Publicidade

MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

CINEMA

Na festa do Oscar, Hollywood expõe estatueta cheirando cocaína

Por Nonato Albuquerque em CINEMA, curiosidade

20 de Fevereiro de 2015


polemicaoscar
O assunto Cinema e Oscar 2015, aqui no portal Tribuna do Ceará, é de responsabilidade do colunista Daniel Herculano. Mas não resisto a oportunidade de comentar a polêmica escultura, exposta em frente ao prédio onde acontecerá a cerimônia domingo que vem.

Gente, uma cópia gigantesca da estatueta representativa da premiação foi esculpida pelos artistas Plastic Jesus e Nick Stern, mostrando o Oscar, debruçado sobre o ‘red carpet’, cheirando cocaína. Os autores já integraram a Academia de Artes e Ciências. Então, devem saber do que estão falando.

Alguém pode até achar ser mais uma dessas formas bizarras de Hollywood atrair a atenção do público para a festa que, nos últimos anos, tem se tornado repetitiva. Eu diria mais: chata. Mas não, não se trata disso. É uma maneira que os escultores acharam de discutir o problema do uso de drogas no meio artístico. A meca do cinema, pelo visto, convive com o drama.

Quando a população do globo começa a tomar consciência dos danos causados pelo uso de entorpecentes, os vendedores de ilusão ainda não despertaram para consequências desastrosas que as drogas causam, principalmente entre jovens. A polêmica escultura do prêmio da Academia parece cortar na própria carne, o drama vivido ‘às ocultas’ por vários integrantes da sétima arte.

Não é do desconhecimento de ninguém que, nessa área, existem muita gente famosa que é viciada, seja em álcool ou drogas ilícitas e, evidentemente essa denúncia dos escultores, quer alertar que, se os fãs costumam copiar estilos de vida de seus astros, esse mau exemplo pode acabar multiplicando ao redor do mundo e gerando mais tragédias.

leia tudo sobre

Publicidade

Sequestro feito por cearenses para Cuba vai virar filme

Por Nonato Albuquerque em CINEMA, POLÍTICA

31 de Maio de 2014

O sequestro de um avião da Varig para Cuba, feito por dois cearenses moradores do Conjunto Ceará, completou recentemente 30 anos. O desvio do Boeing Airbus da Varig-Cruzeiro, prefixo PP-CLB, ganhou manchetes internacionais, virou documentário dirigido por Bené Saboia e, atualmente, está em vias de virar um longa metragem.

fernando

João Luiz de Araújo e Fernando Antonio Santiago (foto ao lado) promoveram o seqüestro no dia 3 de fevereiro de 1984. Eles embarcaram em Fortaleza, num voo que seguia para Manaus. Depois da escala em São Luiz obrigaram o comandante a desviar o avião para Cuba.

O voo contava com 158 passageiros que tiveram que descer em Paramaribo, capital do Suriname, após uma série de negociações dos seqüestradores com a Embaixada do Brasil naquele país. De lá, a aeronave foi levada para a ilha de Fidel Castro.

O avião pousou em Camaguey, enquanto a pista foi tomada por militares que levaram os cearenses para um interrogatório. Tanto João quanto Fernando contam que foram interrogados durante três dias pela polícia cubana, interessada mais em conhecer pormenores do processo de reabertura democrática que estava sendo anunciada pelo governo da ditadura. João Figueiredo estava no poder.

“A nossa ação naquela época pode ter surpreendido a muitas pessoas” conta João Luiz no documentário, desfazendo a idéia de que se tratavam de jovens sem nenhuma vinculação com os movimentos de esquerda. No Brasil, chegou-se a comentar que se tratava de um episódio completamente fora do contexto.

