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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

CARTA AO ANIVERSARIANTE MENINO

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

24 de dezembro de 2018

No Natal são comuns as cartinhas a Papai Noel com pedidos de presentes. Resolvemos escrever uma carta ao aniversariante.

“Jesus, amigo: As cidades em rumorosa festa celebram o teu Natal.

Em meio ao ruído das ruas e ao brilho manifesto das decorações natalinas, as máquinas registradoras multiplicam os lucros de seus donos. Vendedores aflitos se desdobram para atender ao público. Crianças rezam pela conveniência de um brinquedo. Adultos alimentam a esperança de uma lembrança qualquer. Nem que parta de um desconhecido amigo.

Nas ruas e avenidas do mundo, um rio de gente navega outra vez o barco da esperança. Todos direcionam seu leme para o mar de ofertas que se alojam pelas vitrines. Tudo é brilho! Tudo é luz! Tudo é festa. E no coração dessa celebração, no entanto, abandonamos-te, de forma incompreensível e sem a menor elegância. Em nenhuma das peças onde teu Natal se manifesta, se ouve teu nome. Nenhuma das vozes dos comerciais na tevê ou no rádio revela o menor sinal de tua presença. Mesmo onde tudo lembra teu aniversário, a figura de um outro homenageado tomou a frente das homenagens. E, em meio a ela, o sonho das crianças se generaliza.

Mesmo com o aniversariante deslocado desse tempo, o rio de pessoas circunavega as vitrines; dá voltas em quarteirões repletos; serpenteia avenidas decoradas, como se achasse tudo isso o oceano da mais completa tranqüilidade. Só o saber ser teu coração tão generoso, para compreender esse inusitado esquecimento.

É que, tu Jesus, te contentas simplesmente em figurar na invisibilidade de um segundo plano, deixando que a generosa força do Amor magnifique e prevaleça em tudo o seu selo. E imponha, em todas as almas ensimesmadas de Luz, a marca de teus gestos mais virtuosos. Por isso, ser o Natal a época de pessoas tão amáveis, como se o espírito da festa incorporasse ao cotidiano de todas elas.

Permita amigo, que os corações devotados ao Bem se transformem em manjedouras de Luz para receber a tua irradiada presença. E que eles recolham com a prática do Amor, a tua ascensional virtude. Permita mestre, que esses corações renovados pela Fé acolham a divina Esperança que és, buscando na escola terrena materializar-se como exemplo… uma vez seguinte. Feliz aniversário, menino, mestre, redentor do mundo.

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É tempo de lembrar “o amor que esteve em pessoa entre nós”

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

21 de dezembro de 2018

Enquanto uns se dividem nos gastos com presentes e nos preparativos para a comilança do Natal, já pensou quantos outros estão a contar os minguados recursos para garantir, pelo menos, o alimento de todo o dia para os filhos?

Enquanto as luzes de artifício ressaltam o luminoso brilho das decorações das lojas, você já imaginou nos que agonizam na escuridão de algum tormento físico, pela carência de saúde em um leito de hospital ou mesmo em casa?

Enquanto algumas crianças festejam a alegria da épca em shoppings decorados, certamente você se depara com uma porção de outras que circulam entre carros estendendo a mão à caridade dos passantes.

Mesmo assim, é tempo de celebrar a lembrança do “amor que esteve em pessoa entre nós”, há dois mil anos. E que deixou lições de dignidade para nos mostrar o caminho, a verdade e a verdadeira Vida maior a que nos destinamos.

Que se celebre no Natal do Cristo, com as distintas manifestações de afeto e cortesia; mas que não seja apenas uma atitude pontual, marcada pela eventualidade da data.

E que, ao longo dos dias que virão, possamos ter a consciência de que seremos melhor em termos individuais, para que o coletivo da humanidade se aperfeiçoe e alcance um nível de qualidade maior.

Natal é, pois, essa estação na qual o trem da nossa Vida reserva uma parada de descanso, para restabelecer as nossas energias, na usina de luz que é o aniversariante do 25 de dezembro: Jesus, o modelo ansiado por Deus para cada um de nós.

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O presente de Natal para o aniversariante

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

19 de dezembro de 2018

Os dias que antecedem à festa do Natal marcam uma mudança no comportamento das pessoas.

Vocês têm notado que, a maioria das pessoas, age de uma forma menos convencional – são mais cordatas, trocam gentilezas, além de presentes. Demonstram melhor trato com as pessoas – como se uma energia diferente atuasse no cotidiano de todos. Eu sei que faz parte da magia do Natal, mas o que me surpreende é que isso só funcione em determinada ocasião, quando poderia ser o comum de todos.

