ARTIGO Archives - MOUSE OU MENOS 
Publicidade

MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

ARTIGO

Ceará era Saara

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

15 de Janeiro de 2019

CEARÁ ERA SAARA
No dia que decidiram que eu teria que nascer na Terra, o anjo Xico, meu guia de guarda, me estendeu um grande mapa e disse: 
– Onde o senhor quer nascer? 
Sem pestanejar, respondi:

– Numa terra do Oriente, de clima tórrido, sem chuva. Chão esturricado, mas que tem uma riqueza debaixo dele, que será o futuro do Planeta: óleo de pedra. 

Xico, ao que parece, não tinha lá muita ciência das coisas e foi preciso explicá-lo que era petróleo, o óleo do qual eu falava 
– Quero nascer aqui – disse apontando no mapa – e ser um dos herdeiros de todo o califado, pra viver uma vida de paxá: enriquecer e viver de ar (de brisa, devia ter dito pra ser mais compreensível). 
Pra evitar alguma dúvida, peguei o mapa, botei o dedo indicador na região onde pretendia nascer. No Sahara. 
E como ele tivera uma vida pretérita num reino croata, indagou-me: 
– Sahará? E eu, displicente confirmei. 
Pois num é que o desgramado do anjo trocou as bolas. Mandou-me pruma terra seca, que nem água tem pro gasto. Quando tomei juízo das coisas e que fui olhar direito, vi que o anjo Xico, meu guia, ao invés de Sahara me mandou com armas e bagagens pro Ceará. E só assim pude ver que ele trocou a acentuação tônica da palavra para a última sílaba do Sahara. E ficou Saará.
Mesmo que hoje ame demais essa terra, mas não esqueci. Ando fulo da vida com o anjo que me jogou onde ‘óleo de pedra’ tem. Mas refinado. Nos postos de gasolina. E caro pra caramba! E num herdei nem uma bombinha. E pra num dizer que ele errou de todo, vivo de ar. No ar. Nos meios de comunicação.
Tem nada não! Descubro assim que num é só humano que erra. Anjo, também. Só tenho pena sim, é de quem pediu a ele pra nascer em Boston. Ou Chicago. 
 
—-

Confira a pronúncia do Xico em croata: Listen to Sahara pronunciation by Forvo Sahara

leia tudo sobre

Publicidade

Caçadores de recompensas: do velho oeste ao novo Nordeste

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

15 de Janeiro de 2019

No século 19, os Estados Unidos viveram um período de extrema violência por conta de bandoleiros que atacavam o transporte da época no velho oeste, as diligências, explodiam e assaltavam bancos, além de incendiar as cabanas dos índios, perseguidos que eram pelos confederados. Para conter esses ataques, era chamada a Cavalaria Americana, mas mesmo assim os resultados não eram suficientes. Foi então que o governo começou a oferecer recompensas para quem denunciasse, prendesse e entregasse vivos os responsáveis pelos crimes. Surgiu então a figura dos ‘caçadores de recompensa’. Essas são cenas do “western” americano.

Século 21, um estado brasileiro, o Ceará, convive com uma série de ataques impostos por integrantes de facções que passaram a atacar o transporte público, incendiando coletivos, explodindo viadutos e causando o terror. Para conter
essas ações, chamaram a Força Nacional de Segurança, em seus motores de muitos cavalos de força e que passaram a suprir as carências do efetivo local. Como os resultados não foram suficientes, o governo começou a oferecer recompensas para quem denunciar os responsáveis com prêmios que vão de 1 mil a 30 mil reais. Essas são cenas do nordestern brasileiro.

Embora as estórias se assemelhem no geral, há uma grande diferença em relação à versão americana que os filmes de “caubói” tanto exploraram. Aqui, o denunciante não vai ter as prerrogativas dadas pela Suprema Cote de Justiça aos “caçadores” de lá. Só pra vocês terem uma ideia, lá eles tinham autoridade para usar arma e, mesmo sem nenhum treinamento, podiam invadir uma casa, prender o denunciado – já que a recompensa – a grana – só poderia ser recebida caso o bandido fosse entregue vivo. Até isso acontecer, dá pra se imaginar as relações violentas que isso gerou, fazendo com que houvesse perdas dos dois lados, dos caçados e dos caçadores.