Até o escritor Fernando Morais, cujo “A Ilha”, teria sido o inspirador da dupla para a ação terrorista, surpreendeu-se na época.  “Essa é uma história completamente espantosa. Jamais poderia passar pela minha cabeça, no dia que sentei à máquina para escrever esse livro, que três garotos fossem sair de Fortaleza, entrar num avião, tocar um revólver na cabeça e dizer ao comandante: toca pra Cuba”, contou Fernando Morais.

joãoluiz1Na verdade, o sequestro envolveu uma outra figura, Raimunda Santiago, esposa de Fernando na época, que se juntou aos dois interessada em viver a realidade que se propagava de Cuba naquela ocasião.

Atualmente João Luiz, que se formou em Psicologia em Cuba,  atende a população carente numa unidade do Capes, em Ipueiras, no interior cearense. Já Fernando mora em Minas Gerais. Raimunda, separada de Fernando, pediu para que seu nome fosse esquecido desse episódio.

O cineasta Bené Sabóia, no entanto, quer aprofundar mais aina essa história. Eem conversa conosco disse estar concluindo o roteiro do longa “Último Pau de Arara”, mesmo título do documentário realizado em 2001.

Desde que foi lançado, o trabalho ganhou vários prêmios entre os quais o do  Ceará de Cinema e Vídeo, se Secult: o do Festival Guanicê do Maranhão, em 2002 e o de Camboriú, em Santa Catarina.

leia tudo sobre

Publicidade

Sai trailer do ‘Robocop’ de Padilha

Por Nonato Albuquerque em CINEMA, Sem categoria

06 de setembro de 2013

Foi divulgado hoje o trailer do remake de Robocop, cuja estreia só vai acontecer dia 7 de fevereiro. Uma novidade que tem a ver com o Brasil é que o filme é dirigido por José Padilha, o diretor de ‘Tropa de Elite’. 

http://youtu.be/INmtQXUXez8

leia tudo sobre

Publicidade

CINEMA. Fim de carreira para Jack Nicholson

Por Nonato Albuquerque em CINEMA

04 de setembro de 2013

actor jack nicholsonNão vi em nenhum outro site em português, mas já é confirmado: Jack Nicholson abandona o cinema. Aos 76 anos de idade, o extraordinário ator se  retira do mundo cinematográfico, devido a importantes perdas de memória que o impedem de reter em sua mente qualquer texto. Pelo menos foi o que declarou uma fonte de Hollywood através da revista Radaronline.com.

‘Há uma razão m uito simples por trás dessa decisão, ligada à perda de memória. Francamente aos 76 anos, Jack está em uma posição privilegiada para poder retirar-se, já que não consegue decorar suas falas” – declarou a dita fonte. 

leia tudo sobre

Publicidade

Próximo filme de Halder será comédia de artes marciais

Por Nonato Albuquerque em CINEMA

31 de agosto de 2013

Entrevistei hoje na Tribuna Band News, FM 101,7 o diretor Halder Gome, do ‘Cine Hulliúdy’. O filme fez estreia ontem em várias cidades do Nordeste e do Norte (Rondônia) e já começou com salas cheias. Halder falou também de seu novo projeto, uma comédia ligada às artes marciais, como o Edmilson Filho e que tem título provisório de “O kickboxer do sertão”, que ele pretende concluir até o segundo de 2014.

“Ano de Copa do Mundo e de eleições, muitos artistas estarão ocupados em atender a trabalhos de campanha, então vou fazer tudo para começar no fim do segundo semestre”, contou Halder, que não para de colecionar elogios acerca do sucesso de ‘Cine Hulliúdy’. Teve citações de Cacá Diegues, Fernando Meireles – na Câmara dos Deputados, na quinta feira, houve homenagem ao sucesso da comédia cearense que já é disparadamente a melhor do ano.

O site AdoroCinema faz enquete para saber dos internautas qual a melhor comédia do Cinema Brasileiro de 2013. Adivinhem quem anda disparado no topo?

imagem1pesquisacinema

leia tudo sobre

Publicidade

Cine Ruliúdi: eu quase desencarnei de rir

Por Nonato Albuquerque em CINEMA

14 de agosto de 2013

Fui ver o “Cine Ruliúdi”, do Hálder Gomes. Pô, que coisa boa, ma! Última sessão, lotada até o tampo. Saí do cinema morto de feliz. Pelo sucesso que o filme faz e porque ele é um achado desse diretor que soube juntar o lúdico do humor cearense com a capacidade arretada de contar uma história sobre o fim das salas de cinema no Ceará, de um jeito satírico. É o nosso ‘Cinema Paradiso’, com uma leitura bem cearense, além da boa direção. 
 
