde vai a Segurança?

Por Nonato Albuquerque em Sem categoria

09 de outubro de 2018

Em tempos de violência, tudo o que se fizer em favor de minimizar o problema é bemvindo. Como essa proposta da Federação das Indústrias do Ceará- a FIEC que vai realizar este mês uma discussão em torno de como enfrentar a violência.

É que ninguém consegue mais conviver com um ambiente de insegurança como o que o Ceará assiste. A cada mês aumenta o número de mortes por homicídio. O descontrole das autoridades com relação aos furtos e roubos é bastante visível. E o que é mais terrível é que não há sinais, por parte dos gestores da segurança pública, de um plano que, pelo menos, ofereça alternativas de diminuir o problema.

Comerciantes da noite, acabei de ler num dos jornais da cidade, estão preocupados com a queda do movimento de fregueses e, por isso, estão encerrando o expediente mais cedo com receio de serem, eles também, vítimas da violência.

Diante de tudo isso, a FIEC convidou o ex-prefeito de Medelin, na Colombia, cidade que conseguiu enfrentar o tráfico e sua violência, a partir de programas sociais, implementados na cidade que era a mais violenta da América Latina, e que hoje respira mais aliviada a questão da insegurança.

Que ele venha e derrame luz sobre as mentes que têm a responsabilidade de dirigir essa área que, provavelmente, a partir de janeiro ganhe um novo reordenamento com as mudanças que se espera no secretariado do governo Camilo Santana. É o mínimo que se pretende da política de governo para a continuidade do Ceará Pacífico.

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O “big brother” da Fortaleza apavorada

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO, Sem categoria

27 de agosto de 2018

Não sei se vocês já notaram como as guerras no mundo têm diminuído. Eu falo  de conflitos armados, sejam de origem religiosa ou política. Em relação a outros tempos, essas escaramuças até saíram das manchetes. Enquanto isso, cresce no Brasil uma guerra não oficial, patrocinada pelo mercado do tráfico, colocando em confronto facções criminosas que passaram a dominar territórios, principalmente em áreas de maior carência.

Fortaleza, infelizmente, está no rol dessa triste realidade. E se, um dia, questionava-se a terrível situação do Rio, tomado pela criminalidade, hoje em dia, a capital cearense parece ter seguido fielmente o enredo dramático da cidade maravilhosa.

Nunca se ouviu falar tanto de famílias sendo desalojadas de suas residências por ordem dos traficantes. De execuções a torto e a direito.
Quem diria que o perigo hoje mora em qualquer rua, de qualquer bairro, tomado pelos assaltantes, muito embora tenhamos uma porção de câmeras registrando esses fatos.

Vivemos a era do “grande irmão”, expressão cunhada em 1948 por um escritor americano, George Orwell, e que se popularizou na TV via programas da série “Big Brother”.

Se no cenário do ‘Big Brother’ televisivo, tudo faz parte de um jogo onde figuras anônimos buscam grana e fama, no lado real da coisa, os criminosos flagrados pelas câmeras das ruas buscam também dinheiro, enquanto fomentam a desgraça e a dor com suas ações.
Infelizmente, nessa guerra não oficial de Fortaleza, só tem como perdedor, a população. E ninguém lucra nada com isso.

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O bronze indesejável por todos os cearenses

Por Nonato Albuquerque em Sem categoria

10 de agosto de 2018

Aconteceu o que ninguém desejava. Fortaleza disparou no número de homicídio doloso. Somos a 3ª. capital nesse tipo de mortes, posição indesejável que nos campeonatos conquista a medalha de bronze. O dia-a-dia do Barra já suspeitava isso. Agora veio o reconhecimento nacional do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, um órgão que contabiliza as mortes violentas desde 2009.

Os números que colocam a capital cearense nessa posição têm uma carga explosiva. Funcionam como um chega pra lá no projeto Ceará Pacífico, que nasceu com um bom propósito. O Ceará teve aumento de 98 por cento – 1.931 contra 965 casos pegando o período de um ano.

E quando se pensava ser o Rio de Janeiro o detentor dessa marca, ficamos sabendo que a violência carioca vem depois da cearense, com uma boa folga em relação às mortes em Fortaleza. Aqui subimos 98 por cento; lá, o crescimento de foi de 12 por cento.

Fortaleza, por si só, extrapolou em número de assassinatos, mais da metade das capitais brasileiras que apresentaram redução. Pra ser bem exato: foram 16 cidades onde a violência diminuiu.

A que se pode atribuir tudo isso? A uma falha na gestão de Segurança? Mas se investiu tanto? O que é que não está dando certo? É preciso se debruçar sobre esses números e buscar soluções.

O projeto do governo para barrar a criminalidade não tem conseguido minimizar o problema. E a essa altura pergunta-se se existe um plano B. Enquanto não se tem essa resposta, Fortaleza morre a cada crime que eleva o nome da cidade como uma das mais violentas do País. E morremos juntos com a intranquilidade que tudo isso move.

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Os bons tempos que a gente reclamava

Por Nonato Albuquerque em Sem categoria

08 de agosto de 2018

Você se lembra do tempo em que a população reclamava dos chamados trombadinhas, que nas ruas e praças, batiam as bolsas de senhora? Das reclamações de moradores que tiveram roupas furtadas do varal de seus quintais? E quem se recorda dos golpes do baludo, aplicados por descuidistas interessados em levar alguma vantagem? Das bolsas cortadas discretamente por giletes? Claro, nessa lista não se pode esquecer os famosos ‘ladrões de galinha”. Que saudade desses bons tempos, onde a preocupação não tinha a proporção das ocorrências atuais.

