ARTIGO Archives - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

ARTIGO

No Ceará, falsos super-heróis atacam de bandidos

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

14 de Maio de 2019

Me diga uma coisa: o que é que falta acontecer de ruim numa cidade que já tem tantos problemas de insegurança? Porque ninguém dá mais conta dos assaltos, furtos, roubos, saidinha bancárias, golpes aplicados das mais diferentes formas – teve um que se passou por um ator de novela do SBT e tirou dinheiro de uma internauta cearense.

Pois apesar dessa enxurrada de crimes, a impressão que se tem é de que a Polícia não está conseguindo dá contas e que é preciso a ajuda, o auxílio dos… super-heróis. Que nada, no Ceará os super-heróis, ou aqueles que se tornam clones, se vestem de heróis estão se bandeando pro lado do mal. A Polícia é que sim, deu um freio em 3 indivíduos que se vestiam de Lanterna Verde, Homem Aranha e Batman foram presos atuando como integrantes de uma facção criminosa. O mais incrível: eles trabalhavam nesses trenzinhos que divertem crianças em passeios na Beira Mar.

Já imaginou a quem está entregue a segurança de seus filhos?

Se você é daquelas vítimas de bandidos que ficam repetindo aquele bordão do Chapolim Colorado, “e agora, quem poderá nos salvar”, acredite: só Deus.

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Coração de mãe

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

10 de Maio de 2019

Diante do instinto de maldade a que se propõem alguns indivíduos, quem é capaz de deter todo esse ímpeto violento e de serenar o ânimo desses celerados? Se você respondeu “o coração de mãe”, pode crer, isso é a pura verdade.

Deve-se a essa figura feminina o poder de transformar criaturas violentas em seres de melhor comportamento. De alterar a fúria dos inconsequentes e dominar o mais frio assassino em ser domável. Uma mãe é capaz de verter lágrimas de um filho que não demonstra o menor sentimento de piedade e consideração na vida.

Quem tem a oportunidade de ir a um presídio nos dias em que mães visitam seus filhos, presos sob acusação dos crimes mais horrendos, há de conferir como esses malfeitores se rendem à presença da mulher que os gerou.

É que a docilidade de mãe retempera os corações chagados pelo veneno do mal. Ela é capaz de deter o impulso agressivo de um filho e, basta a citação do seu nome, para qualquer um resgatar do seu íntimo o respeito à grandeza dessa mulher.

Se quando fosse cometer qualquer ato errado, um filho lembrasse do quanto sua mãe sofreu para criá-lo; do quanto tempo levou para ensiná-lo o caminho certo – nenhum filho, por mais inclemente e impiedoso que seja, evitaria levantar até mesmo a voz contra quem quer que fosse.

O dia das mães existe, também, para sacramentar na mente desses infelizes, o quanto eles perderam por fazer sofrer o coração de quem não os abandona, nem mesmo diante do infortúnio que eles atualmente convivem.

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O chão da criminalidade

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

08 de Maio de 2019

Os números da violência do mês de abril no Ceará continuaram diminuindo na avaliação da Secretaria de Segurança. Isso pelo 13° mês consecutivo. É uma boa notícia, embora abril tenha sido um mês em que houve mais homicídios do que em igual período do ano passado.

Mas nota-se, por parte do secretário André Costa, um avanço no programa de enfrentamento da criminalidade que transformou Fortaleza em manchete internacional em janeiro passado.

O trabalho das Polícias civil e militar conseguiu esses resultados importantes, muito embora a gente não desconheça que é preciso fazer muito mais.

O enfrentamento da criminalidade ainda se debate em ações incríveis como esse das facções que utilizavam um prédio em nossa cidade como hospital clandestino. O hospital atendia às vítimas de facções, já que elas não poderiam se sentir tranquilas buscando socorro em unidades de saúde tanto da rede pública quanto da privada.

Ainda temos problemas com as quadrilhas de assaltantes de bancos que, hoje pela madrugada, assaltaram banco do municipío de Graça, na região Norte, um dia depois de um outro assalto em Irauçuba.

A ousadia dos bandidos se revela tão expressiva que, os bandidos que explodiram o banco de Graça, largaram as motos em que chegaram pilotando na cidade para furtar uma ambulância e fugir no carro que atende ao serviço de saúde da cidade.

