Livrai-nos de todo mal - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

Livrai-nos de todo mal

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

17 de julho de 2017

Na oração do Pai Nosso, todo cristão pede a Deus para se livrar da tentação do mal. Dita muitas vezes da boca pra fora, a gente nem tem a consciência plena de estar pedindo proteção aos céus para evitarmos todo tipo de ação malévola que possamos sofrer ou cometer a outros. Estou lembrando dessa passagem, diante da morte trágica de duas crianças no município de Viçosa. Elas saíram para buscar comida para um carneiro e acabaram sendo assassinadas à faca no meio do mato.

Que tipo de gente é capaz de praticar violência contra dois menores indefesos? O que pode ter motivado alguém a esse ato tão cruel? Como entender uma pessoa que cometa um crime desses e consiga, agora, estar tranquila, vivendo normalmente, sem peso na consciência – provavelmente, em meio à família que nem saiba da monstruosidade que esse indivíduo tenha cometido.

A vida de todo mundo nem sempre foi um mar de rosas como se liam nos romances. Sempre tivemos altos e baixos. Crises e derrotas. Mas havia sempre uma esperança a fortificar a certeza de que tudo voltaria à normalidade. Hoje em dia não; é uma tragédia atrás da outra. Toda sorte de crimes e atos que desabonam até mesmo a crença de que somos humanos. É preciso investigar causas desse crime. É competência das autoridades. A nossa de lamentar essas tragédias e de rezar, pedindo a Deus que não nos deixe cair em tentação. E que nos livre de todo mal. Amém.

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Livrai-nos de todo mal

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

17 de julho de 2017

Na oração do Pai Nosso, todo cristão pede a Deus para se livrar da tentação do mal. Dita muitas vezes da boca pra fora, a gente nem tem a consciência plena de estar pedindo proteção aos céus para evitarmos todo tipo de ação malévola que possamos sofrer ou cometer a outros. Estou lembrando dessa passagem, diante da morte trágica de duas crianças no município de Viçosa. Elas saíram para buscar comida para um carneiro e acabaram sendo assassinadas à faca no meio do mato.

Que tipo de gente é capaz de praticar violência contra dois menores indefesos? O que pode ter motivado alguém a esse ato tão cruel? Como entender uma pessoa que cometa um crime desses e consiga, agora, estar tranquila, vivendo normalmente, sem peso na consciência – provavelmente, em meio à família que nem saiba da monstruosidade que esse indivíduo tenha cometido.

A vida de todo mundo nem sempre foi um mar de rosas como se liam nos romances. Sempre tivemos altos e baixos. Crises e derrotas. Mas havia sempre uma esperança a fortificar a certeza de que tudo voltaria à normalidade. Hoje em dia não; é uma tragédia atrás da outra. Toda sorte de crimes e atos que desabonam até mesmo a crença de que somos humanos. É preciso investigar causas desse crime. É competência das autoridades. A nossa de lamentar essas tragédias e de rezar, pedindo a Deus que não nos deixe cair em tentação. E que nos livre de todo mal. Amém.