MOUSE OU MENOS - por Nonato Albuquerque 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

Por Nonato Albuquerque em Sem categoria

31 de dezembro de 2018

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Os anjos tutelares de quem vai pegar a estrada no fim-do-ano

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

28 de dezembro de 2018

Fim de ano, assim como foi no feriado do Natal, os patrulheiros da Polícia Rodoviária Federal voltam a se dedicar ao trabalho de fiscalizar aqueles que ganham as estradas e, muitas vezes, não se prestam ao atendimento das mínimas regras de segurança viária.

São esses tutelares de todos os guiadores que, a despeito de serem datas de convivência em família, eles não têm essa possibilidade quando atuam com vistas a preservar vidas. E que coisa valiosa é cada vida humana.

Este fim de semana, mais uma vez, eles vão estar a postos. Orientando, servindo à população. Buscando diminuir os acidentes que são comuns, principalmente, pela falta de atenção daqueles que viajam.

No currículo de cada agente desses, mais do que cobrar atenção às leis de tráfego – como a documentação em ordem, limite de velocidade e ao não uso de bebidas alcoólicas durante a viagem -, esses policiais rodoviários se defrontam, no seu dia a dia, com casos curiosos.

A inspetora Juliana Rodrigues, do núcleo de Comunicação da PRF cearense, nos contava hoje que, por diversas vezes, agentes se transformam em parteiros sem diploma, mas com um índice notável de eficiência no atendimento a parturientes. Muitos bebês nasceram pelas mãos desses policiais.

Eles, também, se revelaram verdadeiros anjos de guarda de alguns pedestres que, despreocupados, vagam pelo acostamento das rodovias com perturbações interiores.

E há ccasos em que eles são vigilantes em defesa do meio ambiente quando flagram transporte ilegal de madeira ou de aves silvestres.

Tudo isso, só revela um traço edificante da personalidade de quem vive a atividade de policial rodoviário, ajudando a quem sai de casa e pega as rodovias federais, com o intuito de se divertir no fim do ano. Poucas vezes, a gente tem oportunidade de avaliar a importância deles nas estradas.

Por isso, a gente aproveita nesta última sexta feira de 2018, para desejar a esses anjos de guarda do asfalto, que o ano novo transporte a cada um, tudo de bom que eles desejam e dizer da gratidão que os brasileiros lhes devem não apenas hoje, mas durante todos os dias do ano. Um abraço fraterno a cada um.

 

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Passageiros com embarque para 2019

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

28 de dezembro de 2018

Nos alto-falantes de um aeroporto, nesses últimos dias do ano, uma mensagem – de autor desconhecido – chamou atenção de todos. Dizia: “Atenção senhores passageiros:
Está na hora de renovar os passaportes. Estaremos dentro de pouco tempo, começando mais uma viagem, com um tempo estimado e aproximado de 365 dias. Carimbem seus passaportes, definam o destino e embarquem na plataforma 2019.
Quem tiver mágoas, ressentimentos, pendências e até tristezas antigas na bagagem, por favor, descarregá-las no balcão 2018, bem ao lado do banheiro. Recomendamos uso dos sapatos da boa vontade e as camisas do otimismo, evitando durante a viagem as saias justas da competitividade insana e os nós da gravata da ambição desenfreada.
Os passageiros que portarem sorrisos nos lábios, coração aberto e mãos prontas a construírem terão assento preferencial, bem ao lado da janela da felicidade. Solicitamos a todos que apertem seus cintos da esperança e recomendamos que ninguém, em hipotese alguma, utilize as saídas de emergência durante esta viagem.
Caso haja períodos de turbulência, mantenham a calma e a confiança no piloto dessa aeronave, o grande comandante universal. Em qualquer situação de medo ou de desespero, contem também com nosso atendimento de bordo realizado permanentemente por nossos anjos do espaço que estarão ao lado de cada passageiro.
Recomendamos durante todo esse trajeto, atitudes de solidariedade, de atenção e carinho, principalmente, com as crianças e idosos, o que garante a participação em nosso programa de milhagem.
Teremos, como já é de conhecimento de todos, muitas escalas durante o trajeto, o que implica na necessidade de entradas e saídas de pessoas, valendo recordar em todos os momentos da continuidade confiança do grande comandante universal.
A todos uma excelente viagem”.