O programa de combate ao crime continua firme. Mas ainda tem muito chão pela frente para se alcançar melhores resultados

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A confusão em Jeri

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

06 de Maio de 2019

De um policial fora de serviço espera-se que preserve a imagem da corporação a qual está ligado e que haja dentro dos limites do que orienta a lei: que seja correto como se deve a qualquer outro cidadão. Não se concebe de um agente de segurança que, mesmo nas horas de lazer, saia da linha; se desconcerte e passe a agir em desacordo o que pregam as normas.

O vídeo dos policiais civis em Jeri, que circula nas redes sociais, exibindo truculência da parte de alguns só vem revelar falta de identificação desses agentes com a filosofia retilínea da entidade maior que os incorporou.

Daqueles que fazem parte da instituição policial – civil ou militar – espera-se demonstrações de respeito a ordem pública e não serem eles protagonistas de atos indevidos – aos quais eles são pagos para combater.

Acusados de assédio a uma jovem que teria se recusado aos seus apelos, os policiais teriam exibido uma atitude que não corrobora com os postulados da Secretaria de Segurança. Puxar armas. Ameaçar pessoas. Chamar para briga os que os criticavam por uma atitude, da qual eles eram partícipes – isso pertence mais ao perfil do inimigo da sociedade e não àqueles que são pagos para lhes dar proteção.

Evidente que o secretário André Costa, que só falta fazer milagre para melhorar o nível da Polícia cearense, não fecha com esse tipo de atitude de seus agentes. Certamente, ele deve investigar tudo para chegar à verdade dos fatos. Mas os fatos, pelo que se vê no vídeo, já demonstram um ponto negativo para quem transforma o seu lazer e o dos outros em séria ameaça à ordem e a paz.

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Dia do Trabalhador: Nada existe mais significativo do que o capital humano

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

01 de Maio de 2019

Está escrito: do suor do teu rosto, comerás o teu pão. A referência bíblica diz respeito ao trabalho. Nada do que existe debaixo do sol é mais significativo ao ser humano do que o exercício pelo desenvolvimento, através do mecanismo do trabalho.

É o trabalho que liberta o homem de suas necessidades. Que evita que ele se marginalize. Que tenha dificuldades de toda ordem. Sem trabalho, o homem não progride. O mundo não avança. As coisas não andam.

Por isso, neste dia em que o mundo todo homenageia a expressiva força do trabalho, que na verdade é o capital humano, é preciso refletir sobre as políticas trabalhistas. Elas devem prosperar em benefício não apenas do empregador, mas do empregado. O que se vê são reformas promovidas nessa área, ao invés de diminuir o desemprego, ampliarem as desigualdades sociais e gerado crises, nas quais o trabalhador é a grande vítima dos que agenciam a ganância em favor de seus interesses.

Por isso, o desemprego a estimular a insatisfação. O medo, a prosperar a violência.

Tudo o que se fizer em favor do trabalhador é preferível a qualquer forma de lucro fácil. Em benefício de poucos. E em prejuízo de muitos.

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Fortaleza, a Medelin do Atlântico

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO, SEGURANÇA

30 de Abril de 2019

Ilustração Hélio Rola

Fortaleza é uma cidade praticamente dominada pelos traficantes. Parece a Medelin de outros tempos, quando o cartel mandava e desmandava. Por aqui, o tráfico ainda manda. E não se restringe à capital. Está aí a Polícia que não me deixa mentir.

Esta manhã, a Civil revelou duas ações que resultaram na apreensão de R$ 230 mil em espécie e na desativação de um laboratório de drogas. Isso na cidade de Crateús. Em Paracuru, a Polícia fechou uma verdadeira fortaleza usada para tráfico, equipada com sistema de videomonitoramento, saídas de fuga e cães de guarda.

Voltando pra capital, a realidade é a mesma. Pra onde quer que você vá, tem gente negociando drogas. No centro da cidade tem uma cracolândia ali nas proximidades da Santa Casa de Misericórdia, há poucos metros da Décima Região Militar.

No outro lado da cidade, a Polícia descobre tráfico de cocaína e loló no entorno do Castelão. No Aeroporto, a Federal prende venezuelano que ia embarcar com mais droga.

