Março 2019 - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

Março 2019

UMA PRECE AOS PAIS DO MENINO MORTO

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

26 de Março de 2019

Está todo mundo falando da morte dessa criança de 2 anos, que despencou do 11° andar do prédio onde morava. E nos comentários da maioria, a desculpa de que bastaria uma tela protetora para evitar a tragédia. Talvez sim, talvez não. Há certas ocorrências na vida que estamos longe de compreender.
Quem para entender o mistério que esconde esses dramas vivenciados por famílias, que num segundo detém a beleza de uma criança iluminando o lar, e num outro momento acaba perdendo-a de maneira tão trágica.

Eu costumo dizer por aqui em nossos comentários, que as tragédias acontecem como alerta para certos descasos que, involuntariamente ou não, deixamos acontecer.

Que outros pais tomem cuidado, quanto a isso; mas, em verdade, o que podemos fazer por essa família atormentada por esse sofrimento, é abraçá-la com as nossas preces; pedindo ao Deus misericordioso de todos, forças para que ela consiga suportar essa dor. Sabemos que o tempo cura feridas, mas ele sempre deixa marcas que jamais serão apagadas.

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Suzano, Nova Zelândia, Brumadinho, Mariele. Cadê Deus?

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

18 de Março de 2019

Em meio a tantas tragédias, você já reparou como Deus tem mandado recados que, para se ler, é preciso ter olhos de ver, ouvidos de ouvir? Quer exemplos? Um acidente grave na Maraponga, um veículo capotado e destroçado, uma mulher com ferimentos, mas olha que coisa incrível – o bebê de colo surge nas imagens intacto, com um ar de quem tivesse acabado de acordar de um sono tranquilo.

Já reparou, também, como tem surgido ações violentas, quando alguns países tratam de liberar armas para a população – como se fosse um aviso prévio, um alerta sobre o risco que esses equipamentos podem causar nas mãos de pessoas não habilitadas para o seu uso?

Um velho dito popular costuma lembrar que Deus escreve certo por linhas tortas.

As tragédias existem para que delas possamos aprender lições importantes. A dirigir com atenção. A achar que uma arma é capaz de solucionar o que só o amor resolve. A sermos menos intolerantes até com Deus, achando que ele nos deixou ao léu.

Depois da tragédia em Suzano, começamos a nos preocupar com a segurança dos nossos jovens em escolas.

Os casos de Mariana e Brumadinho despertam a nossa atenção para reservatórios como o de Ubajara, ameaçado de arrombar. A morte de Mariele vem revelar o terror praticados por milicianos.

Nada acontece por acaso. O acaso não existe. Deus, de forma sábia e misteriosa, utiliza-se até dos atos que, para uns parecem injustos, para aplicação da lei de ação e reação.

Ninguém está só. Não estamos perdidos. Deus está no comando, embora a nossa ignorância não permita compreender bem a forma como determinam os seus designos.

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O homem que dignificou a figura feminina

Por Nonato Albuquerque em Sem categoria

08 de Março de 2019

Para que não se perca da memória a importância da mulher na experiência terrena do Cristo, necessário é lembrar que ela se faz presente e de forma incomum nas narrativas do Novo Testamento, ainda que a humanidade nem sempre ressalte esse rico detalhe.

É de Maria, a santíssima genitora desse avatar supremo, a primeira citação dos evangelistas, notabilizando-a desde o instante em que ela se humilda ao anúncio do anjo Gabriel, antecipando-lhe a origem luminosa do próximo nascituro. “Seja feita a vossa vontade”.

É da sogra de Simão, verdadeiramente, o primeiro milagre compartilhado por Cristo a uma pessoa. Beneficiada com a efusão de novas energias que dele recebe, ela recupera a saúde e, de bom-grado, passa a dispensar ao seu curador e visitantes o tratamento sempre cordato e hospitaleiro de seu povo.É da atenciosa pecadora de quem os evangelistas guardam o anonimato, por um respeitoso gesto de caridade, que o livro registra a sua aparição repentina no caminho do mestre, a dedicar-lhe mais atenção do que o fariseu petulante que desavergonhadamente a destratara.

É de mulheres que legitimam o interesse no bem, o grupo que acompanha o roteiro luminoso do mestre na caminhada de ensinamentos que ele dispensa a todos. Entre elas, destacam-se Madalena, Joana de Cuza e Susana.É da filha do príncipe Jairo que, aos 12 anos de nascida experimenta o trâmite da dolorosa provação, de que fala o episódio da cura depois que o amoroso pai se lança aos pés do Cristo, implorando sua prestimosa ajuda.

E o que dizer da mulher hemorroíssa que, padecente 12 anos desses sofreres, se destaca da multidão ao tocar a orla das vestes de Jesus, a ponto de extrair-lhe uma grande emanação energética? “De mim saía uma virtude”.