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O PRINCÍPIO, O FIM E O MEIO

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

27 de dezembro de 2018

O PRINCÍPIO, O FIM E O MEIO
Nonato Albuquerque

O mundo começou em mim, arremata Moisés
depois de antologizar toda a gênese humana.
Tinha ele, pois, o D´us único, bem ali, aos pés.
E discorreu com palavras toda essência do prana

O mundo terminará em mim, prega o evangelista
João, a quem coube na Terra ver o apocalipse.
Esotérica leitura pela qual o homem avista
A mudança do planeta após o grande eclipse.

No meio deles, tu e eu, interligados estamos
Enquanto lá fora o mundo destrambelhado,
Confuso, rola como se fosse desabar no abismo.

Será que vai dar tempo vender o que compramos?
Ou será possível ficar, assim, ensimesmado,
Sabendo que amanhã finda todo esse esnobismo?

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Fome de amor; fome de Deus

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

25 de dezembro de 2018

Eu gostaria de falar hoje, sobre o 25 de dezembro, sob um ponto de vista pouco discutido: o do conhecimento de cada um de nós.

Quando a semente do amor lançada em nosso coração pelos ensinos do mestre ascensionado Jesus, desenvolver em cada um a consciência do que realmente somos, haveremos de compreender melhor a mensagem deste 25 de dezembro.

Não é apenas a data do surgimento da figura mais perfeita que já esteve entre os homens; mas a consciência de que ela representa, também, um renascimento espiritual de cada ser em missão terrena.

Em outros tempos, o 25 de dezembro representava a chance de se agradecer ao Alto, os frutos da boa colheita. O bom relacionamento entre as pessoas. A convivência harmoniosa em família. O gesto de ajuda aos necessitados e a gratidão às forças inspiradoras pelo que somos.
O calendário cristão, a partir do ano 350, via papa Júlio Primeiro, determinou que o nascimento de Jesus seria celebrado nesta data, introjetando-o como a figura de proa desse processo de elevação.

O dia de hoje tem a importância de lembrar que, não estamos aqui no Planeta apenas para atender às regras de sobrevivência do corpo. Não viemos apenas cumprir um roteiro de nascer, viver e morrer, como se fossemos meros marionetes no jogo da vida. Temos ligações com essas particularidades sim; mas a nossa presença na Terra é uma oportuna chance de edificar em nós, as bases do crescimento da nossa alma.

O nosso eu interior, seja lá que nome você der, precisa se alimentar de conhecimentos. Evoluir. Seguir um processo de evolução que passa pelo exemplo do Cristo. Ele é o modelo desejado por Deus para cada um de nós.

Por isso, falava ser ele o caminho – o exemplo a seguir. Por isso ele externava a Verdade – pelo conjunto de suas ideias transformadoras e revolucionárias. E a própria Vida, porque aquele que chega à consciência crística, aquele que faz o que ele ensinou, está não apenas destinado ao céu no futuro; mas edificando na Terra o paraíso que tanto desejamos.

Que a calma e a tranquilidade deste 25 de dezembro, possam climatizar em nossos corações todas essas verdades. E aí sim, saberemos dar consistência ao milagre dos natais. Que se repetem a cada fim de ano para nos lembrar que, apesar do joio a que sociedade humana tem produzido pelos atos de violência e dor, ainda há tempo para mudanças. Que já existe trigo no coração de muitos. O trigo do amor. Da bondade. Do bem. Falta apenas que ele seja colhido para alimentar a alma daqueles que têm fome de amor. Fome de Deus. E não percebem isso.

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CARTA AO ANIVERSARIANTE MENINO

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

24 de dezembro de 2018

No Natal são comuns as cartinhas a Papai Noel com pedidos de presentes. Resolvemos escrever uma carta ao aniversariante.

