CRIANÇA CONVIVEREM COM CÃES PROTEGE CONTRA DOENÇAS RESPIRATÓRIAS - MOUSE OU MENOS 
Publicidade

MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

CRIANÇA CONVIVEREM COM CÃES PROTEGE CONTRA DOENÇAS RESPIRATÓRIAS

Por Nonato Albuquerque em SAÚDE

09 de julho de 2012

E aí eu descobri um estudo na revista Pediatrics garantindo que os bebês que passam muito tempo na companhia de cães têm menos infecções de ouvido e sofrem menos de doenças respiratórias do que aqueles que não vivem com animais de estimação. 

A explicação é que, estar perto de um cão que passa pelo menos uma parte ao ar livre seu dia, faz com que o sistema imunológico de uma criança no primeiro ano de vida seja estimulado a amadurecer mais rápido do que o resto dos bebês.

A pesquisa é lá da Finlândia, acompanhou 397 crianças e descobriu que bebês que cresceram  em domicílios com cães e gatos eram 30 por cento menos propensos a apresentar sintomas de tosse infecciosa respiratória, sibilos, rinite e febre, e teve cerca de metade da probabilidade de ter infecções do ouvido. Além disso, no caso da doença, as infecções duraram menos e eram menos intensa, reduzindo também o consumo de antibióticos.

FONTE: PEDIATRICS

Publicidade aqui

leia tudo sobre

CRIANÇA CONVIVEREM COM CÃES PROTEGE CONTRA DOENÇAS RESPIRATÓRIAS

Por Nonato Albuquerque em SAÚDE

09 de julho de 2012

E aí eu descobri um estudo na revista Pediatrics garantindo que os bebês que passam muito tempo na companhia de cães têm menos infecções de ouvido e sofrem menos de doenças respiratórias do que aqueles que não vivem com animais de estimação. 

A explicação é que, estar perto de um cão que passa pelo menos uma parte ao ar livre seu dia, faz com que o sistema imunológico de uma criança no primeiro ano de vida seja estimulado a amadurecer mais rápido do que o resto dos bebês.

A pesquisa é lá da Finlândia, acompanhou 397 crianças e descobriu que bebês que cresceram  em domicílios com cães e gatos eram 30 por cento menos propensos a apresentar sintomas de tosse infecciosa respiratória, sibilos, rinite e febre, e teve cerca de metade da probabilidade de ter infecções do ouvido. Além disso, no caso da doença, as infecções duraram menos e eram menos intensa, reduzindo também o consumo de antibióticos.

FONTE: PEDIATRICS