Os cearenses sobreviventes da tragédia no Flamengo - MOUSE OU MENOS 
Publicidade

MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

Os cearenses sobreviventes da tragédia no Flamengo

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

08 de Fevereiro de 2019

Uma tragédia. Mais uma. Mal refeita do temporal que causou grandes prejuízos e vítimas fatais, o Rio de Janeiro despertou hoje sob o impacto de uma tragédia que envolveu a vida de jovens aspirantes a carreira de sucesso no futebol.

Um incêndio no alojamento do Flamengo, causou a morte de 10 meninos entre 14 e 16 anos, além de ferimentos em três outros, dois dos quais cearenses, aqui de Fortaleza.

Cauã Emanuel Gomes Nunes – de 14 anos – e Fco. Dyogo Bento Alves, de 15 – saíram das escolinhas de base aqui do Estado do Ceará, descobertos pelo olheiro Wanderley Gonçalves Nogueira.

Eles estavam dormindo quando irrompeu o incêndio, provavelmente causado por alguma explosão – não se sabe se de um celular que estaria sendo carregado ou de um outro aparelho -, mas que acabou por interromper o sonho de jovens que, neste País, idealizam seguir a carreira de craques famosos, pensando num futuro melhor para si e para a sua família.

Essas tragédias surgem, muitas vezes, por conta da falta de medidas de segurança. Em Brumadinho, viu-se que a Vale não acatou as orientações da empresa que fiscalizou a barragem. Na enxurrada do Rio de anteontem, a falta de políticas em relação às áreas de risco. No caso do incêndio do Flamengo, a perícia deve apontar as causas. Mas qualquer que tenha sido o motivo, pesará sempre sob o capital humano a possibilidade de falha que possa alimentar essa tragédia. Mais uma, infelizmente.

Publicidade

leia tudo sobre

Os cearenses sobreviventes da tragédia no Flamengo

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

08 de Fevereiro de 2019

Uma tragédia. Mais uma. Mal refeita do temporal que causou grandes prejuízos e vítimas fatais, o Rio de Janeiro despertou hoje sob o impacto de uma tragédia que envolveu a vida de jovens aspirantes a carreira de sucesso no futebol.

Um incêndio no alojamento do Flamengo, causou a morte de 10 meninos entre 14 e 16 anos, além de ferimentos em três outros, dois dos quais cearenses, aqui de Fortaleza.

Cauã Emanuel Gomes Nunes – de 14 anos – e Fco. Dyogo Bento Alves, de 15 – saíram das escolinhas de base aqui do Estado do Ceará, descobertos pelo olheiro Wanderley Gonçalves Nogueira.

Eles estavam dormindo quando irrompeu o incêndio, provavelmente causado por alguma explosão – não se sabe se de um celular que estaria sendo carregado ou de um outro aparelho -, mas que acabou por interromper o sonho de jovens que, neste País, idealizam seguir a carreira de craques famosos, pensando num futuro melhor para si e para a sua família.

Essas tragédias surgem, muitas vezes, por conta da falta de medidas de segurança. Em Brumadinho, viu-se que a Vale não acatou as orientações da empresa que fiscalizou a barragem. Na enxurrada do Rio de anteontem, a falta de políticas em relação às áreas de risco. No caso do incêndio do Flamengo, a perícia deve apontar as causas. Mas qualquer que tenha sido o motivo, pesará sempre sob o capital humano a possibilidade de falha que possa alimentar essa tragédia. Mais uma, infelizmente.