“Jesus, amigo: As cidades em rumorosa festa celebram o teu Natal.

Em meio ao ruído das ruas e ao brilho manifesto das decorações natalinas, as máquinas registradoras multiplicam os lucros de seus donos. Vendedores aflitos se desdobram para atender ao público. Crianças rezam pela conveniência de um brinquedo. Adultos alimentam a esperança de uma lembrança qualquer. Nem que parta de um desconhecido amigo.

Nas ruas e avenidas do mundo, um rio de gente navega outra vez o barco da esperança. Todos direcionam seu leme para o mar de ofertas que se alojam pelas vitrines. Tudo é brilho! Tudo é luz! Tudo é festa. E no coração dessa celebração, no entanto, abandonamos-te, de forma incompreensível e sem a menor elegância. Em nenhuma das peças onde teu Natal se manifesta, se ouve teu nome. Nenhuma das vozes dos comerciais na tevê ou no rádio revela o menor sinal de tua presença. Mesmo onde tudo lembra teu aniversário, a figura de um outro homenageado tomou a frente das homenagens. E, em meio a ela, o sonho das crianças se generaliza.

Mesmo com o aniversariante deslocado desse tempo, o rio de pessoas circunavega as vitrines; dá voltas em quarteirões repletos; serpenteia avenidas decoradas, como se achasse tudo isso o oceano da mais completa tranqüilidade. Só o saber ser teu coração tão generoso, para compreender esse inusitado esquecimento.

É que, tu Jesus, te contentas simplesmente em figurar na invisibilidade de um segundo plano, deixando que a generosa força do Amor magnifique e prevaleça em tudo o seu selo. E imponha, em todas as almas ensimesmadas de Luz, a marca de teus gestos mais virtuosos. Por isso, ser o Natal a época de pessoas tão amáveis, como se o espírito da festa incorporasse ao cotidiano de todas elas.

Permita amigo, que os corações devotados ao Bem se transformem em manjedouras de Luz para receber a tua irradiada presença. E que eles recolham com a prática do Amor, a tua ascensional virtude. Permita mestre, que esses corações renovados pela Fé acolham a divina Esperança que és, buscando na escola terrena materializar-se como exemplo… uma vez seguinte. Feliz aniversário, menino, mestre, redentor do mundo.

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É tempo de lembrar “o amor que esteve em pessoa entre nós”

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

21 de dezembro de 2018

Enquanto uns se dividem nos gastos com presentes e nos preparativos para a comilança do Natal, já pensou quantos outros estão a contar os minguados recursos para garantir, pelo menos, o alimento de todo o dia para os filhos?

Enquanto as luzes de artifício ressaltam o luminoso brilho das decorações das lojas, você já imaginou nos que agonizam na escuridão de algum tormento físico, pela carência de saúde em um leito de hospital ou mesmo em casa?

Enquanto algumas crianças festejam a alegria da épca em shoppings decorados, certamente você se depara com uma porção de outras que circulam entre carros estendendo a mão à caridade dos passantes.

Mesmo assim, é tempo de celebrar a lembrança do “amor que esteve em pessoa entre nós”, há dois mil anos. E que deixou lições de dignidade para nos mostrar o caminho, a verdade e a verdadeira Vida maior a que nos destinamos.

Que se celebre no Natal do Cristo, com as distintas manifestações de afeto e cortesia; mas que não seja apenas uma atitude pontual, marcada pela eventualidade da data.

E que, ao longo dos dias que virão, possamos ter a consciência de que seremos melhor em termos individuais, para que o coletivo da humanidade se aperfeiçoe e alcance um nível de qualidade maior.

Natal é, pois, essa estação na qual o trem da nossa Vida reserva uma parada de descanso, para restabelecer as nossas energias, na usina de luz que é o aniversariante do 25 de dezembro: Jesus, o modelo ansiado por Deus para cada um de nós.

