3 de Abril de 2019 - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

3 de Abril de 2019

O roubo da arma na mostra de segurança

Por Nonato Albuquerque em Sem categoria

03 de Abril de 2019

O Brasil não é um país sério, já teorizava o então presidente francês DeGaulle. E na prática tem demonstrado isso. Onde já se viu, um país realizar a maior feira de segurança das Américas, com a amostra dos melhores armamentos do mundo e, no momento da inauguração, com a presença do presidente em exercício, general Mourão, do ministro da Justiça, Sérgio Moro e do alto comando das forças armadas, de repente acontece o roubo de uma arma que estava na exposição. Gente, parece piada.

Durante as investigações, a Polícia descobriu que não havia no Riocentro, o local da mostra, nenhum câmera instalada e ficou impossível ter alguma imagem de auxílio. Vale lembrar que esse é mesmo local onde há pouco tempo um medalhista iraniano, participante da Olimpiada de Matemática teve surrupiada a medalha que acabara de receber.

Isso só mostra a que ponto chega a ousadia dos bandidos, num país onde se rouba objetos dos mortos – aqui em Fortaleza, levaram o relógio do ex-presidente Castelo Branco que vivia no memorial do palácio da Abolição – a sede do governo cearense.

Outros furtos incríveis também ocorreram por aqui. Carregaram objetos pessoais do Frei Tito; os óculos da estátua de Rachel de Queiroz; a batuta do maestro Alberto Nepomuceno; a perna da estátua de Capistrano de Abreu; o arco do índio do Parque da Criança. Levaram até o motor da fonte da estátua de Iracema (Messejana).

Esse, realmente, não é um país sério.

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O roubo da arma na mostra de segurança

Por Nonato Albuquerque em Sem categoria

03 de Abril de 2019

O Brasil não é um país sério, já teorizava o então presidente francês DeGaulle. E na prática tem demonstrado isso. Onde já se viu, um país realizar a maior feira de segurança das Américas, com a amostra dos melhores armamentos do mundo e, no momento da inauguração, com a presença do presidente em exercício, general Mourão, do ministro da Justiça, Sérgio Moro e do alto comando das forças armadas, de repente acontece o roubo de uma arma que estava na exposição. Gente, parece piada.

Durante as investigações, a Polícia descobriu que não havia no Riocentro, o local da mostra, nenhum câmera instalada e ficou impossível ter alguma imagem de auxílio. Vale lembrar que esse é mesmo local onde há pouco tempo um medalhista iraniano, participante da Olimpiada de Matemática teve surrupiada a medalha que acabara de receber.

Isso só mostra a que ponto chega a ousadia dos bandidos, num país onde se rouba objetos dos mortos – aqui em Fortaleza, levaram o relógio do ex-presidente Castelo Branco que vivia no memorial do palácio da Abolição – a sede do governo cearense.

Outros furtos incríveis também ocorreram por aqui. Carregaram objetos pessoais do Frei Tito; os óculos da estátua de Rachel de Queiroz; a batuta do maestro Alberto Nepomuceno; a perna da estátua de Capistrano de Abreu; o arco do índio do Parque da Criança. Levaram até o motor da fonte da estátua de Iracema (Messejana).

Esse, realmente, não é um país sério.