Se bem que os tempos sejam outros, a comparação que estamos fazendo só quer demonstrar uma coisa: o tempo rolou um bocado de lá pra cá; mas as más atitudes humanas continuam a provocar medidas extremas, impondo regras que, sinceramente, imaginávamos fossem imagens de um passado que, teimosamente, parece não querer morrer.

leia tudo sobre

Publicidade

No Ceará, o crime não como pensam (os bandidos)

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

09 de Janeiro de 2019

Uma semana depois do início desses ataques criminosos, orientados por integrantes de facções, em represália às medidas anunciadas de que esses criminosos não terão nenhum tipo de privilégio no sistema penitenciário, tem-se a impressão de que ainda não é possível se prever quando tudo isso será controlado. Aos poucos, a situação vai sendo contornada, disse agora há pouco o governador Camilo Santana, na Rede Band News.
Como em toda crise, esse episódio fornece oportunidades de crescimento. De que é possível se tirar lições práticas e importantes. Essa situação anômala está servindo para despertar uma discussão mais ampla, sobre a questão da criminalidade no País.

É bom lembrar que, desde o avanço da Polícia nos morros cariocas, fazendo com que criminosos se debandassem, Estados onde se evidenciava o crescimento econômico e o desenvolvimento social, passaram atrair esses fugitivos, que utilizando cidades próximas da capital, criaram suas bases de ação, passando a operar criminosamente.

Com o aumento da criminalidade e o registro de chacinas e as mortes de jovens que se atrelaram ao tráfico de drogas, o governo cearense começou a potencializar suas forças de segurança, equipando-as com material e capital humano, num investimento que, hoje, o governador Camilo Santana considera a forma que recorreu para se prevenir contra a expansão dessa criminalidiade.

A crise chegou ao ponto que chegou, mas ela está servindo de laboratório para que se tomem iniciativas mais arrojadas, como a mudança do sistema penitenciário, atualmente sob controle dos criminosos e o endurecimento de normas que revelem a quem comete qualquer ato delituoso de que prisão não é estação de férias, nem hotel onde se possa descansar, após trabalhar a serviço do crime.

O Ceará pode muito bem dá o exemplo: ao invés de apenas dizermos que “o crime não compensa” e que parece não funcionar em mentes tomadas pelo mal, a atitude do governo cearense para com os bandidos, neste momento, é de que para eles, no Ceará, “o crime é tratado não como pensam”.

leia tudo sobre

Publicidade

Depois da tempestade, vem mesmo o quê?

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

08 de Janeiro de 2019

Em meio a qualquer situação difícil a primeira orientação é de que se tenha calma. E evite-se, acima de tudo, entrar em pânico. Essa é uma medida que consegue repor em ordem o nosso equilíbrio, até mesmo para enfrentar qualquer tipo de problema.

Diante de situações adversas, como essa de violência que a cidade enfrenta, sabemos ser comum as pessoas se impacientarem com as ocorrências que surgem e que, sabemos, afetam de alguma maneira a nossa tranquilidade. Mas é preciso lembrar que nada perdura; tudo isso é momentâneo, por mais que o tempo passe e as ações continuem a se repetir.

E no meio dos fatos que realmente vêm acontecendo, é muito comum surgirem os aproveitadores. Aqueles que exercem a sua vocação de perturbar para ver o circo pegar fogo, movidos pelo combustível do quanto pior, melhor. É aí que entra a convicção de cada um de nós, de que não nos deixemos levar por ameaças que desejam impedir até mesmo nossa liberdade de ir e vir, como as que orientam o fechamento do comércio – se bem que, para isso, as autoridades deviam nos dá a real segurança de que vão nos proteger -, evitando assim que esse tipio de coisa atinja a nossa fragilidade.

Um escritor, Lourival Lopes, costumava dizer que “nós temos uma força interior. Ela aparece conforme seja chamada. Se você chamar e exigir alegria, inteligência, resistência, coragem e fé, elas se mostrarão por inteiro”.

Peça a Deus – ou seja lá o nome que dê a essa força superior – para ampliar sua capacidade de extrair as forças e a ajuda necessárias. Todos nós as temos. É preciso só que elas sejam despertadas, a fim de auxiliar a vencer essas tribulações.