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O presente de Natal para o aniversariante

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

19 de dezembro de 2018

Os dias que antecedem à festa do Natal marcam uma mudança no comportamento das pessoas.

Vocês têm notado que, a maioria das pessoas, age de uma forma menos convencional – são mais cordatas, trocam gentilezas, além de presentes. Demonstram melhor trato com as pessoas – como se uma energia diferente atuasse no cotidiano de todos. Eu sei que faz parte da magia do Natal, mas o que me surpreende é que isso só funcione em determinada ocasião, quando poderia ser o comum de todos.

Passada a festa, a maioria dos indivíduos retoma a sua velha rotina de sempre, pouco ou nada se interessando em modificar os hábitos não saudáveis, onde ódio, raiva, ciúme, inveja, orgulho, parecem ser os ingredientes de cada um.

Ninguém desconhece que todo esse trabalho de mudança de comportamento se deve à Educação. Educação que se recebe em família e que é complementada pelo ensino formal.

Filhos mal comportados na rua, expressam valores distorcidos que aprenderam na convivência familiar. Nesse caso, pai e mãe são modelos. Se deles não se tem exemplos de grandeza moral, não vá esperar que a rua ofereça aos jovens essa noção.

Nunca se esqueça de que a violência das ruas começa, exatamente, dentro da casa onde há ausência de bons exemplos – ou quando adultos se permitem a cometer atos condenáveis, servindo de espelho aos mais jovens.

Como seria bom se esse clima de Natal perdurasse além dos dias de dezembro! Que houvesse mais calor humano nas relações das pessoas. Respeito de uns com os outros. Que não houvesse preconceito contra os que fazem as diferenças. Que a gente não fosse tolo de achar que a religião de um é melhor que a do outro. Que buscássemos perdoar aos que, de alguma maneira, nos destrataram com uma palavra ou um gesto impensado. Que a gente moderasse a nossa língua e pensasse dez vezes antes de cometer algum ato indesejável.

Agindo assim, cumpriríamos o desejo de aperfeiçoamento do Cristo, cuja vida foi toda pautada pelos ensinamentos maiores. E como todo aniversariante merece ganhar uma lembrança, esse seria o melhor presente que pudéssemos dar a esse menino-deus, considerado o amor em pessoa que um dia passou por aqui. Pensem e faça isso.

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O balanço do 2018 na área de segurança

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

17 de dezembro de 2018

Todo fim-de-ano é natural se fazer um balanço de como foram os dias do ano que se vai. Nele, costuma-se reunir o que foi bom e o que deixou a desejar. Mas sempre há um saldo de esperança de que as coisas vão melhorar no ano que vem.

Tem um item, porém, que já há algum tempo não tem dado nenhuma satisfação: é o da área da segurança. 2018 tem sido um ano dificil nesse setor.
Como se tem matado gente nessa terra! Como tem ocorrido roubos e furtos! Como o crime organizado mostrou-se ousado, diante do aparato repressivo levado a efeito pelo capital humano das polícias, militar e civil.

Uma projeção feita por um jornal da terra, aponta que o Ceará deve encerrar o ano com um total aproximado de 4.571 homicídios, se considerada a média de 381 mortes por mês, registrada de janeiro a novembro de 2018.

A gente sabe que já houve tempo pior: no ano passado foram 5.134 pessoas vítimas de Crimes Violentos Letais Intencionais.

Mas essa pequena redução não chega a ser tão significativa quanto se desejava. Interessante é que pudéssemos aplacar esse rio de sangue e esse mar de tormentos que famílias convivem com a perda de afeições queridas. Ninguém é louco de achar que isso vá acabar; mas tudo o que se fizer em favor da paz é necessário para conter o cenário de dor que nos cerca.

A Fortaleza-cidade que nos abriga está a merecer um pouco mais da responsabilidade de cada um, evitando que comportamentos errôneos – como envolver-se com o que não presta e com quem não presta – continue a infelicitar o balanço de fim-de-ano nas retrospectivas. Pelo menos, fica a torcida para que o milagre aconteça no ano que vai chegar.