Passada a festa, a maioria dos indivíduos retoma a sua velha rotina de sempre, pouco ou nada se interessando em modificar os hábitos não saudáveis, onde ódio, raiva, ciúme, inveja, orgulho, parecem ser os ingredientes de cada um.

Ninguém desconhece que todo esse trabalho de mudança de comportamento se deve à Educação. Educação que se recebe em família e que é complementada pelo ensino formal.

Filhos mal comportados na rua, expressam valores distorcidos que aprenderam na convivência familiar. Nesse caso, pai e mãe são modelos. Se deles não se tem exemplos de grandeza moral, não vá esperar que a rua ofereça aos jovens essa noção.

Nunca se esqueça de que a violência das ruas começa, exatamente, dentro da casa onde há ausência de bons exemplos – ou quando adultos se permitem a cometer atos condenáveis, servindo de espelho aos mais jovens.

Como seria bom se esse clima de Natal perdurasse além dos dias de dezembro! Que houvesse mais calor humano nas relações das pessoas. Respeito de uns com os outros. Que não houvesse preconceito contra os que fazem as diferenças. Que a gente não fosse tolo de achar que a religião de um é melhor que a do outro. Que buscássemos perdoar aos que, de alguma maneira, nos destrataram com uma palavra ou um gesto impensado. Que a gente moderasse a nossa língua e pensasse dez vezes antes de cometer algum ato indesejável.

Agindo assim, cumpriríamos o desejo de aperfeiçoamento do Cristo, cuja vida foi toda pautada pelos ensinamentos maiores. E como todo aniversariante merece ganhar uma lembrança, esse seria o melhor presente que pudéssemos dar a esse menino-deus, considerado o amor em pessoa que um dia passou por aqui. Pensem e faça isso.

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O balanço do 2018 na área de segurança

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

17 de dezembro de 2018

Todo fim-de-ano é natural se fazer um balanço de como foram os dias do ano que se vai. Nele, costuma-se reunir o que foi bom e o que deixou a desejar. Mas sempre há um saldo de esperança de que as coisas vão melhorar no ano que vem.

Tem um item, porém, que já há algum tempo não tem dado nenhuma satisfação: é o da área da segurança. 2018 tem sido um ano dificil nesse setor.
Como se tem matado gente nessa terra! Como tem ocorrido roubos e furtos! Como o crime organizado mostrou-se ousado, diante do aparato repressivo levado a efeito pelo capital humano das polícias, militar e civil.

Uma projeção feita por um jornal da terra, aponta que o Ceará deve encerrar o ano com um total aproximado de 4.571 homicídios, se considerada a média de 381 mortes por mês, registrada de janeiro a novembro de 2018.

A gente sabe que já houve tempo pior: no ano passado foram 5.134 pessoas vítimas de Crimes Violentos Letais Intencionais.

Mas essa pequena redução não chega a ser tão significativa quanto se desejava. Interessante é que pudéssemos aplacar esse rio de sangue e esse mar de tormentos que famílias convivem com a perda de afeições queridas. Ninguém é louco de achar que isso vá acabar; mas tudo o que se fizer em favor da paz é necessário para conter o cenário de dor que nos cerca.

A Fortaleza-cidade que nos abriga está a merecer um pouco mais da responsabilidade de cada um, evitando que comportamentos errôneos – como envolver-se com o que não presta e com quem não presta – continue a infelicitar o balanço de fim-de-ano nas retrospectivas. Pelo menos, fica a torcida para que o milagre aconteça no ano que vai chegar.

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A rotina histórica dos acidentes com romeiros no Nordeste

Por Nonato Albuquerque em SEGURANÇA

14 de dezembro de 2018

Os acidentes envolvendo romeiros têm sido algo rotineiro no histórico rodoviário do Nordeste. Eles já foram muitos, é verdade; mas continuam enlutando famílias que se deslocam para cumprir seus compromissos de fé.

Em outros tempos, eram com caminhões fretados sem nenhuma segurança. Os típicos paus-de-arara trafegavam pelas estradas empoeiradas, com passageiros acima da capacidade, viajando sem as mínimas condições. Um projeto de lei estadual proibiu a circulação desse tipo de transporte. E os romeiros passaram a viajar em ônibus com um mínimo de conforto para enfrentar as romarias tradicionais como a de Canindé ou a de Juazeiro.

Mesmo com essa preocupação, os acidentes continuaram. Continuam, digo melhor. Como esse, ocorrido ontem próximo a Campos Sales. O ônibus que os conduzia bateu de frente com um caminhão que transportava gesso e, pelo menos, seis pessoas morreram, enquanto 25 ficaram feridas.