O filme é todo uma homenagem a esse traço bem humorado que temos, a partir de citações bem  nossas que exigiu legendas para que aqueles que não têm hábito pudessem entender o nosso ‘dialeto’. 
 
Figuraço, esse Edmilson Filho que faz o Francysgleidson. Ele já havia demonstrado isso no curta que inspirou o longa. Há presenças marcantes como a do chato – quem é o ator, Halder? -, a esposa e o Valdisney (referência a Walt Disney), além de citações a outros sucessos das salas empoeiradas do sertão – filmes de cangaço com Lampião, os italianos com Macistes e Hércules, além dos ‘spaghetti’ que mexiam com as plateias nos anos 60. 
Mas é a produção barata dos filmes chineses, que tanto marcaram a formação de Halder, a ponto de ele integrar-se de corpo às aulas de artes marciais, que é a tônica do ‘Cine Rulliúdi”, um filme que deve ter sido uma diversão para Gomes. Mais ainda para quem o assiste.

leia tudo sobre

Publicidade

70 anos da propaganda da Disney contra o império nazista

Por Nonato Albuquerque em CINEMA

18 de Abril de 2013

A Segunda  Guerra teve muita produção cinematográfica visando conquistar as pessoas do mercado norte-americano. A maioria, evidentemente, contra o regime  de Adolf Hitler.

O site Alt1040, por exemplo, lista uma série de filmes onde a propaganda do governo ianque é visível para ganhar a simpatia do povo em relação ao esforço de guerra.

Os estúdios Walt Disney, por exemplo, produziram uma série de curtas de animação, entre os quais ‘Educação para a Morte‘ , que completa 70 anos agora em 2013. Ele retrata o regime nazista e como ele se desenvolve e molda os jovens para torná-los fanáticos (um curta-metragem que é difícil acreditar que se trata da mesma fábrica onde foi criado Mickey mouse):

http://www.youtube.com/watch?v=D8bCuNiJ-NI&feature=player_embedded#!

leia tudo sobre

Publicidade

OS COCHILOS DO FILME ‘ARGO’, VENCEDOR DO OSCAR

Por Nonato Albuquerque em CINEMA

25 de Fevereiro de 2013

200x200--22921-7015-1“Argo” ganhou a disputa. Tudo bem, o filme é bom. É um ‘triller’ imaginativo e que busca seguir as pegadas que um agente da CIA percorreu para resgatar reféns durante a crise entre EUA e o Irã dos aiatolás. Mas, pelo visto, a produção cochilou em alguns pontos, deixando escapar erros que começam a ganhar as redes sociais. Vejam alguns exemplos:

1. Quando o personagem Tony Mendez viaja à Hollywood, o filme mostra o letreiro famoso da meca do cinema dilapidado. Construído em 1920, ele passou por isso em meados de 1970, mas foi remodelado com novas letras em novembro de 1978, um ano antes da crise no Irã.

2. A TV mostra discurso da vitória de Ted Kennedy nas primárias de New York e Connecticut. Isso aconteceu em 25 de março de 1980, e a missão foi concluída em 27 de janeiro.

3. Ao longo da cena do avião decolando de Dulles para Londres, o filme mostra um bimotor a jato, que não era geralmente liberado para uso em voos transatlânticos até 1985.

4. Os fuzileiros navais dos EUA na embaixada estão vestindo uniformes de batalha, roupas só introduzidas no outono de 1981.

5. Durante a cena na mesa de leitura, o robô que fala tem LED azul nos olhos. LEDs azuis não foram inventados até 1993.

6. Na reunião no escritório de Max Klein, há uma cópia da autobiografia de Sid Caesar, “Onde eu estava?”, na estante. Este livro de memórias não foi publicado até 1983.

