O Brasil que precisa ser passado a limpo - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

O Brasil que precisa ser passado a limpo

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO, POLÍTICA, SEGURANÇA

19 de setembro de 2017

Foi o jornalista Boris Casoy que cunhou nos anos 90 a frase “o Brasil precisa ser passado a limpo”. E como precisa. De lá para cá, muito se tem feito na tentativa de melhorar o perfil do País em relação a tudo, mas quanto mais o tempo passa, mas a coisa parece ganhar proporções de tragédia. Seja na política, na área da Economia ou socialmente falando, tudo anda feito cantiga da perua – de pior a pior. A sujeira em todos esses setores é grande e os mecanismos de limpeza utilizados até aqui, parecem não surtir o efeito desejado. Em relação a questão da segurança, é a que elenca maior preocupação junto com a bandidagem dos políticos corruptos.

Nunca o Brasil esteve tão próximo da imagem daqueles países em guerra como agora. Cenas divulgadas nas redes sociais revelam a sandice e a ousadia de um grupo de indivíduos armados até de metralhadora atirando a esmo, em plena rua para chamar atenção e amedrontar integrantes de uma facção rival. Essas imagens só têm comparação com outra divulgada ontem no Rio, quando um bando de marginais, armados até os dentes, foge do morro da Rocinha diante da repressão policial.

A estratégia da Polícia montando as UPPs – Unidades de Polícia Pacificadora nas áreas críticas, parece não ter dado resultado, semelhante aos planos de combate que a PM tem feio no resto do País. O crime cresceu. Ganhou corpo. E anda mostrando os dentes diante de uma segurança que só se enfraquece quando a Justiça demora em cumprir com o seu dever – de agir rapidamente na condenação dos responsáveis – fazendo com isso crescer a chaga maior que estimula o crime: a impunidade.

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O Brasil que precisa ser passado a limpo

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO, POLÍTICA, SEGURANÇA

19 de setembro de 2017

Foi o jornalista Boris Casoy que cunhou nos anos 90 a frase “o Brasil precisa ser passado a limpo”. E como precisa. De lá para cá, muito se tem feito na tentativa de melhorar o perfil do País em relação a tudo, mas quanto mais o tempo passa, mas a coisa parece ganhar proporções de tragédia. Seja na política, na área da Economia ou socialmente falando, tudo anda feito cantiga da perua – de pior a pior. A sujeira em todos esses setores é grande e os mecanismos de limpeza utilizados até aqui, parecem não surtir o efeito desejado. Em relação a questão da segurança, é a que elenca maior preocupação junto com a bandidagem dos políticos corruptos.

Nunca o Brasil esteve tão próximo da imagem daqueles países em guerra como agora. Cenas divulgadas nas redes sociais revelam a sandice e a ousadia de um grupo de indivíduos armados até de metralhadora atirando a esmo, em plena rua para chamar atenção e amedrontar integrantes de uma facção rival. Essas imagens só têm comparação com outra divulgada ontem no Rio, quando um bando de marginais, armados até os dentes, foge do morro da Rocinha diante da repressão policial.

A estratégia da Polícia montando as UPPs – Unidades de Polícia Pacificadora nas áreas críticas, parece não ter dado resultado, semelhante aos planos de combate que a PM tem feio no resto do País. O crime cresceu. Ganhou corpo. E anda mostrando os dentes diante de uma segurança que só se enfraquece quando a Justiça demora em cumprir com o seu dever – de agir rapidamente na condenação dos responsáveis – fazendo com isso crescer a chaga maior que estimula o crime: a impunidade.