23 de agosto de 2018 - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

23 de agosto de 2018

A selvageria que nos une ao homem das cavernas

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

23 de agosto de 2018

As novas descobertas da tecnologia não significam que o homem tenha evoluído em igual proporção. Em alguns casos, continuamos com as mesmas tendências comportamentais de séculos passados. Veja, por exemplo, que em plena era digital, onde temos acesso fácil a tudo e a todos pela Internet, a mentalidade humana ainda beira à dos nossos antepassados que viviam em cavernas. Vivemos um tipo de selvageria que, em nada, diferencia a dos indivíduos que desconheciam leis e normas de convivência.

Há indivíduos que se aproveitam da facilidade das redes sociais para aplicar golpes. Cometer crimes, como o desse técnico de radiologia que se utilizava do trabalho como motorista de um aplicativo para estuprar as mulheres que ele conduzia no seu veículo.

A mesma inteligência humana, que permite apressar o futuro aos nossos dias, também opera nas maquinações do mal na mesma intensidade.

Por isso, a preocupação da sociedade em buscar modos de evitar que, um meio tão importante como o da internet, seja utilizado por mentes inábeis com a era nova em que vivemos.

Tem gente publicando mentiras. Perdendo amizades. Confundindo objetivos e, principalmente, usando as redes sociais como forma de revelar suas verdadeiras faces, que ocultam intolerância, ódio, inveja, ignorância e predisposição para o mal. Em termos de desenvolvimento tecnológico demos um grande passo; infelizmente, em comportamento, retrocedemos dez.

 

 

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A selvageria que nos une ao homem das cavernas

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

23 de agosto de 2018

As novas descobertas da tecnologia não significam que o homem tenha evoluído em igual proporção. Em alguns casos, continuamos com as mesmas tendências comportamentais de séculos passados. Veja, por exemplo, que em plena era digital, onde temos acesso fácil a tudo e a todos pela Internet, a mentalidade humana ainda beira à dos nossos antepassados que viviam em cavernas. Vivemos um tipo de selvageria que, em nada, diferencia a dos indivíduos que desconheciam leis e normas de convivência.

Há indivíduos que se aproveitam da facilidade das redes sociais para aplicar golpes. Cometer crimes, como o desse técnico de radiologia que se utilizava do trabalho como motorista de um aplicativo para estuprar as mulheres que ele conduzia no seu veículo.

A mesma inteligência humana, que permite apressar o futuro aos nossos dias, também opera nas maquinações do mal na mesma intensidade.

Por isso, a preocupação da sociedade em buscar modos de evitar que, um meio tão importante como o da internet, seja utilizado por mentes inábeis com a era nova em que vivemos.

Tem gente publicando mentiras. Perdendo amizades. Confundindo objetivos e, principalmente, usando as redes sociais como forma de revelar suas verdadeiras faces, que ocultam intolerância, ódio, inveja, ignorância e predisposição para o mal. Em termos de desenvolvimento tecnológico demos um grande passo; infelizmente, em comportamento, retrocedemos dez.