Cuidados são necessários, mas nada que leve você ou qualquer um ao medo. Deus é maior que tudo isso. E se você fortalecer a sua fé de que tudo muda, de que o mal jamais há de prevalecer sobre o bem, então você estará contribuindo para que as potências de luz – que estão em nós – trabalhem racional e favoravelmente para vencer toda e qualquer provação. Você nunca ouviu falar de que depois da tempestade vem o quê?…  Então, reflita sobre isso.

leia tudo sobre

Publicidade

O 3 de janeiro que volta a se repetir

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

04 de Janeiro de 2019

Desde 2012, o mês de janeiro tem sido marcado por atos violentos em nossa capital. Naquele ano, exatamente no dia 3 de janeiro, era deflagrada a greve dos policiais e que passamos a conviver uma situação de descontrole. Agora, se dá o contrário: são os bandidos que provocam ataques de toda ordem. Essas ações criminosas voltaram a se repetir hoje. E não apenas em Fortaleza mas em cidades do interior. Isso é algo que toda a sociedade repudia, principalmente por atingir setores sensíveis como a do transporte coletivo.

A frota de ônibus começou a funcionar hoje regularmente, mas muitos motoristas e operadores tiveram que retornar às garagens por conta de um outro ataque incendiário.

O Sindiônibus contabiliza 17 ataques a coletivos, mas se a gente puxar pela memória vai verificar que, desde 2014, o setor de transporte teve mais de cem ônibus danificados em ataques semelhantes.

Em conversa hoje com o comandante da PM, coronel Alexandre Ávila, tivemos um relato do que vem sendo feito para fazer frente a esses atos terroristas. O comandante e seus auxiliares mais próximos se mantém em constantes reuniões com o secretário André Costa, na avaliação de todo o problema. Ele revelou que policiais de folga e até quem estava de férias estão retornando ao quartel e se oferecendo para atender nas forças emergenciais.

A população está sendo convidada a colaborar com as autoridades, repassando informes que auxiliem o trabalho policial. Os que tiverem denúncias sobre pessoas em atitudes suspeitas, que possam repassar esses informes às autoridades, numa forma de contribuir para a detenção dos criminosos.

A chegada das tropas federais, provavelmente, será o reforço necessário a conter essas ações que, embora tenham objetivo de atingir o sistema penitenciário, diante do anúncio de mudanças para o controle das facções, essas ações criminosas acabam, na verdade, envolvendo o contigente da população – o cidadão comum – que se sente inseguro até mesmo para atender aos compromissos inadiáveis de trabalho.

O governador Camilo Santana, agora há pouco em sua página do Facebook, confirmou a prisão de 40 pessoas envolvidas com os ataques; que o policiamento continua reforçado nas ruas para garantir a segurança do cidadão e determinação para que a nossa polícia aja com todo o rigor, dentro da lei.

Na verdade, é hora de unirmos esforços e, eu diria mais, e elevarmos nossas vibrações e preces para que a cidade possa voltar à sua normalidade.

leia tudo sobre

Publicidade

O QUE O SISTEMA PENITENCIÁRIO TEM A VER COM OS ATAQUES DE HOJE

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

03 de Janeiro de 2019

O assunto de hoje não poderia ser outro, senão a repulsa total a todas essas ações criminosas da madrugada.

Ao assumir ontem o ministério da Justiça, o ex-juiz Sérgio Moro, foi contundente ao dizer que o País não pode ser porto seguro para a criminalidade.

Com isso, referia-se a que não se deve ser complacente com quem busca o plantio da violência e, depois de julgado e condenado, vai para o presídio, onde passa a ter alguns privilégios, que a maioria dos trabalhadores honestos não detém. Ruim ou não, eles têm onde dormir, comer e tempo para planejar suas ações do mal.

Suspeita-se que os atos de terror cometidos hoje, tenham sido wem represália às declarações do secretário estadual da administração penitenciária, Luis Mauro Albuquerque. Ele lembrou que não vai dar moleza para esses grupos criminosos que impõem o terror no Estado, citando as facções que vão ter tratamento de choque. Nenhum benefício que permita aos seus integrantes, usar celulares, fazer postagens nas redes sociais, muitas vezes ditando de dentro do presídio quem deve viver ou morrer.

Defendeu o uso de bloqueadores nos presídios como tônica do governo, afinal o criminalidade tem ganho espaço dentro desses lugares, onde a falta de gestão, infelizmente, tem dado asas aos grupos criminosos e o controle de regras não sejam levadas em conta.

