MOUSE OU MENOS - por Nonato Albuquerque 
Publicidade

MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

Revestir-se de esperança para o ano que chega

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

29 de dezembro de 2017

Fim de ano é sempre uma boa oportunidade de se fazer um balanço. De como nos portamos ao longo dos seus dias. Do que de bom ou não, conseguiu-se ao longo dos seus meses. Geralmente, o resultado desse balanço tende para a positividade das boas lembranças. Mas, quase sempre, há recordações que nos infelicitam. Principalmente diante de alguma perda significativa à nossa afeição. Pessoas perderam amigos e familiares por conta da violência. Ou não. Na passagem do ano, em meio aos festejos, avaliarão o peso dessas ausências.

Os que exageram em seus atos, provavelmente, lamentarão esses equívocos; mas, certamente, não irão lançar a culpa no 2017, que foi um ano de crises, mas também de criatividade.

Na verdade, já notaram como em tempos difíceis, o ser humano costuma burlar melhor as dificuldades, empreender alternativas de superação e conseguir alcançar a vitória? É que todo mundo é movido por impulsos e emoções. E tempos difíceis parecem mais propícios a enfrentamentos.
Por isso mesmo, há pessoas que irão se lembrar do ano velho com gratidão. Outros, não irão recordar do ano com bom grado.

A exemplo de outras passagens de ano, todos nós iremos nos revestir de esperança que o novo ano possa ser promissor em todos os aspectos. Que ele venha com chuvas para amenizar o fastio da terra. Com uma safra de notícias mais auspiciosas e um ensejo de que o ser humano melhore em termos comportamentais. Uma verdade precisa ser dita: se não houver disposição de mudança do eu, não é a folhinha do calendário que vai trazer o novo na vida de ninguém. Não vale criar expectativas: se vestir a cor amarela atraísse riqueza, os servidores dos Correios, estariam todos milionários. Se usar vermelho na passagem do ano resolvesse a situação amorosa, nenhum bombeiro se separaria. Faça por onde merecer um ano novo. E tudo virá por acréscimo.

leia tudo sobre

Publicidade

2017, um paciente na UTI do tempo

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

28 de dezembro de 2017

Um paciente, com graves problemas de saúde, acaba de ser internado na UTI do tempo e, segundo o boletim de avaliação, seu quadro apresenta-se bastante grave. Há até risco de morte pelo que se pode depreender.

Esse paciente está abatido, velho, cansado, maltratado pela indisposição de alguns que não souberam aproveitar de sua passagem e, principalmente, pelos que tiraram proveito produzindo todo tipo de artimanhas e ações malfazejas. Quantos não lucraram com ele, mas com o velho hábito de se lançar culpa nos outros como a gente costuma fazer, muitos acabarão desviando para ele todas as comnsequências dos nossos atos desafortunados.

Mesmo debilitado, sem forças para reanimar-se, ainda assim há quem fale mal dele, por considerá-lo que trouxe desafios e crises, tenha gerando conflitos, atraindo discórdia entre os pares, quando na verdade não se deve a ação dele, mas a de pessoas que não sabendo valorizá-lo, acabaram por perder tempo enquanto ele acumulava horas a nosso favor.

Esse paciente, que segundo as estimativas têm pouco mais de 70 horas de vida, vai ser lembrado com pesar por aqueles que cometeram equívocos, erros, crimes, ações desonestas. Mas, evidentemente, ele irá ser celebrado por virtuosos que costumam ser gratos a pequenos e importantes gestos e conquistas.

O paciente do qual nos reportamos, é filho dileto da família do tempo. Consumiu suas horas oportunizando a que os bons prodigalizassem suas bondades. A que os justos, professassem a sua Justiça. A que os amantes, vivessem formas de amor ainda maiores.

O paciente que está à beira da morte se chama 2017. Quando for chegada a hora da despedida, a maioria da humanidade terá mais palavras de gratidão ao novo que vai chegar e, alguns poucos, tecerão gratidão às muitas chances que o velho ofereceu. Mas isso é comum numa humanidade que sempre destrata o velho em função do novo que chega com promessas de renovação.

leia tudo sobre

Publicidade

Camilo e os prognósticos para a segurança em 2018.

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

27 de dezembro de 2017

O governador Camilo Santana esteve hoje em nosso programa de rádio na Tribuna Band News. Entre outros assuntos, o tema violência tomou boa parte da conversa. O governador reconhece que a pedra no sapato de seu governo é a questão da segurança. Foi o ano de maiores investimentos na área. Tanto em equipamentos quanto em capital humano. Mesmo assim, os resultados têm sido pífios. A violência tem crescido. Chegam a 5 mil o número de homicídios neste 2017.