Há que lembrar que, durante muito tempo, a romaria não foi vista como um atrativo turístico para as cidades, já que agrega, além do fator primordial que é a demonstração de fé, setores que dão oportunidade de ampliar a economia das cidades, oportunizando trabalho e renda para as pessoas em diversos setores.

Se, por um lado, há necessidade de requalificar o setor do turismo religioso com o intuito de oferecer-lhe opções aos participantes das romarias, por outro é preciso alertar os guiadores que transportam os fiéis, a ficarem atentos às condições de segurança dos veículos; à maneira de como eles estão dirigindo – se há tempo para permuta e descanso dos motoristas -, já que fatores causadores de acidentes assim, se originam do cansaço e da imperícia de quem se responsabiliza por conduzir pessoas interessadas em cumprir um roteiro de fé em favor da vida. E não de serem transportadas para a morte.

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Uma receita para se dar bem na Vida

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

13 de dezembro de 2018

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Todo mundo reclama da insegurança, da violência e da vida difícil que a sociedade humana atravessa. Resolvemos oferecer uma receita capaz de ajudar a melhorar o indivíduo e o mundo. Aconselha-se a cada pessoa a misturar em sua vida, uma porção de boas ações – aquelas que todo mundo possui e que podem surtir efeitos fundamentais na vida de qualquer um. Pois junte a essas ações uma considerável quantidade de idéias. Boas ideias, as que subliminam a Vida, através da substantiva forma da solidariedade.

Sempre que possível adicione palavras de ajuda, principalmente às pessoas necessitadas, aquelas com quem a gente convive no dia-a-dia e que, muitas vezes, se revelam tão depressivas e que vivem sempre a reclamar de tudo e de todos.

A receita pede pra você bater bem as idéias nocivas – as negativas – que são uma espécie de joio na conquista de sua felicidade. Bata bem até dissolvê-las da sua mente, deixando sim, espaço para a fermentação do trigo das boas virtudes.

Junte algumas miligranas de fé – eu diria melhor, pode adicionar fé à vontade – fé na vida, fé na esperança e crença de que você pode muito bem contribuir para a melhoria de um mundo melhor – qualquer que seja a atividade que você desempenhe.

Acrescente a essa receita, um sorriso constante. Várias fatias do bem chamado cortesia; não esquecendo de incorporar grãos de sinceridade, honestidade e respeito. Isso dá um gosto bom ao bolo da Vida e todos aqueles, com quem você divide fatias de sua amizade, vão simplesmente adorar, reconhecendo em você alguém com missão capaz de mudar esse momento dificil do mundo.

Após adicionar o azeite da humildade e do perdão, eleve a gradação do fogo do amor, esse um ingrediente indispensável para se conquistar a garantia de uma vida capaz de servir de exemplo a todos.

Essa é uma receita simples e acessível a todos os que desejam melhorar o bolo da vida, que deve ser servido indiscriminadamente a todos aqueles com quem a gente convive.

O resultado é surpreendente. Mãos na massa.

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OS QUE USAM RELIGIÃO EM BENEFÍCIO PRÓPRIO

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

13 de dezembro de 2018

O mundo passa por provações. Em todas as áreas. Todos os setores. A crise se alastra pela economia, pela política, pela educação, saúde e segurança. Até as religiões são alvo dessas transformações.

Em todo o mundo, as religiões são centros de formação onde fiéis buscam o aprimoramento da alma – quaisquer que sejam os cultos ou denominações. Toda religião tem o dever de pregar o bem. De melhorar o mundo, orientando seus fiéis a se portarem dentro de uma ética e de respeito para com todos; não apenas com os que seguem a sua pregação religiosa.

Num mundo em transformação, as doutrinas têm servido de espaço para que pseudo-líderes, revelem sua ganância pelo poder, atraindo a atenção dos fiéis mais para si do que para as orientações do divino.

Algumas até se fortaleceram a partir da teologia da prosperidade, confrontando o ensinamento de mestres como Cristo, Buda, Confúcio – de que a cada um segundo suas obras.

Em meio a essa crescente pregação de prosperidade, o lado humanístico vai cedendo lugar a pregações interessadas no lado mais mercantilista.
Pois quando deixam de atender aos ensinamentos do amor e aos compromissos com a caridade, perdem o verdadeiro sentido de grandeza e respeito que se deve a elas. Com isso, surgem dirigentes capazes de cometimentos delituosos, ligados a crimes ligados a sexualidade, como assédio, estupro, pedofilia – revelando a inferioridade moral de seus dirigentes.

