O 'Big Brother' que se deseja para a segurança - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

O ‘Big Brother’ que se deseja para a segurança

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

24 de Abril de 2018

Há 70 anos atrás, um escritor lançou um livro “1984”, prevendo que, a partir desse ano citado, os atos das pessoas seriam todos monitorados por câmeras de segurança, instaladas nas ruas, nas lojas do comércio e até em ambientes domésticos. Embora o livro falasse de um controle do Estado sobre os atos dos cidadãos, feitos por um sistema chamado “O Grande Irmão” – da expressão “Big Brother” de que falava o livro, hoje virou realidade não apenas nos reality shows da tv.

Em qualquer esquina das cidades é possível se ver câmeras acompanhando os passos de todos nós. E elas têm servido para revelar atitudes criminosas de malfeitores, como rotineiramente a gente revela aqui no Barra. Ontem uma delas captou mais um assassinato, cometido contra um diretor do time do Fortaleza. A crueza do ato revela a que ponto a maldade humana atingiu.

Embora essas câmeras auxiliem a identificar criminosos, elas porém deveriam ser melhor aproveitadas. Se houvesse uma interligação delas com um setor de segurança que permitisse, durante um ato criminoso, rapidamente a Polícia acionar agentes postados nas proximidades para localizar os responsáveis. Os de ontem foram presos. Tudo bem. Mas é um número ainda muito pequeno em relação aos outros crimes que as câmeras revelam diariamente. Se o Estado desejasse, elas poderiam ter ainda maior importância do que já têm.

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O ‘Big Brother’ que se deseja para a segurança

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

24 de Abril de 2018

Há 70 anos atrás, um escritor lançou um livro “1984”, prevendo que, a partir desse ano citado, os atos das pessoas seriam todos monitorados por câmeras de segurança, instaladas nas ruas, nas lojas do comércio e até em ambientes domésticos. Embora o livro falasse de um controle do Estado sobre os atos dos cidadãos, feitos por um sistema chamado “O Grande Irmão” – da expressão “Big Brother” de que falava o livro, hoje virou realidade não apenas nos reality shows da tv.

Em qualquer esquina das cidades é possível se ver câmeras acompanhando os passos de todos nós. E elas têm servido para revelar atitudes criminosas de malfeitores, como rotineiramente a gente revela aqui no Barra. Ontem uma delas captou mais um assassinato, cometido contra um diretor do time do Fortaleza. A crueza do ato revela a que ponto a maldade humana atingiu.

Embora essas câmeras auxiliem a identificar criminosos, elas porém deveriam ser melhor aproveitadas. Se houvesse uma interligação delas com um setor de segurança que permitisse, durante um ato criminoso, rapidamente a Polícia acionar agentes postados nas proximidades para localizar os responsáveis. Os de ontem foram presos. Tudo bem. Mas é um número ainda muito pequeno em relação aos outros crimes que as câmeras revelam diariamente. Se o Estado desejasse, elas poderiam ter ainda maior importância do que já têm.