Ele não culpa as Polícias por uma resposta mais eficaz, proporcional aos investimentos feitos nesse tempo de governo. Confia no secretário de Segurança, André Costa. Sabe que há algum tipo de diferenças internas entre Polícias Civil e Militar, mas como todo grupo onde a presença humana se faz presente. Quer mais: quer ampliar o número do Raio em todas as cidades com mais de 50 mil habitantes. Quer eficiência do seu corpo de agentes. Considera que não é apenas o item repressivo que magnifica os bons resultados, mas o investimento na prevenção. Que para ele passa pelo setor educacional, a ponto de marcar um encontro com os prefeitos de todo o Ceará para que eles se comprometam: diminuir a evasão escolar em seus municípios, a fim de que os ausentes da Escola não sejam arregimentados pelas facções criminosas.

Sobre essas facções, Camilo prometeu que vem aí um plano que vai atacar esses grupos criminosos. Camilo vai lançar uma frente contra esses bandidos e que eles não perdem por esperar. Ou melhor dizendo: nós ganharemos quando for aplicado esse plano. Que venha 2018 com melhor jeito na área da segurança, pois 2017 foi de dor de cabeça não só para o governador; mas para todo mundo que vive aqui.

leia tudo sobre

Publicidade

Guia de trabalho do Papai Noel

Por Nonato Albuquerque em Crônica

24 de dezembro de 2017

.

Realmente, a figura de Papai Noel dá a impressão de ter usurpado mesmo a festa de Jesus. É ela quem manda e domina tudo; quem dá as cartas (no caso, brinquedos). Somando-se a  isso, o Google lançou um site para que se possa acompanhar a viagem de Papai Noel durante seu dia de trabalho. 

Em www.google.com / santatracker usuários encontram a contagem regressiva  para a chegada do ‘bom velhinho’. O aplicativo que acompanha Papai Noel também pode ser baixado para Android, ou até mesmo instalado como extensão para o Chrome. 

leia tudo sobre

Publicidade

O desafio de cada um no Natal

Por Nonato Albuquerque em Crônica

22 de dezembro de 2017

Enquanto o espírito de Natal acerca-se de todos, envolvendo-nos numa harmoniosa onda de solidariedade e de festa, há os que estão distanciados de toda essa magia, acometidos por algum tipo de sofrimento, físico ou mental, principalmente pela síndrome comum do final de ano. São indivíduos que vivem sufocados por algum tipo de depressão ou, simplesmente, carentes da estima e da amizade de alguém.

Enquanto as luzes de artifício brilham nas festivas decorações das lojas e das ruas, há quem se mantenha preso a uma teia de sombras de infortúnio, motivadas por suas próprias inconsequências ao longo do ano.

Enquanto sob a árvore de Natal e junto ao presépio do bom menino, acumulam-se os presentes aguardados para a troca de gentilezas na noite santa, há os que sentem extrema necessidade de obter uma simples moeda que lhes possa dar a garantia do pão que sacia a fome da família no dia a dia.
As festas de fim-de-ano para alguns desses, que não sabem ainda cultivar as excelências da humildade e da paciência, se caracterizam, muitas vezes, num instante de depressivo desencanto. Neles, a falta de fé inqueta-lhes os mais íntimos escaninhos da alma.

Por isso, as festas de fim de ano nos remetem à compreensão de que é preciso utilizar a matemática do bom senso, dividindo o que somos mais do que a soma do que temos; multiplicando o esforço de ajuda para esses necessitados e diminuindo a nossa distância egoísta do verdadeiro sentido cristão da festa e a obra redentora do menino que nasceu para nos dar Vida.

O Natal é, por isso mesmo, a resposta do homem comum ao verdadeiro amor que esteve um dia em pessoa na Terra, indicando para nós o caminho da Luz. Para que nos iluminando, iluminássemos o Planeta como um todo.