É preciso condenar severamente os que cometem esses erros dentro de um ambiente religioso, para que a mensagem doutrinária permaneça intocável e não venha sofrer as consequências danosas.

É um evangelista do grupo de Jesus, São João, que nos alerta e nos põe em guarda contra esses “falsos profetas”, que segundo o próprio Cristo não passam de lobos travestidos em peles de cordeiro.

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Quem dera fossem dezembros, os meses do ano inteiro

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

11 de dezembro de 2018

Nada é mais importante do que ser solidário e prestar auxílio a quem necessita. Dezembro é um mês contagiante, que se presta a isso. Estimula as pessoas ao cometimento de boas ações. Uma energia do bem circunda o cotidiano de todos nós, ampliando a solidária bonomia; o desapego saudável e a facilidade de atos que creditam atitudes positivas.

É o mês do nascimento da criança que revolucionou o pensamento humano, com sua mensagem pacificadora, fazendo de cada um de nós um difusor de boas ações. Estimulado por esse sentimento crístico, renovamos os votos de boas festas às pessoas. Condicionamos presentear os amigos em segredo, mesmo aqueles com quem possamos ter tido diferenças ao longo do ano.

Dezembro é significativo pelas formas diversas com que a humanidade sintoniza a estação ambientada de mensagens de paz. Pela nobreza com que os corações se revestem. Pela manifesta forma de sermos gentis, mesmo que no resto do ano tenhamos infringido com a intolerância de nossos pensamentos. Este ano, principalmente, esses sentimentos se revelaram durante o período da campanha eleitoral.

Que bom seria se o ano todo fosse Dezembro. Que o ar respirável de afetuosidade não se desperdiçasse tão logo atravessemos a fronteira do novo ano, quando geralmente reingressamos na inquietante forma de sermos iguais no restante dos meses.

Quem dera que esse clima dezembrino ambientasse mais tempo em nossos corações transfigurados em luz, onde muitos fazem questão de transformá-los em abençoadas manjedouras a aguardar o renovo de paz do menino chamado Jesus que renasce no mundo. Ele que é uma prova confirmada de que o amor esteve entre nós há algum tempo atrás. E se foi por nossa indolência e maldade.

A saudade dele é tão grande que, todo dezembro, a gente se reveste de esperança para que, ao menos, a sua mensagem renovadora impere em nosso íntimo no restante dos dias que virão.

Quem dera fossem dezembros, os meses do ano inteiro.

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Milagres: uma tragédia a exigir explicações

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

10 de dezembro de 2018

A tragédia de Milagres repercute. Ganha as manchetes da imprensa do Brasil e do mundo. O ‘New York Times’, dos EUA, destacou a morte de dois menores entre os reféns. O inglês The Guardian, lembou aos leitores que o Ceará é um dos estados mais violentos do País, “que lidera rotineiramente o número absoluto de homicídios no mundo”. A revista americana Newsweek também citou os altos índices de criminalidade do Estado, afirmando que o Ceará tornou-se entreposto do tráfico de drogas para a Europa. O argentino Clarín destacou não estar muito claro ainda se os reféns foram mortos pelos criminosos ou por balas perdidas partidas pela Polícia. E é esse ponto que mais tem suscitado críticas, com a maioria exigindo explicações.

Especialistas locais apontam que uma ação coordenada entre as forças de segurança e até o recuo da intervenção policial poderiam ter evitado a tragédia.

O coronel do Exército Brasileiro, Valmir Medeiros, considerou que houve falhas em quatro vertentes da ação policial: no planejamento, na coordenação, no comando e no controle da atuação da força policial sobre o caso.

O advogado criminalista Leandro Vasques atribui as mortes a um erro da Coordenadoria de Inteligência, que teria ordenado a ação dos policiais.

O delegado Dernival Eloy, de Sergipe, ouvido pela Tribuna Band News FM, diz que a Polícia sergipana teria repassado o número das placas dos veículos utilizados pelo bando na ocorrência da última sexta, mas por aqui a Polícia cearense nega ter recebido. Isso, ajudaria a Polícia a se precaver para evitar ataques aos veículos dos reféns.

Já o futuro secretário nacional de segurança pública, General Theóphilo, aponta a possível ausência no planejamento da polícia no enfrentamento deste caso.

Depois de declarações intempestivas, até do próprio governo cearense, agora tem-se conhecimento de que o Ministério Público, a Corregedoria e a OAB de Sergipe vão constituir uma comissão para investigar, com toda isenção, o episódio que marcou a vida de Milagres, cuja população tenta retomar a normalidade, mas que tão cedo não tem como esquecer.