Das irmãs Marta e de Maria, recolhe ele a oportuna chance de orientar o ensino sobre a importância de cada um informar-se sobre a vida espiritual e de não apenas dedicar-se às coisas da matéria.São mulheres, as personagens eleitas por ele para transmitir as significativas parábolas da dracma perdida e da viúva reclamante junto ao juiz opressor.

E quem ele destaca como mais importante entre os ricos que lançavam suas oferendas no gazofilácio? É exatamente a figura simples da mulher viúva que, mesmo na indigência mais acentuada, dava tudo o que lhe restava para o seu sustento.

É de Verônica, que se guarda o registro de sua face banhada em sangue quando a caminho do calvário.

E, já posto fora do corpo pela truculência dos homens, é de Maria, de Madalena e de Joana de Cuza aos pés da cruz, que falam os apóstolos, no instante em que ao lado do varão José de Arimatéia recolhem o corpo do homem santo para o sepultamento.

E foi a uma mulher, Maria de Magdala, que ao terceiro dia de sua passagem, ele ressurge, irradiando o consolo e a certeza de que a morte é tão somente uma mudança de planos. E que a Vida, ressurgente no ventre de toda mulher que se dispõe ao papel de mãe, se distingue pela anterioridade e posterioridade de cada indivíduo na Terra.

Embora convivesse com o mundo masculino no seu apostolado, Jesus consagrou respeito e admiração à mulher por onde transitou, ao longo dos anos em que dispensou ao mundo a sua tão marcante presença.

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O Brasil não é (mesmo) um país sério

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

06 de Março de 2019

O carnaval passou. Agora é hora de botar o País pra funcionar. O trabalhador comum tem noção disso. E ele está a postos. Todo santo dia, mesmo quando a folia tomava de conta. Agora, uma certa classe da elite deste Brasil de mãe preta e pai joão, é que precisa ser despertada de que é hora de batente. É hora de trabalhar. São os políticos.
E
les só voltam ao trabalho (e bote aspas nesse trabalho) na outra semana. Terça feira pra ser mais preciso. Mesmo sem dar um nó em pingo d´agua durante esta semana vão receber seus benditos salários, sem nenhum desconto. Diferente do trabalhador comum que se arvorou de faltar ao compromisso na segunda e terça e, agora, vai ter cortado os dias se não fez acordo com o patrão.

Este é um país sério – indagou o então presidente francês Charles DeGaulle, em outros tempos. Onde os políticos criam leis para serem desobedecidas por eles, já que elas parece os excluírem – como se fizessem parte de uma casta superior.

Poderiam muito bem aprender com o povão. Que, no carnaval, dá lições de criatividade e inteligência, criando enredos históricos e culturais, onde os mais criticados das escolas de samba são exatamente eles, os senhores do feudo político que, não apenas no carnaval, mas no ano inteiro se festejam, vestem fantasias bem diferentes daquelas com as quais eles se apresentam nas ruas duante as campanhas eleitorais.

O Brasil, da maioria deles, não é um país sério – o que, certamente, responderia ao velho DeGaulle. Até quando? Até quando?

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O Brasil não é (mesmo) um país sério

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

06 de Março de 2019

O carnaval passou. Agora é hora de botar o País pra funcionar. O trabalhador comum tem noção disso. E ele está a postos. Todo santo dia, mesmo quando a folia tomava de conta. Agora, uma certa classe da elite deste Brasil de mãe preta e pai joão, é que precisa ser despertada de que é hora de batente. É hora de trabalhar. São os políticos.
E
les só voltam ao trabalho (e bote aspas nesse trabalho) na outra semana. Terça feira pra ser mais preciso. Mesmo sem dar um nó em pingo d´agua durante esta semana vão receber seus benditos salários, sem nenhum desconto. Diferente do trabalhador comum que se arvorou de faltar ao compromisso na segunda e terça e, agora, vai ter cortado os dias se não fez acordo com o patrão.

Este é um país sério – indagou o então presidente francês Charles DeGaulle, em outros tempos. Onde os políticos criam leis para serem desobedecidas por eles, já que elas parece os excluírem – como se fizessem parte de uma casta superior.

Poderiam muito bem aprender com o povão. Que, no carnaval, dá lições de criatividade e inteligência, criando enredos históricos e culturais, onde os mais criticados das escolas de samba são exatamente eles, os senhores do feudo político que, não apenas no carnaval, mas no ano inteiro se festejam, vestem fantasias bem diferentes daquelas com as quais eles se apresentam nas ruas duante as campanhas eleitorais.

O Brasil, da maioria deles, não é um país sério – o que, certamente, responderia ao velho DeGaulle. Até quando? Até quando?