Pequenos gestos, grandes virtudes - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

Pequenos gestos, grandes virtudes

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

19 de Abril de 2018

Um pequeno e fortuito gesto, o de ajudar uma pessoa idosa a atravessar uma rua. A gentileza de alguém que evita fechar o cruzamento no trânsito. A boa atenção dada pelo servidor ao cliente. O ato de heroísmo de um bombeiro, como aconteceu ontem, salvando a vida de uma pessoa que surtou e tentou contra a própria vida. Tudo isso são importantes demonstrações da natureza humana. E num mundo cercado por ódio, raiva, inveja, egoísmo, intolerância e falta de consideração, esses pequenos gestos se tornam tão importantes que é preciso ressaltá-los, criando-se um ambiente saudável de apreço e consideração. Isso acontece. Todo dia. Mas é que a humanidade tem a tendência de enxergar mais o abismo do que as estrelas. O alto é o destino de todos nós; mas a resistência ao bem e às virtudes celestiais, ainda nos prende ao chão de nossa imaturidade. Por isso, a selvageria ainda domina os nossos gestos. Enquanto a Luz espera que apaguemos esse lado sombrio que ainda nos domina.

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Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

19 de Abril de 2018

Um pequeno e fortuito gesto, o de ajudar uma pessoa idosa a atravessar uma rua. A gentileza de alguém que evita fechar o cruzamento no trânsito. A boa atenção dada pelo servidor ao cliente. O ato de heroísmo de um bombeiro, como aconteceu ontem, salvando a vida de uma pessoa que surtou e tentou contra a própria vida. Tudo isso são importantes demonstrações da natureza humana. E num mundo cercado por ódio, raiva, inveja, egoísmo, intolerância e falta de consideração, esses pequenos gestos se tornam tão importantes que é preciso ressaltá-los, criando-se um ambiente saudável de apreço e consideração. Isso acontece. Todo dia. Mas é que a humanidade tem a tendência de enxergar mais o abismo do que as estrelas. O alto é o destino de todos nós; mas a resistência ao bem e às virtudes celestiais, ainda nos prende ao chão de nossa imaturidade. Por isso, a selvageria ainda domina os nossos gestos. Enquanto a Luz espera que apaguemos esse lado sombrio que ainda nos domina.