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Esmola demais até o santo Google desconfia

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

06 de dezembro de 2018

Costuma-se dizer que “quem procura, acha”. E é a pura verdade. Nessa onda de golpes que vêm sendo aplicados pelas redes sociais, só cai quem visa levar alguma vantagem. Esse agora chegou a enganar mais de 5 mil pessoas. Até prefeitos no interior acabaram enrolados.

Um grupo utiliza o software de troca de mensagens, ‘whatsapp’. Usa o nome de uma pessoa da família da vítima. Diz que ela mandou depositar certa quantia em uma conta bancária – e, custa crer, que alguém faça isso, deposite a grana, sem confirmar se realmente tem fundo de verdade. Tão fácil ligar para a pessoa citada e confirmar ou não.

A impressão que se tem é de que algumas pessoas adoram ser lesadas. Quantas não se deixaram enganar por golpes tolos que são aplicados a três por quatro. O do bolo de dinheiro que alguém deixa cair na rua. O golpe do bilhete premiado, porque o cara não sabe como receber e pede uma quantia em troca de milhões que ele iria receber.

Só cai, repito, quem deseja tirar vantagem.

Nas redes sociais tem golpe pra tudo. O do e-mail com logomarca da Receita, solicitando suposta atualização de dados cadastrais. Aí o besta cede todos as suas informações.

Tem o golpe do suposto emprego. Do sorteio de uma moto pela tv. Saque de valores para quem comprovasse vínculo de trabalho, entre 1998 e 2016.
O golpe do 14° salário; pegou muito besta.

É preciso cuidado com as ofertas feitas pelo Facebook ou WhatsApp. A pessoa pode ser direcionada a uma página fraudulenta. Desconfie sempre de promoções compartilhadas nas redes sociais e não clique em links recebidos por e-mail ou mensagem de texto.

Quando eu comprei o meu primeiro computador, há uns 30 anos atrás, recebi e-mail do rei da Namíbia. Dizia que ele não tinha sucessor e, como estava perto de bater as botas, estava distribuindo a riqueza dele entre nomes sorteados na internet. O meu tinha sido um. Olha que sorte a minha! Cliquei no link mandado no e-mail e – tchan, tchan, tchan – sabe o que ganhei? Um vírus que detonou todo o meu computador.
Bem feito. Só assim aprendi: quando a esmola é demais, até o santo Google desconfia.

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Esmola demais até o santo Google desconfia

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

06 de dezembro de 2018

Costuma-se dizer que “quem procura, acha”. E é a pura verdade. Nessa onda de golpes que vêm sendo aplicados pelas redes sociais, só cai quem visa levar alguma vantagem. Esse agora chegou a enganar mais de 5 mil pessoas. Até prefeitos no interior acabaram enrolados.

Um grupo utiliza o software de troca de mensagens, ‘whatsapp’. Usa o nome de uma pessoa da família da vítima. Diz que ela mandou depositar certa quantia em uma conta bancária – e, custa crer, que alguém faça isso, deposite a grana, sem confirmar se realmente tem fundo de verdade. Tão fácil ligar para a pessoa citada e confirmar ou não.

A impressão que se tem é de que algumas pessoas adoram ser lesadas. Quantas não se deixaram enganar por golpes tolos que são aplicados a três por quatro. O do bolo de dinheiro que alguém deixa cair na rua. O golpe do bilhete premiado, porque o cara não sabe como receber e pede uma quantia em troca de milhões que ele iria receber.

Só cai, repito, quem deseja tirar vantagem.

Nas redes sociais tem golpe pra tudo. O do e-mail com logomarca da Receita, solicitando suposta atualização de dados cadastrais. Aí o besta cede todos as suas informações.

Tem o golpe do suposto emprego. Do sorteio de uma moto pela tv. Saque de valores para quem comprovasse vínculo de trabalho, entre 1998 e 2016.
O golpe do 14° salário; pegou muito besta.

É preciso cuidado com as ofertas feitas pelo Facebook ou WhatsApp. A pessoa pode ser direcionada a uma página fraudulenta. Desconfie sempre de promoções compartilhadas nas redes sociais e não clique em links recebidos por e-mail ou mensagem de texto.

Quando eu comprei o meu primeiro computador, há uns 30 anos atrás, recebi e-mail do rei da Namíbia. Dizia que ele não tinha sucessor e, como estava perto de bater as botas, estava distribuindo a riqueza dele entre nomes sorteados na internet. O meu tinha sido um. Olha que sorte a minha! Cliquei no link mandado no e-mail e – tchan, tchan, tchan – sabe o que ganhei? Um vírus que detonou todo o meu computador.
Bem feito. Só assim aprendi: quando a esmola é demais, até o santo Google desconfia.