5 de Fevereiro de 2019 - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

5 de Fevereiro de 2019

Um chicote na cena das ruas violentas de Fortaleza

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

05 de Fevereiro de 2019

O vídeo que mostra uma mulher de joelhos sendo chicoteada por um policial, no bairro do Lagamar, causa indignação pela forma inaceitável como agiu o agente de segurança na ocasião de uma simples abordagem.

A mulher e seu marido, retornavam de uma festa de pré-carnaval no domingo, quando foram abordados por uma equipe que passou a destratá-los, muito embora não estivessem eles cometido nenhum ato criminoso.

Compete à Polícia Militar, investigar o caso e, já se tem conhecimento de que o comando iniciou o procedimento, até por não compactuar com esse tipo de atitude inadequada a qualquer policial.

O gesto do policial depõe, principalmente, em relação ao nível de qualificação exigido pelo próprio governo do Estado em relação ao quadro de seus agentes de segurança.

No Ceará, casos assim deixaram marcas profundas no seio da Polícia Civil, como o de uma delegada que foi afastada por compactuar com atos ilícitos. No seu plantão foi descoberto a tortura a uma pessoa detida para investigação e que foi submetida a choques elétricos dentro da delegacia, sendo flagrada por uma equipe de um jornal impresso.

Claro que ninguém quer ensinar padre nosso à vigário, já que todo policial competente sabe a maneira de lidar em ocasiões em que se exige o uso da autoridade, jamais a aplicação do arbítrio, do autoritarismo que só depõem contra o zelo do bom nome da centenária corporação.

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Um chicote na cena das ruas violentas de Fortaleza

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

05 de Fevereiro de 2019

O vídeo que mostra uma mulher de joelhos sendo chicoteada por um policial, no bairro do Lagamar, causa indignação pela forma inaceitável como agiu o agente de segurança na ocasião de uma simples abordagem.

A mulher e seu marido, retornavam de uma festa de pré-carnaval no domingo, quando foram abordados por uma equipe que passou a destratá-los, muito embora não estivessem eles cometido nenhum ato criminoso.

Compete à Polícia Militar, investigar o caso e, já se tem conhecimento de que o comando iniciou o procedimento, até por não compactuar com esse tipo de atitude inadequada a qualquer policial.

O gesto do policial depõe, principalmente, em relação ao nível de qualificação exigido pelo próprio governo do Estado em relação ao quadro de seus agentes de segurança.

No Ceará, casos assim deixaram marcas profundas no seio da Polícia Civil, como o de uma delegada que foi afastada por compactuar com atos ilícitos. No seu plantão foi descoberto a tortura a uma pessoa detida para investigação e que foi submetida a choques elétricos dentro da delegacia, sendo flagrada por uma equipe de um jornal impresso.

Claro que ninguém quer ensinar padre nosso à vigário, já que todo policial competente sabe a maneira de lidar em ocasiões em que se exige o uso da autoridade, jamais a aplicação do arbítrio, do autoritarismo que só depõem contra o zelo do bom nome da centenária corporação.