junho 2018 - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

junho 2018

Vídeo revela perfil machista do Brasil na Rússia

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

20 de junho de 2018

O Brasil é um país onde a maioria dos brasileiros detesta violência, corrupção e desrespeito ao cidadão. Mas ao mesmo tempo em que critica e abomina isso, a maioria de sua gente aplica-se na violência, na corrupção e no desrespeito aos outros.

Agora mesmo, a Copa do Mundo está demonstrando isso. Um grupo de brasileiros que foi para a Rússia, gravou um vídeo em português com uma jovem russa que os ajudavam a gritar palavras ofensivas e que se referiam a sua vagina. Ela sem entender nada da nossa língua repetia animadamente.

O vídeo causou furor no mundo. Principalmente porque dele participam um tenente da PM; um advogado de Pernambuco e um ex-secretário de um município de Carpina, Pernambuco – pessoas que poderiam dar o exemplo de bom comportamento, evitando ampliar a crença de que, em nosso País, aquilo a que se condena é exatamente aquilo que mais se pratica.

Se todos os seres são compostos de luz e sombra, nós ainda abrigamos violência, corrupção e desrespeito ao ser humano. E tudo isso só revela a face sombria que realmentesomos

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Guia para os dias de violência

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO, Sem categoria

13 de junho de 2018

Os dias são de violência, muito embora não tenhamos afastado a esperança de que esse quadro desolador de tantos homicídios em Fortaleza, possa mudar. Mas para se chegar a isso é necessário a colaboração de cada um.

Quando eu me irrito com alguém no trânsito e perco a paciência a ponto de ir tomar satisfação, eu colaboro com a violência. Quando qualquer um entra no mesmo nível de negatividade de outrem, eu estimulo a violência. Quando sou intolerante com quem quer que seja, porque não pensa igual a mim, estou dando asas a que o clima de violência se estabeleça. Se eu saio para me divertir e encho a cara a ponto de me alterar com os outros ou de sair dirigindo pondo em risco a vida de qualquer um, eu sou violento e ajudo a ampliar a insegurança.

Se cobramos da autoridade, a aplicação das normas de segurança, é preciso que se dê o exemplo individual a fim de que, em termos de coletividade, prevaleça a convivência pacífica entre todos.

Os dias são de violência, sim; mas vamos perder a esperança de que somos parte importante na mudança desse jogo.
Pense nisso e dê a sua contribuição para mudarmos esse quadro.

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Inscrição para o vestibular de acesso ao inferno

Por Nonato Albuquerque em SEGURANÇA

06 de junho de 2018

Diga, honesta e sinceramente, se não dá pena ver esse bocado de jovens se entregando ao vício, assinando o nome para o listão da morte, já que o mundo do tráfico não dá futuro pra ninguém?

Dados do Atlas da Violência 2018 apontam que o número de homicídios no Ceará dobrou em um período de 10 anos. Aumento de 103 por cento.

Vamos pegar 2016, o último ano da pesquisa, e veremos que foram 3 mil 642 crimes do tipo, envolvendo jovens. Se levarmos em conta apenas homens jovens de 15 a 29 anos, a taxa vai a 280,6 por cento. Mas dito assim, esse tipo de avaliação parece fria; pois vamos direto aos números: em dez anos, de 2006 a 2016, 324.967 jovens foram assassinados no Brasil.

E diante de uma carnificina dessas, custa crer que existam jovens que são capazes de fazer festa, como a que circula num vídeo nas redes sociais, para celebrar o quê? A sua inscrição para o inferno do crime.

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Inscrição para o vestibular de acesso ao inferno

Por Nonato Albuquerque em SEGURANÇA

06 de junho de 2018

Diga, honesta e sinceramente, se não dá pena ver esse bocado de jovens se entregando ao vício, assinando o nome para o listão da morte, já que o mundo do tráfico não dá futuro pra ninguém?

Dados do Atlas da Violência 2018 apontam que o número de homicídios no Ceará dobrou em um período de 10 anos. Aumento de 103 por cento.

Vamos pegar 2016, o último ano da pesquisa, e veremos que foram 3 mil 642 crimes do tipo, envolvendo jovens. Se levarmos em conta apenas homens jovens de 15 a 29 anos, a taxa vai a 280,6 por cento. Mas dito assim, esse tipo de avaliação parece fria; pois vamos direto aos números: em dez anos, de 2006 a 2016, 324.967 jovens foram assassinados no Brasil.

E diante de uma carnificina dessas, custa crer que existam jovens que são capazes de fazer festa, como a que circula num vídeo nas redes sociais, para celebrar o quê? A sua inscrição para o inferno do crime.