7. O personagem de Ben Affleck, Tony Mendez, usa um Rolex Sea-Dweller DEEPSEA relógio (número de referência 116660), que foi introduzido primeiramente em 2008.

8. A maior parte dos vidros usados ​​têm um revestimento anti-reflexo que parece de cores azulada/violeta. Esse tipo de revestimento não era utilizado em 1979-1980.

9. Ao dirigir-se ao aeroporto de Dulles fora de Washington, a construção do terminal não é mostrada com precisão. Os terminais não foram construídos até 1996. Em 1979/1980, o terminal só tinha metade do tamanho do que é agora.

10. É indicado como o ano de 1980, quando o Bósforo de Istambul é visto, mas a balsa mostrada é de uma ‘ferry’ moderna que cruza os lados asiático e europeu do Bósforo.

11. A canção “A Little T & A” dos Rolling Stones aparece na trilha sonora porém essa música não foi liberada até 1981.

12. No ‘close up’ de Tony olhando através da janela e do plano geral da casa, as janelas com recolocação do vinil são mostradas. Esse tipo de janela não estava disponível em 1980.

13. Tony Mendez tem acesso via passarelas no Aeroporto Internacional de Dulles. Não havia ‘jetways’ em Dulles em 1980: passageiros atravessavam uma rampa para chegar aos seus voos.

14. O projeto do Boeing 747 da Swissair, como mostrado no filme não foi usado antes de 1981.

15. Em uma cena em Istambul, em Bósforo, há uma grande bandeira turca em uma coluna. Esses sinalizadores apareceram primeiro no século 21.

16. O Boeing 747 da Swissair é pintado com as cores que somente foram introduzidas por ocasião do seu 50º aniversário em 1981.

17. O vidro de segurança no portão Swissair quando quebrado pelos guardas iranianos soou como um painel (nonsafety) regular de vidro quando bateu no chão.

Erro de caracteres

18. Perto do fim do filme, quando Mendez (Affleck) e O’Donnell (Cranston) reunem-se pela primeira vez após a missão de resgate, Mendez saúda O’Donnell mas ele cumprimenta com a mão esquerda.

Erros de continuidade

19. Quando Mendez encontra o primeiro ‘script’ de “Argo”, ele tem uma capa de vinil preto com letras em relevo de ouro. Quando ele sai para o pátio, a cobertura desaparece.

20. Quando está em Istambul, o agente Tony Mendez entra na Mesquita Azul para encontrar-se com um companheiro, mas a próxima cena com a sua conversa está ocorrendo na antiga Basílica de Santa Sofia – Igreja Ortodoxa (há mesmo close-up de quadros com afrescos bizantinos de santos).

21. Quando Tony chama seu filho enquanto assistia TV, um saco do McDonald’s é visto com o logotipo claramente visível, mas quando ele se levanta para mudar o canal, já não aparece nenhum logotipo para ser visto.

22. Quando Tony Mendez emite o bilhete de passagem ele recebe 1C assento. Esta é a primeira classe do assento antepara corredor. Quando ele embarca no avião que ele está em um assento de janela.

ORIGINAL: Badinga

leia tudo sobre

Publicidade

OS COCHILOS DO FILME ‘ARGO’, VENCEDOR DO OSCAR

Por Nonato Albuquerque em CINEMA

25 de Fevereiro de 2013

200x200--22921-7015-1“Argo” ganhou a disputa. Tudo bem, o filme é bom. É um ‘triller’ imaginativo e que busca seguir as pegadas que um agente da CIA percorreu para resgatar reféns durante a crise entre EUA e o Irã dos aiatolás. Mas, pelo visto, a produção cochilou em alguns pontos, deixando escapar erros que começam a ganhar as redes sociais. Vejam alguns exemplos:

1. Quando o personagem Tony Mendez viaja à Hollywood, o filme mostra o letreiro famoso da meca do cinema dilapidado. Construído em 1920, ele passou por isso em meados de 1970, mas foi remodelado com novas letras em novembro de 1978, um ano antes da crise no Irã.