Se até em nossa casa é preciso acatar normas, exigir obediência à regras, por que não fazê-lo num ambiente onde não apenas o preso deve ser segregado, mas deve obedecer a um período de reaprendizado; para que atingir as condições de retornar ao convívio social.

Infelizmente, o sistema penitenciário é falido. Não dá conta de seus objetivos. Se transformou em universidade do crime, chegando a facilitar a vida de muitos bandidos que entram analfabetos de tudo e saem de lá especialistas em todas as modalidades criminosas.

É hora de mudar nos presídios, a politica de encarceramento que não tem o objetivo de tirar a pessoa da criminalidade, com vistas a ressocialização. Trabalho e estudo ainda são os caminhos de toda reforma humana.

leia tudo sobre

Publicidade

O novo ciclo dos que vão governar o povo

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

02 de Janeiro de 2019

Agora, que passaram as festas, que todo mundo atendeu às celebrações da mudança do ano, é hora de arregaçar mangas. Trabalhar. Assumir as responsabilidades de cada um – e falo, principalmente, para aqueles que ontem tomaram posse em cargos públicos.

Se eles tiverem a noção de responsabilidade que essa tarefa exige, certamente saberão se comportar como verdadeiros protagonistas da História, buscando o equilíbrio de seus atos com as necessidades essenciais da população, projetando ações que sejam efetivamente produtivas. Em favor do País. Em favor de seu povo.

No Ceará, o governador Camilo Santana assume o segundo mandato, cercado de expectativa renovada, de que possa ampliar cada vez mais o seu projeto de desenvolvimento do Estado.

Evidente que se trata de um novo momento , em que se operam mudanças importantes na sociedade humana, ao mesmo tempo em que o Planeta passa por uma transição.

Por isso, há que se estabelecer políticas sociais que habilitem melhores condições de trabalho ao povo. Que superem as dificuldades econômicas que têm ampliado o desemprego e a miséria. A justiça social deve ser o apanágio desses dirigentes, principalmente, na questão da moralidade do serviço público, onde alguns políticos fugiram ao cumprimento do dever, através de atos de corrupção.

Que esses dirigentes, que ontem tomaram posse, se habilitem ao cumprimento das tarefas do dever cívico do trabalho em favor do coletivo, restaurando o princípio ético e da moralidade. Abdicando dos atos criminosos, para atender à missão de responsabilidade que, evidentemente, pode elevá-los ou rebaixá-los ao humilhante posto da falta de vergonha e do esquecimento.

O País, queiram ou não, amadureceu. Alguns representantes é que não acompanharam esse avanço. E fazem política em benefício próprio. E não no dever cívico de servir. Como é da missão de todos.


 

leia tudo sobre

Publicidade

Os anjos tutelares de quem vai pegar a estrada no fim-do-ano

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

28 de dezembro de 2018

Fim de ano, assim como foi no feriado do Natal, os patrulheiros da Polícia Rodoviária Federal voltam a se dedicar ao trabalho de fiscalizar aqueles que ganham as estradas e, muitas vezes, não se prestam ao atendimento das mínimas regras de segurança viária.

São esses tutelares de todos os guiadores que, a despeito de serem datas de convivência em família, eles não têm essa possibilidade quando atuam com vistas a preservar vidas. E que coisa valiosa é cada vida humana.

Este fim de semana, mais uma vez, eles vão estar a postos. Orientando, servindo à população. Buscando diminuir os acidentes que são comuns, principalmente, pela falta de atenção daqueles que viajam.

No currículo de cada agente desses, mais do que cobrar atenção às leis de tráfego – como a documentação em ordem, limite de velocidade e ao não uso de bebidas alcoólicas durante a viagem -, esses policiais rodoviários se defrontam, no seu dia a dia, com casos curiosos.

A inspetora Juliana Rodrigues, do núcleo de Comunicação da PRF cearense, nos contava hoje que, por diversas vezes, agentes se transformam em parteiros sem diploma, mas com um índice notável de eficiência no atendimento a parturientes. Muitos bebês nasceram pelas mãos desses policiais.

Eles, também, se revelaram verdadeiros anjos de guarda de alguns pedestres que, despreocupados, vagam pelo acostamento das rodovias com perturbações interiores.

E há ccasos em que eles são vigilantes em defesa do meio ambiente quando flagram transporte ilegal de madeira ou de aves silvestres.