leia tudo sobre

Publicidade

Reflexões reflexivas

Por Nonato Albuquerque em Sem categoria

14 de dezembro de 2017

Apesar de tudo o que se vê de triste no mundo, o momento é de esperança e de renovação. Ainda que as dores do mundo possam te assoberbar e levar sua crença aos extremos da dúvida, é preciso crer na força que cerca cada um de nós. Mesmo com os agravos da vida; as injustiças, os dissabores que possam causa alguma inimizade; o desconforto que geram as carências, ainda assim é preciso ser forte. Se a crise estabelecer seus tentáculos em torno de sua mente, pare e pense melhor. A vida é o melhor refúgio de toda essa tempestade que se alastra no mundo, provocada evidentemente pelas ações de humanos que ainda não acrescentaram a si, um palmo de crescimento. Não se distancie dos amigos. Não se perca da família. Não busque fora, o que você tem de mais afortunado que são as riquezas do coração. A expectativa de que, apesar dos pesares, tudo melhora a todo instante. Se houver impulso do bem, o bem se fortalecerá. Se houver auxílio da bondade, ela movimentará todos os andaimes dessa construção maravilhosa que é a experiência de viver. Não se deixe levar pelas vozes da dúvida, nem da descrença. O bem sempre vence. O mal é como a tempestade que vem, revira tudo e vai embora. O que é bom, contudo, sempre vigora no balanço de nossas realizações. É preciso ser forte. E acreditar em si, porque afinal somos filhos do Altíssimo. E em nenhum momento fomos deserdados por Ele. Pense nisso.

leia tudo sobre

Publicidade

Violência contra mulher: Freud explica?

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

11 de dezembro de 2017

Nunca vi tanta violência contra a mulher. Nos últimos dias aqui no Ceará, os feminicídios cumularam uma enorme sobrecarga, numa clara demonstração de desamor. Porque quando há violência contra as mulheres, quase sempre essa violência é patrocinada por companheiros, pessoas com as quais elas se relacionam e com quem dividiam espaço e vida.

Como entender que um homem que vivia falando e prometendo amor a sua companheira, de repente se volte contra ela – e pior – esqueça todas as promessas, os sonhos e os ideais que pode se viver a dois, para transformar a relação em algo trágico?

O machismo é um recorte da alma humana que já devia ter sido banido há muito tempo; mas ele persiste devido a cultura predominante, que insiste em querer mostrar superioridade do macho sobre as fêmeas.

Num tempo em que as mulheres disputam mercado de trabalho, fazem o mesmo serviço do homem, embora ganhem menos, e mostrem competência, esse traço da personalidade doentia só revela insegurança de quem não pode ver a mulher crescendo, fazendo valer a sua inteligência e o seu poder num mundo onde não devia haver essas divergências. Contudo, os machões irrecuperáveis se tremem na base quando, depois de se mostrarem violentos contra suas companheiras, ouvem elas ameaçarem abandoná-los. Diante dessa ameaça, eles se mostram inseguros, intranquilos e completamente abandonados.

No Ceará, a violência contra a mulher só revela uma coisa: há macho que não gosta de mulher. E isso, Freud explica.

leia tudo sobre

Publicidade

Reflexão para atravessar dezembro com as energias do advento

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

08 de dezembro de 2017

Algumas reflexões para que a gente consiga atravessar dezembro sintonizado com as energias da época do advento.

O Natal é ocasião propícia para despertar os sentimentos mais sensíveis do coração e aplacar um pouco a pressa que não nos permite tranquilidade. É época de generosidades, muito embora devessemos ser generosos o ano inteiro. É tempo de trocas de gentilezas, quando essa postura devia ser encampada todos os dias do ano.

Há quem critique a atitude dos ‘benfeitores de plantão’, que surgem apenas em datas específicas, quando a solidariedade devia ser constantemente colocada à serviço dos necessitados. Mas, ainda assim, é bom certificar-se de que, pelo menos neste tempo, existam pessoas vocacionadas ao bem. É preferível tê-las, ainda que um pouco período determinado, do que nunca registrar a sua beneficência.

Toda festa de aniversário que alguém vai, o costume mais evidente é que se leve o quê para o aniversariante? Pre-sen-te! E o que temos dado de presente ao menino Jesus, na data que o mundo cristão celebra o seu nascimento? Trocamos gentilezas entre os nossos pares; mas o aniversariante é quase sempre esquecido.

Pois que, neste ano, possamos oferecer de presente ao Cristo, o nosso esforço pela melhoria do relacionamento com os outros; selecionar um tempo para prestar serviços em favor do bem; evitar as maledicências e os pensamentos negativos que intereferem no fluxo da nossa energia interior e, principalmente, prometermos a Ele que seremos melhores em favor da experiência de paz que o mundo necessita. Quem se arrisca a isso? Pode adotar essas ideias pelo bem do bem que se tem a ele.

leia tudo sobre

Publicidade

O escândalo dos policiais civis

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

07 de dezembro de 2017

O escândalo envolvendo policiais civis da DENARC é o assunto das rodas na praça do Ferreira e em outros locais. Eles são acusados de práticas criminosas, com a susposta anuência de três delegados da divisão de tráfico, em um esquema de extorsão a traficantes. Isso só revela o quanto a natureza humana é frágil, capaz de sair da prática do bem e se alimentar do mal. É uma questão de caráter. Ou a falta dele.

