13 de Fevereiro de 2019 - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

13 de Fevereiro de 2019

Morte, essa irmã indesejável

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

13 de Fevereiro de 2019

Todo dia, a gente fala e ouve falar de alguém que deixou a vida física através do fenômeno da morte. Seja de forma natural ou não, a morte impressiona. Ainda que todos tenhamos que passar por ela, ninguém nunca está preparado para enfrentá-la. Costuma-se dizer que morremos um pouco quando se perde alguém. E isso é uma verdade.

Em nosso ‘metieur’ diário de informar sobre casos onde prepondera a violência, cada vida que cruza essa fronteira entre o físico e o imaterial, é uma lembrança de que a irmã morte, como chamava Francisco de Assis, se acerca de todos os humanos. Sem anúncio de chegada. Sem tempo de espera.

Mesmo assim, não somos e nem estamos preparados para ela. Mal se aprende a viver, quanto mais não temos tempo para o aprendizado da morte. Mas é quando ela atinge alguém do nosso círculo, familiar ou de amizade, que nos revelamos despreparados para o momento. Uns se desesperam. Outros consideram que o destino lhe pregou uma peça. Outros acham que Deus agiu injustamente.

Se a gente aprender a evitar aquilo que pode resultar em consequências funestas, provavelmente, teremos a sorte de evitar cruzar o caminho dessa senhora que, diariamente, contingencia uma enorme legião de pessoas nessa travessia. Por isso, importa muito levar uma vida tranquila. Serena. Buscando viver da melhor maneira possível para que tenhamos dias mais longos na Terra. E quando for a hora dela chegar, tenhamos a certeza de que teremos cumprido a parte que nos cabe nesse latifúndio, como dizia o poeta João Cabral de Melo Neto.

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Morte, essa irmã indesejável

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

13 de Fevereiro de 2019

Todo dia, a gente fala e ouve falar de alguém que deixou a vida física através do fenômeno da morte. Seja de forma natural ou não, a morte impressiona. Ainda que todos tenhamos que passar por ela, ninguém nunca está preparado para enfrentá-la. Costuma-se dizer que morremos um pouco quando se perde alguém. E isso é uma verdade.

Em nosso ‘metieur’ diário de informar sobre casos onde prepondera a violência, cada vida que cruza essa fronteira entre o físico e o imaterial, é uma lembrança de que a irmã morte, como chamava Francisco de Assis, se acerca de todos os humanos. Sem anúncio de chegada. Sem tempo de espera.

Mesmo assim, não somos e nem estamos preparados para ela. Mal se aprende a viver, quanto mais não temos tempo para o aprendizado da morte. Mas é quando ela atinge alguém do nosso círculo, familiar ou de amizade, que nos revelamos despreparados para o momento. Uns se desesperam. Outros consideram que o destino lhe pregou uma peça. Outros acham que Deus agiu injustamente.

Se a gente aprender a evitar aquilo que pode resultar em consequências funestas, provavelmente, teremos a sorte de evitar cruzar o caminho dessa senhora que, diariamente, contingencia uma enorme legião de pessoas nessa travessia. Por isso, importa muito levar uma vida tranquila. Serena. Buscando viver da melhor maneira possível para que tenhamos dias mais longos na Terra. E quando for a hora dela chegar, tenhamos a certeza de que teremos cumprido a parte que nos cabe nesse latifúndio, como dizia o poeta João Cabral de Melo Neto.