É tempo de lembrar "o amor que esteve em pessoa entre nós" - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

É tempo de lembrar “o amor que esteve em pessoa entre nós”

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

21 de dezembro de 2018

Enquanto uns se dividem nos gastos com presentes e nos preparativos para a comilança do Natal, já pensou quantos outros estão a contar os minguados recursos para garantir, pelo menos, o alimento de todo o dia para os filhos?

Enquanto as luzes de artifício ressaltam o luminoso brilho das decorações das lojas, você já imaginou nos que agonizam na escuridão de algum tormento físico, pela carência de saúde em um leito de hospital ou mesmo em casa?

Enquanto algumas crianças festejam a alegria da épca em shoppings decorados, certamente você se depara com uma porção de outras que circulam entre carros estendendo a mão à caridade dos passantes.

Mesmo assim, é tempo de celebrar a lembrança do “amor que esteve em pessoa entre nós”, há dois mil anos. E que deixou lições de dignidade para nos mostrar o caminho, a verdade e a verdadeira Vida maior a que nos destinamos.

Que se celebre no Natal do Cristo, com as distintas manifestações de afeto e cortesia; mas que não seja apenas uma atitude pontual, marcada pela eventualidade da data.

E que, ao longo dos dias que virão, possamos ter a consciência de que seremos melhor em termos individuais, para que o coletivo da humanidade se aperfeiçoe e alcance um nível de qualidade maior.

Natal é, pois, essa estação na qual o trem da nossa Vida reserva uma parada de descanso, para restabelecer as nossas energias, na usina de luz que é o aniversariante do 25 de dezembro: Jesus, o modelo ansiado por Deus para cada um de nós.

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É tempo de lembrar “o amor que esteve em pessoa entre nós”

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

21 de dezembro de 2018

Enquanto uns se dividem nos gastos com presentes e nos preparativos para a comilança do Natal, já pensou quantos outros estão a contar os minguados recursos para garantir, pelo menos, o alimento de todo o dia para os filhos?

Enquanto as luzes de artifício ressaltam o luminoso brilho das decorações das lojas, você já imaginou nos que agonizam na escuridão de algum tormento físico, pela carência de saúde em um leito de hospital ou mesmo em casa?

Enquanto algumas crianças festejam a alegria da épca em shoppings decorados, certamente você se depara com uma porção de outras que circulam entre carros estendendo a mão à caridade dos passantes.

Mesmo assim, é tempo de celebrar a lembrança do “amor que esteve em pessoa entre nós”, há dois mil anos. E que deixou lições de dignidade para nos mostrar o caminho, a verdade e a verdadeira Vida maior a que nos destinamos.

Que se celebre no Natal do Cristo, com as distintas manifestações de afeto e cortesia; mas que não seja apenas uma atitude pontual, marcada pela eventualidade da data.

E que, ao longo dos dias que virão, possamos ter a consciência de que seremos melhor em termos individuais, para que o coletivo da humanidade se aperfeiçoe e alcance um nível de qualidade maior.

Natal é, pois, essa estação na qual o trem da nossa Vida reserva uma parada de descanso, para restabelecer as nossas energias, na usina de luz que é o aniversariante do 25 de dezembro: Jesus, o modelo ansiado por Deus para cada um de nós.