Quem imaginaria, uma autoridade policial, que combate o tráfico de drogas, ao invés de aplicar a lei, simplesmente tirar partido da função que exerce para se beneficiar particularmente? Acontece. Não é de causar surpresa, quando se tem em conta que somos ainda criaturas imperfeitas em termos de moral. Que alguns indivíduos são capazes de trocar o lado da luz pelo terreno sombrio do erro.

Todo ser humano convive com essa dubiedade. Uma hora é bom; noutra tergiversa para o mal. Por ganância – e essa é a melhor expressão para explicar esse tipo de ação – alguns são capazes de ingressarem no crime, principalmente quando abrigados na certeza de que a impunidade impera e, para alguns indivíduos, ser tachado de criminoso, ladrão, viciado – parece não surpreender muito a um certo tipo de gente, que não herdou da família o bem mais precioso: a vergonha.

É uma questão de caráter. E isso, só se aprimora, através do exercício contínuo da prática de boas atitudes. Todo dia, cada um é tentado pelas forças do Mal a comprometer o seu respeito, a sua vergonha e o seu caráter, assumindo o seu lado sombrio. Resistir à tentação é preciso. Mesmo porque há uma lei, a do retorno, que inapelavelmente virá cobrar os resultados da nossa semeadura. Seja hoje, amanhã ou em qualquer

leia tudo sobre

Publicidade

A epidemia da violência começa em cada um de nós

Por Nonato Albuquerque em Sem categoria

05 de dezembro de 2017

Vocês já notaram como é complicado o relacionamento entre as pessoas? Por nada, a gente vive criando atritos, batendo boca e brigando por questões tão tolas, que acabam por ampliar essa epidemia de violência que se assiste na cidade. Como entender alguém que, no trânsito, fecha cruzamento, não é solidário dando oportunidade a um pedestre fazer a travessia ou aquele tipo que, num congestionamento, utiliza a buzina insistentemente, como se fosse possível furar o bloqueio de veículos.

Nós somos os responsáveis pela quebra de harmonia da vida da cidade. Somos nós que nos infelicitamos com o nosso nervosismo, querendo passar na frente dos outros numa fila de banco ou da lotérica. Jogando lixo na via pública. Falando mal das pessoas, por conta da aparência, como se nós fossemos um padrão de beleza de outro mundo.

E os fanáticos que se partidarizam em discussões futebolísticas, políticas ou religiosas, que chegam as vias de fato e acabam se transformando em tragédias. Se, ao contrário, tivéssemos a humildade de sermos conciliadores, em qualquer situação; se respeitássemos as opiniões alheias, para que os outros respeitam as nossas, certamente, evitar-se-iam as querelas, os bate-bocas, os arranca-rabos que acabam por nos levar a perder nosso precioso tempo e, quem sabe, a nossa vida e a vida de outros.

Viver é algo tão fascinante que a gente devia agradecer por estarmos aqui. Hoje. Vivendo e aprendendo mais. Sobre tudo e todos.

leia tudo sobre

Publicidade

A epidemia da violência começa em cada um de nós

Por Nonato Albuquerque em Sem categoria

05 de dezembro de 2017

Vocês já notaram como é complicado o relacionamento entre as pessoas? Por nada, a gente vive criando atritos, batendo boca e brigando por questões tão tolas, que acabam por ampliar essa epidemia de violência que se assiste na cidade. Como entender alguém que, no trânsito, fecha cruzamento, não é solidário dando oportunidade a um pedestre fazer a travessia ou aquele tipo que, num congestionamento, utiliza a buzina insistentemente, como se fosse possível furar o bloqueio de veículos.

Nós somos os responsáveis pela quebra de harmonia da vida da cidade. Somos nós que nos infelicitamos com o nosso nervosismo, querendo passar na frente dos outros numa fila de banco ou da lotérica. Jogando lixo na via pública. Falando mal das pessoas, por conta da aparência, como se nós fossemos um padrão de beleza de outro mundo.

E os fanáticos que se partidarizam em discussões futebolísticas, políticas ou religiosas, que chegam as vias de fato e acabam se transformando em tragédias. Se, ao contrário, tivéssemos a humildade de sermos conciliadores, em qualquer situação; se respeitássemos as opiniões alheias, para que os outros respeitam as nossas, certamente, evitar-se-iam as querelas, os bate-bocas, os arranca-rabos que acabam por nos levar a perder nosso precioso tempo e, quem sabe, a nossa vida e a vida de outros.

Viver é algo tão fascinante que a gente devia agradecer por estarmos aqui. Hoje. Vivendo e aprendendo mais. Sobre tudo e todos.