Tudo isso, só revela um traço edificante da personalidade de quem vive a atividade de policial rodoviário, ajudando a quem sai de casa e pega as rodovias federais, com o intuito de se divertir no fim do ano. Poucas vezes, a gente tem oportunidade de avaliar a importância deles nas estradas.

Por isso, a gente aproveita nesta última sexta feira de 2018, para desejar a esses anjos de guarda do asfalto, que o ano novo transporte a cada um, tudo de bom que eles desejam e dizer da gratidão que os brasileiros lhes devem não apenas hoje, mas durante todos os dias do ano. Um abraço fraterno a cada um.

 

leia tudo sobre

Publicidade

Passageiros com embarque para 2019

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

28 de dezembro de 2018

Nos alto-falantes de um aeroporto, nesses últimos dias do ano, uma mensagem – de autor desconhecido – chamou atenção de todos. Dizia: “Atenção senhores passageiros:
Está na hora de renovar os passaportes. Estaremos dentro de pouco tempo, começando mais uma viagem, com um tempo estimado e aproximado de 365 dias. Carimbem seus passaportes, definam o destino e embarquem na plataforma 2019.
Quem tiver mágoas, ressentimentos, pendências e até tristezas antigas na bagagem, por favor, descarregá-las no balcão 2018, bem ao lado do banheiro. Recomendamos uso dos sapatos da boa vontade e as camisas do otimismo, evitando durante a viagem as saias justas da competitividade insana e os nós da gravata da ambição desenfreada.
Os passageiros que portarem sorrisos nos lábios, coração aberto e mãos prontas a construírem terão assento preferencial, bem ao lado da janela da felicidade. Solicitamos a todos que apertem seus cintos da esperança e recomendamos que ninguém, em hipotese alguma, utilize as saídas de emergência durante esta viagem.
Caso haja períodos de turbulência, mantenham a calma e a confiança no piloto dessa aeronave, o grande comandante universal. Em qualquer situação de medo ou de desespero, contem também com nosso atendimento de bordo realizado permanentemente por nossos anjos do espaço que estarão ao lado de cada passageiro.
Recomendamos durante todo esse trajeto, atitudes de solidariedade, de atenção e carinho, principalmente, com as crianças e idosos, o que garante a participação em nosso programa de milhagem.
Teremos, como já é de conhecimento de todos, muitas escalas durante o trajeto, o que implica na necessidade de entradas e saídas de pessoas, valendo recordar em todos os momentos da continuidade confiança do grande comandante universal.
A todos uma excelente viagem”.

leia tudo sobre

Publicidade

O PRINCÍPIO, O FIM E O MEIO

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

27 de dezembro de 2018

O PRINCÍPIO, O FIM E O MEIO
Nonato Albuquerque

O mundo começou em mim, arremata Moisés
depois de antologizar toda a gênese humana.
Tinha ele, pois, o D´us único, bem ali, aos pés.
E discorreu com palavras toda essência do prana

O mundo terminará em mim, prega o evangelista
João, a quem coube na Terra ver o apocalipse.
Esotérica leitura pela qual o homem avista
A mudança do planeta após o grande eclipse.

No meio deles, tu e eu, interligados estamos
Enquanto lá fora o mundo destrambelhado,
Confuso, rola como se fosse desabar no abismo.

Será que vai dar tempo vender o que compramos?
Ou será possível ficar, assim, ensimesmado,
Sabendo que amanhã finda todo esse esnobismo?

leia tudo sobre

Publicidade

O PRINCÍPIO, O FIM E O MEIO

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

27 de dezembro de 2018

O PRINCÍPIO, O FIM E O MEIO
Nonato Albuquerque

O mundo começou em mim, arremata Moisés
depois de antologizar toda a gênese humana.
Tinha ele, pois, o D´us único, bem ali, aos pés.
E discorreu com palavras toda essência do prana

O mundo terminará em mim, prega o evangelista
João, a quem coube na Terra ver o apocalipse.
Esotérica leitura pela qual o homem avista
A mudança do planeta após o grande eclipse.

No meio deles, tu e eu, interligados estamos
Enquanto lá fora o mundo destrambelhado,
Confuso, rola como se fosse desabar no abismo.

Será que vai dar tempo vender o que compramos?
Ou será possível ficar, assim, ensimesmado,
Sabendo que amanhã finda todo esse esnobismo?