O amor esteve em pessoa entre nós - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

O amor esteve em pessoa entre nós

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

17 de Abril de 2019

Houve um tempo, em que o filho de um carpinteiro atraiu para si as atenções do mundo. Sua voz continha mensagens de elevada moral, a enaltecer o que é eterno e não o efêmero, como todos nós estamos acostumados a dar valor. Dele já se falou que “o amor esteve em pessoa entre nós”.

Estimulava as pessoas a se conduzirem na paz e na concórdia, eliminando as moléstias da alma, que a exemplo de germes malignos corroem os mais íntimos recantos da nossa individualidade.

Aos que viviam na prática da violência, roubando e matando, ele relembrou as regras de ouro de um profeta antigo que orientava a não matar; pois quem asssim o fizesse teria que se sujeitar à lei e ao juizo dos homens.

E detalhava mais: qualquer um que se irassse contra seu semelhante terá o peso da Justiça maior e as chamas do arrependimento configurando em si uma região sombria. Infernal.

Esse homem fez lembrar que todo aquele que tiver preconceito contra aqueles que tiverem alguma deficiência física ou moral, como os doentes da mente, estaria sujeito ao que a Física nomeia apropriadamente como lei de causa e efeito.

As palavras desse homem ainda soam aos nossos ouvidos, dois mil anos depois. E, infelizmente, ainda se mata sem justificativa; ainda se rouba sem nenhum pingo de vergonha; ainda se tem preconceito, até mesmo entre irmãos de uma mesma cor, de raça e de religião.

Os ventos daquela mensagem do homem continuam a soprar, esta semana, quando lembramos o que fizeram com que ele. Sem dó e sem compaixão.

Dois mil anos depois, ele continua sendo o ideal ansiado por Deus para cada um de nós.

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O amor esteve em pessoa entre nós

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

17 de Abril de 2019

Houve um tempo, em que o filho de um carpinteiro atraiu para si as atenções do mundo. Sua voz continha mensagens de elevada moral, a enaltecer o que é eterno e não o efêmero, como todos nós estamos acostumados a dar valor. Dele já se falou que “o amor esteve em pessoa entre nós”.

Estimulava as pessoas a se conduzirem na paz e na concórdia, eliminando as moléstias da alma, que a exemplo de germes malignos corroem os mais íntimos recantos da nossa individualidade.

Aos que viviam na prática da violência, roubando e matando, ele relembrou as regras de ouro de um profeta antigo que orientava a não matar; pois quem asssim o fizesse teria que se sujeitar à lei e ao juizo dos homens.

E detalhava mais: qualquer um que se irassse contra seu semelhante terá o peso da Justiça maior e as chamas do arrependimento configurando em si uma região sombria. Infernal.

Esse homem fez lembrar que todo aquele que tiver preconceito contra aqueles que tiverem alguma deficiência física ou moral, como os doentes da mente, estaria sujeito ao que a Física nomeia apropriadamente como lei de causa e efeito.

As palavras desse homem ainda soam aos nossos ouvidos, dois mil anos depois. E, infelizmente, ainda se mata sem justificativa; ainda se rouba sem nenhum pingo de vergonha; ainda se tem preconceito, até mesmo entre irmãos de uma mesma cor, de raça e de religião.

Os ventos daquela mensagem do homem continuam a soprar, esta semana, quando lembramos o que fizeram com que ele. Sem dó e sem compaixão.

Dois mil anos depois, ele continua sendo o ideal ansiado por Deus para cada um de nós.