2. A TV mostra discurso da vitória de Ted Kennedy nas primárias de New York e Connecticut. Isso aconteceu em 25 de março de 1980, e a missão foi concluída em 27 de janeiro.

3. Ao longo da cena do avião decolando de Dulles para Londres, o filme mostra um bimotor a jato, que não era geralmente liberado para uso em voos transatlânticos até 1985.

4. Os fuzileiros navais dos EUA na embaixada estão vestindo uniformes de batalha, roupas só introduzidas no outono de 1981.

5. Durante a cena na mesa de leitura, o robô que fala tem LED azul nos olhos. LEDs azuis não foram inventados até 1993.

6. Na reunião no escritório de Max Klein, há uma cópia da autobiografia de Sid Caesar, “Onde eu estava?”, na estante. Este livro de memórias não foi publicado até 1983.

7. O personagem de Ben Affleck, Tony Mendez, usa um Rolex Sea-Dweller DEEPSEA relógio (número de referência 116660), que foi introduzido primeiramente em 2008.

8. A maior parte dos vidros usados ​​têm um revestimento anti-reflexo que parece de cores azulada/violeta. Esse tipo de revestimento não era utilizado em 1979-1980.

9. Ao dirigir-se ao aeroporto de Dulles fora de Washington, a construção do terminal não é mostrada com precisão. Os terminais não foram construídos até 1996. Em 1979/1980, o terminal só tinha metade do tamanho do que é agora.

10. É indicado como o ano de 1980, quando o Bósforo de Istambul é visto, mas a balsa mostrada é de uma ‘ferry’ moderna que cruza os lados asiático e europeu do Bósforo.

11. A canção “A Little T & A” dos Rolling Stones aparece na trilha sonora porém essa música não foi liberada até 1981.

12. No ‘close up’ de Tony olhando através da janela e do plano geral da casa, as janelas com recolocação do vinil são mostradas. Esse tipo de janela não estava disponível em 1980.

13. Tony Mendez tem acesso via passarelas no Aeroporto Internacional de Dulles. Não havia ‘jetways’ em Dulles em 1980: passageiros atravessavam uma rampa para chegar aos seus voos.

14. O projeto do Boeing 747 da Swissair, como mostrado no filme não foi usado antes de 1981.

15. Em uma cena em Istambul, em Bósforo, há uma grande bandeira turca em uma coluna. Esses sinalizadores apareceram primeiro no século 21.

16. O Boeing 747 da Swissair é pintado com as cores que somente foram introduzidas por ocasião do seu 50º aniversário em 1981.

17. O vidro de segurança no portão Swissair quando quebrado pelos guardas iranianos soou como um painel (nonsafety) regular de vidro quando bateu no chão.

Erro de caracteres

18. Perto do fim do filme, quando Mendez (Affleck) e O’Donnell (Cranston) reunem-se pela primeira vez após a missão de resgate, Mendez saúda O’Donnell mas ele cumprimenta com a mão esquerda.

Erros de continuidade

19. Quando Mendez encontra o primeiro ‘script’ de “Argo”, ele tem uma capa de vinil preto com letras em relevo de ouro. Quando ele sai para o pátio, a cobertura desaparece.

20. Quando está em Istambul, o agente Tony Mendez entra na Mesquita Azul para encontrar-se com um companheiro, mas a próxima cena com a sua conversa está ocorrendo na antiga Basílica de Santa Sofia – Igreja Ortodoxa (há mesmo close-up de quadros com afrescos bizantinos de santos).

21. Quando Tony chama seu filho enquanto assistia TV, um saco do McDonald’s é visto com o logotipo claramente visível, mas quando ele se levanta para mudar o canal, já não aparece nenhum logotipo para ser visto.

22. Quando Tony Mendez emite o bilhete de passagem ele recebe 1C assento. Esta é a primeira classe do assento antepara corredor. Quando ele embarca no avião que ele está em um assento de janela.

ORIGINAL: Badinga