A crise de segurança passa por cada um de nós - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

A crise de segurança passa por cada um de nós

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

02 de Maio de 2018

Como se não bastasse a violência causada pelas facções criminosas, ainda nos deparamos com briga entre policiais em uma barraca de praia. O saldo, a morte de um PM. Isso nos remete a uma reflexão de que falta habilidade no trato entre pessoas, que saem para se divertir e uma discussão tola, banal, serve de estopim para uma tragédia.

A crise de segurança passa por cada um de nós. Do parceiro que espanca sua mulher em casa. De pessoas que nem se conhecem e se odeiam a partir de uma freada brusca no trânsito. Do vizinho que ameaça o outro incomodado pelo som alto. Do indivíduo que se impacienta numa fila de banco e passa a quebrar tudo pela demora no atendimento.

Tudo isso é algo tão pequeno, capaz de ser superado, resolvido com uma conversa, mas a intolerância humana não consegue trabalhar esses pequenos desafios. Se quisermos ter uma cidade pacífica, teremos que enfrentar essas questiúnculas movidas por ódio, egoismo, orgulho e, principalmente, ego ferido.

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A crise de segurança passa por cada um de nós

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

02 de Maio de 2018

Como se não bastasse a violência causada pelas facções criminosas, ainda nos deparamos com briga entre policiais em uma barraca de praia. O saldo, a morte de um PM. Isso nos remete a uma reflexão de que falta habilidade no trato entre pessoas, que saem para se divertir e uma discussão tola, banal, serve de estopim para uma tragédia.

A crise de segurança passa por cada um de nós. Do parceiro que espanca sua mulher em casa. De pessoas que nem se conhecem e se odeiam a partir de uma freada brusca no trânsito. Do vizinho que ameaça o outro incomodado pelo som alto. Do indivíduo que se impacienta numa fila de banco e passa a quebrar tudo pela demora no atendimento.

Tudo isso é algo tão pequeno, capaz de ser superado, resolvido com uma conversa, mas a intolerância humana não consegue trabalhar esses pequenos desafios. Se quisermos ter uma cidade pacífica, teremos que enfrentar essas questiúnculas movidas por ódio, egoismo, orgulho e, principalmente, ego ferido.