A desonestidade revela a alma doentia de quem a exerce - MOUSE OU MENOS 
Publicidade

MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

A desonestidade revela a alma doentia de quem a exerce

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

20 de Abril de 2018

Em tempos de egoísmo e de interesses individuais, como esses que vivemos, onde cada um busca tirar proveito em seu benefício, sem ligar patavina às consequências de seus atos. a honestidade parece um preceito em vias de extinção. Hoje em dia, mais e mais indivíduos abraçam ações que violam os padrões da moral e dos bons costumes, visando sempre conquistas que lhe pareçam vantajosas.

O desonesto convive em todos os ramos da sociedade. Do iletrado ao intelectual. Do mais humilde ao mais abastado. Seja no ramo empresarial ou na política, ou em qualquer segmento, a desonestidade só revela a alma doentia de quem prefere se associar ao erro, do que permanecer entre aqueles que consagram o bem como virtude.

Políticos corruptos existem; assim como funcionários públicos de um sistema como o penitenciário, que buscam lucro fácil vendendo drogas aos presos, facilitando o acesso de celulares e mostrando-se desonestos, tanto quanto àqueles a quem mais se critica.

A desonestidade é um traço do homem ignorante à sua inteireza de ser em evolução. É um desvio de caráter de quem não respeita as leis e, tampouco, se associa aos tempos novos onde cada vez mais se reclama pela integridade das pessoas. Pela qualidade de ser bom e contribuir para a melhoria do mundo.

Vale até lembrar Rui Barbosa: “De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto”.

Publicidade

leia tudo sobre

A desonestidade revela a alma doentia de quem a exerce

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

20 de Abril de 2018

Em tempos de egoísmo e de interesses individuais, como esses que vivemos, onde cada um busca tirar proveito em seu benefício, sem ligar patavina às consequências de seus atos. a honestidade parece um preceito em vias de extinção. Hoje em dia, mais e mais indivíduos abraçam ações que violam os padrões da moral e dos bons costumes, visando sempre conquistas que lhe pareçam vantajosas.

O desonesto convive em todos os ramos da sociedade. Do iletrado ao intelectual. Do mais humilde ao mais abastado. Seja no ramo empresarial ou na política, ou em qualquer segmento, a desonestidade só revela a alma doentia de quem prefere se associar ao erro, do que permanecer entre aqueles que consagram o bem como virtude.

Políticos corruptos existem; assim como funcionários públicos de um sistema como o penitenciário, que buscam lucro fácil vendendo drogas aos presos, facilitando o acesso de celulares e mostrando-se desonestos, tanto quanto àqueles a quem mais se critica.

A desonestidade é um traço do homem ignorante à sua inteireza de ser em evolução. É um desvio de caráter de quem não respeita as leis e, tampouco, se associa aos tempos novos onde cada vez mais se reclama pela integridade das pessoas. Pela qualidade de ser bom e contribuir para a melhoria do mundo.

Vale até lembrar Rui Barbosa: “De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto”.