Suzano, Nova Zelândia, Brumadinho, Mariele. Cadê Deus? - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

Suzano, Nova Zelândia, Brumadinho, Mariele. Cadê Deus?

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

18 de Março de 2019

Em meio a tantas tragédias, você já reparou como Deus tem mandado recados que, para se ler, é preciso ter olhos de ver, ouvidos de ouvir? Quer exemplos? Um acidente grave na Maraponga, um veículo capotado e destroçado, uma mulher com ferimentos, mas olha que coisa incrível – o bebê de colo surge nas imagens intacto, com um ar de quem tivesse acabado de acordar de um sono tranquilo.

Já reparou, também, como tem surgido ações violentas, quando alguns países tratam de liberar armas para a população – como se fosse um aviso prévio, um alerta sobre o risco que esses equipamentos podem causar nas mãos de pessoas não habilitadas para o seu uso?

Um velho dito popular costuma lembrar que Deus escreve certo por linhas tortas.

As tragédias existem para que delas possamos aprender lições importantes. A dirigir com atenção. A achar que uma arma é capaz de solucionar o que só o amor resolve. A sermos menos intolerantes até com Deus, achando que ele nos deixou ao léu.

Depois da tragédia em Suzano, começamos a nos preocupar com a segurança dos nossos jovens em escolas.

Os casos de Mariana e Brumadinho despertam a nossa atenção para reservatórios como o de Ubajara, ameaçado de arrombar. A morte de Mariele vem revelar o terror praticados por milicianos.

Nada acontece por acaso. O acaso não existe. Deus, de forma sábia e misteriosa, utiliza-se até dos atos que, para uns parecem injustos, para aplicação da lei de ação e reação.

Ninguém está só. Não estamos perdidos. Deus está no comando, embora a nossa ignorância não permita compreender bem a forma como determinam os seus designos.

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Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

18 de Março de 2019

Em meio a tantas tragédias, você já reparou como Deus tem mandado recados que, para se ler, é preciso ter olhos de ver, ouvidos de ouvir? Quer exemplos? Um acidente grave na Maraponga, um veículo capotado e destroçado, uma mulher com ferimentos, mas olha que coisa incrível – o bebê de colo surge nas imagens intacto, com um ar de quem tivesse acabado de acordar de um sono tranquilo.

Já reparou, também, como tem surgido ações violentas, quando alguns países tratam de liberar armas para a população – como se fosse um aviso prévio, um alerta sobre o risco que esses equipamentos podem causar nas mãos de pessoas não habilitadas para o seu uso?

Um velho dito popular costuma lembrar que Deus escreve certo por linhas tortas.

As tragédias existem para que delas possamos aprender lições importantes. A dirigir com atenção. A achar que uma arma é capaz de solucionar o que só o amor resolve. A sermos menos intolerantes até com Deus, achando que ele nos deixou ao léu.

Depois da tragédia em Suzano, começamos a nos preocupar com a segurança dos nossos jovens em escolas.

Os casos de Mariana e Brumadinho despertam a nossa atenção para reservatórios como o de Ubajara, ameaçado de arrombar. A morte de Mariele vem revelar o terror praticados por milicianos.

Nada acontece por acaso. O acaso não existe. Deus, de forma sábia e misteriosa, utiliza-se até dos atos que, para uns parecem injustos, para aplicação da lei de ação e reação.

Ninguém está só. Não estamos perdidos. Deus está no comando, embora a nossa ignorância não permita compreender bem a forma como determinam os seus designos.