Comunidades periféricas convivem com esse drama. Escolas se tornam reféns da ordem de traficantes. Em alguns sinais luminosos, travestidos de limpadores de carros, a gente se depara verdadeiros zumbis ambulantes esmolam uma moedinha para fazer a cabeça.

Enquanto isso, a população é que sofre a dor-de-cabeça com todo esse poderio do tráfico. E não tem farmácia nenhuma, das muitas que a cidade abriga para o comércio de outras drogas, que vá conseguir nos salvar desse inferno.

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Aqui SEFAZ, aqui SE PAGA

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

23 de Abril de 2019

Se você é daquelas pessoas que teimam em ignorar o respeito às normas convencionais e as leis que regem a sociedade, se cuide. O tempo é senhor implacável e, quando menos você imaginar, vai lhe cobrar a sua responsabilidade cidadã. Nada fica sem respostas. Quem faz o bem, recebe o bem de volta. Quem se dedica ao mal, só vai colher desilusões.

Costuma-se dizer que a Justiça de Deus tarda, mas não falha – referindo-se ao cumprimento da lei natural de causa e efeito. Na verdade, a lei natural funciona como a da Secretaria da Fazenda, cujo slogan devia ser: “Aqui SEFAZ, aqui SE PAGA”.

Semeou ventos? Colhe tempestades. O efeito bumerangue é inflexível. Quem planta maldade só colhe escuridão. Quem cultiva inveja só recebe aflição. Quem propaga mentira só abriga infelicidade.

É a lei da física, para toda ação uma reação.Então, se você que vive do mal, que se acha dono de si e faz o que bem quer, achando que sempre vai se dar bem… cuidado! A justiça do alto é tão divina que ensina a cada um de acordo com seus atos.ui

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A violência silenciosa, mas real

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

22 de Abril de 2019

Quando se fala de violência, quase sempre somos levados a pensar naquela que envolve todo tipo de agressão física. Geralmente, esquecemos de uma outra forma de violência, bastante comum, e que envolve geralmente pessoas que nunca fazem chegar uma denúncia às autoridades. A da violência moral.
Diariamente pessoas são atingidas por um tipo de agressão silenciosa, mas real. Qque não deixa marcas físicas, mas que acentua traumas insuperáveis entre as suas vítimas.

A mulher que vive submissa aos ditames do esposo violento e sofre todo tipo de humilhação. A maioria não vai a uma delegacia denunciar esse tipo de agressão, por receio de maiores represálias. Ameaças até de morte.

A violência dos chefes com seus subordinados, faltando com o mínimo respeito e criando dificudades no trato – é um outro caso de violência que perdura no interior de muitas empresas.

O sofrimento vivido pelo professor ou professora, sendo ameaçado por alunos viciados em drogas e que, muitas vezes, põe o ambiente escolar em risco.

A violência do vizinho inconveniente que, sem o menor respeito à lei da boa convivência, sequer consegue frear o barulho, a poluição sonora.

Tudo isso revela um tipo de violência que, muitas vezes, suas vítimas se limitam a comentar em meio ao grupo familiar, mas perdem a chance de fazer chegar ao conhecimento de um responsável pela segurança pública.

Quando vítimas e agressores chegam às vias de fato, é que a tragédia devidamente anunciada chegou ao seu clímax de loucura. E aí o que poderia ser prevenido, jamais será remediado.

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Páscoa, momento de reflexão e não de desregramentos

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

18 de Abril de 2019

A quinta feira maior, véspera da celebração da paixão e morte do mestre do cristianismo, tem um significado especial de reflexão que, aos poucos, a humanidade se encarrega de alterar. Dos tempos em que os fiéis se comprometiam ao silêncio e a meditação, seguindo à risca os ditames da liturgia religiosa, hoje quase nada disso acontece.

Houve época em que se exagerava, pedindo aos católicos algumas penitências que chegavam às raias do absurdo – como passar o dia calado, de se falar apenas o necessário; de não tomar banho, cobrir as imagens dos santos e não se ouvir música a não ser a dos grandes mestres. Hoje nem o jejum e nem a abstinência parecem ser colocados em prática. Evidente que ninguém deseja a continuidade de tais sacrifícios, mas um ponto chama atenção nesses dias maiores.