Gente, os pequenos crimes ganharam uma dimensão tão incrivel que, até mesmo, sumiram dos Boletins de Ocorrência denúncias de ladras que arranjavam vagas como domésticas para furtar as residências.
uem diria que chegaria um tempo em que sentiríamos saudades do passado, à época considerado um ‘fim de mundo’ entre os muitos crimes que se aplicavam.

Tudo muda. Tudo evolui. E nesse passo, devíamos ter acompanhado a evolução do crime. Criando formas de combate, onde a inteligência do serviço público conseguisse mostrar a mesma eficiência.

Bons tempos em que haviam as duplas de Cosme e Damião, dirão alguns saudosistas na praça do Ferreira

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Guia para os dias de violência

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO, Sem categoria

13 de junho de 2018

Os dias são de violência, muito embora não tenhamos afastado a esperança de que esse quadro desolador de tantos homicídios em Fortaleza, possa mudar. Mas para se chegar a isso é necessário a colaboração de cada um.

Quando eu me irrito com alguém no trânsito e perco a paciência a ponto de ir tomar satisfação, eu colaboro com a violência. Quando qualquer um entra no mesmo nível de negatividade de outrem, eu estimulo a violência. Quando sou intolerante com quem quer que seja, porque não pensa igual a mim, estou dando asas a que o clima de violência se estabeleça. Se eu saio para me divertir e encho a cara a ponto de me alterar com os outros ou de sair dirigindo pondo em risco a vida de qualquer um, eu sou violento e ajudo a ampliar a insegurança.

Se cobramos da autoridade, a aplicação das normas de segurança, é preciso que se dê o exemplo individual a fim de que, em termos de coletividade, prevaleça a convivência pacífica entre todos.

Os dias são de violência, sim; mas vamos perder a esperança de que somos parte importante na mudança desse jogo.
Pense nisso e dê a sua contribuição para mudarmos esse quadro.

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As cruzes do cirineu

Por Nonato Albuquerque em Sem categoria

30 de Março de 2018

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Ele fazia cruzes.
E as vendia aos invasores.
Com elas, condenados purgavam suas faltas
e o povo, a tudo assistia constrangido.

Um dia,
ao cruzar o caminho de casa para o mercado,
deu de cara com uma multidão
achacando um homem dos seus 30 e poucos anos,
a caminho do calvário.

Extenuado pelo cansaço, banhado em sangue,
o “criminoso” carregava ao patíbulo uma de suas criações.

A soldadesca pretoriana exibindo sua descortesia,
obrigou-o a carregar a trave que ele moldara
para servir de peça de justiça a condenados.
E ele o fez, por algumas ruas,
enquanto o condenado era insultado
de forma pelo povo para quem ele pregara amor

Soube depois, que esse condenado
era o filho de José, um carpinteiro de quem,
muitas vezes, comprara madeira para os seus serviços.

Muitas vezes, o pequeno Jesus, ele próprio,
lhe fizera a entrega do material para que ele,
desse conta de seu ofício.

Simão, o cirineu de quem falamos,
e de quem os evangelhos celebram
a obsequiedade de ajuda, jamais se contentaria
com seu feito. Afinal, das suas mãos
saíra o patíbulo que levara à morte
o filho do carpinteiro e de Maria de Nazaré.

Que cruzes são as que, hoje em dia,
construímos com nossos atos deploráveis
e que desafortunam outros cristos
pelo mundo afora?

Que sejamos os cirineus desses desamparados
pela Justiça, mas no sentido de auxílio,,
e que não saiam de nossas mãos
a tormentosa ferramenta do martírio.

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O homem do madeiro

Por Nonato Albuquerque em Sem categoria

30 de Março de 2018

O homem do madeiro
Nonato Albuquerque

O homem do madeiro, de quem se dizia
ser o profeta que o povo aguardara tanto,
Era um homem bom, um homem santo.
O homem do madeiro, o aguardado Messias

O homem do madeiro andou por essas vias.
Deixou rastro de luz. Sua voz era um canto
De amor, que a todos denotava encanto.
O homem do madeiro, ele era o bom Messias

Ele curou feridas, fez cegos enxergarem;

Andou sobre as águas, como santo milagreiro;

Ressuscitou alguém, já morto há vários dias.

Ouvi dizer que doentes com ele se curaram
Ao falar de um reino a nós alvissareiro.
O homem do madeiro era sim, nosso Messias

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O homem do madeiro

Por Nonato Albuquerque em Sem categoria

30 de Março de 2018

O homem do madeiro
Nonato Albuquerque

O homem do madeiro, de quem se dizia
ser o profeta que o povo aguardara tanto,
Era um homem bom, um homem santo.
O homem do madeiro, o aguardado Messias

O homem do madeiro andou por essas vias.
Deixou rastro de luz. Sua voz era um canto
De amor, que a todos denotava encanto.
O homem do madeiro, ele era o bom Messias

Ele curou feridas, fez cegos enxergarem;

Andou sobre as águas, como santo milagreiro;

Ressuscitou alguém, já morto há vários dias.

Ouvi dizer que doentes com ele se curaram
Ao falar de um reino a nós alvissareiro.
O homem do madeiro era sim, nosso Messias