27 de agosto de 2018 - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

27 de agosto de 2018

O “big brother” da Fortaleza apavorada

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO, Sem categoria

27 de agosto de 2018

Não sei se vocês já notaram como as guerras no mundo têm diminuído. Eu falo  de conflitos armados, sejam de origem religiosa ou política. Em relação a outros tempos, essas escaramuças até saíram das manchetes. Enquanto isso, cresce no Brasil uma guerra não oficial, patrocinada pelo mercado do tráfico, colocando em confronto facções criminosas que passaram a dominar territórios, principalmente em áreas de maior carência.

Fortaleza, infelizmente, está no rol dessa triste realidade. E se, um dia, questionava-se a terrível situação do Rio, tomado pela criminalidade, hoje em dia, a capital cearense parece ter seguido fielmente o enredo dramático da cidade maravilhosa.

Nunca se ouviu falar tanto de famílias sendo desalojadas de suas residências por ordem dos traficantes. De execuções a torto e a direito.
Quem diria que o perigo hoje mora em qualquer rua, de qualquer bairro, tomado pelos assaltantes, muito embora tenhamos uma porção de câmeras registrando esses fatos.

Vivemos a era do “grande irmão”, expressão cunhada em 1948 por um escritor americano, George Orwell, e que se popularizou na TV via programas da série “Big Brother”.

Se no cenário do ‘Big Brother’ televisivo, tudo faz parte de um jogo onde figuras anônimos buscam grana e fama, no lado real da coisa, os criminosos flagrados pelas câmeras das ruas buscam também dinheiro, enquanto fomentam a desgraça e a dor com suas ações.
Infelizmente, nessa guerra não oficial de Fortaleza, só tem como perdedor, a população. E ninguém lucra nada com isso.

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O “big brother” da Fortaleza apavorada

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO, Sem categoria

27 de agosto de 2018

Não sei se vocês já notaram como as guerras no mundo têm diminuído. Eu falo  de conflitos armados, sejam de origem religiosa ou política. Em relação a outros tempos, essas escaramuças até saíram das manchetes. Enquanto isso, cresce no Brasil uma guerra não oficial, patrocinada pelo mercado do tráfico, colocando em confronto facções criminosas que passaram a dominar territórios, principalmente em áreas de maior carência.

Fortaleza, infelizmente, está no rol dessa triste realidade. E se, um dia, questionava-se a terrível situação do Rio, tomado pela criminalidade, hoje em dia, a capital cearense parece ter seguido fielmente o enredo dramático da cidade maravilhosa.

Nunca se ouviu falar tanto de famílias sendo desalojadas de suas residências por ordem dos traficantes. De execuções a torto e a direito.
Quem diria que o perigo hoje mora em qualquer rua, de qualquer bairro, tomado pelos assaltantes, muito embora tenhamos uma porção de câmeras registrando esses fatos.

Vivemos a era do “grande irmão”, expressão cunhada em 1948 por um escritor americano, George Orwell, e que se popularizou na TV via programas da série “Big Brother”.

Se no cenário do ‘Big Brother’ televisivo, tudo faz parte de um jogo onde figuras anônimos buscam grana e fama, no lado real da coisa, os criminosos flagrados pelas câmeras das ruas buscam também dinheiro, enquanto fomentam a desgraça e a dor com suas ações.
Infelizmente, nessa guerra não oficial de Fortaleza, só tem como perdedor, a população. E ninguém lucra nada com isso.