O padre Ciço da não violência - MOUSE OU MENOS 
Publicidade

MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

O padre Ciço da não violência

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

21 de julho de 2017

Ontem, o Cariri relembrou a figura mítica do padre Cícero Romão, por conta do aniversário de morte do fundador de Juazeiro. É comum nessas ocasiões, centenas de fiéis acorrerem à meca do Cariri para agradecer e fazer preces ao padim, no intuito de alcançar as graças em favor de uma vida melhor.

Nesses tempos bicudos de crise econômica e excesso de violência, como seria bom que seguíssemos os conselhos do santo cultuado pelo povo, pregando ensinamentos simples que visam a união das pessoas em torno de uma vida tranquila e de buscarem na família o sentido real de sustentação da sociedade.

Evidente que, na época do padre Cícero, haviam preocupações com a violência que existe hoje, dada as ações criminosas do bando de Lampião e ao próprio envolvimento do sacerdote com a Política. Mas em seus sermões, o sacerdote fazia questão de incentivar as boas obras; a união das famílias e que as pessoas buscassem viver em paz, sem tantas emboanças e pega-rabos.

O padre Cícero chegou ao ponto de apregoar o perdão das faltas cometidas por aqueles que tivessem praticado algum crime, ao dizer: “Quem roubou não roube mais; quem matou, não mate mais”, exigindo dos que agiram no mal uma total mudança de comportamento.

Será que hoje em dia esse tipo de pregação encontra eco entre aqueles que optaram pela vida marginal? Será que alguém segue (ali) à risca essa doutrina de evitar o erro e viver em paz que o Padim tanto apregoou? Pense nisso.

Publicidade aqui

leia tudo sobre

O padre Ciço da não violência

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

21 de julho de 2017

Ontem, o Cariri relembrou a figura mítica do padre Cícero Romão, por conta do aniversário de morte do fundador de Juazeiro. É comum nessas ocasiões, centenas de fiéis acorrerem à meca do Cariri para agradecer e fazer preces ao padim, no intuito de alcançar as graças em favor de uma vida melhor.

Nesses tempos bicudos de crise econômica e excesso de violência, como seria bom que seguíssemos os conselhos do santo cultuado pelo povo, pregando ensinamentos simples que visam a união das pessoas em torno de uma vida tranquila e de buscarem na família o sentido real de sustentação da sociedade.

Evidente que, na época do padre Cícero, haviam preocupações com a violência que existe hoje, dada as ações criminosas do bando de Lampião e ao próprio envolvimento do sacerdote com a Política. Mas em seus sermões, o sacerdote fazia questão de incentivar as boas obras; a união das famílias e que as pessoas buscassem viver em paz, sem tantas emboanças e pega-rabos.

O padre Cícero chegou ao ponto de apregoar o perdão das faltas cometidas por aqueles que tivessem praticado algum crime, ao dizer: “Quem roubou não roube mais; quem matou, não mate mais”, exigindo dos que agiram no mal uma total mudança de comportamento.

Será que hoje em dia esse tipo de pregação encontra eco entre aqueles que optaram pela vida marginal? Será que alguém segue (ali) à risca essa doutrina de evitar o erro e viver em paz que o Padim tanto apregoou? Pense nisso.