Os números da violência urbana na Semana Santa, por incrível que pareça, chegam a ultrapassar as ocorrências do carnaval, numa completa disssociação com o sentido da época. É na Semana Santa, onde alguns ingerem mais vinho e acabam transformando as estradas em vias crúcis de dor e desespero, fazendo com que o calvário de suas famílias se intensifique ainda mais nesses dias maiores. Não se quer as penitências absurdas do passado; tampouco a obediência à dieta desse tempo. Se faz necessário sim, o jejum dos maus pensamentos; das ações malévolas e negativas e a abstinência total de atos que maculam a fé e o nome do grande sacrificado que é o Cristo. A Páscoa é momento de reflexão e não de desregramentos.

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O amor esteve em pessoa entre nós

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

17 de Abril de 2019

Houve um tempo, em que o filho de um carpinteiro atraiu para si as atenções do mundo. Sua voz continha mensagens de elevada moral, a enaltecer o que é eterno e não o efêmero, como todos nós estamos acostumados a dar valor. Dele já se falou que “o amor esteve em pessoa entre nós”.

Estimulava as pessoas a se conduzirem na paz e na concórdia, eliminando as moléstias da alma, que a exemplo de germes malignos corroem os mais íntimos recantos da nossa individualidade.

Aos que viviam na prática da violência, roubando e matando, ele relembrou as regras de ouro de um profeta antigo que orientava a não matar; pois quem asssim o fizesse teria que se sujeitar à lei e ao juizo dos homens.

E detalhava mais: qualquer um que se irassse contra seu semelhante terá o peso da Justiça maior e as chamas do arrependimento configurando em si uma região sombria. Infernal.

Esse homem fez lembrar que todo aquele que tiver preconceito contra aqueles que tiverem alguma deficiência física ou moral, como os doentes da mente, estaria sujeito ao que a Física nomeia apropriadamente como lei de causa e efeito.

As palavras desse homem ainda soam aos nossos ouvidos, dois mil anos depois. E, infelizmente, ainda se mata sem justificativa; ainda se rouba sem nenhum pingo de vergonha; ainda se tem preconceito, até mesmo entre irmãos de uma mesma cor, de raça e de religião.

Os ventos daquela mensagem do homem continuam a soprar, esta semana, quando lembramos o que fizeram com que ele. Sem dó e sem compaixão.

Dois mil anos depois, ele continua sendo o ideal ansiado por Deus para cada um de nós.

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O amor esteve em pessoa entre nós

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

17 de Abril de 2019

Houve um tempo, em que o filho de um carpinteiro atraiu para si as atenções do mundo. Sua voz continha mensagens de elevada moral, a enaltecer o que é eterno e não o efêmero, como todos nós estamos acostumados a dar valor. Dele já se falou que “o amor esteve em pessoa entre nós”.

Estimulava as pessoas a se conduzirem na paz e na concórdia, eliminando as moléstias da alma, que a exemplo de germes malignos corroem os mais íntimos recantos da nossa individualidade.

Aos que viviam na prática da violência, roubando e matando, ele relembrou as regras de ouro de um profeta antigo que orientava a não matar; pois quem asssim o fizesse teria que se sujeitar à lei e ao juizo dos homens.

E detalhava mais: qualquer um que se irassse contra seu semelhante terá o peso da Justiça maior e as chamas do arrependimento configurando em si uma região sombria. Infernal.

Esse homem fez lembrar que todo aquele que tiver preconceito contra aqueles que tiverem alguma deficiência física ou moral, como os doentes da mente, estaria sujeito ao que a Física nomeia apropriadamente como lei de causa e efeito.

As palavras desse homem ainda soam aos nossos ouvidos, dois mil anos depois. E, infelizmente, ainda se mata sem justificativa; ainda se rouba sem nenhum pingo de vergonha; ainda se tem preconceito, até mesmo entre irmãos de uma mesma cor, de raça e de religião.

Os ventos daquela mensagem do homem continuam a soprar, esta semana, quando lembramos o que fizeram com que ele. Sem dó e sem compaixão.

Dois mil anos depois, ele continua sendo o ideal ansiado por Deus para cada um de nós.