A violência silenciosa, mas real - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

A violência silenciosa, mas real

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

22 de Abril de 2019

Quando se fala de violência, quase sempre somos levados a pensar naquela que envolve todo tipo de agressão física. Geralmente, esquecemos de uma outra forma de violência, bastante comum, e que envolve geralmente pessoas que nunca fazem chegar uma denúncia às autoridades. A da violência moral.
Diariamente pessoas são atingidas por um tipo de agressão silenciosa, mas real. Qque não deixa marcas físicas, mas que acentua traumas insuperáveis entre as suas vítimas.

A mulher que vive submissa aos ditames do esposo violento e sofre todo tipo de humilhação. A maioria não vai a uma delegacia denunciar esse tipo de agressão, por receio de maiores represálias. Ameaças até de morte.

A violência dos chefes com seus subordinados, faltando com o mínimo respeito e criando dificudades no trato – é um outro caso de violência que perdura no interior de muitas empresas.

O sofrimento vivido pelo professor ou professora, sendo ameaçado por alunos viciados em drogas e que, muitas vezes, põe o ambiente escolar em risco.

A violência do vizinho inconveniente que, sem o menor respeito à lei da boa convivência, sequer consegue frear o barulho, a poluição sonora.

Tudo isso revela um tipo de violência que, muitas vezes, suas vítimas se limitam a comentar em meio ao grupo familiar, mas perdem a chance de fazer chegar ao conhecimento de um responsável pela segurança pública.

Quando vítimas e agressores chegam às vias de fato, é que a tragédia devidamente anunciada chegou ao seu clímax de loucura. E aí o que poderia ser prevenido, jamais será remediado.

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A violência silenciosa, mas real

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

22 de Abril de 2019

Quando se fala de violência, quase sempre somos levados a pensar naquela que envolve todo tipo de agressão física. Geralmente, esquecemos de uma outra forma de violência, bastante comum, e que envolve geralmente pessoas que nunca fazem chegar uma denúncia às autoridades. A da violência moral.
Diariamente pessoas são atingidas por um tipo de agressão silenciosa, mas real. Qque não deixa marcas físicas, mas que acentua traumas insuperáveis entre as suas vítimas.

A mulher que vive submissa aos ditames do esposo violento e sofre todo tipo de humilhação. A maioria não vai a uma delegacia denunciar esse tipo de agressão, por receio de maiores represálias. Ameaças até de morte.

A violência dos chefes com seus subordinados, faltando com o mínimo respeito e criando dificudades no trato – é um outro caso de violência que perdura no interior de muitas empresas.

O sofrimento vivido pelo professor ou professora, sendo ameaçado por alunos viciados em drogas e que, muitas vezes, põe o ambiente escolar em risco.

A violência do vizinho inconveniente que, sem o menor respeito à lei da boa convivência, sequer consegue frear o barulho, a poluição sonora.

Tudo isso revela um tipo de violência que, muitas vezes, suas vítimas se limitam a comentar em meio ao grupo familiar, mas perdem a chance de fazer chegar ao conhecimento de um responsável pela segurança pública.

Quando vítimas e agressores chegam às vias de fato, é que a tragédia devidamente anunciada chegou ao seu clímax de loucura. E aí o que poderia ser prevenido, jamais será remediado.