10 de agosto de 2018 - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

10 de agosto de 2018

O bronze indesejável por todos os cearenses

Por Nonato Albuquerque em Sem categoria

10 de agosto de 2018

Aconteceu o que ninguém desejava. Fortaleza disparou no número de homicídio doloso. Somos a 3ª. capital nesse tipo de mortes, posição indesejável que nos campeonatos conquista a medalha de bronze. O dia-a-dia do Barra já suspeitava isso. Agora veio o reconhecimento nacional do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, um órgão que contabiliza as mortes violentas desde 2009.

Os números que colocam a capital cearense nessa posição têm uma carga explosiva. Funcionam como um chega pra lá no projeto Ceará Pacífico, que nasceu com um bom propósito. O Ceará teve aumento de 98 por cento – 1.931 contra 965 casos pegando o período de um ano.

E quando se pensava ser o Rio de Janeiro o detentor dessa marca, ficamos sabendo que a violência carioca vem depois da cearense, com uma boa folga em relação às mortes em Fortaleza. Aqui subimos 98 por cento; lá, o crescimento de foi de 12 por cento.

Fortaleza, por si só, extrapolou em número de assassinatos, mais da metade das capitais brasileiras que apresentaram redução. Pra ser bem exato: foram 16 cidades onde a violência diminuiu.

A que se pode atribuir tudo isso? A uma falha na gestão de Segurança? Mas se investiu tanto? O que é que não está dando certo? É preciso se debruçar sobre esses números e buscar soluções.

O projeto do governo para barrar a criminalidade não tem conseguido minimizar o problema. E a essa altura pergunta-se se existe um plano B. Enquanto não se tem essa resposta, Fortaleza morre a cada crime que eleva o nome da cidade como uma das mais violentas do País. E morremos juntos com a intranquilidade que tudo isso move.

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O bronze indesejável por todos os cearenses

Por Nonato Albuquerque em Sem categoria

10 de agosto de 2018

Aconteceu o que ninguém desejava. Fortaleza disparou no número de homicídio doloso. Somos a 3ª. capital nesse tipo de mortes, posição indesejável que nos campeonatos conquista a medalha de bronze. O dia-a-dia do Barra já suspeitava isso. Agora veio o reconhecimento nacional do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, um órgão que contabiliza as mortes violentas desde 2009.

Os números que colocam a capital cearense nessa posição têm uma carga explosiva. Funcionam como um chega pra lá no projeto Ceará Pacífico, que nasceu com um bom propósito. O Ceará teve aumento de 98 por cento – 1.931 contra 965 casos pegando o período de um ano.

E quando se pensava ser o Rio de Janeiro o detentor dessa marca, ficamos sabendo que a violência carioca vem depois da cearense, com uma boa folga em relação às mortes em Fortaleza. Aqui subimos 98 por cento; lá, o crescimento de foi de 12 por cento.

Fortaleza, por si só, extrapolou em número de assassinatos, mais da metade das capitais brasileiras que apresentaram redução. Pra ser bem exato: foram 16 cidades onde a violência diminuiu.

A que se pode atribuir tudo isso? A uma falha na gestão de Segurança? Mas se investiu tanto? O que é que não está dando certo? É preciso se debruçar sobre esses números e buscar soluções.

O projeto do governo para barrar a criminalidade não tem conseguido minimizar o problema. E a essa altura pergunta-se se existe um plano B. Enquanto não se tem essa resposta, Fortaleza morre a cada crime que eleva o nome da cidade como uma das mais violentas do País. E morremos juntos com a intranquilidade que tudo isso move.