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A rotina histórica dos acidentes com romeiros no Nordeste

Por Nonato Albuquerque em SEGURANÇA

14 de dezembro de 2018

Os acidentes envolvendo romeiros têm sido algo rotineiro no histórico rodoviário do Nordeste. Eles já foram muitos, é verdade; mas continuam enlutando famílias que se deslocam para cumprir seus compromissos de fé.

Em outros tempos, eram com caminhões fretados sem nenhuma segurança. Os típicos paus-de-arara trafegavam pelas estradas empoeiradas, com passageiros acima da capacidade, viajando sem as mínimas condições. Um projeto de lei estadual proibiu a circulação desse tipo de transporte. E os romeiros passaram a viajar em ônibus com um mínimo de conforto para enfrentar as romarias tradicionais como a de Canindé ou a de Juazeiro.

Mesmo com essa preocupação, os acidentes continuaram. Continuam, digo melhor. Como esse, ocorrido ontem próximo a Campos Sales. O ônibus que os conduzia bateu de frente com um caminhão que transportava gesso e, pelo menos, seis pessoas morreram, enquanto 25 ficaram feridas.

Há que lembrar que, durante muito tempo, a romaria não foi vista como um atrativo turístico para as cidades, já que agrega, além do fator primordial que é a demonstração de fé, setores que dão oportunidade de ampliar a economia das cidades, oportunizando trabalho e renda para as pessoas em diversos setores.

Se, por um lado, há necessidade de requalificar o setor do turismo religioso com o intuito de oferecer-lhe opções aos participantes das romarias, por outro é preciso alertar os guiadores que transportam os fiéis, a ficarem atentos às condições de segurança dos veículos; à maneira de como eles estão dirigindo – se há tempo para permuta e descanso dos motoristas -, já que fatores causadores de acidentes assim, se originam do cansaço e da imperícia de quem se responsabiliza por conduzir pessoas interessadas em cumprir um roteiro de fé em favor da vida. E não de serem transportadas para a morte.

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A rotina histórica dos acidentes com romeiros no Nordeste

Por Nonato Albuquerque em SEGURANÇA

14 de dezembro de 2018

Os acidentes envolvendo romeiros têm sido algo rotineiro no histórico rodoviário do Nordeste. Eles já foram muitos, é verdade; mas continuam enlutando famílias que se deslocam para cumprir seus compromissos de fé.

Em outros tempos, eram com caminhões fretados sem nenhuma segurança. Os típicos paus-de-arara trafegavam pelas estradas empoeiradas, com passageiros acima da capacidade, viajando sem as mínimas condições. Um projeto de lei estadual proibiu a circulação desse tipo de transporte. E os romeiros passaram a viajar em ônibus com um mínimo de conforto para enfrentar as romarias tradicionais como a de Canindé ou a de Juazeiro.

Mesmo com essa preocupação, os acidentes continuaram. Continuam, digo melhor. Como esse, ocorrido ontem próximo a Campos Sales. O ônibus que os conduzia bateu de frente com um caminhão que transportava gesso e, pelo menos, seis pessoas morreram, enquanto 25 ficaram feridas.

Há que lembrar que, durante muito tempo, a romaria não foi vista como um atrativo turístico para as cidades, já que agrega, além do fator primordial que é a demonstração de fé, setores que dão oportunidade de ampliar a economia das cidades, oportunizando trabalho e renda para as pessoas em diversos setores.

Se, por um lado, há necessidade de requalificar o setor do turismo religioso com o intuito de oferecer-lhe opções aos participantes das romarias, por outro é preciso alertar os guiadores que transportam os fiéis, a ficarem atentos às condições de segurança dos veículos; à maneira de como eles estão dirigindo – se há tempo para permuta e descanso dos motoristas -, já que fatores causadores de acidentes assim, se originam do cansaço e da imperícia de quem se responsabiliza por conduzir pessoas interessadas em cumprir um roteiro de fé em favor da vida. E não de serem transportadas para a morte.