A Fortaleza sobressaltada - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

A Fortaleza sobressaltada

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

25 de agosto de 2017

Fortaleza vive sobressaltada com tanta violência. Esse caso do assalto a uma ambulância do SAMU é impressionante. O que dizer de alguém que tem a capacidade de agir dessa maneira, assaltando pessoas vocacionadas na salvação de vidas, como os socorristas do SAMU, que acabaram vítimas de uma cilada dessas ocorrida no Parque das Nações em Caucaia? Que são indivíduos desprezíveis, quando são capazes de telefonar para o serviço de salvamento, inventando que havia passando mal e precisava do socorro do Serviço de Urgência. No local para onde a ambulância se dirigiu, a surpresa dos servidores: eram bandidos que surrupiaram os pertences do médico e socorristas.

O poeta Fernando Pessoa costumava dizer que “todos temos por onde sermos desprezíveis. Cada um de nós traz consigo um crime feito ou o crime que a alma lhe pede para fazer”; mas jamais se espera que anjos de guarda da sociedade, como são os servidores de resgate de pacientes, acabem pagando o pato por conta da violência desenfreada que assistimos.

Até mesmo entre bandidos mais desprezíveis existe um código de ética que evita que eles assaltem alguém da sua estima; que ajam na própria comunidade e que desrespeitem aqueles que prestam serviços à população. Mas hoje em dia, até isso é desprezado pelos fascínoras modernos. Que não se apiedam de nada, por não terem o menor sentimento de respeito à Vida.

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A Fortaleza sobressaltada

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

25 de agosto de 2017

Fortaleza vive sobressaltada com tanta violência. Esse caso do assalto a uma ambulância do SAMU é impressionante. O que dizer de alguém que tem a capacidade de agir dessa maneira, assaltando pessoas vocacionadas na salvação de vidas, como os socorristas do SAMU, que acabaram vítimas de uma cilada dessas ocorrida no Parque das Nações em Caucaia? Que são indivíduos desprezíveis, quando são capazes de telefonar para o serviço de salvamento, inventando que havia passando mal e precisava do socorro do Serviço de Urgência. No local para onde a ambulância se dirigiu, a surpresa dos servidores: eram bandidos que surrupiaram os pertences do médico e socorristas.

O poeta Fernando Pessoa costumava dizer que “todos temos por onde sermos desprezíveis. Cada um de nós traz consigo um crime feito ou o crime que a alma lhe pede para fazer”; mas jamais se espera que anjos de guarda da sociedade, como são os servidores de resgate de pacientes, acabem pagando o pato por conta da violência desenfreada que assistimos.

Até mesmo entre bandidos mais desprezíveis existe um código de ética que evita que eles assaltem alguém da sua estima; que ajam na própria comunidade e que desrespeitem aqueles que prestam serviços à população. Mas hoje em dia, até isso é desprezado pelos fascínoras modernos. Que não se apiedam de nada, por não terem o menor sentimento de respeito à Vida.